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RITMO

Linx cresce 16,1% no primeiro trimestre

Maurício Renner // terça, 10/05/2016 10:59

A Linx, especialista em soluções de tecnologia para varejo, encerrou o primeiro trimestre com receita operacional bruta de R$ 136,1 milhões, incremento de 16,1% em relação ao mesmo período de 2015.

Dennis Herszkowicz. Foto: divulgação.

A receita operacional líquida foi de R$118,1 milhões no trimestre, representando crescimento de 12,3% em comparação aos R$105,1 milhões do 1T15.

O resultado é fruto da combinação da receita recorrente e de serviços. No 1T16, a receita recorrente atingiu R$ 116 milhões, com crescimento de 22% sobre o 1T15, e equivalente a 85% da receita bruta. 

O EBITDA da empresa foi de R$31,2 milhões, 8,3% acima do valor obtido no 1T15, e a margem EBITDA no primeiro trimestre foi de 26,5%. O lucro caixa atingiu R$23 milhões.

“Seguimos num bom ritmo, investindo na operação e com crescimento na casa dos dois dígitos, mesmo diante de um cenário econômico tão adverso”, destaca Dennis Herszkowicz, vice-presidente financeiro e de RI da Linx. 

É verdade, mas os resultados representam uma desaceleração frente ao total do ano passado, quando a companhia teve crescimento de 22,3% em relação ao ano anterior.

A empresa também comentou o desempenho por vertical, destacando um crescimento maior, ainda que sem abrir números, nas áreas de food service, farmácias e postos de combustíveis. 

A Linx, nasceu focada no varejo de roupas, mas fez desses segmentos alguns dos alvos de uma grande campanha de aquisições nesses últimos anos: foram nada menos que 19 desde 2008.

As duas últimas, meses atrás, sinalizavam novos rumos. Foram compradas a catarinense Chaordic e a amazonense Neemu, duas companhias novas que são destaques no mercado brasileiro de  personalização para e-commerce.

As compras devem custar R$ 78,6 milhões à vista, mais R$ 32,8 milhões relacionados ao atingimento de metas de 2016 a 2018, totalizando R$ 111,4 milhões.

Além das aquisições, a Linx está calçada por um grande empréstimo tomado em um momento estratégico. Antes do governo fechar as torneiras, em outubro de 2014, o BNDES aprovou a liberação de uma linha de crédito de R$ 102,8 milhões para a Linx. 

Maurício Renner