Um chip aplicado ao rastreamento de detentos submetidos ao regime aberto de prisão. É o que destaca o Projeto de Lei 1288/07, da autoria do senador Magno Malta (PR-ES), que tramita em regime de prioridade na Câmara dos Deputados.
A proposta, que altera o Código Penal brasileiro, prevê a obrigatoriedade de os presos usarem tornozeleiras ou pulseiras com chip para rastreamento eletrônico. Seria uma forma de evitar a fuga dos detentos, que não perderão o direito de realizar atividades como trabalhar ou estudar.
Em entrevista ao ComputerWorld, o senador Magno Malta ressalta que o mecanismo é uma solução facilmente unversalizável, além de reduzir gastos com sistemas dispendiosos, como o cárcere. Segundo ele, o Brasil gasta em torno de R$ 14 mil para abrir vaga no sistema prisional e R$ 1 mil para manter uma pessoa presa por um mês. Para o senador, o monitoramento via chip seria caro na implantação, mas baratearia ao longo do tempo.