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Campus Party : Blog

#Comofas?

Baguete // domingo, 31/01/2010 19:25

É cansativo e, às vezes, até enlouquecedor. Mas não dá para negar que o apelo da Campus Party é forte o suficiente pra te fazer pensar na próxima edição, assim que o evento termina. 
No twitter, assuntos como depressão pós-Cparty estão pipocando na timeline. Porque apesar da gritaria e de algumas falhas na concepção (palestras simultâneas no mesmo ambiente não mais, por favor) a verdade é que estar entre pessoas que sabem exatamente como você sente a respeito de Macs, Star Wars e hashtags tem seu valor. 
Tudo bem que é um pessoal que não interage tanto quanto estamos acostumados, mas o fazem à sua forma. 
Majoritariamente adolescente, a Campus Party trata mais de diversão do que empreendedorismo mas também tem seu lado seriedade. Cada um administra o seu tempo (palestras, games, downloads, etc) da maneira que considera melhor. A Campus Party acerta por dar as opções. 

COMENTÁRIOS
Marcia

postado em: seg, 01/02/2010 - 09:29

Oi Arrudinha,

Comofas é um neologismo utilizado no Twitter de forma irônica.
É o que alguns chamam de tiopês. Mais sobre isso, aqui: http://www.gardenal.org/trabalhosujo/2008/04/e_o_tiopes.html

Abs!

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Finaleira

Baguete // sábado, 30/01/2010 08:07

Tecnicamente, a Campus Party acaba no domingo. Mas o clima de fim de festa já começa a dar as caras neste sábado. Agora que todos baixaram o que queriam, discutiram temas pertinentes à sua área e jogaram tantos games quanto possível, as barracas começam a ser desmontadas e os táxis partem com maior frequência.

É difícil acreditar que alguém aguentaria mais uma semana neste ritmo. Chegamos ao limite e ele está por todo lado:

Conversar com um taxista apenas reforçou a idéia do limite. Sua corrida anterior foi para o hospital mais próximo. Um menino que vinha jogando ininterruptamente, apoiado em energéticos, não aguentou e passou mal. Eu apostaria sem medo que este não é um caso isolado. 

Mas, por mais que os últimos dias tenham absorvido até a última gota de energia, é mais do que claro a intenção do pessoal de repetir a dose ano que vem.

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Troco nOObs por robôs

Baguete // sexta-feira, 29/01/2010 14:14

A área de Ciência da #Cparty tem todo um lance de robótica social que parece ser a solução dos nossos problemas.

Nós = antissociais.

Porque eu super entendo o pessoal que faz cara feia quando chegamos para tirar fotos ou que está mais interessado em jogar do que fazer amigos, sabe?

A solução está em um robozinho muito fofo mas que passou despercebido até hoje quando o vi parado próximo a um palco. Assim que peguei a câmera, ele começou a fazer poses e a acenar. 

Procurei mas não vi quem estava comandando o robô. De qualquer forma, a interação foi o momento #fofura da Campus Party. Sem momentos estranhos dignos de Raj Koothrappali.

É por isso que inauguro a campanha Mais Robôs na Campus Party 2011.

foto: robôs no campus party

foto: robôs no campus party

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Não faça isso em casa

Baguete // sexta-feira, 29/01/2010 09:38

Da série \'diversões bizarras\', apresento o Headbang Hero.
Ao invés de você pegar numa guitarra indefesa com quatro botões coloridos e tentar acertar as notas, aqui o propósito é tornar-se um metaleiro profissional. 
O jogo consiste usar uma peruca com sensores e balançar a cabeça o mais freneticamente possível. E só. Depois de quatro minutos, um relatório é gerado e mostra se você pode ou não sair por aí batendo cabeça. 
Obviamente, não é recomendado para quem tem labirintite.
 

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Porque Twitter é muito last week

Baguete // quinta-feira, 28/01/2010 17:48

Esqueça SMS, Twitter e MSN.

A forma de comunicação que vem ganhando força na Campus Party ainda não tem nome, mas parece funcionar super bem.

 

Sheldon Cooper: ele existe e está entre nós

Baguete // quinta-feira, 28/01/2010 13:16

Posso morrer feliz. Encontrei Sheldon Cooper na Campus Party. E ele é um amor. E fala português.

Falando sério agora. Encontrei o campuseiro Hugo Borges durante a palestra do Mercado Livre, enquanto fotografava o palestrante. Mas tive que parar tudo para fazer o maior papel de stalker/paparazzo da vida:
Hugo Borges

Tirei esta foto, mas não foi suficiente.

Como minha cara de fã-psicótica deve ter assustado o guri, fiquei até com vergonha de entrevistá-lo. Mas após o incentivo do pessoal do Twitter, fui.

Acontece que muita gente diz que ele é igual ao Sheldon. O estranho é que NINGUÉM falou isso pra ele na Campus Party. Como assim, bial?

Para fazer jus ao irmão-gêmeo, Hugo acabou recentemente seu mestrado, aos 28 anos. Mas não foi em física e sim em engenharia de informação. Ainda assim, bastante apropriado.

Ele é fã de TBBT, claro, e pode ser encontrado em @agaelebe.

COMENTÁRIOS
Thiago Alves

postado em: seg, 11/07/2011 - 11:14

Na verdade o Sheldon é um personagem fictício inspirado no HLB

Hugo

postado em: sex, 08/07/2011 - 09:20

Na verdade eu faço vídeos sim: http://blip.tv/agaelebe-eventos-de-tecnologia

Carlos Gonzalez

postado em: sex, 28/05/2010 - 11:55

O Hugo é um dos desenvolvedores mais sociáveis com que trabalhei, além de competente! Conversa sobre tudo com todos, faz bricadeiras e é super solícito! O cara é nota 10!

Marcia

postado em: qui, 28/01/2010 - 14:43

Manoela, Renato
Elle é o Sheldon Cooper, gentem. Sheldon nao faz vídeos. Ele é antissocial demais para isso.

=p

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Lutando para recarregar as baterias

Baguete // quinta-feira, 28/01/2010 10:31

Uma das notícias que mais me entristeceu nesta Campus Party está relacionada àquela bebida que te dá asas, sabe?

Este ano, cada lata custa 5 reais, mais barato que em mercados, eu sei. A parte triste é que nas ediçoes anteriores, cada latinha custava 1 real.

Não sou a única a ficar deprimidíssima com o fato. Nessa madrugada, uma manifestação coletiva reivindicou a volta da promoção, com cadeiras para o alto (e avante!), correria e grito de guerra.

Os vendedores de Red Bull provavelmente estavam em casa dormindo. Mas talvez isto sirva para mostrar que a geração digital ainda sai da frente do computador quando interessa lutar por algo.

Imagens
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O inexplicável caso do Ô, explicado

Baguete // quinta-feira, 28/01/2010 08:16

"Quer ver como esses caras são bobos?" diz um funcionário da equipe de limpeza para outro, próximo aos chuveiros do acampamento. 
Antes que o outro responda ele grita apenas uma vogal – a letra O – e, como eco, os campuseiros respondem com o mesmo som. 
Este grito de guerra, se é que podemos chamar assim, é um dos mistérios da Campus Party. Ele acontece a cada dez minutos, em média, independente dos palestrantes que apresentam suas idéias ou de debates que aconteçam no espaço. 
Basta uma pessoa puxar o coro e, em seguida, 90% responde. Depois das primeiras 12 vezes, começa a ser irritante. Principalmente, de madrugada, na área dos acampados.
Após três dias perguntando de onde vinha este “ÔoooOOOoooo”, finalmente uma campuseira chamada @kakah me ajudou.
Segundo ela, isto começou já na primeira edição, na área de overclocking. Como o processo é #tenso, ao atingir o objetivo de maximizar a performance do PC, convencionou-se gritar o tal “Ô" como forma de comemorar. 

COMENTÁRIOS
Galvaozinho

postado em: qui, 28/01/2010 - 11:27

oooooOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO ....

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Rebelde sem tinta

Baguete // quarta-feira, 27/01/2010 15:26

Então você tem um filho adolescente, ou conhece alguém com este problema que tem. Cedo ou tarde chegará a fase rebelde sem causa e, não duvide, talvez ele saia por aí escrevendo em paredes.

/Yoda on/ \'Se das Organizações Tabajara eu fosse, seus problemas acabaram\', eu diria /Yoda Off/

O negócio é que uma das atrações do Campus Fórum chama-se WiiSpray. Formato de spray, barulho de spray, efeito de spray, mas nenhuma tinta pra fazer aquele estrago/arte de difícil remoção.

A invenção é de Martin Lihs e serviu como trabalho de conclusão de Lihs na Bauhaus Universität de Weimar – Alemanha.

Para funcionar, Adobe Flash e Wii.

Imagens
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Integração demais atrapalha

Baguete // quarta-feira, 27/01/2010 00:17

A proposta de todos conectados na Campus Party é tão linda quanto impraticável.

Quando cheguei, esta ideia pareceu realmente boa. Todos os eventos acontecem em um grande pavilhão, logo nos poupa tempo de deslocamento, confusão de salas, aquela coisa toda.

Pensei nisso porque quando cheguei estava vazio. Hoje entendo na pele o significado do caos. Digo, na orelha.

A sala para a imprensa fica no meio de todas as palestras. O que significa que cada lado do seu corpo absorve um assunto diferente. À direita, software livre, esquerda, design, e assim por diante.

Não seria um grande problema se afetasse apenas os jornalistas. Mas isso acontece também com quem está acompanhando as palestras.

Desta forma, você se esforça para ouvir o palestrante que está a sua frente. Mas o que está ao lado tem um timbre de voz mais alto que invade a divisão imaginária e você já não entende mais nada.

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