Geisy Arruda, a jovem agredida por alunos da Uniban por usar uma minissaia, caminha para a canonização, como uma maneira dos brasileiros expiarem a culpa pelo seu machismo.
É o que opina o editor do Baguete Diário, Maurício Renner, que no poscast Opinião do Editor desta quinta-feira, 12, analisa a repercussão negativa da coluna de Felipe Basso, que brincou sobre a repercussão do caso em texto publicado no site na quarta, 11.
“Tem gente expurgando publicamente seus pecados machistas privados levantando um altar para Geisy e fazendo dos alunos da Uniban os últimos atrasados do país”, comenta Renner. “Nem uma coisa nem outra são verdade, ou contribuem para fazer o Brasil um país verdadeiramente mais tolerante”, conclui o jornalista. |