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Dilma apóia regulamentação da TI

Maurício Renner // segunda-feira, 25/01/2010 09:07

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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu a regulamentação da profissão de analista de sistemas, durante participação na inauguração da nova sede do sindicato paulista Sindpd nesta sexta-feira, 22.

“Considero importantíssimo que a profissão, que é diferenciada e tem características específicas, deva ser regulamentada. O presidente determinou que fizéssemos um estudo específico para isso”, declarou Dilma, segundo o IDGNow.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também esteve no local e recebeu uma cópia do projeto de lei do Senado PLS 607/07, de autoria do senador Expedito Junior (PR-RO), que regulamenta o exercício da profissão de Analista de Sistemas.

“Precisamos de um Conselho Federal de Tecnologia da Informação, e sua criação deve ser uma prerrogativa do Executivo”, defendeu o presidente do Sindpd, Antônio Neto, ainda de acordo com o site paulista.

Projeto causou grande polêmica
O PLS 607/07 prevê que apenas poderão atuar como analista de sistemas possuidores de  diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, ou aqueles que, na data de entrada em vigor da lei, tenham exercido comprovadamente, por no mínimo 05 anos, a função de analista.

Para técnicos, a lei prevê obrigatoriedade de diploma de ensino médio ou equivalente, de curso Técnico de Informática ou de Programação de Computadores, ou exercício comprovado da função por pelo menos 04 anos.

Aprovado pela comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal em agosto, o PL foi tema de reportagem do Baguete Diário. Foi grande a discussão nos comentários. A matéria pode ser conferida pelo link relacionado abaixo.

COMENTÁRIOS
José Elias

postado em: ter, 22/03/2011 - 09:40

Acho que precisa ser regulamentado sim. Insentivando mais os profissionais a se especializarem.
Com relação ao comentário do Sr. Roberto (Provavelmente sem especialização comprovada), o problema são é somente de softwares que seriam comercializados no Brasil ou exterior, o problema é tbm de concorrencia de vagas de trabalho no mercado interno, o problema é concursos publicos e muitos outros...

David

postado em: qui, 02/12/2010 - 20:45

Sou a favor da regulamentação da profissão em TI por que hoje em dia, as empresas em geral nao valorizam os profissionais de informatica. Por exemplo, é exigido de um profissional de suporte a infra-estrutura um curso superior na área de informatica, experiencias diversas e especificaçoes; entretanto oferencendo-lhe um salário incompatível com suas atribuiçoes. . Muitas vezes um profissional que não tem este perfil recebe o mesmo salário que este funcionarios mais qualificado. Com a regulamentação da profissao em ti serao mais justificados os cargos-salários e motivara o trabalhador à especializar-se em uma area.

analista do sul

postado em: qua, 23/06/2010 - 17:35

Sou a favor da regulamentação. Mas podem usarem outros nomes para analista de sistemas, realmente é mercado que vivemos.
Em época eleitoral tudo é prometido.

Elverton

postado em: qui, 25/02/2010 - 19:13

Sou a favor da regulamentação pelo fato do reconhecimento do profissional. Sou auto-didata em programação, porém faço os níveis que necessito para me qualificar. Mas na profissão nossa não existe o que eu sou quando me qualifico. Um título é importante, dá mais ênfase e moral ao profissional. Alguns retrucam que os graduados querem esconder atras do diploma. Porém, eu retruco, mesmo não sendo graduado ainda, que quem usa esse argumento demonstra que não está afim de estudar. Quem gosta da área, que se f***, faz a da faculdade e regulamenta.

Minha indignação é a forma pela qual o pessoal vende trabalhos baratos. O comsumidor que não entende de programação, acha que todo programa é igual e que na verdade não é. Inúmeros rapazes aqui da minha cidade fazem \"softwares\" quase de graça, muitas vezes defasados e desbanca os mais qualificados que querem cobrar o justo por um bom sistema. Programar não é sentar na frente do computador e fazer o programa. Tem um processo de documentação para que outro programador pegue e veja o que foi feito. Muita das vezes, quando não se faz essa documentação, até o programador que criou o software, não lembra o que fez e acaba tendo que fazer outro.

Outro ponto relevante: tinha um cara que eu conhecia que todos achavam que ele era um ótimo programador sem nunca ter feito um curso. Depois de um tempo, descobri, conversando com o camarada, que ele não sabia nem 30% do que ele estava fazendo nos programas. Ficava pegando coisa pronta da internet. (acho aproveitamento de código válido, desde que o cara saiba o que está fazendo).

Regulamentação sim. Eu quero ser reconhecido por aquilo que eu faço. Acho uma tamanha putaria cara de outra área, como engenheiro, poder ser programador. E ciências da computação, sistema de informação e analise de sistemas, ficam aonde nisso?

REGULAMENTAÇÃO SIM!!!

jean

postado em: sab, 20/02/2010 - 15:56

Acho que alguma coisa precisa ser feita pela nossa profissão, vou citar um exemplo um MCSE há 11 anos atrás precisa estudar 3 menos, que hoje para conseguir esta certificação e ganhava 5 mil reais por mês. Hoje para ganhar este mesmo valor esta muito dificil. Se as coisas continuarem da forma que esta, daqui uns 15 anos uma pessoa com mestrado vai ganhar mil reais, com várias certificações e 10 anos de experiência.

Jorge

postado em: sab, 20/02/2010 - 11:35

senhor Ronaldo Prass,
No EUA, pode um cientista da computação inventar o caça stealth, isso mesmo, quem inventou foi um computeiro formado amigo, lá pode, aqui não, tem que ser engenheiro. Não por causa disso que eu quero que elimine o CREA.
Eu acho bom que regulamente sim a profissão de TI.
Sobre os as pessoas que criaram as suas proprias empresas, creio que mesmo com essa lei será possivel aqui umas pessoa sem estar formada criar uma empresa de TI.
Outro ponto importante, essas pessoas que voce citou, estavam cursando ciencia da computação amigo.
Isso mostra que só em estar corsando ciencia da computação uma pessoa pode criar uma empresa dessas, ou seja, voce mostrou a validade do curso superior...
Já chega desse pessoal inflacionando o mercado de TI e só fazendo besteira.
Eu aprovo essa regulamentação.

Jorge

postado em: sab, 20/02/2010 - 11:24

Já estava na hora!!!
Esse pessoal que nao é formado, programa mal pra caramba, modela tudo errado, eles nao sabem o que é boas praticas de programação, geram código ineficiente, e sempre diz para empresa para comprar equipamentos melhores pois os equipamentos nao estao dando dando conta do SW. Isso é ser ruim, não entendem como o SO funcionanm, nem o compilador, por isso geram codigos cheios de BUGs. Eu já estou cheio dessa gente, a regulamentação veio em boa hora!

Ronaldo Prass

postado em: qui, 28/01/2010 - 13:16

Incrível, ainda bem que é só no Brasil que essa mentalidade perpetua, fico pensando quem inventou a internet(da maneira que conhecemos), não foi um analista de sistemas formado, mas um Fisico, se fosse no Brasil e essa regulamentação estivesse valendo o Tim Berners Lee seria um contraventor, ou então o Steve Jobs quando fundou a Apple, se fosse aqui também não poderia, ele não era formado, e o que dizer do Mark Zuckerberg, o criador do Facebook, aqui no Brasil seria só um mero estagiário, sorte a dele em ter nascido longe daqui e pode faturar os seus bilhões, sem contar no Mr. Gates e a Micro$osft, também não poderia ter criado o famigerado Windows e o homem da vez, Larry Ellison, matemático fundador nada mais nada menos que a Oracle. A regulamentação da maneira que está acaba com a possibilidade de que profissionais de outras áreas possam estar contribuindo para a evolução da tencologia da informação. Ops, esqueci, é pretenção demais se comparar com esses caras ali ou se inspirar neles.

Ca

postado em: qui, 28/01/2010 - 13:05

A questão é regulamentação ou formação ?
Outros países não tem regulamentação, mas dão muita importância a formação.
Eu como engenheiro quero continuar fazendo meus sistemas onde somente engenheiros elétricos formados são aptos a fazer.
Já tentamos alguns analistas mas suas formação impede que eles consigam fazer software nessa área.
Não é ofensa, mas temos técnicos elétricos que fizeram disciplinas em programção e tem desempenho muito supoerior aos analistas porque conhecem profundamente a área da engenharia.
Ja os analista não tem, não conhecem.
E dai, como ficaria ??
Logo vamos cuidar com essa coisa de impedir áreas de fazer tecnologia ou aumentar burocracia para coisas que não precisam.

Gustavo Barcellos

postado em: ter, 22/02/2011 - 17:51

Ca, acho que não é por aí, existem inúmeras formações dentro da TI. Exemplo, tive um colega de faculdade que hoje está trabalhando na europa em pesquisa com microcontroladores, programador de baixo nível como poucos, de C ansi e C++ a VHDL, mas com a mesma graduação que eu tenho: Informática (exatamente, não é engenharia. Isto ocorre porque desenvolveu esta aptidão. Neste contexto que colocas, existem inúmeros contatos para buscar estas pessoas dos bancos das faculdades, é uma questão de recrutamento, e não técnica, de formação. Sou a favor da regulamentação, sim. Um abraço

Gabriel

postado em: qui, 28/01/2010 - 10:57

Sou a favor da reglementação. O mercado de TI está saturado de professionais malandros e egoistas que seguem caminhos curtos para atuar em TI.

Hoje qualquer um (até cozinheiros) pode atuar como analista de sistemas da noite para o dia.Basta fazer um treinamento alguns meses ou obter uma certificação para ocupar este cargo.
Quem trabalha seguindo este caminho ocupa um cargo que alguém que ralou 4 anos na faculdade deve ocupar. Como resultado desta invasao de profissionais de qualquer setores os salarios na area de TI estao caindo. Isto afeta tambem a qualidade dos sistemas,aumentando seus custos de manutençao.

A desculda de que a area nao é regulamentada em nenhum pais, é uma desculpa dos invasores e dos empresários que só querem lucrar mais pagando baixos salários.Consultam os anuncios de empregos de analista de sistemas dos paises que lideram em TI; verao que estes exigem sempre uma graduaçao superior em ciencias da computacao ou ciencias exatas com ou sem certificação. Enquanto isto, no Brasil basta só segundo grau completo...Porque sera?

A outra questão é queremos valorizar ou não a educação neste pais?

Tarcisio

postado em: qua, 27/01/2010 - 14:22

Acho que nossa profissão deve ser exercida por profissionais que tenha comprovada ação nas áreas de TI independente de formação, eu tenho curso superior e tive vários e excelente colegas que não eram formados e foram até meus mestres na profissão, acho que essa regulamentação não vai discriminar ninguém pois, quem trabalha na área a mais de 5 anos é tranquilo e quem é bom não vai ficar fora, na verdade as pessoas são contra por que qualquer um pode trabalhar na nossa área e não é bem por ai, tem que haver profissionalismo, por que os médicos, advogados, farmaceuticos, etc tem seus conselhos e nos não podemos, não querem pagar para atuar na profissional então, dê seu lugar a quem tem competencia. Essa é minha opinião de quem trabalhar desde 1990 e nem existia Internet(1995)

rafael

postado em: qua, 27/01/2010 - 13:57

E falando em sindicato, se eu não concordo com a orientação política deste, como faço pra me filiar a algum que esteja mais alinhado ao meu pensamento e que me faça realmente sentir representado?

Paulo

postado em: qua, 27/01/2010 - 09:20

A area de TI é formada apenas por analistas de sistemas. O que ninguem percebeu é que isto é mais uma forma de criarem mais cursos em faculdades de quinta e nas de primeira tb... Serao analistas em enfase em DBA, em REDE, em SO e por ai vai. Lembro que o nome da atividade nem sempre traduz a realidade. E os analistas de negocios? Até onde eu seu programador nao é analista de sistema... Para que se tenha uma regulamentaçao, é preciso se preocupar com a amplitude da ocupação. A lembrando, o SINDPD alguem conhece? alguem já viu? acredito que somente nos descontos. Quais os beneficios que o mesmo oferece. Lembro que a regulamentacao tem muito mais do que tirar da \"ilegalidade\" a area de TI. Afinal, a ilegalidade existe por conta da terceirizacao. E a terceirizacao só é sucesso aqui, pq a justiça do trabalho nao atua corretamente. Prova como a OAB faz? Quem garante que os \"certificados\" tem a experiencia e conhecimento de que trabalha no dia a dia. Toda \"ordem\" é bem vinda, uma regulamentação tambem, desde de que os \"interesses\" sejam realmente em prol dos profissionais e da sociedade. Ainda duvido que o objetivo seja exatamente este.

Marcos DePeder

postado em: ter, 26/01/2010 - 15:01

Sou a favor de regulamentação por muitas razões. Só para informar aos menos informados, a regulamentação em TI não é da Dilma nem do Lula. É muito mais antiga. A SBC (Sociedade Brasileira de Computação) vem buscando isso a muito tempo. Os profissionais de TI deveriam saber disso. Vejam os históricos.

Sou formado em TI e desenvolvo software desde antes de entrar na faculdade. Eu queria me formar na área para estar qualificado e preparado. Conheci muitas soluções dentro do mundo acadêmico que muita gente sem formação nunca imaginaria. Aprendi muito sobre como encontrar minhas próprias soluções, conhecendo outras áreas e inclusive em como aprender com as mesmas, para obter melhores resultados.

Sou contra o fato de pessoas programarem sem ou com pouca qualificação. A qualidade não é a mesma, o preparo é inferior. O que muda é a experiência, a competência. Não desmerecendo quem tem capacidade, força de vontade, curiosidade no aprendizado e tal. O fato é que profissional de TI precisa estar preparado para lidar com situações que um aventureiro não conhece.

Eu tive um gerente de TI que era formado em Administração. E na verdade o cara só se meteu a programar pra ganhar dinheiro. Só fazia gambiarra e ainda deve fazer gambiarra, subiu na carreira colocando culpa dos próprios erros nos outros e se vangloriando dos acertos dos desenvolvedores. Ele mesmo afirmava \"Se der certo eu falo que eu que fiz, se der errado coloco a culpa em você!\". Com certeza tirou vaga de uma pessoa formada na área e mais preparada para as situações de TI. E o pior é que essa lei vai ajudá-lo, pois hoje o mesmo já tem mais de 5 anos comprovados em TI.

Infelizmente, gente como essa está cheio por aí, e eu tive que lidar com esses \"profissionais\". Cansei de pegar código pra corrigir, feito por estes indivíduos. Tem coisas que só se aprende com bons profissionais e eu aprendi que com estes profissionais eu só posso contar se o código é tão confiável quanto quem o escreveu e vice-versa.

Criar uma regulamentação, mesmo com as categorias citadas é o primeiro passo para, entre outros fatores, evitar que existam mais códigos que dão pane justamente quando se precisa mais de um sistema.

Enfim, a discussão vai longe, mas quanto mais se exige de qualificação de um profissional, menor a probabilidade de insatisfação com o produto que o profissional \"vende\".

rafael

postado em: ter, 26/01/2010 - 14:53

Legal, além de pagar aquele sindicato inútil que só serve pra fiscalizar Procergs, Serpro, Procempa e outras estatais, vamos ter que pagar mais o \'conselho\' de classe. É pouco? Se somar tudo o que nos tiram em impostos e encorgos e outros valores para nos \'tutelar\' estamos muito mal..

pedro

postado em: ter, 26/01/2010 - 13:05

Acho que é preciso organizar um pouco as coisas, pelo que vi no projeto de lei, também fala, que os profissionais que possuem mais de cinco anos atuando, na área de informática, também serão inseridos no conselho. Acredito também, que no momento que a profissão for regulamentada, muitas pessoas voltem a estudar. Muito mais pessoas optarão pela informática, ao escolher um curso de nível superior. Com o tempo o nível dos profissionais, também vai aumentar porque quem é um ótimo profissional sem faculdade, vai acabar cursando, para se adequar e se tornar melhor ainda.

Vitor Hugo Nardi Bittarello

postado em: ter, 26/01/2010 - 13:01

Esse projeto de lei é sem fundamento...

O mercado se auto regula e, esse \"papinho\" de diploma é pura enganação...

Eu sou graduado e não acredito que seja necessário ter diploma para trabalhar com tecnologia da informação, hoje em dia qualquer pessoa pode aprender sozinha como construir um sistema, e se esta pessoa consegue isso significa que essa pessoa é mais capaz do que aquela que precisa da ajuda de professores..

Esse projeto vai criar uma cambada de exploradores, como acontece com as profissões regulamentadas, onde existe um conjunto de \"camaradas\" que vivem das contribuições obrigatórias, sem contar no universo de faculdades \"caça-níquel\" que vão surgir após essa regulamentação.

Felipe Rocha

postado em: ter, 26/01/2010 - 12:28

Eu era completamente a favor da regulamentação, mas após analisar as consequencias e a indole das pessoas que estão querendo implanta-la, já não estou tão confiante de que isso ajudar os qualificados a exercer a função.

a questão é conhecer o que realmente está impulsionando os lideres do país a quererem oficialiar a profissão.

obs: ótimas discussões no site, meus parabéns

Romano

postado em: ter, 26/01/2010 - 10:10

A regulamentaçao seria um retrocesso.

Gostaria de UM ÚNICO EXEMPLO, de um PAÍS QUALQUER, que tenha regulamentado a informática.

O fragmento de texto a seguir, faz parte da justificativa do projeto de Lei 1561, ver maiores detalhes em http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/pl1561-justifica.html ou em http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/pl1561.html

\"Diferentemente de outras áreas do conhecimento humano, a Informática permeia de forma profunda e evidente quase todas as áreas do conhecimento humano. Para resolver problemas com nível adequado de qualidade, além dos conhecimentos técnicos de Informática, o profissional deve possuir competência nas áreas da aplicação específica, sejam elas de engenharia, medicina, administração, música, etc. Se no início a multidisciplinaridade da formação profissional era uma conseqüência direta da inexistência de cursos superiores de Informática, hoje é uma exigência para atender à demanda da sociedade por aplicações novas e cada vez mais sofisticadas. E multidisciplinaridade se constrói sobre as férteis bases da liberdade de atuação profissional.

A Informática é como o idioma nacional de um povo, sendo, em alguma medida, usada por toda a população no seu dia a dia. Assim, da mesma forma que todos devem ter liberdade para ler, escrever e falar, o desenvolvimento e uso da tecnologia da informação não podem ficar restritos a uma classe de cidadãos. É essencial para o País a participação de todos os profissionais liberais e técnicos de todos os níveis para o pleno desenvolvimento da Informática nacional. \"

Fabio

postado em: ter, 26/01/2010 - 09:59

e eu não conheço nenhum engenheiro, arquiteto, advogado, enfermeiro, médico ou qualquer outro profissional que reclame de pagar a taxa pro seu conselho, ou reclame de ter conselho o representando.

Fabio

postado em: ter, 26/01/2010 - 09:55

Sou a favor!! Mas não vai fazer tanta diferença, pois hoje faculdades estão formando profissionais aos montes. Mas vai ser importante pra melhorar a qualidade dos profissionais e serviços oferecidos no país e pelo país. Não sei por que tanta gente tem medo disso. Hoje, qualquer profissão tem conselho regulamentador, até faxineira (não desmerecendo a profissão).

Ronaldo Prass

postado em: ter, 26/01/2010 - 09:52

Não entendo, enquanto a inovação na maioria das vezes passa pela mão daqueles que não são formados na área ou ainda não estão formados, por que razão essa fixação em defender a regulamentação. Muitos, mas muitos dos excelentes profissionais que atuam no mercado brasileiro e mundial não necessariamente estão formados nos cursos afins, regulamentar só vai diminuir ainda mais a oferta de profissionais, para aqueles que defedem com unhas e dentes o seu canudo, deveriam se preocuparem em oferecer mão de obra realmente qualificada ao invés de se protegerem pelo tão \"festejado\" canudo, por que tem muito formado ai que se quer leu um livro técnico durante toda a graduação e hoje ostenta uma posição de \"nível superior\" mas que na prática ficam devendo e muito uma contribuição realmente qualificada. O mercado sabe dissernir quem realmente sabe \"resolver os problemas\" daqueles que apenas cursaram a graduação, quem defende a regulamentação é bem provável que não se garante e está precisando se esconder por trás do canudo. A própria Sociedade Brasileira de Computação não apóia a regulamentação, agora o que sobra para uma Ex-Terrorista e um Semi-Analfabeto saberem o que é melhor para o mercado de tencologia da informação.

jean

postado em: ter, 26/01/2010 - 09:17

Concordo com você JR, ocorre muito situações do tipo joão trabalha na fábrica. Dai patão diz você quer trabalhar na informática, se ele responder que sim ele vai. Acabam ocorrendo muitos problemas dessa forma. Este tipo de situação, desvaloriza os profissionais da nossa área.

Caw

postado em: ter, 26/01/2010 - 08:10

Leio a opinião das pessoas a favor e em praticamente todos os casos a argumentação é sempre a mesma, que é impedir que uma pessoa sem formação seja o analista.

Bom, creio que esse problema não será resolvido com a tal regulamentação, mas sim com uma conscientização dos empregadores e da sociedade.

Como em toda profissão, só vai pra frente, só progredi, só obtem sucesso quem trabalha e estuda, não existe o milagre de nascer sabendo.

Entendo a preocupação dos formados nessa área, pois ficaram 4 ou 5 anos estudando e também usam isso como comparação com medicina, advocacia e engenharia.

Mas vejamos, se eu estou doente, eu me preocupo em ir no medico por que ele tem uma profissão regulamentada ou porque ele é formado em medicina ?

Se eu quero construir um prédio, vou num engenheiro civil fazer um projeto porque ele tem a profissão regulamentada ou porque ele é formado em engenharia ?

Arquiteto é mesma coisa.

Ai pergunto, alguém da sociedade se preocupa se tal profissão é regulamentada ou não ? Eu não pelo menos, eu quero saber se o cara é formado e se ele é bom no que faz, e dependendo do caso, quero só saber se ele bom no que faz, nem precisa ser formado, que é o caso dos técnicos.

Entendam, a profissão regulamentada serve para pagar taxas, não vai mudar nada, não vai solucionar o problema de um empregador na hora da contratação em escolher um cara não formado ou formado, não vai dizer se o cara vai ser um ótimo empreendedor e deixar os não formados para trás. A capacidade e a conscientização das pessoas é que contam.

A argumentação sobre medicina, advocacia, engenharia etc ser uma profissão regulamentada NÃO É VÁLIDA. Eles tem, mas socialmente não muda nada. Todos conhecem os profissionais da área, quem faz o que, escolhem o melhor ou que melhor se adapta e vão lá.

Não é por causa da regulamentação que a sociedade escolhe um ou outro, parem com isso.

LOGO, O QUE ESTÁ FALTANDO É MOSTRAR PRA SOCIEDADE LEIGA NO ASSUNTO QUEM FAZ SOFTWARE E QUEM SÂO OS ANALISTAS DOS PROBLEMAS NESSA ÁREA.

E vocês querem me dizer que a regulamentação irá resolver isso, pode parar. Pra sociedade o gurizão metido na informática, sabe tudo sistema, por que a sociedade nem sabe que existem pessoas que fazem soluções incríveis para resolver seus problemas. (Meu pai é um desses).

O pensamento correto seria, se eu quero fazer um sistema para minha empresa, devo ir numa empresa com pessoas formadas na área de informática, que irão fazer de maneira correta o meu software.

Sei que o hoje não assim, há muito aventureiro ganhando grana fazendo software de qualquer maneira OU de qualidade, e é isso que dói, tem muito piá por ai que faz software muito melhor que muito marmanjo formado em qualquer área, e me respondam, por que impedir isso, acho eu que quem deveria fazer a auto-crítica e pensar, pô, to perdendo mercado pra um piá de 19 anos é esse formado perdido no mundo.

Logo, se a argumentação para regulamentação dos formados em Analise de Sistema é impedir aventureiros, e ter \"igualdade\" a medicina, advocacia e engenharia creio que esse pensamento não seja o mais conveniente, até vou me arriscar em dizer que o que falta é um reestruturação do curso, aumentar o horizonte de visão, pois como li num post acima, nada impede que um tecnico ou engenheiro de automação industrial desenvolva software aplicando seu conhecimento, eles sabem programar, eles estudaram programação, também fizeram disciplinas para aplicar esse conhecimento durante o curso.

Logo, não façam disso uma briga de vaidade, analisem bem a situação, o que realmente acontece no mundo.

Abraço a todos

Carlos.

Jacinto Pena

postado em: ter, 26/01/2010 - 07:56

Esse papinho contra a regulamentação da profissão representa o medo do empresariado de TI que por anos vem explorando mão-de-obra altamente especializada sem pagar direitos trabalhistas e muitas vezes nem horas-extras, mas como já foi dito por colunista daqui \"é uma relação consentida entre adultos\", agora que o braço da lei se estende para esse monte de falcatruas \"consentidas\" realmente começa a ficar ruim e o empresariado de TI começa com esse discurso babaca. Sou colega de engenheiros e todos pagam seu CREA e não ficam com essas lamúrias. Estamos em 2010 e não cabe mais essa lógica do olho-por-olho, a regulamentação da profissão é um consequência natural inerente ao seu crescimento é preciso para sua organização, ir contra isto é ter no mínimo algum interesse excuso, ou não é ?

vinicius

postado em: ter, 26/01/2010 - 01:56

finalmente vao tirar do mercado esse bando de sangue sugas!! só querem ganhar sem gastar um centavo em estudo.. vao tudo ter que estudar agora cambada!! ta acabando a festa.. aproveitem pq agora vao ter que ir pro uruguai mesmo!!

Nilseu Padilha

postado em: seg, 25/01/2010 - 21:03

Regulamentação ao estilo Dilma/Lula significa a criação de uma classe sindical, burocrática e parasitaria sustentada por nós que trabalhamos arduamente. Essa classe nada mais seria que o desdobramento da pelegada da CUT e da Força Sindical controlada por Lula e Cia num umbral não tão desconhecido, apesar de entrevado.

A \"classe\" nada mais seria do que um bando de idiotas úteis à manutenção desta gente no poder. Vendendo a alma ao diabo pelo menos você sabe com quem está lidando.
Para saberem mais da índole deste senhor e desta senhora bem como seus confrades: http://www.olavodecarvalho.org, http://www.reinaldoazevedo.com.br, http://www.midiasemmascara.com.br, http://www.poibiobraga.com.br, http://www.parlata.com.br.

jr

postado em: seg, 25/01/2010 - 21:01

Concordo com a regulamentação, pois assim dificulta um pouco mais (com o perdão da palavra) a \"prostituição\" da profissão. Dessa forma impede que um cidadão que baixou uma apostilinha da internet, leu no fim de semana e na segunda-feira acha que é um analista, entre no mercado cobrando 1/10 do valor da hora de um analista de verdade e acabe limitando por baixo o salário do profissional.

Que fique bem claro, não sou contra alguém ser autodidata, pelo contrário, acho extremamente válido, mas é revoltante vc pensar que passou 4 ou 5 anos em uma faculdade e depois ter que competir com alguém que \"trabalha por comida\" e não tem idéia de quanto vale a sua mão de obra. Isso é um absurdo.
Concordo tbm que num primeiro momento faltaria mão de obra, mas tbm faltam médicos e advogados em determinados lugares e nem por isso posso ler um livrinho de \"como operar uma pessoa\" ou \"entenda as leis em 10 dias\" e exercer a profissão.
Sem dúvida é uma coisa que deve ser estudada, feita uma análise minuciosa dos prós e contras, mas certamente é uma coisa que vem para acrescentar e, como comentou o colega Taylor, \"por fim a bagunça e aos aventureiros q degradam a profissão\".

rodrigo

postado em: seg, 25/01/2010 - 18:44

se criar reserva de mercado...vai faltar mao de obra... e vai ser um inferno !!!

Wellton Rafael da Silva

postado em: seg, 25/01/2010 - 17:08

Concordo com a regulamentação, mas com relação à uma prova (exemplo OAB) sou contra.
Qualquer um que tenha atuado em pelo menos duas áreas diferentes consegue ver que a abrangencia do conhecimento varia muito conforme o ramo de atuação. Um consultor de ERP por exemplo teria que responder perguntas especificas de Redes e vice-versa. E elaborar uma prova especifica para cada área complicaria ainda mais o processo.
Acredito que a regulamentação com base na exigencia de diplomas reconhecidos já seria o suficiente, pelo menos por um primeiro momento para melhorar a qualidade e as condições de trabalho dos analistas de sistemas.

jean

postado em: seg, 25/01/2010 - 16:06

Essa questão da regulamentação da profissão, tem um lado ruim e lado bom. Primeiramente quem esta na área sabe que a dez anos atrás, uma regulamentação praticamente acabaria com a profissão no Brasil. Hoje existe um número muito grande de faculdades com cursos da área de informática e a grande maioria das vagas de emprego na área, exigem o nível superior nas correlatas de informática. Assim se realmente for regulamentada a profissão, acredito que em um primeiro momento terá uma falta de profissionais no mercado, porém acredito que dentro de dois, ou três esta falta será suprida com profissionais mais qualificados.

Anderson

postado em: seg, 25/01/2010 - 15:58

Isso parece mais um motivo para angariar fundos para o governo, engordando o porquinho.
Isso ainda vai dar o que falar.

Ca

postado em: seg, 25/01/2010 - 13:50

Muito cuidado com a vontade excessiva para regulamentar. Se informem com outras profissionais de outras áreas, vejam se realmente vale a pena pagar as taxas e se retorno é a altura do investimento.
Tenho amigos que são Arquitetos e Engenheiros e não gostam nenhum pouco da tal da regulamentação, eles pagam taxas anuais, mais taxinhas para projetos e dizem que é só pra enriquecer o CREA.
Logo, ficar exigindo regulamentação pra dizer que a profissão é regulamentada e pensar que virou um ser superior, pode trazer algumas decepções futuras.
Há países muito mais evoluidos nessa área e que não regulamentaram.
E que isso não se torne uma briga de vaidades, conversem, discutam prós e contras.

Rodrigo

postado em: seg, 25/01/2010 - 13:02

É bem típico da sanha revolucionária de bestas como a \"companheira\" Dilma defender uma regulamentação que só vai trazer benefícios aos que passarem três ou quatro anos bebendo chope, jogando sueca e frequentando o diretório para depois tornarem-se membros do sindicato. Todo o poder aos sovietes nesse Brasil de m...

Carlos

postado em: seg, 25/01/2010 - 12:55

Um pegunta aos conhecedores dessa regulamentação.
O que impede e não impede essa regulamentação ?
Por exemplo:
Tenho formação técnica em Mecatrônica pelo Senai, desenvolvo software a 10 anos, estou iniciando a minha empresa onde eu crio e desenvolvo as soluções com meu próprio sistema.
Me formei sabendo dos meus limites, mas também sabendo que poderia criar soluções próprias, assinar embaixo e comercializar.
Logo, existem muitas pessoas como eu, com formação técnica ou graduados em área diferente e que querem fazer esses sistemas, e para isso gostariam de saber qual será a implicação da regulamentação ?

- vou ter contratar um analista mesmo não tendo ainda as minimas condições de pagar ele um salário digno, e ainda teria muita dificuldades, pois quem se forma em Informática não tem a minima noção de processos industrias ( não é ofensa, é qualificação da área, entendam isso ).

É importantíssimo regulamentar a profissão, mas essa área é muito peculiar, pois uma pessoa formada em outra área pode usar esse conhecimento para criar soluções comerciais, sem problema algum ( Há infinitos casos assim ).

SOU A FAVOR DA REGULAMENTAÇÃO, mas a avaliação das consequências devem ser muito bem levantadas e evidenciadas a todos, de todas as áreas, principalmente para o pessoal da tecnologia.

Vamos ficar atentos, existe muito coisa em jogo para muitas pessoas, simplesmente obrigar a se formar como Analista de Sistema não é o melhor caminho, pois muitos já estão anos luz na frente dessa fase, com outras formações.

Giovani Barili

postado em: seg, 25/01/2010 - 12:23

Acho que os senadores que não possuem um grande conhecimento na área de TI vão acabar fazendo m**** e prejudicando o pessoal que trabalha nessa profissão.

Por exemplo, eu que sou formado em Engenharia da Computação não irei poder trabalhar como analista de sistemas por que os paticos governadores do Brasil não vão aceitar meu diploma como citado na matéria.

Outra, além de pagar os impostos que já temos que pagar ainda teriamos que pagar mais uma taxa estúpida para poder ter uma carteirinha dizendo que somos analistas. Será que a carterinha vem junto com uma nariz de palhaço, ai o circo tá completo com patetas, palhaço e leões.

Não esquecendo dos mágicos que fazem as coisas desaparecer num local e aparecer em outro sem saber como.

Palmas para todos que o show vai continuar.

Josef

postado em: seg, 25/01/2010 - 11:34

Quem não se formou com colegas que nao sabem programar, mexer com redes ou modelar dados so passaram nas coxas? Bom acabaram meus recurso$, nao vou me formar e nem estou afim de terminar sou Analista Desenvolvedor a 4 anos. devo me tornar tecnico de segundo grau??
eu ano quero! rsrsrs

Roberto

postado em: seg, 25/01/2010 - 11:25

Nenhum país no mundo possui a área regulamentada. Quero saber se vão pedir o registro dos profissionais que fizeram o software de uma empresa do exterior.

A solução dos empresários poderia ser, desenvolver o software no Brasil, levar para o Uruguai, e exportar de novo para o Brasil. Assim não seria necessário os \"diplomados\" para assinar.

Já consigo visualizar o atraso que isso vai gerar na informática nacional. Parabéns Brasil. E para os profissionais que ainda estão no Brasil, tentem ir para outro país(qualquer país que lhe agrade) para trabalhar, certamente irão ganhar mais e a profissão não é regulamentada.

Abraços.

Joao

postado em: seg, 25/01/2010 - 10:20

Vou abrir uma pastelaria! Os governantes fazem de tudo para regredir o mercado mais promissor da atualizade.

Boa sorte a todos nós

Kristina

postado em: seg, 25/01/2010 - 09:46

O setor de TI nacional se tornará mais competitivo num cenário internacional e poderá imbutir maior valor agregado em seus serviços e produtos, no que tange ao software, no momento que sair da \"informalidade\"

Taylor Moraes

postado em: seg, 25/01/2010 - 09:38

Acho ótimo a regulamentação!
Querem ser chamados de analistas de sistemas, que o façam por merecer, estudem!
Médico, engenheiro, contador, advogado. Todos precisam da faculdade para serem chamados destes!
Digo mais! Pelo certo deveria existir uma prova, a exemplo da OAB para analista de sistemas também.
Daí tudo que dizem que tem analista formado que não sabe nada, não teria o título, pois faltaria a carteira profissional!
Apoio total a este projeto!
Fim a bagunça e aos aventureiros que degradam a profissão!

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