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CSC

Algar Agro passa por transformação digital

Júlia Merker // segunda, 09/01/2017 15:21

A Algar Agro, focada na produção e comercialização de soja, passou por um projeto de transformação digital gerenciado pelo Centro de Soluções Corporativas (CSC) da Algar. Iniciada em julho de 2015, a iniciativa foi finalizada no final de 2016.

Diogo Henrique Martins, diretor de TI da Algar Agro. Foto: Divulgação.

Entre as soluções envolvidas no projeto estão Oracle Hyperion, Oracle Business Suite, Maxicon e AgriOne. Todas as soluções adotadas rodam na nuvem privada da companhia.

Intitulado Xeque-mate, o projeto teve o objetivo de dar para a empresa mais visibilidade sobre a condução dos negócios considerando suas principais cadeias de valor. A iniciativa trabalhou com quatro pilares da transformação digital: mobilidade, cloud, big data analytics e social. 

Os principais setores trabalhados foram originação, logística, execução internacional, trading/riscos, orçamento e back office.

“Nossa expectativa é dar para a organização um panorama completo do mercado, mostrando grau de exposição, verificando se tudo que estava sendo adquirido era movimentado nos estoques, acompanhando todo o orçamento e tudo isso alicerçado por uma camada de dados analíticos”, relata Diogo Henrique Martins, diretor de TI da Algar Agro.

Além de uma equipe de aproximadamente 30 pessoas, entre profissionais de TI do CSC e da Algar Agro, o Xeque-mate contou com o apoio de consultorias globais, entre elas nomes como Accenture, Hitachi Consulting, Cis e Oracle. 

O projeto foi iniciado em 2015 com uma fase de análise de possíveis melhorias nos processos da Algar Agro. Nesse período, foi feita uma reavaliação do sistema Maxicon (utilizado pelo setor de originação), que já era utilizado pela companhia, e foi mantido como principal ferramenta para acompanhar os processos dos grãos.

Na segunda fase, a companhia implementou tecnologias novas. Um dos focos foi a criação de um modelo de execução internacional da empresa, para gerir todas as etapas da cadeia de exportação.

A empresa adotou o Accenture RiskControl, que oferece análises voltadas para as áreas de tesouraria e trading, gerenciamento de riscos e controladoria. 

Depois, foi feita a implementação do Oracle Hyperium, com apoio da consultoria CIS, para gestão orçamentária. 

“Na ferramenta está modelado todo o planejamento de negócios da companhia, o que permite a realização de simulações e análises preditivas em relação a variáveis do campo”, relata Martins.

Para a adoção do Oracle E-Business Suite, a Algar contou com a consultoria Hitachi. A EBSDBA foi responsável pela infraestrutura do Oracle E-Business Suite e a integração do sistema com o Maxicom, feita com o Oracle SOA Suite. 

A Algar Agro ainda implantou o sistema de BI da Oracle para contar com todos os indicadores operacionais da empresa para avaliar os negócios e visualizar tendências.

Com 550 funcionários, a Algar Agro faz parte do Grupo Algar,  fundado em 1930. No grupo, trabalham cerca de 23 mil profissionais servindo quase 2 milhões de clientes com soluções em TIC, Agronegócio, Serviços e Turismo.

A Algar Agro possui uma infraestrutura física com 17 armazéns e 1 transbordo localizados próximos às áreas de originação de grãos e duas unidades de processamento de soja. 

Além da produção, do processamento e da comercialização de soja nos mercados interno e externo, tem como produtos-âncora, de fabricação própria, o óleo de soja ABC e o farelo de soja RaçaFort. O mix de produtos alimentícios voltado ao varejo também contempla azeite de oliva, extrato e molho de tomate, todos com a marca ABC.

Júlia Merker