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Netcomet: web via rádio 40% mais barata

Gláucia Civa // segunda, 04/10/2010 16:59

A Netcomet, de Santo Antônio da Patrulha, aposta na oferta de Internet via rádio com pacotes até 40% mais baratos, em média, do que a concorrência para crescer em mercados pouco atendidos pelos provedores tradicionais de web.

Foto: http://www.flickr.com/photos/zagonas/677636831/sizes/l/in/photostream/


A empresa, que já atendia aos municípios de Rolante e Caraá, além de sua cidade-sede, acaba de ampliar o acesso para quatro novas localidades, todas no Litoral Norte: Pinheirinhos, Taquaral, Catanduva Grande e Roça Grande, que abrangem uma população de aproximadamente 50 mil pessoas.

“Com esta ampliação da oferta, pretendemos somar em torno de 500 clientes na carteira dentro de dois meses”, afirma Daniel Provenzi, diretor da companhia.

Na região litorânea, segundo o executivo, a oferta mais comum de acesso à web é o ADSL, e quase sempre em opções do tipo combo.

“O usuário não precisa, necessariamente, de Internet mais outro serviço, como telefone, por exemplo. E geralmente, comprar fora dos pacotes torna-se mais caro. Dentro disso, conseguimos fazer uma oferta mais acessível para esta população”, destaca ele.

Além disso, Provenzi garante que a Internet via rádio permite a oferta até localidades onde o sinal de rede não consegue chegar. E ao contrário do que a maioria dos fornecedores de web via rádio pratica, a Netcomet não trabalha com instalação predial, ou seja: uma base instalada, de onde se faz o cabeamento para diversos moradores.

“Este modelo é muito mais caro”, afirma o diretor.

No modelo da Netcomet, cada usuário adquire o equipamento necessário, com opção de pagamento parcelado em quatro vezes de R$ 99. A instalação é feita de graça, e a partir disso é possível adquirir pacotes de 200, 400 ou 600 Kbps, que custam R$ 49,90, R$ 68,90 e R$ 87,90 por mês, respectivamente.

Com esta oferta, a meta da companhia gaúcha é seguir expandindo a rede, que utiliza link de enlace via rádio da Embratel ou, em alguns casos, da Oi; além de equipamentos Cisco, Ubiquit e Motorola. A meta é atender a mais quatro localidades ainda este ano, quando a projeção de crescimento da receita fica em torno de 15%.

“Já até o final de 2012, pretendemos atender a cidades como Glorinha, Riozinho, Taquara e Gravataí”, finaliza Provenzi.
 

COMENTÁRIOS
Ederson

postado em: 04/10/2010 - 19:39

Olá.

Não acho isso barato! Eu tenho GVT 10 mb e pago R$ 59,90, bem mais barato, não dá problema e o atendimento é ótimo.

Se estão falando para os lugares de poucas opções de internet, retire o que eu disse.

Abraço

Tiago Portal

postado em: 06/10/2010 - 17:04

Sim amigo, nesses locais algumas vezes não há nem telefone, que dirá Fibra optica para o pleno funcionamento da GVT.
É Sim um grande progresso levar internet a essas regiões!
Parabéns a Netcomet!

Lucas Heckenbick Figueiredo

postado em: 04/10/2010 - 23:53

O Rio Grande do Sul precisa de empresas com esse espírito de crescimento, levando tecnologia e informação a muitas regiões sem acesso a esses meios. Parabéns Netcomet!

Daniel Provenzi

postado em: 05/10/2010 - 01:40

Ola,

Gostaria de agradecer firmemente a oportinudade oferecida pela equipe do Baguete. Foi uma emoção muito grande ver nosso trabalho sendo apresentado em uma área de destaque neste tão importante veículo de informação que, acredito eu, é referência para todo profissional de TI.

Para nós, aqui na Netcomet, esta matéria é importante reconhecimento ao nosso trabalho de promover a inclusão digital, que leva o acesso a internet a regiões pouco povoadas e de dificil acesso. Colaborando assim para o crescimento de nossa região.

Muito obrigado.

Daniel Provenzi

Luciano

postado em: 05/10/2010 - 03:44

"...para crescer em mercados pouco atendidos pelos provedores tradicionais de web..." Acho que o amigo acima podia ter privado-nos de sua opinião. Acho ótimo ter mais opção, pois quando vou ao litoral (Nova Tramandai por exemplo) nem 3G da Vivo pega... é um desolamento. Sugestão ao pessoal da NetComet. Vão pra Nova Tramandaí, Cidreira... É precário mesmo lá... Detalhe moro em Sapiranga e a "incrível GVT" funciona em apenas 8 quadras do centro da cidade, ou seja, só pra empresas e lojas. Abraços a todos e bom trabalho...

enio morais

postado em: 05/10/2010 - 04:55

Também não acho o preço competitivo. Para estas localidades longiquas o preço irá fazer a diferença e poderá ser um fator restritivo da expansão.

Tiago Barreto

postado em: 05/10/2010 - 17:54

Comparar o serviço no interior com um da GVT de 10Megas em uma capital é coisa de quem realmente não conhece do assunto. Quando eu for em Rolante já sei que não vou estar numa ilha, parabéns.

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