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Muçulmanos declaram jihad a cães na Europa

Janer Cristaldo // quarta-feira, 08/02/2012 10:04

Os muçulmanos odeiam os cães. Embora o Profeta nada tenha dito a respeito do assunto no Corão, sua doutrina está expressa nas hadiths, especialmente nas da coleção Sahih de Bukhari e Muslim, ou da Sunan de Abu Dawud. A Sunnah ou Hadith são as fontes secundárias dos ensinamentos do Islã.

Hadith significa literalmente um dito transmitido ao homem, mas em terminologia islâmica significa os ditos de Maomé, sua ação ou prática de sua aprovação silenciosa da ação ou prática. Hadith e Sunnah são usados intercaladamente, mas em alguns casos são usados com significados diferentes. Obra de teólogos, algo como o Talmud para os judeus.

Lê-se no Bukhari, vol. 4, #540: Narrou ‘Abdullah bin ‘Umar: o Apóstolo de Alá ordenou que todos os cães fossem mortos. Abu Dawud, #2839: Abd Allah. B. Mughaffal registrou que o Apóstolo de Alá disse: os cães não são uma espécie de criaturas que eu mandaria que fossem mortos; mas matem todos os que são totalmente pretos.

A nota da Hadith #2839 diz: o Profeta não mandou que se matassem todos os cães, porque alguns são mantidos para caça e para guarda. Ele ordenou que se matassem os de manchas pretas. Eles devem ser os mais nocivos dentre eles.

Muslim, #055: Ibn Mughaffal registrou: o Mensageiro de Alá ordenou que se matassem os cães, e então disse: E quanto a eles, isto é, quanto aos outros cães? E ele deu permissão para se manter cães para a caça e manter cães para a segurança dos rebanhos, e disse: quando um cão lamber um utensílio, lave o utensílio sete vezes e o esfregue com terra a oitava vez.

Muslim, #3813: Abu Zubair ouviu Jabi Abdullah dizendo: o Mensageiro de Alá nos ordenou que matássemos os cães e levamos isso tão a sério a ponto de ir matar um cachorro vagueando com mulheres do deserto. Então o Apóstolo de Alá proibiu que o matássemos. E disse: “É seu dever matar o de manchas pretas que têm duas manchas nos olhos, porque são um demônio.

Extraio estes dados do site do Centro Cultural Beneficente de Foz do Iguaçu.

Leio no site do Stonegate Institut que um político muçulmano holandês, Hasan Küçük – representante turco-holandês no Conselho de Haia pelo partido Democratas do Islã - propôs a proibição de cães na cidade, a terceira maior do país. Paul ter Linden, que representa o Partido Holandês da Liberdade, respondeu; “neste país, a propriedade de pets é legal. Quem não gosta disso deve mudar-se para outro país”.

Na Espanha, dois grupos islâmicos com base em Lérida – cidade da Catalunha onde 29 mil muçulmanos constituem 20% da população – pediram às autoridades locais para regulamentar a presença de cães nos espaços públicos, para não ofender os muçulmanos.

Eles pedem a proibição de todas as formas de transporte público, incluindo ônibus e todas as áreas freqüentadas por imigrantes muçulmanos. Alegam que a presença de cães em Lérida viola sua liberdade religiosa e seus direitos de viver segundo os princípios islâmicos.

Após a municipalidade recusar os pedidos dos muçulmanos, a cidade experimentou uma onda de envenenamento de cachorros. Mais de uma dúzia de cães foram envenenados em setembro de 2011 nos bairros de Cappont e La Bordeta, distrito que é principalmente povoado por muçulmanos e muitos outros cães foram mortos nos últimos anos. Moradores do bairro que saem a passear com seus cães foram agredidos por imigrantes que se opõem a ver animais em público.

No Reino Unido, passageiros cegos foram retirados de ônibus ou tiveram corridas de táxi recusadas porque motoristas ou passageiros têm objeções aos “impuros” cães-guia. Em Reading, um aposentado que sofria de câncer confrontou-se repetidamente com os condutores e foi instado a sair do ônibus em razão de seu cão-guia. Enfrentou também hostilidade no hospital e super-mercado por causa do animal.

Em Nottingham, um chofer de táxi muçulmano recusou-se a transportar um cego acompanhado de seu cão-guia. Foi multado em £300 (R$ 812). Em Stafford, um chofer de táxi muçulmano recusou-se a levar um casal de velhos cegos a uma confeitaria porque estavam acompanhados pelo cão-guia.

Em Londres, um condutor de ônibus proibiu uma mulher de entrar com seu cão, porque havia uma lady muçulmana que poderia ficar perturbada com o cachorro. Enquanto a mulher tentava reclamar, bateu-lhe a porta do ônibus na cara e seguiu em frente. Quando chegou um segundo ônibus, ela tentou novamente embarcar, mas foi novamente detida, porque o chofer alegou que era muçulmano.

Ainda no Reino Unido, os cães farejadores da polícia treinados para identificar terroristas nas estações de trem não poderão mais fazer contato com passageiros muçulmanos, segundo queixas de que isto é ofensivo à sua religião. Prisioneiros muçulmanos no país recebem novas roupas pessoais e de cama após os cães-farejadores terem examinado suas celas. Os prisioneiros alegam que suas roupas de cama e uniformes de prisão precisam ser trocados de acordo com a lei islâmica se estiveram perto da saliva de um cão.

Na França, a cantora e atriz Marie Laforêt, 72 anos, teve de comparecer a uma corte em dezembro para defender-se de acusações que um alerta de trabalho por ela divulgado discriminava os muçulmanos. Ela havia colocado um anúncio, em 2009, em um site, procurando alguém para trabalhar em seu terraço. Especificou que pessoas com alergias e muçulmanos ortodoxos não deviam apresentar-se, “devido a um pequeno Chihuahua”. A atriz alegou ter feito a estipulação porque a fé dos muçulmanos dizia que os cães eram impuros.

O Movimento contra Racismo e pela Amizade entre os Povos depositou queixa contra Laforêt. Seu advogado disse que sua cliente sabia que a presença de um cachorro poderia entrar em conflito com as convicções religiosas dos ortodoxos muçulmanos. Isto seria um sinal de respeito. Mas os muçulmanos rejeitaram sua defesa.

Que dizer de tudo isto? Apenas o óbvio. Quando um morto de fome lá das Arábias consegue emprego decente na Europa e se julga no direito de recusar passageiros em seu táxi ou ônibus, quando imigrantes fodidos querem expulsar os cães das cidades que os recebem, quando prisioneiros exigem troca de roupas se um cachorro examina suas celas, e quando os europeus aceitam esta arrogância islâmica, isto significa só uma coisa: que a Europa se rendeu à barbárie do Islã.

Janer Cristaldo

Cristaldo é jornalista, escritor e tradutor e vive em São Paulo....

COMENTÁRIOS
Janer Cristaldo

postado em: sab, 18/02/2012 - 11:51

De L. Valentin, recebo:

Meu caro Janer

Já passamos do ponto de não retorno. Não há mais esperança para um povo tão alienado e abúlico como o nosso. O amestramento produzido pela mídia, notadamente a TV, pasteurizou o débil pensamento da massa, destroçou seu raciocínio e aboliu sua capacidade de concluir com lógica e ter opiniões próprias, sem falar na infantilização exacerbada que é fenômeno global.

Os exemplos nos cercam e nos sufocam. Vejamos a carta que divulgaste no tópico “SOBRE OS CABEÇAS DE TOALHA” . Típico exemplo de expressão de pensamento coletivo induzido, onde se destaca o uso de jargões de rebanho, que esgrimidos como troféus, na tolhida capacidade de pensar da missivista, representam o máximo de profundeza da filosofia humana.

O rebanho tem sua receita de dominação já bem conhecida. Os jargões são repetidos como mantras monótonas: “não reaja”; “não pergunte, apenas creia”; “ame seu próximo”; “a vida humana não tem preço”; “respeite o outro”, “não tenha preconceito”, etc, etc. Pela regra ovina esses são dogmas que vão nortear as atitudes de cada indivíduo preso no estúpido curral da mesmice.

Veja que os rebanhos estão alheios à realidade histórica do mundo. A vida humana não tem preço porque nunca valeu nada. Que o digam os líderes mundiais, que conquistaram e mantiveram seus governos e impérios sempre à custa da vida de milhões, civis e soldados. Em conseqüência, “amar o próximo” é uma tolice utópica que a realidade, em todos os campos e todas as eras, sempre teimou em contrariar.

Outro jargão dogma do rebanho é não reagir. Os “duci” preferem que seu rebanho seja dizimado a ver sua dissolução por conscientização da realidade. Um grande exemplo foi o holocausto, quando os judeus de Varsóvia foram encaminhados sem reagir para o matadouro, por um número menor, incrivelmente desproporcional, de conquistadores armados.

Então chegamos ao respeito. A missivista frisa bem que respeitar não é aceitar. Engano! Respeito é ação de respeitar que é um verbo com inúmeros significados. Por exemplo: estar na direção de; estar voltado para; honrar; reverenciar; acatar; aceitar; dar apreço; seguir, cumprir, considerar, aturar, suportar; etc; etc. Assim nossa escritora, com seu senso de rebanho apurado, ou não sabe o significado da palavra respeitar ou o quer usar da forma politicamente correta: por ele, respeitar significa não aceitar, mas também NÃO CRITICAR!

Por estas definições nota-se que respeitar é um ação subjetiva aplicável a seres vivos. Ou seja, não é usável em entidades abstratas. E, respeitar é uma ação que primariamente se aplica à própria identidade das pessoas. Cada um, antes de tudo, respeita a si e às suas convicções. Depois, se respeita terceiros. Essa é a diferença entre pessoas independentes e as componentes de rebanhos. Neles, a regra imposta é respeitar primeiramente os seus conceitos globalizados, abandonando os próprios, quando se têm.

Ao repetir tais conceitos ad nauseam, o elemento é reconhecido e aclamado pelo rebanho (asinum asinus fricat) e tende a reforçar sua passividade e submissão em detrimento do raciocínio, conclusão e liberdade.

O rebanho em sua estreiteza de pensamento não consegue distinguir a diferença entre desrespeitar e criticar, mesmo porque criticar é uma ferramenta desconhecida e inacessível a eles. Crítica não é desrespeito. É ato de independência, de revelar a posição contrária. De sublevação contra os “condutores de rebanho”. É agente de desagregação da burrice globalizada, de libertação do pensamento, de afirmação da identidade. O desrespeito não é ofensa. Também não é crime. Crime somente existe quando se prejudica os direitos de alguém.

Exemplificando: Chutar a imagem de uma pretensa santa, desde que ela seja sua propriedade é diferente de se quebrar a mesma imagem de propriedade da igreja católica ou de terceiros. O gesto, apesar de grosseiro, é desrespeito, mas não ofensa. Desrespeito no sentido da palavra de não se concordar com o ela ou com o que ela representa. Rasgar o retrato do papa, queimar a bandeira americana (fora dos EUA) também é desrespeito, no mesmo sentido. Já queimar a bandeira americana na América ou atirar ovos no papa, aí sim, é ofensa e crime.

A iracunda leitora parte em seguida para falar de preconceito. Ter preconceito, no jargão do rebanho, também é sinônimo de crítica. Novamente, dentro do aprisco não se pode ter preconceito, ou seja, direito de criticar. Preconceito é uma superstição, um conceito adquirido baseado em pouco ou nenhum fundamento, sem um estudo aprofundado a priori. Porém, depois desse estudo, depois de se firmar base sólida, científica, sobre um assunto, isso não mais se configura com preconceito.
Por exemplo, criticar o homossexualismo dizendo ser prática anti-natural – o natural é postulado na natureza, para que haja a perpetuação das espécies – não é preconceito. É constatação de um fato. É CRÍTICA. É o exercício do direito de pensar e concluir. Igualmente não é desrespeito nem ofensa. Repito, criticar não é saudável para rebanho. A ordem é exorcizar toda capacidade e a própria crítica.

O que se esquece é a relatividade das coisas. Deve-se sempre ter em mente que o bem do churrasqueiro é o mal do boi. Agir sempre guiado pelos conceitos ovinos de bem e mal, é afastar-se da justiça. Em um país cristão pode-se chutar e quebrar a estátua de Lord Ganesh ou de Hanumam, passando-se despercebido. Mas na Índia (esse são os dois mais populares e cultuados deuses – Ganesh, com cara de elefante e Hanuman com cara de macaco) proceder da mesma forma é por a vida em risco. Da mesma forma que lá, pode-se chutar e quebrar a imagem da Santa católica sem que ninguém preste atenção.

Tudo é relativo. Da mesma forma que centenas de milhões de indianos rezam, cultuam e oferecem dádivas a Lord Ganesh e Hanuman recebendo em troca bênçãos e muitas coisas boas acontecendo em suas vidas, aqui, no Brasil, os que oram para a santa, também são aquinhoados com as mesma benesses. Então quem é mais poderoso? O deus macaco ou deus crucificado?

Essas considerações aparecem quando se está de fora do rebanho exercitando o raciocínio e a capacidade de concluir. Já a missivista, esgrimindo os jargões de rebanho, fecha a questão com mais um deles: “tenho pena, tenho vergonha”. Depois de revelar a origem de seu pensamento, todo ele frutificado nos ensinamentos globalizantes do rebanho, aguarda o aplauso dos carneiros, enquanto quem ainda está de fora dele, diante desse exemplo lamentável, apenas pensa desrespeitosamente na pena e vergonha que tem do Brasil.

L Valentin

Lourival Marques

postado em: sex, 17/02/2012 - 08:48

E concordo com o Janer: culturas estúpidas não merecem nenhum respeito de quem se pretenda minimamente civilizado...

Lourival Marques

postado em: sex, 17/02/2012 - 08:45

O Brasil tem inúmeros problemas, mas acho que desse mal religioso que vem corroendo a Europa não sofreremos, pois nosso país é um imenso panelão cultural, em que todos os ingredientes se diluem, inclusive as religiões. Por mais que eu exercite minha fértil imaginação, não consigo imaginar um Brasil em que cães sejam caçados e mulheres tratadas como lixo... Menos mal...

Thiago

postado em: seg, 13/02/2012 - 13:18

Eu hein... Que texto tendencioso.

E la vamos nós para um holocausto 2.0.

Nathalia

postado em: sex, 10/02/2012 - 07:44

O texto ia muito bem até o preconceito e intolerância (até então dito dos Islâmicos) surgir no último parágrafo: “Quando um morto de fome lá das Arábias consegue emprego decente na Europa” – quer dizer que qualquer imigrante que sai do oriente médio, ou “Arábias” como vc se referiu e vai pra a Europa é um morto de fome? Então nós brasileiros que vamos tb somos, ou somos mortos de fome em outro pais ou somos preconceituosos.
Um texto que tinha tudo para ser bom, se perde com a forma mais banal de preconceito, a intolerância.
Não concordo com o Islã como tampouco concordo com o protestantismo ou catolicismo e nem por isso vou chamar qualquer estrangeiro de morto de fome, como foi falado aqui.
ah, e tb não concordo com a forma como tratam os cães, mas ACIMA DE TUDO aprendi o que é respeito. Respeito o Islã, embora não concorde com 95% do que dizem. Para haver uma evolução mental, primeiro temos que aprender a tolerar e respeitar, depois vamos exigir a mesma coisa. Mas nós não temos a verdade universal, são culturas completamente diferentes e por querer fazer dessas culturas uma só é que se está tendo toda essa guerra, Provavelmente os indianos condenam nosso churrasco com suas vacas sagradas.

Janer Cristaldo

postado em: sex, 10/02/2012 - 08:42

Mortos de fome, sim senhora. De modo geral, entram ilegalmente na Europa, muitas vezes em precárias pateras, arriscando a morte no Mediterrâneo - e muitas vezes morrendo - para buscar comida na Europa. Encontram muito mais que comida: trabalho, assistência social, saúde e educação. E depois querem impor a sharia aos europeus.

São exigentes. Na Finlândia, por exemplo, um menino somali não aceita professoras. Tem de ser professor. Porque um macho somali não dirige a palavra a uma mulher. E os ingênuos finlandeses fornecem professores às bestas somalis. A besta somali recebe comida, assistência e educação e cospe no cocho em que bebe.

Não, não tenho nenhum respeito pelo Islã. Não posso aceitar uma cultura onde mulheres não podem sair na rua sem a companhia de um macho (e mais: tem de ser parente). Não aceito uma cultura onde as mulheres têm a vagina infibulada e o clitóris excisado. Se você tem algum respeito por tal cultura, tenho pena do espécime humano que você representa.

Nathalia

postado em: seg, 13/02/2012 - 14:38

Publicar minha contra resposta vc não vai né!?!? Suuuuuuuper sério, imparcial e profissional vc, tô chocada! Não dá pra te levar a sério mesmo!!

Nathalia

postado em: dom, 12/02/2012 - 10:42

Mas eu não tenho pena de gente como vc, tenho vergonha.
Respeitar uma religião é BEM diferente de aceitar. Não posso impor minha doutrina, minha maneira de achar o que é certo ou errado.Já vimos que isso não dá resultando bom, pelo contrário. Os portugueses e espanhóis tentaram fazer isso com os índios na América e dizimaram, os nazistas com os judeus, hoje são os judeus contra os árabes.
Você deve aprender a respeitar o próximo acima de tudo. Pessoas com a sua mentalidade são as mesmas que batem em homossexuais pq não são "iguais" a eles. Sua mentalidade é essa, e desse tipo de mentalidade não tenho pena, tenho nojo.
Não aceito mulheres serem mutiladas, não aceito a forma como as tratam no oriente, mas eu tenho consciência que minha visão é ocidental. Para ele, o que fazemos aqui é uma barbárie. Lá as mulheres são mutiladas, aqui são tratadas como vagabundas, se dançam na rua, no carnaval ou no baile funk, não prestam. Se são gostosas, não valem nada. Essa é a mentalidade daqui. Pense em quão horrorizados eles ficam ao verem uma mulher com um short enfiado na bunda. Nós pensamos "nossa, aqui elas tem liberdade para isso" e eles pensam "não há respeito".
Vc acha que sabe mt da cultura deles, mas pela forma como fala, tem uma mentalidade bastante limitada além de preconceituosa ao extremo. Não me admiro com seu tipo, apenas lamento que ainda existam.
Vc utiliza a palavra "macho" com desprezo, não se esqueça que vc é um "macho" pois isso se refere ao sexo animal.
Eles entram ilegalmente lá, nós brasileiros entramos ilegalmente nos Estados Unidos, ou vc acha que todos os queridos compatriotas que estão hoje lá estão com green card, ou foram convidados gentilmente pelos americanos??? Não, somos os mortos de fome dos americanos e também de europeus, pois tb vamos para Portugal, Espanha, Inglaterra e etc. Somos mortos de fome, com a diferença que qualquer coisa que europeus ou americanos façam ou imponham a nós, vamos abaixar a cabeça e achar o máximo. "Nossa, eles me dão ração para comer, pra que vou reclamar!!!" Essa é a mentalidade dos brasileiros que vão ilegalmente para o exterior. Esse é o seu povo tb, são seus mortos de fome.

Janer Cristaldo

postado em: qua, 15/02/2012 - 10:51

As religiões nascem bárbaras e morrem cansadas. Não respeito religião alguma que ordene massacres, apedrejamentos ou imponha uma condição inferior à mulher. Estes três itens não são originalidades do Islã, constam de livro bem anterior, o Antigo Testamento. Jeová manda matar, arrasar, destruir os altares das tribos vizinhas de Israel, matar tudo que respire. O lapidamento também consta da Bíblia. Ocorre que, no Ocidente, a Igreja separou-se do Estado. Nem mesmo aos judeus – que criaram um Estado mais ou menos teocrático - ocorreria hoje arrasar nações vizinhas só porque têm outras crenças nem apedrejar mulheres. Verdade que há ortodoxos que bem gostariam de voltar às antigas práticas bíblicas, mas são contidos pelo Estado.

Com o surgimento da noção de direitos humanos, tanto a Bíblia como o Corão passaram a ser vistos como livros que induzem ao crime. Mas se judeus e católicos e demais cristãos abandonaram os preceitos antigos, os muçulmanos continuam apedrejando, chicoteando e enforcando mulheres, até mesmo pelo “crime” de terem sido estupradas.

O judaísmo e o cristianismo abandonaram a barbárie. Os islâmicos não. Aliás, introduziram um novo tormento à mulher, a infibulação da vagina e a excisão do clitóris. Tais práticas não constam do Corão, mas são predominantemente islâmicas.

Não, não respeito criminosos. Respeitar o próximo? Respeito pessoas que merecem respeito e nem todo próximo é respeitável. Sou ateu. Não participo dessa mentalidade estúpida de amar o próximo como a si mesmo. Amo as pessoas que julgo amáveis.

“Pessoas com a sua mentalidade são as mesmas que batem em homossexuais porque não são iguais a eles”. Pelo jeito, você nunca leu o que já escrevi. Desde meus verdes anos, defendo toda e qualquer condição sexual, desde que não implique violência. Verdade que não me cheira bem esta recente militância homossexual, que pretende que crime contra homossexual é mais grave que crime contra hetero. Se um homossexual é agredido ou assaltado,como o são tantos brasileiros, fala-se logo em homofobia. Certa vez, fui assaltado em Porto Alegre. Estou quase certo que se tratava de um crime de heterofobia.

Não sei em que mundo você vive. Não vejo ninguém considerando vagabundas mulheres que dançam na rua ou no carnaval. (Funk é outro setor, que implica inclusive droga). Não sou devoto de mulheres com short enfiado na bunda. Mas elas não me horrorizam. Vistam-se como lhes agradar. Você escreve: “Se são gostosas, não valem nada. Essa é a mentalidade daqui”. Não sei bem o que você entende por gostosas, mas se está falando de mulheres bem torneadas, você se engana redondamente. Pelo contrário, valem milhões. Veja desde a Bundchen às passistas de escola de samba. Ganham a vida com suas formas. E suponho que você não as considere prostitutas.

O culto ao nu não é nenhuma novidade de nossos dias. Os gregos o cultuavam e o imortalizaram em suas esculturas. Os efebos gregos não tinham nem mesmo short enfiado no traseiro. Suponho que você não entenda o culto ao nu dos helenos, suas esculturas, como pornografia.

Quando falo em macho, despectivamente, estou me referindo a este ser abominável que se pretende superior à mulher – e mesmo seu amo e senhor – só porque é macho. No Islã, o testemunho de um homem vale pelo de duas mulheres. Só porque é macho, vale por dois.

Sim, há brasileiros entrando ilegalmente nos Estados Unidos, como também na Europa. Mas não são exatamente mortos de fome. Pertencem basicamente a dois grupos. Há pessoas que querem fazer fortuna – ou pelo menos um patrimônio – de maneira mais rápida. E há jovens que se dispõem a trabalhar até mesmo como garçonetes ou babás, para aperfeiçoar um idioma estrangeiro. Estes últimos entram sempre legalmente no estrangeiro. Ninguém arrisca a ser deportado apenas pelo desejo de aperfeiçoar uma outra língua.

Você afirma que “qualquer coisa que europeus ou americanos façam ou imponham a nós, vamos abaixar a cabeça e achar o máximo. Nossa, eles me dão ração para comer, pra que vou reclamar!!!" Nada disso. Americanos nem europeus impõem qualquer coisa a estrangeiros. Exceto que respeitem suas leis. E os muçulmanos não as respeitam. Querem viver segundo a sharia em qualquer geografia por onde andam.

Seja como for, nenhum brasileiro chega impondo regras em país estrangeiro. Nenhum brasileiro vai um dia fechar ruas para rezar com o traseiro virado para a lua, nenhum brasileiro pretenderá mutilar suas filhas em país estrangeiro – aliás, nem aqui -, nenhum brasileiro vai exigir a expulsão de cães de uma cidade ou agredir quem os porta. Isso é coisa dos cabeças-de-toalha, que transportam para o Ocidente o modelo teocrático em que viviam.

Maria Rosa

postado em: sex, 10/02/2012 - 17:36

Quem diria que eu teria orgasmos múltiplos com sua resposta? Muito obrigada.

Janer Cristaldo

postado em: qua, 15/02/2012 - 10:52

Grato, Maria! Se você gosta dos múltiplos, acompanhe a coluna e o debate.

Letícia Bastos

postado em: sex, 10/02/2012 - 04:48

O articulista é bem informado,já deve ter lido, mas não custa reler e se divertir http://g1.globo.com/platb/rosanajatoba/2011/05/

Vera Lucia C.Hermenegildo

postado em: qua, 08/02/2012 - 19:44

É Janer, voce acertou! Vc já tinha feito essa previsão há algum tempo atrás em vários de seus artigos! Quem te acompanha tem o conhecimento. Os estupros na Suécia, Finlandia, Dinamarca os povos norticos já sentem essa presença constrangedora..
Abraços

Janer Cristaldo

postado em: qui, 09/02/2012 - 14:22

O pior, Vera, é que eu não vejo saída para os europeus. Como mandar de volta pra sua terra um árabe que tem passaporte europeu? O mal está e não adianta chorar sobre leite derramado.

Gerson Frazão

postado em: qua, 08/02/2012 - 16:32

Ah... religião...que delícias são as religiões e os que as seguem, principalmente ao pé da letra...
Antes alimentaria e daria meu incondicional amor e guarida a meu cão do que a um muçulmano.
Acho até muito justo que eles pensem e ajam do jeito que bem entendem dentro de seus "maravilhosos" e respectivos países. Mas, ao se refugiarem em outros, deveriam ajustar-se às leis locais em sinal de respeito e não imporem as suas. Idiotas são as democracias ocidentais que aceitam de bom grado que imigrantes em nome de suas religiões e crenças medíocres imponham sua vontade, inclusive modificando leis. Mas, infelizmente, por pura covardia, aceitam tudo até que suas tradições sejam por eles dizimadas.
Aliás, é interessante o estudo que a 1a.Igreja Batista de S.José dos Campos publicou no Youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=eE66MrJH4yk
O professor Deonísio da Silva deu uma verdadeira aula esta semana na Band News FM sobre a origem de muitas palavras, dentre elas Bárbara, bárbaros, bárbarie etc. Basta acessar a rádio on line e conferir.

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