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Falar e escrever cada vez melhor

Bruno Fajardo // segunda, 13/03/2006 17:36

“Os limites da minha linguagem são também os limites do meu pensamento” - Wittegenstein (filósofo austríaco)

Estudiosos da comunicação têm bons argumentos para questionar o emprego de termos como "certo" e "errado". Mas o fato é que a sociedade faz uma distinção clara entre ambos. O certo e o errado podem representar a diferença entre ser respeitado ou ridicularizado, parecer culto ou ignorante – isto em um mundo onde a primeira impressão é a que fica.

No mundo do trabalho, falar bem e escrever corretamente deveriam ser requisitos fundamentais.

Falar e escrever sem erros é só um dos aspectos da língua portuguesa que algumas empresas estão começando a valorizar, pois sabem que é ponto para uma maior qualificação - Mas será que é realmente importante? - Por que o executivo tem de se preocupar se o verbo é transitivo direto ou indireto? - E pra que essa preocupação excessiva com a pontuação? - E o trema, caiu ou não? Mas não ia cair? - Em inglês não tem nada disso... Atingir um bom nível de competência lingüística não é simples, não é algo que se ensine rapidamente ou por”decoreba”. Falar e escrever bem é resultado de uma dedicação. Pode levar anos ou uma vida inteira. Mas existem algumas dicas que ajudam quem ainda não chegou lá. A principal é não se deixar intimidar pela chamada norma culta, que serve de referência para definir o certo e o errado.

A verdade é que as pessoas finalmente perceberam que precisam dominar a norma culta do idioma. Quem não consegue articular pensamentos com clareza e correção tem um grande entrave à ascensão na carreira. As angústias dos brasileiros em relação ao português são de duas ordens. Para uma parte da população, a que não teve acesso a uma boa escola e, mesmo assim, conseguiu galgar posições, o problema é a gramática. Para o segmento que teve a oportunidade de estudar em bons colégios, a principal dificuldade é a clareza. É para satisfazer principalmente a essa demanda que um novo tipo de profissional surgiu : o professor de português especializado em ensinar nas empresas.

Nossa dificuldade em falar e escrever de forma a sermos entendidos é o resultado da falta de leitura. Lê-se muito pouco. Dados da Câmara Brasileira do Livro indicam que nosso povo lê um ou dois livros por ano. Além do mais, os pais não incentivam hábitos de leitura em seus filhos, não visitam bibliotecas, etc.,etc.

Não cultivar a leitura é um desastre para quem quer se expressar bem, é condição fundamental para aprimorar a linguagem oral e escrita – quem lê interioriza as regras gramaticais básicas e aprende a organizar o pensamento.

E não se esqueça:

Leia, leia tudo: jornais, revistas, propagandas e, sobretudo, bons livros. Comece com aqueles que não são tão volumosos.

Evite escrever frases longas.

Não tenha medo de escrever – escreva, escreva sempre.

Não repita suas idéias.

Tenha à mão um bom dicionário. Caso não tenha, compre um. Sem dúvida é um investimento excelente.

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