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<title>Baguete - Tecnologia e Informação - Jornalismo empresarial digital</title>
<link>http://www.baguete.com.br/</link>
<description>Articulistas do Baguete.</description>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:22:09 -0200</pubDate>
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	<title>Baguete Diário</title>
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<language>pt-br</language>
<webMaster>suporte@agenciainternet.com.br</webMaster>

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	<title><![CDATA[Rodrigo Acerbi - Gerenciamento de Mudanças - Parte II]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1128</link>
    <description><![CDATA[No quesito governar, um importante aliado &eacute; saber mudar.<br /><br />&ldquo;A Governan&ccedil;a se inicia quando todas as outras &aacute;reas come&ccedil;am a enxergar TI como indispens&aacute;vel.&rdquo; <br /><br />Quantas vezes j&aacute; ouvimos ou presenciamos as outras &aacute;reas da empresa falando mal de TI? Como por exemplo, a &aacute;rea financeira que n&atilde;o consegue homologar seu software de cr&eacute;dito porque TI n&atilde;o disponibilizou o ambiente, ou a &aacute;rea de log&iacute;stica, que admitiu um novo funcion&aacute;rio e quando ele(a) chegou para trabalhar n&atilde;o tinha a m&aacute;quina instalada e configurada. S&atilde;o casos parecidos com estes que fazem de TI a maior inimiga de uma empresa, mas &eacute; poss&iacute;vel mudar isto?<br /><br />Usando mais uma vez nosso bom e velho dicion&aacute;rio Aur&eacute;lio, governan&ccedil;a nada mais &eacute; que um substantivo que vem da palavra Governo. Isto mesmo, igual ao governador da sua cidade, s&oacute; que ele faz a Governan&ccedil;a de uma cidade inteira, n&oacute;s s&oacute; iremos ter que nos preocupar com TI, como se isto fosse pouco.<br /><br />A Governan&ccedil;a de TI &eacute; uma s&eacute;rie de medidas e processos que devem ser feitos para fazer com que TI suporte e maximize de uma forma correta todos os objetivos estrat&eacute;gicos de neg&oacute;cios da companhia, e com isto, consigam trazer valores aos servi&ccedil;os entregues, minimizando todos os riscos para conseguir obter o retorno sobre os investimentos feitos em TI.<br /><br />Como voc&ecirc;s puderam perceber na explica&ccedil;&atilde;o acima, um dos pontos chaves para fazer uma Governan&ccedil;a correta de TI &eacute; saber suportar todo o ambiente tecnol&oacute;gico. E este ambiente n&atilde;o &eacute; apenas usado por TI, mas sim por toda a empresa. Ent&atilde;o o que deve ser feito para conseguir suportar toda a companhia?<br /><br />Primeiramente, como dito no meu artigo anterior, devemos comunicar com anteced&ecirc;ncia o que ser&aacute; feito para toda a empresa. Devemos preparar um plano de projeto com todos os passos que vamos seguir, apresentar para todas as &aacute;rea, discutir todos os benef&iacute;cios, etc. &Eacute; certo que teremos aquelas &aacute;reas que n&atilde;o v&atilde;o querer esta mudan&ccedil;a, mas depende apenas de n&oacute;s explicarmos com clareza e objetividade todos os benef&iacute;cios que estas altera&ccedil;&otilde;es estar&atilde;o trazendo para a empresa como um todo. <br /><br />Ap&oacute;s comunicarmos e termos a empresa inteira como nossa aliada &eacute; hora de pensarmos na Governan&ccedil;a em pequenos peda&ccedil;os. Isto nos facilita, pois devemos nos assegurar de fazer um ou dois processos perfeitos, do que nos arriscarmos a fazer cinco ou seis de qualquer jeito.<br /><br />Como primeira etapa devemos pensar no Suporte a Servi&ccedil;os. Hoje toda a empresa precisa ser suportada por TI, e n&oacute;s como Governantes devemos assegurar que isto ocorra de forma segura e correta. Abaixo indicaremos o que deve ser feito para termos a empresa toda suportada por TI.<br /><strong><br />Gest&atilde;o da Configura&ccedil;&atilde;o</strong><br />Por que este processo dever&aacute; ser o primeiro ao inv&eacute;s de uma &aacute;rea que atenda aos usu&aacute;rios, como por exemplo, a Central de Servi&ccedil;os?<br /><br />Todos n&oacute;s sabemos da import&acirc;ncia de ter uma central que seja o ponto &uacute;nico de contato de toda a empresa com TI, por&eacute;m do que adianta termos uma &aacute;rea que atende a empresa se a mesma n&atilde;o possui nenhuma base de registros e informa&ccedil;&otilde;es? <br /><br />Por conta disto que daremos in&iacute;cio com a Ger&ecirc;ncia de Configura&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o principal alicerce de todos os outros processos, pois &eacute; nele que teremos o registro de todas as informa&ccedil;&otilde;es do ambiente tecnol&oacute;gico, e esses registros s&atilde;o chamados de Itens de Configura&ccedil;&atilde;o. Devemos registrar informa&ccedil;&otilde;es como software, hardware, documenta&ccedil;&otilde;es, processos e pessoas para que a nossa Central de Servi&ccedil;os consiga exercer a fun&ccedil;&atilde;o dela de uma forma correta. <br /><strong><br />Service Desk (Central de Servi&ccedil;os)</strong><br />Ap&oacute;s termos todos os registros feitos, devemos nos preocupar em criar a nossa Central de Servi&ccedil;os. Esta &aacute;rea ser&aacute; respons&aacute;vel por ser o ponto &uacute;nico de contato com TI. <br /><br />Por exemplo, se a &aacute;rea do RH tiver algum problema relacionado a TI, ela deve entrar em contato com a Central de Servi&ccedil;os para registrar a ocorr&ecirc;ncia, ap&oacute;s isto, &eacute; fun&ccedil;&atilde;o da Central de Servi&ccedil;os resolver ou passar a ocorr&ecirc;ncia para segundo n&iacute;vel de atendimento. <br /><br />A Central de Servi&ccedil;os deve sempre manter a &aacute;rea solicitante informada sobre o status da ocorr&ecirc;ncia, isto faz com que as outras &aacute;reas se sintam confort&aacute;veis.<br /><br /><strong>Gest&atilde;o de Incidentes</strong><br />Como agora temos o nosso ponto &uacute;nico de contato com as outras &aacute;reas da empresa, precisamos ter um processo que gerencie todas as ocorr&ecirc;ncias que a empresa abre para TI resolver. Para isto que existe a Gest&atilde;o de Incidentes que tem a fun&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de restaurar o servi&ccedil;o normal, efetivamente ou paliativamente, com o m&iacute;nimo de interrup&ccedil;&atilde;o para minimizar os impactos para as &aacute;reas de neg&oacute;cios. <br /><br />A Central de Servi&ccedil;os &eacute; quem gerencia o processo de Incidentes, pois quando qualquer chamado que esteja impactando o ambiente de neg&oacute;cios seja aberto, o mesmo dever&aacute; ser solucionado imediatamente. Por conta disto que preparamos a Gest&atilde;o de Configura&ccedil;&atilde;o antes, para possuirmos informa&ccedil;&otilde;es suficientes para a resolu&ccedil;&atilde;o do incidente.<br /><br /><strong>Gest&atilde;o de Problema</strong><br />Muitos incidentes s&atilde;o resolvidos apenas paliativamente, pois o que importa no momento &eacute; deixar todo o ambiente tecnol&oacute;gico funcionando, por&eacute;m n&atilde;o devemos deixar a a&ccedil;&atilde;o paliativa de forma definitiva. E &eacute; por conta disto que foi criado o processo de Gest&atilde;o de Problemas que tem o objetivo de minimizar qualquer interrup&ccedil;&atilde;o no servi&ccedil;o de TI para solu&ccedil;&atilde;o de problemas no ambiente tecnol&oacute;gico. <br /><br />O processo de problema &eacute; formado, na maioria das vezes, por pessoas com conhecimento t&eacute;cnico avan&ccedil;ado, pois s&atilde;o elas que v&atilde;o se reunir e discutir o que dever&aacute; ser feito para que aquele incidente n&atilde;o se repita mais ou que aquela solu&ccedil;&atilde;o paliativa seja corrigida definitivamente.<br /><br /><strong>N&iacute;vel de Servi&ccedil;o (SLA)</strong><br />Mesmo o processo de n&iacute;vel de servi&ccedil;o n&atilde;o fazendo parte de Suporte a Servi&ccedil;os, mas sim da Entrega de Servi&ccedil;os, ele &eacute; um dos processos mais importantes para suportar tudo que a &aacute;rea de tecnologia esta desenvolvendo e/ou suportando. Imaginem o que aconteceria se a &aacute;rea de Marketing abrisse um chamado e come&ccedil;asse a cobrar a cada 15 minutos o status? <br /><br />A nossa Central de Servi&ccedil;os ficaria louca apenas respondendo o que est&aacute; acontecendo com os chamados, e &eacute; por conta disto que foi criado o N&iacute;vel de Servi&ccedil;o que &eacute; um ciclo de negocia&ccedil;&atilde;o feito entre todas as &aacute;reas para termos um prazo de entrega para todas as demandas suportadas por TI. <br /><br />Os prazos s&atilde;o determinados de acordo com o grau de impacto ao neg&oacute;cio. Por exemplo, se temos uma demanda de Marketing que aponta que o aplicativo usado pela &aacute;rea n&atilde;o est&aacute; funcionando e temos outra demanda que aponta um erro fatal em um aplicativo usado pela empresa inteira, podemos concluir que o atendimento para o aplicativo usado pela empresa inteira ser&aacute; mais r&aacute;pido do que o aplicativo da &aacute;rea de Marketing.<br /><br />Bem pessoal este &eacute; o esbo&ccedil;o b&aacute;sico para darmos in&iacute;cio ao Suporte a Servi&ccedil;o de TI que &eacute; um dos passos para termos uma Governan&ccedil;a completa. Devemos ter em mente que mudar a TI com esses primeiros passos ser&atilde;o dific&iacute;limos, por isto que devemos manter o foco na melhoria cont&iacute;nua da &aacute;rea de tecnologia como um todo, devemos nos comunicar e expressar muito bem o que iremos fazer para termos aliados, pois como todo mundo sabe mudar n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil, ainda mais quando voc&ecirc; n&atilde;o vai mudar apenas TI, mas a empresa inteira.<br /><br />Mas voc&ecirc;s devem estar se questionando, porque n&atilde;o foi mencionado o processo de Gest&atilde;o de Mudan&ccedil;a, j&aacute; que o mesmo faz parte do Suporte a Servi&ccedil;os? Pois bem, como esta seq&uuml;&ecirc;ncia de cinco artigos &eacute; focada em Gest&atilde;o de Mudan&ccedil;as, estarei explicando o processo bem detalhado no pr&oacute;ximo artigo. L&aacute; iremos saber como mapear, comunicar e implantar este processo com sucesso dentro da companhia. At&eacute; l&aacute;!<br /><br /><em>* Rodrigo Acerbi &eacute; formado em Desenvolvimento Web, atua como coordenador de mudan&ccedil;as e lidera o projeto de implanta&ccedil;&atilde;o da Governan&ccedil;a de TI.</em>]]></description>

	
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<item>
	<title><![CDATA[Francisco Virgílio - Tecnologias em alta no mercado de contact center]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1127</link>
    <description><![CDATA[O ano come&ccedil;ou otimista para muitos empres&aacute;rios e profissionais de TI. Ap&oacute;s a crise econ&ocirc;mica mundial, as organiza&ccedil;&otilde;es voltaram a incluir em seus planos estrat&eacute;gicos investimentos para aquisi&ccedil;&atilde;o ou aperfei&ccedil;oamento da infraestrutura tecnol&oacute;gica, seja para melhorar processos, produtividade, ampliar o relacionamento com o cliente ou facilitar o dia a dia dos colaboradores.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />No setor de contact center essa realidade tamb&eacute;m se repetir&aacute;, visto que muitas mudan&ccedil;as j&aacute; aconteceram tamb&eacute;m no ano passado em fun&ccedil;&atilde;o da Lei do SAC e do Do Not Call List. Diante desse cen&aacute;rio, acredita-se que algumas tecnologias (novas ou n&atilde;o) ser&atilde;o mais utilizadas pelo segmento em 2010. <br /><br />A primeira &eacute; a tecnologia de transmiss&atilde;o de voz sobre protocolo IP (VOIP). Ela alia flexibilidade, mobilidade e redu&ccedil;&atilde;o de custos &agrave;s comunica&ccedil;&otilde;es de voz, o que &eacute; um ponto chave para as opera&ccedil;&otilde;es de atendimento ao cliente. Esta tecnologia que atingiu um estado maduro de desenvolvimento nos &uacute;ltimos dois anos se consolidar&aacute; como op&ccedil;&atilde;o para as centrais de atendimento em 2010.<br /><br />O uso de KPI&rsquo;s na gest&atilde;o das centrais de atendimento ser&aacute; mais utilizada do que as m&eacute;tricas ligadas especificamente &agrave; TI. A utiliza&ccedil;&atilde;o de KPI&rsquo;s que analisem indicadores relacionados &agrave; atividade desempenhada pela empresa (seus produtos e servi&ccedil;os) ser&aacute; estrat&eacute;gica em 2010. A procura e ado&ccedil;&atilde;o destes novos &iacute;ndices de performance &eacute; uma tend&ecirc;ncia para este ano, por exemplo: KPI satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente, KPI first call resolution, KPI satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente na web 2.0.<br /><br />O alinhamento das empresas com as redes sociais, que est&atilde;o sendo largamente adotadas pelo consumidor, &eacute; tamb&eacute;m uma tend&ecirc;ncia em 2010. Acredita-se que a integra&ccedil;&atilde;o destas redes sociais aos canais de atendimento ser&aacute; fundamental, pois cada vez mais o consumidor buscar&aacute; formas pr&aacute;ticas de relacionamento com as empresas e que estejam inseridas em seu cotidiano, utilizando Twitter, Orkut, Facebook, etc.<br /><br />Palavras como globaliza&ccedil;&atilde;o, competitividade e qualidade j&aacute; fazem parte do cotidiano de qualquer empresa e estar&atilde;o ainda mais presentes este ano. O uso de Business Intelligence com ferramentas integradas &agrave;s centrais de atendimento e relacionadas &agrave;s m&eacute;tricas de desempenho orientadas ao neg&oacute;cio (KPI) permitir&aacute;, por meio de portais de gerenciamento de contact centers, al&eacute;m do uso dos indicadores base, m&eacute;tricas hist&oacute;ricas apoiadas em BI (como a constru&ccedil;&atilde;o de cubos em tempo real). Assim, teremos melhores an&aacute;lises, agilidade e efici&ecirc;ncia na tomada de decis&otilde;es alinhadas ao neg&oacute;cio.<br /><br />A Unifica&ccedil;&atilde;o de desktops tamb&eacute;m estar&aacute; em evid&ecirc;ncia este ano. O desenvolvimento de front-ends ser&aacute; cada vez mais r&aacute;pido e orientado &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es, com suporte a diversos canais de comunica&ccedil;&atilde;o e ao workflow. A principal raz&atilde;o para esta tend&ecirc;ncia &eacute; a otimiza&ccedil;&atilde;o do trabalho do agente, para que a qualidade do atendimento e experi&ecirc;ncia de relacionamento com o cliente sejam cada vez mais ricos e eficazes.<br /><br /><em>* Francisco Virg&iacute;lio &eacute; diretor de pr&eacute;-vendas da Altitude Software.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1127</guid>
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	<title><![CDATA[Emerson J. Beneton - Falsa sensação de segurança, armadilha mortal!!]]></title>
	<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1126</link>
    <description><![CDATA[Investimentos em TI, muitas vezes s&atilde;o escassos e feitos de forma desordenada, mas por qu&ecirc;? N&atilde;o raramente a administra&ccedil;&atilde;o das empresas, por falta de par&acirc;metros objetivos na tomada de decis&atilde;o, opta pelo &uacute;nico par&acirc;metro de conhecimento certo, dinheiro!!<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Essa pr&aacute;tica t&atilde;o comum tem sua explica&ccedil;&atilde;o, &eacute; at&eacute; um processo natural, j&aacute; que o gestor n&atilde;o &eacute; conhecedor da tecnologia, n&atilde;o consegue mensurar o que est&aacute; comprando, ent&atilde;o nada mais comum do que decidir de forma ancorada apenas ao conceito financeiro.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Na &aacute;rea de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, esse processo de decis&atilde;o &eacute; ainda mais cr&iacute;tico, pois o conceito de SI &eacute; novo para a grande maioria de empres&aacute;rios e gestores, mesmo essas empresas tendo suas opera&ccedil;&otilde;es fortemente ancoradas em tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o. O CGI.br ( Comit&ecirc; Gestor da Internet no Brasil) em sua publica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o e de telecomunica&ccedil;&otilde;es no Brasil TIC domic&iacute;lios e TIC empresas 2008 tem como alguns&nbsp; indicadores:<br /><br />Propor&ccedil;&atilde;o de empresas utilizando internet, segundo o tipo de atividade<br />- Enviar e receber email 99%<br />- Buscar informa&ccedil;&otilde;es sobre produtos 94%<br />- Outras buscas de informa&ccedil;&otilde;es e atividades de pesquisa 86%<br />- Servi&ccedil;os banc&aacute;rios e financeiros 82%<br />- Monitoramento de mercado (por exemplo, pre&ccedil;os) 69%<br />- Buscar informa&ccedil;&otilde;es sobre organiza&ccedil;&otilde;es governamentais/ autoridades p&uacute;blicas 67%<br />- Oferecer servi&ccedil;os ao consumidor 51%<br />- Treinamento e educa&ccedil;&atilde;o 31%<br />- Realizar entrega de produtos on-line 11%<br /><br />Ainda nesta pesquisa, a constata&ccedil;&atilde;o das medidas de seguran&ccedil;a adotadas foi:<br />- Antiv&iacute;rus 98%<br />- Antispam 74%<br />- Antispaware 68%<br />- Firewall 64%<br />- Sistema de detec&ccedil;&atilde;o de intrus&atilde;o 36% <br /><br />Esses dados nos mostram que realmente as empresas est&atilde;o cada vez mais utilizando as tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o, outro dado importante &eacute; o uso de sistemas para a preven&ccedil;&atilde;o de incidentes de seguran&ccedil;a, como anti v&iacute;rus , anti-spam, anti spyware e firewall, mas a pesquisa ainda aponta que mais da metade (55%) das empresas tiveram problemas com v&iacute;rus dentro dos 12 meses da avalia&ccedil;&atilde;o, o segundo maior problema enfrentado foi com cavalos de tr&oacute;ia (trojans) mencionados por 48% dos pesquisados, como pode ocorrer isso????<br /><br />A falta de planejamento, e principalmente conhecimento, faz com que os investimentos sejam feitos de forma desordenada, com a&ccedil;&otilde;es pontuais, por alguma indica&ccedil;&atilde;o de incidente passado ou por feeling. Alem desses fatores, os freq&uuml;entes cortes or&ccedil;ament&aacute;rios tamb&eacute;m contribuem para esta ocorr&ecirc;ncia. Este cen&aacute;rio confirmado, dificulta mais ainda o entendimento do gestor com rela&ccedil;&atilde;o a necessidade de planejar SI e investir de forma integrada, conseguindo assim seguran&ccedil;a efetiva e redu&ccedil;&atilde;o dos riscos de incidentes de seguran&ccedil;a. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Do que adianta ter quase 100% das empresas com antiv&iacute;rus, se na contrapartida n&atilde;o se investe em treinamento dos funcion&aacute;rios, pelo menos conscientizando esses das amea&ccedil;as crescentes em SI?<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Esta vis&atilde;o simplista do ambiente de SI traz a falsa sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a, onde o empres&aacute;rio investe, se considera seguro, mas na verdade n&atilde;o realizou investimentos integrados em SI, portanto permanece com um alto grau de vulnerabilidade. Esta pode ser a maior armadilha para a Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, por se achar seguro muitos cuidados b&aacute;sicos podem ser abandonados, criando o ambiente prop&iacute;cio para uma amea&ccedil;a explorar uma vulnerabilidade.<br /><br /><em>* Emerson J. Beneton &eacute; diretor de Desenvolvimento e Inova&ccedil;&atilde;o da ABCTec.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Ezequias Sena - Depois da crise, um novo cenário de TI]]></title>
	<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1124</link>
    <description><![CDATA[Nos &uacute;ltimos 18 meses a economia global sofreu um abalo s&iacute;smico em suas estruturas financeiras, comerciais e sociais, sendo obrigada &ndash; mais ali do que aqui, a bem da verdade &ndash; a encontrar um novo ponto de acomoda&ccedil;&atilde;o. Aparentemente, a crise econ&ocirc;mica mundial perdeu for&ccedil;a e muitos pa&iacute;ses come&ccedil;am a se reerguer. <br /><br />No Brasil, onde os efeitos da cat&aacute;strofe econ&ocirc;mica oscilaram muito de acordo com os setores e segmentos, parece que estamos caminhando rapidamente para a recupera&ccedil;&atilde;o. Empres&aacute;rios v&ecirc;m se mostrando cada vez mais flex&iacute;veis e r&aacute;pidos, fazendo uso da TI para promover total integra&ccedil;&atilde;o entre a empresa e seus clientes, fornecedores e parceiros de neg&oacute;cios. <br /><br />Manuten&ccedil;&atilde;o, up grade, atualiza&ccedil;&atilde;o de centenas de aplica&ccedil;&otilde;es relacionadas a servidores, banco de dados e rede continuar&atilde;o gerando expectativas altas em rela&ccedil;&atilde;o a desempenho e efici&ecirc;ncia, embora esses servi&ccedil;os tenham de se ajustar a or&ccedil;amentos mais racionais.<br /><br />N&atilde;o h&aacute; como negar que o cen&aacute;rio de TI j&aacute; mudou e vai mudar ainda mais nos pr&oacute;ximos meses. Enquanto muitas pequenas empresas fizeram de tudo para sobreviver a 2009, tentando honrar compromissos trabalhistas e com institui&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias, 2010 acena com a necessidade de se retomar o f&ocirc;lego, de se estabilizar. <br /><br />Mas, enquanto alguns segmentos da economia permitem esse tempo de acomoda&ccedil;&atilde;o, o ambiente de TI &eacute; bastante mais exigente &ndash; e, por que n&atilde;o dizer, at&eacute; mesmo cruel. Sem possibilidade de inovar para crescer, muitas pequenas empresas de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o devem fechar as portas at&eacute; o final do ano. <br /><br />Certamente, quem j&aacute; vinha experimentando crescimento nos &uacute;ltimos anos e investindo em novos neg&oacute;cios atravessou a crise sem perdas. Estando mais preparadas para a retomada nos neg&oacute;cios, essas empresas devem desencadear, a partir de agora, uma sequ&ecirc;ncia de aquisi&ccedil;&otilde;es e fus&otilde;es na &aacute;rea de TI. <br /><br />Quem vinha se fortalecendo dever&aacute; se tornar ainda mais forte. E quem sofreu um baque nos neg&oacute;cios n&atilde;o ter&aacute; tempo h&aacute;bil para fazer frente ao novo mercado, muito mais agressivo. <br /><br />&Eacute; certo, tamb&eacute;m, que empresas de todos os setores ainda apostam suas fichas nos benef&iacute;cios que uma boa infraestrutura de TI pode significar em termos de retomada do crescimento, seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o, prospec&ccedil;&atilde;o e fideliza&ccedil;&atilde;o de clientes. Ainda que os investimentos sejam bastante modestos quando comparados a 2008, &agrave;s v&eacute;speras da crise, os progn&oacute;sticos ainda s&atilde;o muito favor&aacute;veis para este ano. Pelo menos, para quem tem vis&atilde;o e j&aacute; est&aacute; preparado para o jogo. <br /><em><br />*Ezequias Sena &eacute; presidente da Online Brasil.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1124</guid>
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<item>
	<title><![CDATA[Marcelo da Cunha Pereira - SaaS para todas as empresas]]></title>
	<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1125</link>
    <description><![CDATA[A contrata&ccedil;&atilde;o de software como servi&ccedil;o, ou SaaS - sigla em ingl&ecirc;s para &quot;software as a service&quot; -, tem sido um dos temas mais comentados na m&iacute;dia especializada nos &uacute;ltimos meses. A grande discuss&atilde;o gira em torno dos desafios que precisam ser vencidos para o sucesso do SaaS. Alega-se que a maior incid&ecirc;ncia se d&aacute; em pequenas e m&eacute;dias empresas por meio de aplica&ccedil;&otilde;es isoladas, n&atilde;o integradas aos sistemas internos. Isto d&aacute; a impress&atilde;o de que falta um longo caminho a ser percorrido para viabilizar o modelo.<br /><br />No entanto, existem hoje no mercado solu&ccedil;&otilde;es que j&aacute; consolidaram o modelo SaaS como a melhor alternativa para empresas de todos os portes. Entre elas est&atilde;o aplica&ccedil;&otilde;es para as &aacute;reas ligadas ao 'Supply Chain', principalmente destinadas a compras, que se beneficiam de ferramentas e servi&ccedil;os que operam com mais efici&ecirc;ncia em um ambiente compartilhado, caracter&iacute;stica viabilizada pelas solu&ccedil;&otilde;es SaaS. Essas aplica&ccedil;&otilde;es podem ser totalmente integradas com os sistemas das empresas, o que permite agilidade na troca de informa&ccedil;&otilde;es com parceiros comerciais, sem necessidade de retrabalho entre os sistemas. <br /><br />Solu&ccedil;&otilde;es de e-procurement SaaS beneficiam n&atilde;o s&oacute; o contratante comprador, mas tamb&eacute;m os fornecedores que, a partir de um &uacute;nico ambiente, t&ecirc;m a possibilidade de acessar v&aacute;rios ambientes privados de compradores, facilitando o processo de resposta a cota&ccedil;&otilde;es e pedidos. Isto traz ganhos operacionais significativos, al&eacute;m da garantia do recebimento das solicita&ccedil;&atilde;o feitas pelos clientes, que poderiam se perder pelos meios convencionais (telefone, fax ou e-mail).<br /><br />Al&eacute;m da troca de informa&ccedil;&atilde;o pelo sistema, empresas que oferecem o modelo de SaaS disponibilizam v&aacute;rios servi&ccedil;os agregados que potencializam os resultados da solu&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o servi&ccedil;os que v&atilde;o desde a ades&atilde;o e suporte a compradores e fornecedores at&eacute; o monitoramento da pontualidade das respostas &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es, aos pedidos, al&eacute;m do acompanhamento da entrega dos materiais.<br /><br />Empresas que adotaram solu&ccedil;&atilde;o de e-procurement Saas t&ecirc;m conseguido significativa redu&ccedil;&atilde;o de custos de aquisi&ccedil;&atilde;o e de processos, al&eacute;m de permitir que a equipe de compras seja liberada de atividades operacionais e passe a focar seu tempo em quest&otilde;es mais estrat&eacute;gicas para a companhia.<br /><br />O modelo de SaaS em solu&ccedil;&otilde;es de e-procurement tem permitido mais do que ganhos operacionais. O ambiente pode proporcionar o desenvolvimento de uma comunidade de neg&oacute;cios, onde um grande n&uacute;mero de compradores e fornecedores pode interagir, viabilizando novos neg&oacute;cios.<br /><br />Diante de exemplos como este, podemos dizer que o SaaS j&aacute; &eacute; uma realidade de sucesso quando o objetivo &eacute; potencializar a colabora&ccedil;&atilde;o entre empresas.<br /><br /><em>* Marcelo da Cunha Pereira &eacute; gerente de Opera&ccedil;&otilde;es Comerciais do Mercado Eletr&ocirc;nico.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1125</guid>
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<item>
	<title><![CDATA[Rodrigo Acerbi - Gerenciamento de Mudanças - Parte I]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1123</link>
    <description><![CDATA[<strong>Mudar &eacute; preciso, mas porque mudar &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil?</strong><br /><br />&ldquo;Como o Gerenciamento de Mudan&ccedil;as auxilia no controle das mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas.&rdquo; <br /><br />Ningu&eacute;m nunca falou que mudar algo &eacute; f&aacute;cil, muito pelo contr&aacute;rio, mudar qualquer coisa independente do impacto ou risco pode se tornar um desafio dific&iacute;limo. Como disse Thomas Woodrow Wilson (28&ordm; presidente dos Estados Unidos) &ndash; &ldquo;Se voc&ecirc; quer fazer inimigos, tente mudar algo&rdquo;.<br /><br />A palavra Mudan&ccedil;a tem um significado bem simples, de acordo com o dicion&aacute;rio Aur&eacute;lio &eacute; o &ldquo;ato ou efeito de mudar. / Altera&ccedil;&atilde;o, modifica&ccedil;&atilde;o&rdquo;. O significado &eacute; bem simples, mas se pensarmos na pr&aacute;tica ao inv&eacute;s da teoria, toda esta facilidade cai por &aacute;gua abaixo.<br /><br />O ambiente coorporativo precisa se atualizar constantemente para poder enfrentar todos os desafios di&aacute;rios e n&atilde;o ficar para tr&aacute;s no mercado tecnol&oacute;gico. Todas estas altera&ccedil;&otilde;es, por mais simples que sejam, precisam de um controle e uma an&aacute;lise rigorosa para poder surtir os efeitos desejados e n&atilde;o os indesejados. E como podemos fazer isto de uma forma organizada?<br /><br />O processo de Gerenciamento de Mudan&ccedil;a foi criado com o exato intuito de gerenciar todas as mudan&ccedil;as que possam, ou n&atilde;o, causar impacto nos servi&ccedil;os prestados por TI atrav&eacute;s de um processo &uacute;nico e centralizado de valida&ccedil;&atilde;o, aprova&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o e controle da mudan&ccedil;a, para assegurar que toda a infraestrutura de TI permane&ccedil;a alinhada aos requisitos do neg&oacute;cio mitigando todos os riscos poss&iacute;veis. Por&eacute;m, mesmo com toda essa explica&ccedil;&atilde;o e detalhamento, as empresas continuam r&iacute;spidas a qualquer mudan&ccedil;a, seja ela tecnol&oacute;gica ou processual. Ent&atilde;o nos perguntamos &ndash; Porque mudar &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil?<br /><br />Lidar com novas tecnologias, m&aacute;quinas, processos, entre outros apetrechos de TI &eacute; muito simples para profissionais como n&oacute;s, por&eacute;m lidar com as pessoas que participam destes processos e a cultura particular de cada companhia &eacute; o que dificulta qualquer mudan&ccedil;a no ambiente coorporativo. Para evitarmos confrontos sobre qualquer mudan&ccedil;a, devemos ter um foco muito grande na comunica&ccedil;&atilde;o e explica&ccedil;&atilde;o de todos os benef&iacute;cios que tal mudan&ccedil;a ir&aacute; trazer para a &aacute;rea como um todo.<br /><br />Hoje em dia, as pessoas n&atilde;o toleram qualquer mudan&ccedil;a que aconte&ccedil;a em seu setor ou na empresa, o comodismo &eacute; o que mais fica vis&iacute;vel nessas horas, pois ningu&eacute;m quer mudar algo que acha f&aacute;cil de realizar ou solicitar. Podemos citar como exemplo a implanta&ccedil;&atilde;o de um novo processo de mudan&ccedil;a, n&atilde;o &eacute; muito mais c&ocirc;modo a pessoa solicitar qualquer mudan&ccedil;a (corre&ccedil;&atilde;o, projetos, novas implanta&ccedil;&otilde;es, etc.) diretamente com o respons&aacute;vel da &aacute;rea sem ter que passar por uma an&aacute;lise detalhada e um comit&ecirc; para explicar o real motivo desta mudan&ccedil;a? <br /><br />Por conta disto, quando tentamos mudar algo passamos por grandes obst&aacute;culos. O mesmo acontece quando a empresa tem uma cultura inapropriada para a constante atualiza&ccedil;&atilde;o do mercado tecnol&oacute;gico, neste caso devemos buscar o apoio da gerencia das principais &aacute;reas da empresa, pois com isto, iremos ter um importante apoio em qualquer mudan&ccedil;a que seja positiva para a estrutura da companhia. <br /><br />Para minimizarmos qualquer conflito com pessoas e cultura a melhor coisa para fazer &eacute; comunicar tudo que ser&aacute; feito com clareza, explicando todos os detalhes quantas vezes forem necess&aacute;rias e deixando claro todos os benef&iacute;cios que vir&aacute; para o trabalho di&aacute;rio de todos. <br /><br />Esta comunica&ccedil;&atilde;o deve ser feita com muita cautela para n&atilde;o ocasionar diferentes opini&otilde;es. Para evitarmos isto, devemos seguir as 5 dicas fundamentais para uma boa comunica&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o elas:<br /><br />- Foco<br />- Clareza<br />- Desenvoltura<br />- Objetividade<br />- Entendimento<br /><br />Todas as op&ccedil;&otilde;es acima s&atilde;o habilidades que voc&ecirc; deve possuir para fazer sua comunica&ccedil;&atilde;o ser a melhor poss&iacute;vel quando voc&ecirc; for &ldquo;vender&rdquo; a sua mudan&ccedil;a, seja ela qual for. Voc&ecirc; deve manter o foco no que realmente ser&aacute; mudado mostrando clareza sobre o que realmente ser&aacute; feito. No momento de explicar e ser questionado voc&ecirc; deve ter uma desenvoltura suficiente para fazer o questionador se sentir confort&aacute;vel com a sua resposta e fazer com que todo o entendimento da mudan&ccedil;a ocorra com a objetividade necess&aacute;ria.<br /><br />Ent&atilde;o &eacute; isso. Devemos lembrar que a palavra chave para conseguirmos realizar mudan&ccedil;as no ambiente de tecnologia com o intuito de termos apenas aliados ao inv&eacute;s de inimigos &eacute; a COMUNICA&Ccedil;&Atilde;O.<br /><br /><em>* Rodrigo Acerbi &eacute; formado em Desenvolvimento Web, atua como coordenador de mudan&ccedil;as e lidera o projeto de implanta&ccedil;&atilde;o da Governan&ccedil;a de TI.</em>]]></description>

	
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</item>
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	<title><![CDATA[Eduardo Pocetti - Otimismo nas alturas]]></title>
	<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1122</link>
    <description><![CDATA[&ldquo;A confian&ccedil;a &eacute; contagiante. A falta dela tamb&eacute;m.&rdquo;<br /><br />A frase do poeta americano Michael O&acute;Brien encerra uma daquelas verdades universais que se aplicam a todas as &aacute;reas da vida. A confian&ccedil;a &eacute; a pedra fundamental das rela&ccedil;&otilde;es afetivas e familiares, das parcerias profissionais, das amizades que duram para sempre. No mundo corporativo, onde nada &eacute; garantido e as tend&ecirc;ncias podem mudar subitamente, ao sabor de esc&acirc;ndalos, fen&ocirc;menos da natureza, novas descobertas e uma infinidade de outros fatores, ela &eacute; o motor de decis&otilde;es important&iacute;ssimas: um investidor se pauta justamente pela confian&ccedil;a ao optar por este ou aquele neg&oacute;cio.<br /><br />Por isso, em 2009, quando vivemos o pior momento da crise, foi t&atilde;o valioso conquistar o grau de investimento e entrar para a constela&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;pa&iacute;ses confi&aacute;veis&rdquo;. Nossa capacidade de recupera&ccedil;&atilde;o, aliada &agrave; estabilidade institucional e &agrave; solidez do sistema financeiro, nos levou a um patamar muito elevado &ndash; talvez o melhor da nossa Hist&oacute;ria.<br /><br />E uma pesquisa divulgada esta semana pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) indica que n&atilde;o foi apenas no plano internacional que o Brasil conquistou uma presen&ccedil;a mais forte. Tamb&eacute;m no plano interno, o empresariado recuperou a confian&ccedil;a no nosso potencial. O levantamento feito pela CNI revelou que o &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Empres&aacute;rio Industrial (ICEI) atingiu 68,7 pontos em janeiro.<br /><br />O ICEI se baseia em dados levantados pelas federa&ccedil;&otilde;es de ind&uacute;strias de 25 Estados. Para estabelecer a pontua&ccedil;&atilde;o final, s&atilde;o analisadas informa&ccedil;&otilde;es referentes a comportamento e expectativas das ind&uacute;strias de v&aacute;rios portes e segmentos. A pontua&ccedil;&atilde;o pode chegar a cem: abaixo de 50, considera-se que o ambiente &eacute; de desconfian&ccedil;a.<br /><br />O &iacute;ndice de janeiro &eacute; o maior &iacute;ndice em 11 anos, e foi alavancado sobretudo pelas grandes empresas. Nestas, a pontua&ccedil;&atilde;o chegou a 70,1 pontos. Entre as m&eacute;dias, o ICEI foi de 68,7 pontos, e entre as pequenas, de 63,1.<br /><br />A prud&ecirc;ncia destas &uacute;ltimas em entregar-se &agrave; euforia &eacute; compreens&iacute;vel e deve ser interpretada como um reflexo das dificuldades enfrentadas durante o ano passado. Afinal, a retra&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito e a absoluta indefini&ccedil;&atilde;o do mercado experimentadas em 2009 obrigaram muitos empreendedores de menor porte a &ldquo;puxarem o freio de m&atilde;o&rdquo;, a adiarem planos e suspenderem projetos.<br /><br />Ainda assim, a recupera&ccedil;&atilde;o do otimismo foi r&aacute;pida e significativa, e tende a prosseguir: o &iacute;ndice de confian&ccedil;a no semestre subiu de 68,7 pontos, detectados em outubro do ano passado, para 71,8 pontos em janeiro de 2010. Este &eacute; o maior valor de toda a s&eacute;rie hist&oacute;rica!<br /><br />Se as ind&uacute;strias est&atilde;o otimistas, &eacute; sinal de que elas v&atilde;o investir, e muito. Estima-se que o crescimento do PIB poder&aacute; atingir 6% em 2010, o maior do Brasil em muitos anos. Para o aquecimento da economia n&atilde;o ser amea&ccedil;ado pela falta de uma infraestrutura adequada, &eacute; fundamental que o governo prossiga investindo nas obras do PAC e que a quest&atilde;o energ&eacute;tica seja tratada como prioridade.<br /><br />Em entrevista recente, Maur&iacute;cio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE) revelou que o consumo de energia pelo setor industrial ter&aacute; uma eleva&ccedil;&atilde;o de 9,4% em 2010, e que o consumo geral de energia ser&aacute; 7,4% mais alto do que o ano passado.<br /><br />Temos, portanto, perspectivas excelentes, mas estas v&ecirc;m acompanhadas de enormes desafios. Lidar com eles de maneira r&aacute;pida e produtiva &eacute; uma miss&atilde;o que cabe a todos os brasileiros!<br /><br /><em>* Eduardo Pocetti &eacute; CEO da BDO.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Marcos Morita - Braskem e Quattor: o novo cenário petroquímico]]></title>
	<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1120</link>
    <description><![CDATA[A pol&iacute;tica governamental de est&iacute;mulo a cria&ccedil;&atilde;o de corpora&ccedil;&otilde;es nacionais tem mais um integrante, a Nova Braskem. A compra da Quattor permitiu a forma&ccedil;&atilde;o do 8&deg; maior grupo do mundo. Odebrecht e Petrobr&aacute;s, s&oacute;cios na nova empresa, aumentam ainda mais o poder no setor. Especialistas demonstram preocupa&ccedil;&atilde;o com uma eventual mudan&ccedil;a de rumo a partir de 2011. &nbsp;<br /><br />Apesar do risco pol&iacute;tico, os desdobramentos somente ser&atilde;o conhecidos no longo tempo. Os participantes do setor e os consumidores por sua vez, podem sentir as consequ&ecirc;ncias em um horizonte mais curto. Para entend&ecirc;-las, dividirei o artigo em tr&ecirc;s partes: (a) evolu&ccedil;&atilde;o do segmento, (b) estrat&eacute;gias e cadeia produtiva e (c) impactos ao consumidor.<br /><br />O setor come&ccedil;ou a dar seus primeiros passos na d&eacute;cada de 50, com o crescimento da demanda pelo pl&aacute;stico. Capuava, no ABC paulista, foi o primeiro p&oacute;lo petroqu&iacute;mico, em 1972. Cama&ccedil;ari, na Bahia, Triunfo, no Rio Grande do Sul, e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, completam a lista. Dois novos projetos &ndash; Comperj, no Rio, e Suape, em Pernambuco, est&atilde;o previstos para os pr&oacute;ximos anos.<br /><br />At&eacute; o ano de 1995, somente a Petrobr&aacute;s era autorizada a comercializar a nafta, principal mat&eacute;ria-prima para o setor, seguido pelo g&aacute;s natural. O fim do monop&oacute;lio autorizaria empresas privadas a operar por interm&eacute;dio de concess&otilde;es. Odebrecht, Ipiranga, Ultra, Unipar e Suzano foram os principais players que aqui se instalaram. <br /><br />O novo s&eacute;culo foi marcado pela consolida&ccedil;&atilde;o do setor. A Braskem, sociedade entre Odebrecht e Mariani, fundada em 2001, cresceu basicamente atrav&eacute;s de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es. Tornou-se a l&iacute;der, sendo a Quattor sua principal oponente. Neste mercado, economia de escala e produtividade s&atilde;o aspectos essenciais para sobreviver &agrave; concorr&ecirc;ncia.<br /><br />A cadeia produtiva &eacute; composta por grandes empresas, denominadas como 1&ordf; e 2&ordf; gera&ccedil;&atilde;o. H&aacute; nesta etapa o processamento da nafta em produtos, como eteno, benzeno, polietileno e PVC. A Nova Braskem det&eacute;m o controle nestes dois est&aacute;gios, enquanto sua s&oacute;cia Petrobr&aacute;s, o fornecimento da nafta. Uma rara combina&ccedil;&atilde;o de monop&oacute;lios privado e estatal.<br /><br />A estrat&eacute;gia de participar em elos anteriores ou posteriores da cadeia &eacute; denominada integra&ccedil;&atilde;o vertical. As empresas que a utilizam tendem a reduzir a incerteza em suas opera&ccedil;&otilde;es, aumentando suas margens, uma vez que o lucro permanece dentro de casa. Sua utiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; prop&iacute;cia em cen&aacute;rios vol&aacute;teis ou em situa&ccedil;&otilde;es em que controlar a mat&eacute;ria-prima &eacute; um diferencial competitivo.<br /><br />A cadeia continua com os fabricantes de 3&deg; gera&ccedil;&atilde;o - empresas grandes, m&eacute;dias e pequenas. O micro empres&aacute;rio, fabricante de embalagens, sacolas pl&aacute;sticas, filmes e produtos injetados, t&ecirc;m como op&ccedil;&otilde;es comprar do gigante ou importar, tarefa bastante desestimulante para quem &eacute; pequeno. Associa&ccedil;&otilde;es ou cooperativas podem ser uma sa&iacute;da para aumentar o poder de barganha.<br /><br />&nbsp;A quantidade de itens produzidos &eacute; imensa. Olhe o interior de seu ve&iacute;culo, os eletrodom&eacute;sticos e eletr&ocirc;nicos rec&eacute;m-adquiridos, os brinquedos de seus filhos, as embalagens de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza. Garrafas PET e sacolas pl&aacute;sticas - as vil&atilde;s do meio ambiente - s&atilde;o os filhos mais famosos e pol&ecirc;micos. <br /><br />Vejamos o impacto nas g&ocirc;ndolas do supermercado. Qual seria sua rea&ccedil;&atilde;o a um aumento de pre&ccedil;os, provocado pelo material utilizado na embalagem? Talvez aquele produto um pouco mais caro, embalado em papel, vidro ou metal fosse sua escolha. Para n&atilde;o perder mercado, desenhistas industriais seriam recrutados, procurando formas para reduzir o custo. <br /><br />Este exemplo traz apenas aplica&ccedil;&otilde;es em embalagens. Em outros mercados esta substitui&ccedil;&atilde;o ou readequa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja poss&iacute;vel ou vi&aacute;vel, por condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas ou especifica&ccedil;&otilde;es de projeto.<br /><br />A decis&atilde;o final sobre os impactos desta compra sobre a economia brasileira ficar&aacute; sobre a batuta do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica. Ali&aacute;s, trabalho &eacute; que n&atilde;o falta aos seus membros, haja vista as in&uacute;meras fus&otilde;es, aquisi&ccedil;&otilde;es e alian&ccedil;as estrat&eacute;gicas que agitaram o mercado brasileiro. <br /><br />A surpresa neste caso talvez n&atilde;o esteja na resposta do &oacute;rg&atilde;o, mas sim na rapidez em sua an&aacute;lise. Al&eacute;m da influ&ecirc;ncia do chefe, outubro est&aacute; cada vez mais pr&oacute;ximo. Alimentos, varejo, m&oacute;veis, eletrodom&eacute;sticos, eletr&ocirc;nicos e bancos podem esperar um pouco mais. <br /><em><br />* Marcos Morita &eacute; mestre em Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas e professor da Universidade Mackenzie.</em>]]></description>

	
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</item>
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	<title><![CDATA[Marcus Vinicius Brandão Soares - Portal do Software Público & propriedade comum]]></title>
	<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1121</link>
    <description><![CDATA[<p>Em 1937 um economista ingl&ecirc;s chamado Ronald Coase, que j&aacute; ganhou o Pr&ecirc;mio Nobel de Economia, fez as seguintes perguntas: &ldquo;por que as firmas existem?&rdquo; e &ldquo;existem limites para o crescimento das firmas?&rdquo;</p><p>Podem parecer perguntas &oacute;bvias, mas creio que muitos bons profissionais, sejam eles empres&aacute;rios ou administradores p&uacute;blicos, n&atilde;o saberiam responder a esta pergunta. </p><p>O pr&oacute;prio Coase respondeu &agrave; primeira pergunta usando a express&atilde;o &ldquo;marketing costs&rdquo;: o mercado n&atilde;o funciona sem custos, que s&atilde;o, resumidamente:</p><p>(1)&nbsp;o custo de busca da contra-parte; <br />(2)&nbsp;o custo de reda&ccedil;&atilde;o do contrato; <br />(3)&nbsp;o custo de monitoramento do cumprimento do contrato; e <br />(4)&nbsp;o custo de acionamento do contratado no caso de quebra do contrato. </p><p>As firmas existem para minimizar estes custos. A segunda resposta, resumidamente, vem a reboque da primeira: se uma firma cresce demais ela tende a se tornar um mercado e volta a ter os tais &ldquo;marketing costs&rdquo;.</p><p>Mais tarde o professor Oliver Williamson, um ex-aluno de Coase, detalhou melhor os tais &ldquo;marketing costs&rdquo; (ou custos de funcionamento do mercado) e deu a eles o nome de custos de transa&ccedil;&atilde;o. </p><p>Oliver Williamson recebeu no ano passado (2009) o Pr&ecirc;mio Nobel da Economia justamente pelos seus estudos sobre os limites da firma. A professora Elinor Ostrom compartilhou este Nobel com o professor Williamson por seus estudos sobre o que o anglo-sax&atilde;o chama de &ldquo;commons&rdquo;, que pode ser traduzido em portugu&ecirc;s para propriedade comum. Elinor Ostrom foi a primeira mulher a receber o Pr&ecirc;mio Nobel de Economia. Quem quiser conferir &eacute; <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/2009/" target="_blank" class="linkEditor">s&oacute; ir aqui</a>.&nbsp; </p><p>O leitor deve estar perguntando: &ldquo;o que isso tem a ver com o portal do software p&uacute;blico?&rdquo; A resposta &eacute; simples e vou explicar baseado nos dois primeiro custos de transa&ccedil;&atilde;o: o de busca da contra-parte e o de reda&ccedil;&atilde;o do contrato.</p><p>Um portal &eacute; um mecanismo de visibilidade e de hospedagem na Internet. Ele tem um endere&ccedil;o na Internet que corresponde a um local onde s&atilde;o colocadas informa&ccedil;&otilde;es direcionadas a um determinado assunto, de maneira que quem visita o portal possa encontrar as informa&ccedil;&otilde;es de que necessita, al&eacute;m de hospedar arquivos que tenham rela&ccedil;&atilde;o com os assuntos tratados no portal. </p><p>Evidentemente um portal n&atilde;o vai ter todas as informa&ccedil;&otilde;es, mas ele auxilia na busca, reduzindo o custo delas. E numa &eacute;poca onde tempo e aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o ativos muito preciosos (o concorrente est&aacute; a um clique do mouse) qualquer redu&ccedil;&atilde;o nos custos de busca j&aacute; &eacute; um tremendo ganho.</p><p>A abordagem concorrencial do par&aacute;grafo anterior faz muito sentido quando nos referimos ao mercado, &agrave; propriedade privada. A&iacute; acontece um impasse: o portal do software p&uacute;blico n&atilde;o &eacute; propriedade privada, mas sim propriedade do Governo Federal, ou seja, &eacute; propriedade p&uacute;blica. </p><p>Vem &agrave; tona, neste instante, uma aparente controv&eacute;rsia, pois s&atilde;o oferecidos servi&ccedil;os de software pelo pr&oacute;prio Governo Federal e por empresas privadas num portal do Governo Federal e, ainda por cima, gratuitamente.&nbsp; Ser&aacute; que haveria tal controv&eacute;rsia a oferta fosse feita por um portal privado? Provavelmente n&atilde;o. </p><p>Acreditamos que a controv&eacute;rsia n&atilde;o &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao portal do software p&uacute;blico, mas ao que ele divulga e hospeda: propriedade comum. Software p&uacute;blico &eacute; propriedade comum. Mas o que &eacute; propriedade comum?</p><p>Bem, j&aacute; existem defini&ccedil;&otilde;es muito precisas de propriedade privada e propriedade p&uacute;blica. N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas quanto a isso. A novidade &eacute; que est&aacute; em curso a (re) cria&ccedil;&atilde;o de uma terceira defini&ccedil;&atilde;o de propriedade, a propriedade comum, que n&atilde;o &eacute; privada nem p&uacute;blica e, ao mesmo tempo, privada e p&uacute;blica.&nbsp; </p><p>Escrevemos (re) cria&ccedil;&atilde;o, pois a propriedade comum j&aacute; existia no tempo dos romanos, com o nome de res communes. Ela &eacute; constru&iacute;da pelo Estado e pela Sociedade e protegida pelos dois. Esta defini&ccedil;&atilde;o lembra o t&iacute;tulo de uma m&uacute;sica dos Tit&atilde;s: &ldquo;Tudo ao mesmo tempo, agora!&rdquo;.&nbsp; </p><p>Deste modo, Estado e Sociedade t&ecirc;m o direito de auferir os benef&iacute;cios advindos dela. Como ainda est&aacute; em curso toda uma discuss&atilde;o sobre a regulamenta&ccedil;&atilde;o desta propriedade comum que &eacute; o software p&uacute;blico, ela ainda causa espanto (ou mesmo preocupa&ccedil;&atilde;o) a quem est&aacute; fortemente ligado &aacute;s defini&ccedil;&otilde;es tradicionais de propriedade p&uacute;blica e propriedade privada. Isso &eacute; natural. </p><p>Voltando &aacute; an&aacute;lise dos custos de transa&ccedil;&atilde;o, atentemos para palavra &ldquo;regulamenta&ccedil;&atilde;o&rdquo; do par&aacute;grafo anterior. Pode-se facilmente notar que o portal do software p&uacute;blico tamb&eacute;m est&aacute; sendo usado como um ponto de encontro para a reda&ccedil;&atilde;o de uma esp&eacute;cie de licen&ccedil;a de uso do software p&uacute;blico brasileiro, a licen&ccedil;a p&uacute;blica de marca. </p><p>Existe at&eacute; um cronograma para isso que est&aacute; no <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item85" target="_blank" class="linkEditor">pr&oacute;prio portal</a>. Ou seja, esta licen&ccedil;a est&aacute; sendo escrita pelo Estado e pela Sociedade. O portal &eacute; um instrumento para minimizar o custo da reda&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a p&uacute;blica de marca, que nada mais &eacute; do que um contrato. Eis que chegamos &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do segundo custo de transa&ccedil;&atilde;o: redu&ccedil;&atilde;o do custo de reda&ccedil;&atilde;o do contrato, baseado no rateio do custo por todos os envolvidos na reda&ccedil;&atilde;o dele, que s&atilde;o o Estado e a Sociedade, o p&uacute;blico e o privado. A partir do uso do portal, bem entendido.</p><p>&Eacute; Importante dizer que n&atilde;o h&aacute; qualquer obrigatoriedade de qualquer propriedade, seja p&uacute;blica, seja privada, ser tornada comum. A propriedade comum &eacute; apenas mais uma defini&ccedil;&atilde;o de propriedade que se agrega &agrave;s j&aacute; existentes: propriedade p&uacute;blica, propriedade privada e propriedade comum. No caso espec&iacute;fico do portal do software p&uacute;blico, at&eacute; onde sabemos, ningu&eacute;m foi obrigado a hospedar o seu software l&aacute; ou tem qualquer privil&eacute;gio por ter feito isso. Tudo foi feito de maneira volunt&aacute;ria. </p><p>O portal, inclusive, favorece &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do Princ&iacute;pio Jur&iacute;dico da Igualdade na Economia: tratar de forma igual os iguais e de forma desigual os desiguais, isto &eacute;, suprindo as defici&ecirc;ncias (no caso, de divulga&ccedil;&atilde;o e de reda&ccedil;&atilde;o contratual) aos pequenos que se cadastram no portal como prestadores de servi&ccedil;os, afinal o software &eacute; p&uacute;blico. Isso &eacute; fomento p&uacute;blico &agrave; concorr&ecirc;ncia.</p><p>Esperamos que este texto auxilie nas an&aacute;lises de custo x benef&iacute;cio tanto do mercado quanto do servi&ccedil;o p&uacute;blico, do valor do portal do software p&uacute;blico brasileiro, pois &eacute; isso que se prop&otilde;e a ser: um ponto de encontro para aqueles que buscam solu&ccedil;&otilde;es para seus problemas de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o a baixos custos. Sejam eles p&uacute;blicos ou privados. </p><p>Algumas refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas:<br />Coase, R. H., (1937), <a href="http://www.jstor.org/pss/2626876?cookieSet=1" target="_blank" class="linkEditor">&ldquo;The Nature of the Firm&rdquo;</a>. Economica 4 (16): 386-405.</p><p>Coase, R. H., (1960), <a href="http://www.sfu.ca/~allen/CoaseJLE1960.pdf" target="_blank" class="linkEditor">&ldquo;The Problem of Social Cost&rdquo;</a>. Journal of Law and Economics 3: 1-44.&nbsp;</p><p>Williamson, O. E., (1985), The Economic Institutions of Capitalism, New York: The Free Press.</p><p>Ostrom, Elinor (1990). Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action.&nbsp; New York: Cambridge University Press.</p><p>Uma pequena falta de mod&eacute;stia, se me permitem:</p><p>Soares, M.V.B., (2007) &ldquo;Nem privado, nem public: o software livre e o emergir da propriedade comum&rdquo;, Confer&ecirc;ncia Internacional de Software Livre 3.0, Badajoz, Espanha. Dispon&iacute;vel em <a href="http://dennis.eti.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=68:o-software-livre-e-o-emergir-da-propriedade-comum&amp;catid=36:software-livre&amp;Itemid=53" target="_blank" class="linkEditor">aqui</a>.&nbsp;</p><p><em>*&nbsp;Marcus Vinicius Brand&atilde;o Soares &eacute; aluno de doutorado na COPPE-Sistemas / UFRJ, membro do IBDE - Instituto Brasileiro de Direito Eletr&ocirc;nico, do GEDEL - Grupo de Pesquisas da Escola Judicial do TRT de Minas Gerais &quot;Justi&ccedil;a e Direito Eletr&ocirc;nicos&quot; e do NECSO/UFRJ - N&uacute;cleo de Estudos em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia  e Sociedade da UFRJ.</em></p>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1121</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Botto - Fatores críticos para o sucesso da terceirização]]></title>
	<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1119</link>
    <description><![CDATA[A pr&aacute;tica de terceiriza&ccedil;&atilde;o (outsourcing) vem se intensificando entre empresas de todos os setores, segmentos e estruturas, contemplando as mais diversas &aacute;reas. As raz&otilde;es pela escolha da terceiriza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o in&uacute;meras: aumento de qualidade, inova&ccedil;&atilde;o, crescimento e/ou foco no neg&oacute;cio, redu&ccedil;&atilde;o de custos, aumento de conhecimento, atualiza&ccedil;&atilde;o, agilidade, transpar&ecirc;ncia, mudan&ccedil;as, mitiga&ccedil;&atilde;o de riscos, seguran&ccedil;a, entre outros.<br /><br />No entanto, vale ressaltar que algumas propriedades, atividades e precau&ccedil;&otilde;es s&atilde;o primordiais para maximizar o sucesso no processo de terceiriza&ccedil;&atilde;o:<br /><br />- Ter pleno dom&iacute;nio das atividades e responsabilidades a serem terceirizadas;<br /><br />- Estar preparado para absorver uma nova forma de gest&atilde;o e relacionamento;<br /><br />- Saber o custo total com &aacute;rea a ser terceirizada (baseline), para saber comparar da mesma forma com o proposto. Um baseline completo deve conter: pessoas, hardware, software, estrutura, facilities, contratos, impostos, indiretos. O pr&oacute;ximo passo seria classificar os custos por atividade;<br /><br />- Ter um estudo pr&eacute;vio do modelo de terceiriza&ccedil;&atilde;o (esse pode ser questionado, validado e atualizado durante toda a fase de RFP) com mapeamento dos benef&iacute;cios quantitativos e qualitativos junto &agrave; criticidade do neg&oacute;cio;<br /><br />- A sele&ccedil;&atilde;o do parceiro deve ser direcionada de acordo com a complexidade e estrat&eacute;gia da empresa. De acordo com uma matriz: estrat&eacute;gia de opera&ccedil;&atilde;o, atividade ou aplica&ccedil;&atilde;o x riscos, podem existir fornecedores espec&iacute;ficos para cada quadrante, mesmo se op&ccedil;&atilde;o do modelo for de fornecedor Premium para a gest&atilde;o centralizada;<br /><br />- O aporte de conhecimento do fornecedor acaba garantindo maior fidelidade no relacionamento. Busque visitar e entrevistar clientes do fornecedor com opera&ccedil;&otilde;es similares;<br /><br />- A RFP deve ser detalhada para facilitar a an&aacute;lise de informa&ccedil;&otilde;es e a estrat&eacute;gia de negocia&ccedil;&atilde;o. Deve contemplar as responsabilidades da contratante e contratada, o modelo de gest&atilde;o, indicadores, metas, transi&ccedil;&atilde;o, formas de pagamento, produtividade, documenta&ccedil;&atilde;o e planilha de captura de pre&ccedil;os aberta por atividade. Tamb&eacute;m deve haver espa&ccedil;o para que o fornecedor possa descrever inova&ccedil;&otilde;es, melhorias e planos de continuidade. Quando tratamos de um mercado muito pulverizado, o processo de RFI torna-se obrigat&oacute;rio, caso contr&aacute;rio, as informa&ccedil;&otilde;es da RFI dever&atilde;o ser solicitadas na RFP; &nbsp;<br /><br />- O sistema de remunera&ccedil;&atilde;o precisa ser din&acirc;mico baseado na busca cont&iacute;nua do aperfei&ccedil;oamento (custos e produtividade);<br /><br />- Adotar modelo de risco x recompensa, al&eacute;m de incluir cl&aacute;usulas de escalabilidade, prevendo a diminui&ccedil;&atilde;o ou acr&eacute;scimo dos servi&ccedil;os contratados. Para projetos, inserir cl&aacute;usulas de sucess-fee na implanta&ccedil;&atilde;o de grandes projetos, de acordo os benef&iacute;cios descritos nos business cases - apresentado pelos prestadores.<br /><br />... e para concluir, antes de pensar na experi&ecirc;ncia de um fornecedor offshore, tenha uma experi&ecirc;ncia pr&eacute;via no nearshore (s&atilde;o opera&ccedil;&otilde;es bem divergentes em gest&atilde;o e complexidade).<br /><br /><em>* Felipe Botto &eacute; diretor da Atos Origin.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1119</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Celso Tomé Rosa - SaaS: você está realmente pronto para adquiri-lo?]]></title>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1117</link>
    <description><![CDATA[N&atilde;o &eacute; de agora que ouvimos certos exageros sobre os benef&iacute;cios da tecnologia SaaS, o j&aacute; conhecido modelo de software como servi&ccedil;o. Alguns o enxergam como o pr&oacute;ximo passo tecnol&oacute;gico que n&atilde;o s&oacute; tornar&aacute; obsoletas as demais tecnologias existentes como resolver&aacute; um sem n&uacute;mero de labirintos digitais da atualidade. Logo no seu surgimento, outros faziam quest&atilde;o de enfatizar a infinidade de recursos que o novo modelo permitia, embora muitos deles n&atilde;o tenham se concretizado ainda.<br /><br />&Eacute; claro que essas conclus&otilde;es n&atilde;o significam que o SaaS n&atilde;o seja uma boa op&ccedil;&atilde;o, pelo contr&aacute;rio, revela-se um modelo s&oacute;lido a longo prazo para a implementa&ccedil;&atilde;o de aplicativos. Contudo, est&aacute; longe de ser uma panac&eacute;ia para o mercado de softwares.<br /><br />Com base nessas premissas, &eacute; quase autom&aacute;tico nos vir a indaga&ccedil;&atilde;o: ent&atilde;o por que tanta propaganda em cima do SaaS? Talvez seja pelo fato de ser um dos processos-chave de valor que os fornecedores de software t&ecirc;m a oferecer &agrave;s empresas como forma de enriquecer as alternativas a seus clientes, como por exemplo sobre como comprar, implementar, executar e manter seus sistemas de TI. <br /><br />Solu&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis integralmente em SaaS s&atilde;o ainda mais eficazes, ao passo que garantem m&uacute;ltiplas ofertas aos compradores. Vejamos as op&ccedil;&otilde;es:<br /><br />- In Situ: licen&ccedil;a permanente rodada pelo cliente diretamente no website.<br /><br />- Assinatura: o cliente torna-se assinante para o uso &ldquo;on demand&rdquo;.<br /><br />- Licen&ccedil;a por hospedagem: software tradicional mais a licen&ccedil;a por hospedagem SaaS.<br /><br />- Hospedagem dedicada: servi&ccedil;os de hosting em uma &uacute;nica inst&acirc;ncia para clientes individuais, cuja complexidade das situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o enseja m&uacute;ltiplos usu&aacute;rios.<br /><br />- Servi&ccedil;os gerenciais de aplica&ccedil;&atilde;o: terceiriza&ccedil;&atilde;o integral de servi&ccedil;os.<br /><br />Diante disso, as empresas deveriam considerar as seguintes quest&otilde;es no momento de decis&atilde;o da compra de um software:<br /><br />Qual s&atilde;o as circunst&acirc;ncias atuais?<br />Tais circunst&acirc;ncias ser&atilde;o alteradas nos pr&oacute;ximos cinco anos?<br />Quanto da infraestrutura necess&aacute;ria de TI voc&ecirc; disp&otilde;e ou almeja?<br />Possui liquidez para gastos de compra?<br />Uma compra operacional n&atilde;o seria mais conveniente?<br />Como a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica atual afeta seu crit&eacute;rio de compra?<br />Depois de feita a escolha e as circunst&acirc;ncias se alterarem, &eacute; poss&iacute;vel substitui-la por outra sem que haja a necessidade de reimplementar um sistema diferente?<br />A ideia &eacute; mesmo fixar-se num determinado modelo ou selecionar uma op&ccedil;&atilde;o mais flex&iacute;vel e pass&iacute;vel de mudan&ccedil;as?<br /><br />Feita a auto-inquiri&ccedil;&atilde;o, o empres&aacute;rio ter&aacute; mais condi&ccedil;&otilde;es de analisar a viabilidade ou n&atilde;o de usufruir da tecnologia SaaS, bem como de suas op&ccedil;&otilde;es de compra e implementa&ccedil;&atilde;o estendidas. Ou ainda, poder&atilde;o perceber se est&atilde;o devidamente aptos para oferecer a seus clientes o direito de escolha, livrando-os da rigidez de um sistema &uacute;nico, de formato espec&iacute;fico e implementa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-estabelecida. <br /><br /><em>* Celso Tom&eacute; Rosa &eacute; vice-presidente da Infor Brasil.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Emerson J. Beneton - Só Firewall não resolve]]></title>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1118</link>
    <description><![CDATA[Com as boas perspectivas da economia para 2010 e conseq&uuml;ente aumento no trafego de informa&ccedil;&otilde;es nas corpora&ccedil;&otilde;es, um grande n&uacute;mero de gestores deve estar pensando, vamos aprimorar nosso Firewall e certificar se nosso antiv&iacute;rus est&aacute; atualizado... com isto suas empresas estar&atilde;o seguras?? N&Atilde;O!!<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br />Infelizmente algumas empresas investem grandes somas em tecnologias que garantem a prote&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e l&oacute;gica dos sistemas e equipamentos, mas n&atilde;o investem na seguran&ccedil;a de seus funcion&aacute;rios, principalmente em conscientiza&ccedil;&atilde;o e treinamento. Em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o o elo mais fraco &eacute; o ser humano. H&aacute; necessidade de planejar a seguran&ccedil;a da empresa de forma integrada, tecnologia e procedimentos. Kevin Mitnik, talvez o hacker mais famoso do mundo, afirma em seu livro, A arte de enganar &ldquo;Com freq&uuml;&ecirc;ncia, a seguran&ccedil;a &eacute; apenas uma ilus&atilde;o, que &agrave;s vezes fica pior ainda quando entram em jogo a credulidade, a inoc&ecirc;ncia ou a ignor&acirc;ncia&rdquo;. &nbsp;<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br />O CERT.br (Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o no Brasil) acaba de divulgar o balan&ccedil;o de 2009 com um total de 358.343 incidentes reportados de janeiro a dezembro, com um aumento de 61,03% comparado a igual per&iacute;odo em 2008, outra informa&ccedil;&atilde;o preocupante &eacute; que desses incidentes 69,87% foram fraudes. <br /><br />Das tentativas de fraudes reportadas tivemos:<br />- 88,25% Direitos Autorais<br />- 8,79% Cavalos de Troia<br />- 2,50% P&aacute;ginas Falsas<br />- 0,46% outras<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Para evitar preju&iacute;zos &agrave;s empresas devido a problemas de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, seja de pequeno, m&eacute;dio ou grande porte, est&aacute; cada vez mais claro que o cuidado com a conscientiza&ccedil;&atilde;o dos colaboradores, a institui&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a, alinhadas com os objetivos do neg&oacute;cio, podem ser as melhores a&ccedil;&otilde;es dos gestores de TI.<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br />Esta tarefa nem sempre &eacute; f&aacute;cil, ou clara para esses gestores, que normalmente s&atilde;o respons&aacute;veis por muitas tarefas, dentre ajuda a usu&aacute;rios, atualiza&ccedil;&atilde;o de sistemas, manuten&ccedil;&atilde;o de hardware, etc,etc,etc... Como agir ent&atilde;o? O mais indicado &eacute; trabalhar com as melhores pr&aacute;ticas, por exemplo, utilizar a ISO NBR 27002 &ndash; Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o &ndash; T&eacute;cnicas de seguran&ccedil;a &ndash; C&oacute;digo de pr&aacute;tica para a gest&atilde;o da seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Esta norma possui 133 controles que v&atilde;o desde Pol&iacute;tica de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o at&eacute; Conformidade, passando por seguran&ccedil;a em Recursos Humanos. A utiliza&ccedil;&atilde;o de um roteiro pode facilitar este trabalho que dever&aacute; ser feito de forma integrada e planejada, dando gradativamente a empresa um n&iacute;vel de seguran&ccedil;a adequado as suas necessidades empresariais. <br /><br />O mais importante &eacute; elevar essa seguran&ccedil;a de forma gradativa e constante, para que a maturidade dos controles e dos usu&aacute;rios se eleve com equil&iacute;brio. N&atilde;o se consegue mudar a cultura de uma empresa imediatamente, mudan&ccedil;as r&aacute;pidas podem ser ilus&oacute;rias e criar a falsa sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a, uma das maiores armadilhas nesta &aacute;rea.Acredita-se que est&aacute; seguro o que na realidade n&atilde;o ocorre, podendo acontecer uma grande surpresa com um incidente de seguran&ccedil;a e preju&iacute;zos muitas vezes enormes.<br /><br />N&atilde;o devemos esquecer que em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio aliar a tecnologia a processos.<br /><br /><em>* Emerson J. Beneton &eacute; diretor de Desenvolvimento e Inova&ccedil;&atilde;o da ABCTec.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1118</guid>
</item>
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	<title><![CDATA[Felipe Calixto - As ondas do mercado de ERP]]></title>
	<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1116</link>
    <description><![CDATA[A ado&ccedil;&atilde;o dos sistemas de gest&atilde;o empresarial come&ccedil;ou a ganhar for&ccedil;a no Brasil na d&eacute;cada de 90. No in&iacute;cio, o ERP (Enterprise Resource Planning) ou sistema integrado de gest&atilde;o empresarial, era um privil&eacute;gio das grandes empresas, mas, em pouco tempo, atingiu popularidade, e se tornou acess&iacute;vel tamb&eacute;m para as pequenas e m&eacute;dias. <br /><br />Hoje, dispor de um sistema de gest&atilde;o n&atilde;o &eacute; mais modismo, e sim uma necessidade para garantir a sobreviv&ecirc;ncia e o desenvolvimento dos neg&oacute;cios, tornando-os ainda mais competitivos e rent&aacute;veis.<br /><br />At&eacute; atingir esse patamar, ao longo dos anos, o mercado de ERP foi passando por diversas &quot;ondas&quot;.<br /><br />A primeira delas foi o desafio de integrar dados de diferentes departamentos. Os setores funcionavam, muitas vezes, com sistemas pr&oacute;prios e independentes, onde havia uma redund&acirc;ncia enorme de informa&ccedil;&otilde;es. Neste momento surgiram os famosos sistemas de gest&atilde;o empresarial, que integravam todas as &aacute;reas de uma empresa em uma mesma plataforma de trabalho, cruzando informa&ccedil;&otilde;es de diferentes fontes num &uacute;nico Banco de Dados. <br /><br />Essa evolu&ccedil;&atilde;o exigiu uma mudan&ccedil;a forte na cultura organizacional, j&aacute; que havia grande dificuldade para inserir seus funcion&aacute;rios, que at&eacute; ent&atilde;o trabalhavam isoladamente em seus departamentos, nos novos processos estabelecidos pelos sistemas integrados.<br /><br />Superada esta fase, iniciava-se uma segunda onda - transformar os dados em informa&ccedil;&otilde;es gerenciais. Para atingir esse est&aacute;gio, as empresas passaram por um processo de refinamento de seus cadastros e movimentos, tornando-os mais &iacute;ntegros e &uacute;teis, permitindo a cria&ccedil;&atilde;o de centenas de relat&oacute;rios e gr&aacute;ficos que possibilitaram aos gestores analisar a empresa sob diversos &acirc;ngulos.<br /><br />Com as informa&ccedil;&otilde;es integradas, os colaboradores j&aacute; habituados com as novas rotinas e uma infinidade de ferramentas gerenciais, surgiu a terceira onda, que foi marcada por muitos desafios, entre eles, conhecer e disseminar os fundamentos da administra&ccedil;&atilde;o e as t&eacute;cnicas de gest&atilde;o, para obter melhores resultados.<br /><br />Havia uma total falta de controle e, na grande maioria dos casos, falta de conhecimento sobre custeio de produtos, t&eacute;cnicas de estocagem, fluxo de caixa, ciclo financeiro e operacional, necessidade de capital de giro, EBITDA, an&aacute;lise de margem de contribui&ccedil;&atilde;o, ponto de equil&iacute;brio, etc. Muitas vezes as decis&otilde;es eram tomadas por pura intui&ccedil;&atilde;o, sem um embasamento concreto. Era comum o gestor agir sem planejamento e sem medir o reflexo de cada a&ccedil;&atilde;o no neg&oacute;cio. <br /><br />Nestes 20 anos acompanhando as empresas de perto pude presenciar, por exemplo, iniciativas para ampliar as vendas, colocadas em pr&aacute;tica ignorando o verdadeiro impacto dessa decis&atilde;o. A empresa ampliava seu estoque para vender mais, sem analisar se o mercado estava preparado para esse aumento da oferta. Isso aumentava seu prazo m&eacute;dio de estocagem, fazendo com que seu Ciclo Operacional ficasse mais longo e consequentemente aumentado sua Necessidade de Capital de Giro. Essa opera&ccedil;&atilde;o acabava for&ccedil;ando a empresa a recorrer a institui&ccedil;&otilde;es financeiras com taxas de juros que inviabilizavam seu neg&oacute;cio, antes vi&aacute;vel.<br /><br />Por fim, a onda atual da Mobilidade na Gest&atilde;o. Estamos vivendo a era em que o gestor necessita que a informa&ccedil;&atilde;o chegue no momento certo e de forma bastante objetiva. Ele n&atilde;o pode mais ter que busc&aacute;-la e nem tampouco gastar tempo em selecionar o que &eacute; &uacute;til. Muita informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o significa dom&iacute;nio do neg&oacute;cio. A informa&ccedil;&atilde;o certa no tempo certo &eacute; o grande desafio do gestor. Portanto, para conduzir o neg&oacute;cio com excel&ecirc;ncia, os executivos precisam de mobilidade, simplicidade, objetividade, pr&oacute;-atividade, seguran&ccedil;a, seletividade e, principalmente, velocidade. <br /><br />Com a mobilidade, os gestores podem ter acesso a informa&ccedil;&otilde;es operacionais e as que facilitam a tomada de decis&atilde;o, em tempo real. Entre elas, o cumprimento de meta de vendas ou margem de contribui&ccedil;&atilde;o da empresa, do vendedor, unidade ou regi&atilde;o; receita acumulada, clientes inadimplentes, desencaixes financeiros, previs&atilde;o para atingir o ponto de equil&iacute;brio, alerta de atrasos em projetos ou atendimentos, necessidade de manuten&ccedil;&atilde;o em m&aacute;quinas e equipamentos, etc..<br /><br />S&oacute; v&atilde;o surfar nessa onda, empresas que utilizarem solu&ccedil;&otilde;es com esta tecnologia e que estejam preparadas e dispostas a assimilar essas novas culturas. Por n&atilde;o se tratar de um &quot;pacote&quot; que sirva para todas as organiza&ccedil;&otilde;es, &eacute; importante contar com um fornecedor que ofere&ccedil;a tamb&eacute;m a consultoria especializada, que far&aacute; uma intensa an&aacute;lise e identifica&ccedil;&atilde;o da real necessidade. <br /><br />O mais interessante &eacute; constatar que todas essas gera&ccedil;&otilde;es convivem concomitantemente no HOJE, ou seja, temos uma infinidade de empresas na primeira onda vivendo e competindo com empresas na segunda, terceira e quarta ondas. A diferen&ccedil;a entre elas reflete no resultado: maior competitividade, maior rentabilidade, maior satisfa&ccedil;&atilde;o de seus clientes e melhor qualidade de vida para seus colaboradores e gestores.<br /><br /><em>*Felipe Calixto &eacute; diretor presidente da Sankhya.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1116</guid>
</item>
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	<title><![CDATA[Fábio Soto - Auditoria de TI]]></title>
	<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1115</link>
    <description><![CDATA[Com o grande n&uacute;mero de leis, normas e resolu&ccedil;&otilde;es de &oacute;rg&atilde;os e entidades de governos exigindo auditorias peri&oacute;dicas sobre controles internos, TI, balan&ccedil;os patrimoniais, esse servi&ccedil;o tem sido cada vez mais procurado por empresas de m&eacute;dio e grande porte.<br /><br />Existem v&aacute;rios tipos de auditoria, mas para facilitar vou citar tr&ecirc;s grupos: A auditoria externa (independente), a auditoria interna, e a auditoria de conformidade.<br /><br />O foco deste artigo &eacute; falar um pouco sobre a auditoria de controles de TI (tanto externa, interna ou de conformidade), assunto abordado no COBIT (processo ME2 do framework), e tamb&eacute;m na NBR ISO 27001 no item sobre auditorias internas do SGSI (sistema de gest&atilde;o de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o).<br /><br />O Cobit em seu processo ME2 (Monitorar e Avaliar Controles Internos) informa que &ldquo;Estabelecer um programa de controles internos efetivo para TI requer um processo bem definido de monitoramento. Esse processo inclui o monitoramento, resultados de auto-avalia&ccedil;&otilde;es, revis&otilde;es de terceiros e comunica&ccedil;&atilde;o de controles em n&atilde;o conformidade (atrav&eacute;s de relat&oacute;rios de auditoria, por exemplo). Um dos principais benef&iacute;cios do monitoramento de controles internos &eacute; prover garantias de que as opera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o eficientes e efetivas, e em conformidade com leis e regulamentos aplic&aacute;veis.&rdquo;<br /><br />J&aacute; a ISO 27001 informa que as empresas devem &ldquo;conduzir auditorias a intervalos planejados para determinar se os objetivos de controle, controles, processos e procedimentos de seguran&ccedil;a:<br /><br />a) obedecem aos requisitos da norma e &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o pertinente ou regulamentos;<br />b) obedecem aos requisitos de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o identificadas; <br />c) s&atilde;o efetivamente implementados e mantidos; <br />d) e s&atilde;o executados conforme esperado.&rdquo;<br /><br />A auditoria geralmente possui 4 etapas: Planejamento e prepara&ccedil;&atilde;o, Execu&ccedil;&atilde;o da auditoria, Report de resultados e Plano de a&ccedil;&atilde;o. Essas etapas tem como resultado alguns documentos de grande import&acirc;ncia para a empresa, pois eles contem informa&ccedil;&otilde;es sobre os riscos encontrados e a avalia&ccedil;&atilde;o desses riscos, os controles em conformidade ou n&atilde;o com normas, e recomenda&ccedil;&otilde;es de melhoria. Esses documentos s&atilde;o apresentados &agrave; &aacute;rea de TI e &agrave; administra&ccedil;&atilde;o da empresa.<br /><br />Al&eacute;m do relat&oacute;rio de auditoria funcionar como um &ldquo;mapa&rdquo; que mostra a dire&ccedil;&atilde;o a ser tomada pela &aacute;rea de TI, ele serve como um guia para auxiliar a administra&ccedil;&atilde;o no planejamento estrat&eacute;gico, e na prioriza&ccedil;&atilde;o de investimentos.<br /><br />Ap&oacute;s a auditoria &eacute; importante realizar follow-ups, ou seja, o acompanhamento peri&oacute;dico dos controles definidos e do plano de a&ccedil;&atilde;o. O follow-up nada mais &eacute; do que uma auditoria de revis&atilde;o, mas que &eacute; fundamental para dar continuidade ao processo. Uma observa&ccedil;&atilde;o pertinente sobre revis&atilde;o &eacute; que todas as normas recomendam o follow-up.<br /><br />Alguns dos benef&iacute;cios trazidos pela auditoria de ti, como o conhecimento dos ativos de informa&ccedil;&atilde;o e seus riscos, e a facilidade de prioriza&ccedil;&atilde;o de investimentos, s&atilde;o t&atilde;o importantes para a tomada de decis&atilde;o da empresa, que deveria ser realizada por todas as empresas, de todos os portes, e n&atilde;o somente por aquelas que t&ecirc;m obrigatoriedade por motivos de leis ou normas a serem atendidas.<br /><em><br />*F&aacute;bio Soto &eacute; diretor da consultoria Andrade Soto.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1115</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Leda Regina Blagevitch - Longevidade, a alma do negócio]]></title>
	<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1113</link>
    <description><![CDATA[Em tempos de relacionamentos fugazes, qualquer tipo de compromisso mais duradouro pode parecer &ldquo;d&eacute;mod&eacute;&rdquo;. Essa verdade quase absoluta cai por terra quando aplicada ao universo corporativo, especialmente no competitivo mercado de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de TI (Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o), que demanda por fornecedores com alta capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o, capazes de atuar nas mais diversas realidades empresariais. <br /><br />Com o amadurecimento do outsourcing de tecnologia, que conquista cada vez mais relev&acirc;ncia entre as empresas, a maneira de se relacionar com o cliente tamb&eacute;m evolui, &agrave; medida que se torna diferencial competitivo atender necessidades espec&iacute;ficas das organiza&ccedil;&otilde;es. A terceiriza&ccedil;&atilde;o, incontestavelmente, &eacute; encarada de forma estrat&eacute;gica e ocupa posi&ccedil;&atilde;o de destaque na agenda dos CIOs. Nesse cen&aacute;rio, fideliza&ccedil;&atilde;o torna-se a alma do neg&oacute;cio.<br /><br />Mas como estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o de longevidade? Infelizmente, n&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmulas prontas. Na verdade, a regra &eacute; justamente n&atilde;o ter regras. &Eacute; como um casamento, no qual cada casal encontra um denominador comum para que a rela&ccedil;&atilde;o flua sem maiores transtornos. Flexibilidade e transpar&ecirc;ncia, na vida pessoal e corporativa, s&atilde;o essenciais e benvindas. <br /><br />Depois da conquista do contrato, as empresas que atuam como prestadoras de servi&ccedil;o precisam enfrentar grandes desafios. Um deles &eacute; conseguir atender as expectativas do contratante, compreendendo com exatid&atilde;o suas necessidades e desejos, estabelecendo, paralelamente, uma rela&ccedil;&atilde;o de parceria, baseada na transpar&ecirc;ncia e no di&aacute;logo. <br /><br />A tarefa, como vemos, n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil, mas essencial para a constru&ccedil;&atilde;o de uma rela&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e marcada pela longevidade. Equipes motivadas, que tenham foco no neg&oacute;cio do cliente, com profissionais perseverantes e incans&aacute;veis na busca da excel&ecirc;ncia operacional tamb&eacute;m s&atilde;o elementos essenciais na fideliza&ccedil;&atilde;o de contratos. Afinal, a longevidade de uma organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado de relacionamentos de alta qualidade.<br /><br />Sem sombra de d&uacute;vidas, o melhor cart&atilde;o de visitas para incrementar a carteira de clientes &eacute; a opini&atilde;o positiva do contratante a respeito da atua&ccedil;&atilde;o do fornecedor. Vale dizer que o segmento de TI, nesse momento p&oacute;s-crise, continua oferecendo boas possibilidades de neg&oacute;cios, j&aacute; que de maneira geral as empresas t&ecirc;m feito um uso mais intensivo de tecnologia.<br /><br />Os n&uacute;meros comprovam esse cen&aacute;rio. Segundo pesquisa da consultoria ASM &ndash; Applied Scientific Methods, em 2008 o mercado de outsourcing atingiu a cifra de R$ 15,8 bilh&otilde;es e nesse ano o setor ter&aacute; um crescimento de 12%, fechando com R$ 17,7 bilh&otilde;es em receita. J&aacute; para 2010, a cifra tende a chegar em R$ 20,4 bilh&otilde;es e daqui a cinco anos, em 2013, a estimativa de faturamento &eacute; de R$ 31,4 bilh&otilde;es. <br /><br />Diante desse amadurecimento do setor, sair&atilde;o na frente as empresas que consigam quebrar paradigmas, oferecer respostas r&aacute;pidas e, acima de tudo, surpreender positivamente seu cliente. Para tanto, &eacute; necess&aacute;rio que haja flexibilidade por parte do contratante, demonstrando facilidade para colocar em pr&aacute;tica mudan&ccedil;as e adequa&ccedil;&otilde;es. Disciplina, metodologia e obstina&ccedil;&atilde;o, estrategicamente planejadas, trazem e perpetuam a longevidade. Afinal, como j&aacute; afirmado pelo saudoso Rolim Amaro, &ldquo;a diferen&ccedil;a entre o teimoso e o obstinado s&oacute; pode ser o sucesso&rdquo;. Vamos a ele!<br /><br /><em>* Leda Regina Blagevitch &eacute; diretora de novos neg&oacute;cios da Asyst International.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1113</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Roberto Carlos Mayer - Que esperar para 2010]]></title>
	<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1114</link>
    <description><![CDATA[Este artigo est&aacute; sendo escrito na virada de 2009 para 2010. &Eacute;poca de balan&ccedil;o e avalia&ccedil;&atilde;o de expectativas. 2009 se iniciou no auge das expectativas negativas, em fun&ccedil;&atilde;o dos efeitos da crise financeira internacional. <br /><br />2010 inicia com expectativas mais otimistas, na vis&atilde;o da maioria dos analistas e economistas. No Brasil, em particular, o otimismo &eacute; t&atilde;o forte que o Banco Central j&aacute; prev&ecirc; aumento de juros ao longo de um ano em que teremos Copa do Mundo e elei&ccedil;&otilde;es majorit&aacute;rias.<br /><br />Prefiro chamar a aten&ccedil;&atilde;o para o fato que esta &uacute;ltima crise ter&aacute; efeitos por muito tempo: ela n&atilde;o foi uma crise &quot;passageira&quot;, mas consequencia de um v&iacute;cio estrutural: o mundo financeiro estava baseado em opera&ccedil;&otilde;es sem &quot;sustentabilidade&quot;. As reformas na legisla&ccedil;&atilde;o financeira, no mundo todo, assim como os cuidados que cada um de n&oacute;s tem na gest&atilde;o de seus or&ccedil;amentos de TI, s&atilde;o facetas dessa nova realidade. Jamais voltaremos a operar como &quot;antes da crise&quot;! <br /><br />Esta percep&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se limita ao Brasil, mas se aplica aos pa&iacute;ses desenvolvidos e aos &quot;outros&quot; (assim evito mais uma pol&ecirc;mica!). Constatei isso com meus pr&oacute;prios olhos, em v&aacute;rias viagens internacionais, representando a Assespro e a TI do Brasil no Exterior.<br /><br />A imagem da TI brasileira no Exterior vem crescendo de forma significativa. O setor de TI na Europa est&aacute; mais atento ao Brasil que outros setores da economia. Apenas uma prova: em outubro fui feito portavoz da Bitkom, associa&ccedil;&atilde;o alem&atilde; das empresas de TICs, para trazer ao Brasil o convite para sermos pa&iacute;s convidado oficial da Cebit em 2011 ou 2012.<br /><br />Ao mesmo tempo, na esfera dom&eacute;stica, n&atilde;o foi poss&iacute;vel avan&ccedil;ar na melhoria do marco regulat&oacute;rio. O lan&ccedil;amento da marca &quot;Brasil IT+&quot;, a&ccedil;&atilde;o conjunta de todo o setor de TI com apoio do Poder Executivo, &eacute; fruto dos trabalhos do primeiro semestre no Forum de Competitividade do setor. No segundo semestre, este Forum n&atilde;o chegou a ser convocado.<br /><br />Tamb&eacute;m n&atilde;o passamos de resultados m&iacute;nimos no que diz respeito &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o legislativa. O Congresso teve sua imagem arranhada por crises pol&iacute;ticas ao longo do ano, e n&atilde;o soube produzir resultados concretos para superar a situa&ccedil;&atilde;o. As leis para o Pr&eacute;-Sal ficaram para 2010, possivelmente o Or&ccedil;amento da Uni&atilde;o tamb&eacute;m fique, e a partir de abril de 2010 teremos o recesso &quot;branco&quot; t&iacute;pico de anos de campanha eleitoral. Nessa esfera, 2010 ser&aacute; um ano excelente para planejarmos o que queremos a partir de 2011!<br /><br /><em>* Roberto Carlos Mayer &eacute; diretor da MBI, presidente da Assespro S&atilde;o Paulo e membro do conselho da Assespro Nacional.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Felipe Botto - Reduzir os custos de TI sem destruir valor]]></title>
	<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1112</link>
    <description><![CDATA[As organiza&ccedil;&otilde;es est&atilde;o continuamente sob press&atilde;o para controlar, otimizar e/ou reduzir seus investimentos e despesas em TI e agora, mais do que nunca, com atual conjuntura econ&ocirc;mica. <br /><br />No entanto, a redu&ccedil;&atilde;o dos custos deve sempre ser criteriosamente analisada na perspectiva de valor da empresa, pensando que uma redu&ccedil;&atilde;o de custos ou n&atilde;o continuidade de projeto pode prejudicar uma performance da &aacute;rea comercial, um servi&ccedil;o de atendimento ao cliente ou uma inefici&ecirc;ncia operacional, afetando diretamente na linha de receita e a imagem da empresa perante o mercado.<br /><br />O desafio para a maioria dos CIOs est&aacute; na forma de reduzir custos sem impactar negativamente o valor entregue aos seus clientes internos e externos, a fim de preservar a capacidade da organiza&ccedil;&atilde;o de operacionaliza&ccedil;&atilde;o do presente e visualiza&ccedil;&atilde;o do futuro.<br />&nbsp;<br />A resposta a este desafio exige um levantamento e avalia&ccedil;&atilde;o de todo o cat&aacute;logo de servi&ccedil;os que a Tecnologia fornece aos seus clientes, para entender o custo da presta&ccedil;&atilde;o de cada servi&ccedil;o, bem como o valor entregue - uma avalia&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica do custo e valor para obter um baseline e identificar a&ccedil;&otilde;es de curto e m&eacute;dio prazo, de acordo com as prioridades e estrat&eacute;gia empresarial (vale ressaltar que a maioria dos baselines n&atilde;o contempla uma s&eacute;ria de itens que afetam seriamente numa tomada decis&atilde;o: m&eacute;dia de 15% a menos do valor real).<br /><br /><strong>Foco no custo</strong> <br /><br />A chave para os custos de TI &eacute; a transpar&ecirc;ncia: quem est&aacute; fornecendo o qu&ecirc;, para quem, quais as medi&ccedil;&otilde;es, por quanto e por quanto tempo. Ultimamente, a maior parte dos custos TI deveria estar diretamente atrelada aos servi&ccedil;os oferecidos. A abordagem ABC (Activity-Based Costing) ajuda a estabelecer uma liga&ccedil;&atilde;o entre as despesas e a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, tra&ccedil;ando um monitoramento de custos contra atividade.<br /><br />Idealmente, todos os componentes de um servi&ccedil;o de TI devem ser sistematicamente identificados, avaliadas e documentadas, de modo a que haja granularidade suficiente para compreender o potencial de redu&ccedil;&atilde;o de custos e permitir que os custos de servi&ccedil;o sejam medidos com precis&atilde;o.<br /><br />Se o cat&aacute;logo de servi&ccedil;o n&atilde;o pode ser compilado em detalhes, &eacute; importante focar nas &aacute;reas de suspeita de baixo valor agregado e priorizar estes para avalia&ccedil;&atilde;o mais detalhada. Foque na redu&ccedil;&atilde;o de custos que n&atilde;o est&aacute; contribuindo para a gera&ccedil;&atilde;o de valor ou que s&atilde;o elevados em compara&ccedil;&atilde;o ao valor oferecido.<br /><strong><br />Foco no Valor</strong><br />&nbsp;<br />As organiza&ccedil;&otilde;es ter&atilde;o de estar prontos para um aumento de demanda quando a economia voltar a sua plenitude novamente (ou at&eacute; mesmo no momento atual, como forma de diferencial competitivo entre todas as outras que estagnaram ou diminu&iacute;ram sua velocidade de expans&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o) e, portanto, &eacute; essencial dar prioridade sobre o valor oferecido por TI, bem como o custo do servi&ccedil;o.<br /><br />Para compreender uma parcela disso, capture sua demanda presente e futura de servi&ccedil;os de forma rigorosa e abrangente e distribua seu or&ccedil;amento dentro de seu portf&oacute;lio de projetos. Os maiores investimentos ou percentual de dedica&ccedil;&atilde;o est&atilde;o para os projetos de maior valor para empresa? Lembrando que o valor n&atilde;o necessariamente &eacute; medido apenas pelo ROI ou EVA, e sim, uma combina&ccedil;&atilde;o de indicadores, diante de muitos projetos terem seu retorno em inova&ccedil;&atilde;o, diferencial competitivo, imagem, quest&otilde;es regulat&oacute;rias, etc. <br /><br />Definir indicadores-chave de retorno e desempenho de TI &eacute; essencial na prioriza&ccedil;&atilde;o de projetos e, paralelamente, na exclus&atilde;o de projetos. Ap&oacute;s o baseline detalhado e indicadores definidos, o trabalho fica inteiramente na an&aacute;lise financeira e estrat&eacute;gica da empresa. Diante da situa&ccedil;&atilde;o, segue uma lista de oportunidades que poder&atilde;o ser analisadas para adequa&ccedil;&atilde;o de seu custo e valor:<br /><strong><br />Oportunidades de curto prazo</strong><br /><br />- Cancelar ou adiar a&ccedil;&otilde;es de baixa prioridade para que os recursos financeiros sejam direcionados aos projetos de maior retorno, diferencial competitivo ou quest&atilde;o legal. <br /><br />- Melhorar o desempenho na entrega, para que projetos reflitam os benef&iacute;cios esperados dentro do or&ccedil;amento aprovado (investimento em toda a cadeia de desenvolvimento, desde a assinatura da especifica&ccedil;&atilde;o funcional ao processo de testes, homologa&ccedil;&atilde;o e entrada em produ&ccedil;&atilde;o).<br /><br />- Eliminar softwares subutilizados e/ou inativos (licen&ccedil;a e manuten&ccedil;&atilde;o). O mesmo deve ser feito no invent&aacute;rio de equipamentos.<br /><br />- Estruturar um projeto de limpeza de dados (para evitar os constantes investimentos em storage sem necessidade) e em paralelo uma an&aacute;lise de storage on demand.<br /><br />- Avaliar o processo de mudan&ccedil;a, uma reorganiza&ccedil;&atilde;o ou requalifica&ccedil;&atilde;o de pessoal. Segundo o Gartner, os custos com m&atilde;o-de-obra s&atilde;o respons&aacute;veis por metade de um or&ccedil;amento t&iacute;pico de TI. A ado&ccedil;&atilde;o de processos padronizados no gerenciamento de TI, como os definidos no ITIL, pode gerar economias consider&aacute;veis por ajudar os funcion&aacute;rios a trabalhar com efici&ecirc;ncia.<br /><br />- Para os grandes demandadores ou prestadores de servi&ccedil;os de Atendimento / Call Center (principalmente os in-house), analisar a utiliza&ccedil;&atilde;o de agentes virtuais para atendimento mais din&acirc;mico e redu&ccedil;&atilde;o de custo (treinamento, contrata&ccedil;&atilde;o, alto turn-over, multas legais e aumento do parque - pela nova lei SAC). <br /><strong><br />Oportunidades de m&eacute;dio prazo</strong><br />&nbsp;<br />- Reveja seu portf&oacute;lio de aplica&ccedil;&otilde;es - Existem oportunidades de racionaliza&ccedil;&atilde;o, agrupamento de demanda e/ou de f&aacute;cil portabilidade para uma arquitetura / tecnologia mais barata ou adapt&aacute;vel ? Dentro da revis&atilde;o de portf&oacute;lio, vale realizar uma adequa&ccedil;&atilde;o de fornecedores de caracter&iacute;stica semelhantes a aplica&ccedil;&otilde;es para garantir o custo apropriado de acordo com a prioridade e estrat&eacute;gia de cada aplica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />- Mover para arquiteturas padr&atilde;o, uma vez que estes normalmente proporcionam um menor custo total de propriedade - em termos de licen&ccedil;as, suporte e manuten&ccedil;&atilde;o, comparada a m&uacute;ltiplas arquiteturas heterog&ecirc;neas.<br /><br />- Consolidar a infra-estrutura, quando poss&iacute;vel, e considerar todas as formas de aquisi&ccedil;&atilde;o / utiliza&ccedil;&atilde;o. Transi&ccedil;&atilde;o para a melhor rela&ccedil;&atilde;o custo-efic&aacute;cia das infra-estruturas t&eacute;cnicas, tais como Thin-client, servidores virtuais, e Storage area networks, e explorar oportunidades de usar software de fonte aberta ou migrar para SaaS e DaaS.<br /><br />- Consolida&ccedil;&atilde;o de servidores em um n&uacute;mero menor e/ou mais potente, atrav&eacute;s de troca, consolida&ccedil;&atilde;o ou utiliza&ccedil;&atilde;o de um software de virtualiza&ccedil;&atilde;o. Indiretamente, a a&ccedil;&atilde;o refletir&aacute; em economia de espa&ccedil;o, energia e emiss&atilde;o de carbono (ref. Green IT).<br /><br />- Procure oportunidades para adotar um modelo de servi&ccedil;os compartilhados, removendo duplicar atividades e realizar economias de escala, mantendo pelo menos a mesma qualidade de servi&ccedil;o.<br /><br />- Ser uma refer&ecirc;ncia de um player de tecnologia, compartilhando o custo de implanta&ccedil;&atilde;o com o fornecedor e, futuramente, poder receber de taxas de licenciamento para os demais clientes desse player, al&eacute;m de negociar melhor as tarifas de manuten&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;os.<br /><br />- Questione seu modelo de servi&ccedil;o: <br />a) Criar um ambiente mais competitivo para que os prestadores de servi&ccedil;os tenham pre&ccedil;os economicamente mais competitivos, a fim de ganhar contratos<br />b) Assegurar a acordos comerciais que incorporam alguma forma de melhoria cont&iacute;nua em que, ao longo do tempo, espera-se que entregar mais por menos<br />c) Adotar modelo de risco / recompensa, al&eacute;m de incluir cl&aacute;usulas de escalabilidade, prevendo a diminui&ccedil;&atilde;o ou acr&eacute;scimo dos servi&ccedil;os contratados.<br />d) Inserir cl&aacute;usulas de sucess-fee na implanta&ccedil;&atilde;o de grandes projetos, de acordo os benef&iacute;cios descritos nos business cases apresentados pelos prestadores.<br /><br /><strong>Conclus&atilde;o</strong> <br /><br />Antes de executar um programa de redu&ccedil;&atilde;o de custos, realize o baseline dos custos atuais e do valor entregue. Isto permitir&aacute; medir melhorias contra o status quo. Maximizar retorno sobre o investimento se manter&aacute; com uma quest&atilde;o cont&iacute;nua mesmo com todos os custos reduzidos. <br /><em><br />* Felipe Botto &eacute; Diretor da Atos Consulting.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Felipe Botto - Dicas para implantar a TI Verde com foco na redução de custos]]></title>
	<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1110</link>
    <description><![CDATA[Com o impulso para as empresas pela ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de &ldquo;eco-friendly&rdquo;, l&iacute;deres de TI est&atilde;o buscando maneiras de levar as tecnologias mais ambientalmente respons&aacute;veis para suas organiza&ccedil;&otilde;es. Os grandes pilares da TI verde (Green IT) incluem: minimizar o uso de materiais perigosos, maximizar a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, e promover a reciclagem e / ou utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos biodegrad&aacute;veis - sem afetar negativamente a produtividade. Veja algumas formas de implantar essas a&ccedil;&otilde;es em sua organiza&ccedil;&atilde;o, sem perder o foco na redu&ccedil;&atilde;o de custos. <br /><strong><br />Compra de hardware eficiente de energia </strong><br />Novas ofertas de fornecedores de hardware incluem notebooks, desktops e servidores que atendem &agrave;s diretrizes da Energy Star para menor consumo de energia. Consultando o site da EPEAT (www.epeat.net) &eacute; poss&iacute;vel verificar a classifica&ccedil;&atilde;o e desempenho ambiental de cada hardware. Outro ponto &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o de processadores multicore, que aumentam a capacidade de processamento sem aumentar substancialmente o uso de energia.<br /><strong>&nbsp;<br />Tecnologia de gerenciamento de energia </strong><br />Os sistemas operacionais modernos, rodando em Advanced Configuration and Power Interface (ACPI), incorporaram sistemas de poupan&ccedil;a de energia que permitem configurar monitores e discos r&iacute;gidos para desligar ap&oacute;s um determinado per&iacute;odo de inatividade. Os sistemas podem ser configurados tamb&eacute;m para hibernar quando n&atilde;o em uso e depois seguem para o desligamento da esta&ccedil;&atilde;o.<br /><strong>&nbsp;<br />Virtualiza&ccedil;&atilde;o para consolidar servidores</strong> <br />Sua empresa pode reduzir o n&uacute;mero de servidores f&iacute;sicos e, portanto, o consumo de energia, usando a tecnologia de virtualiza&ccedil;&atilde;o para executar v&aacute;rias m&aacute;quinas virtuais em um &uacute;nico ou poucos servidores f&iacute;sicos. Como muitos servidores s&atilde;o severamente subutilizados (em muitos casos, de 10 a 20% de utiliza&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia), a economia pode ser dram&aacute;tica. VMWare, parceira mundial da Atos Origin, alega que a sua infra-estrutura virtualizada pode diminuir os custos de energia em at&eacute; 75%. <br /><strong><br />Redu&ccedil;&atilde;o de temperatura nos Data Centers</strong><br />Considerar o uso de tecnologias de energia alternativa para economia de energia e estabiliza&ccedil;&atilde;o de temperatura (investimentos nessa &aacute;rea t&ecirc;m seu payback em menos de 1 ano). Al&eacute;m dos sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o, outro fator priorit&aacute;rio est&aacute; na escolha de locais com temperatura m&eacute;dia mais baixa (ex: novo Data Center da Google no Alaska, com o maior &iacute;ndice de otimiza&ccedil;&atilde;o de energia dos Estados Unidos)<br /><strong><br />Uso de thin clients para reduzir uso de energia GPU </strong><br />Outra forma de reduzir a quantidade de energia consumida por computadores &eacute; a implanta&ccedil;&atilde;o thin clients, principalmente para novas unidades de neg&oacute;cio, fabris ou start-ups (pois a migra&ccedil;&atilde;o para o novo modelo em grandes parques gera investimentos consider&aacute;veis, n&atilde;o s&oacute; na compra dos terminais, mas na adapta&ccedil;&atilde;o de sistemas de gest&atilde;o). Thin client &eacute; tamb&eacute;m ecologicamente correto porque gera menos lixo eletr&ocirc;nico, n&atilde;o h&aacute; nenhum disco r&iacute;gido, menos mem&oacute;ria e menos componentes para serem tratadas no final do seu ciclo de vida.<br />&nbsp;<br /><strong>Utiliza&ccedil;&atilde;o mais eficiente pelos monitores </strong><br />Se sua empresa tem monitores CRT antigos em uso, substituindo-los com telas de LCD pode poupar at&eacute; 70 por cento nos custos de energia.&nbsp; No entanto, nem todos os monitores LCD s&atilde;o iguais quando se trata de consumo de energia (uma pesquisa mostrou diferen&ccedil;a de at&eacute; 38% de economia entre os mais vendidos).<br /><strong>&nbsp;<br />Reciclagem sistemas e fontes </strong><br />Dispositivos eletr&ocirc;nicos velhos podem ser reutilizados por pessoas de fora da empresa. Sua empresa pode doar velhos computadores e outros dispositivos ainda em condi&ccedil;&otilde;es de funcionamento para as escolas e organiza&ccedil;&otilde;es sem fins lucrativos, que aumentar&atilde;o a vida &uacute;til desses equipamentos. Al&eacute;m do aumento de utiliza&ccedil;&atilde;o, o processo fim deve ser pensado para diminuir o envio desses para os dep&oacute;sitos de lixo. Materiais como: cartuchos de impressora, telefones celulares e baterias podem facilmente ser reciclados. Alguns fabricantes de computadores, como a Dell, t&ecirc;m programas para ter de volta os computadores e perif&eacute;ricos para reciclagem.<br />&nbsp;<br /><strong>Redu&ccedil;&atilde;o do consumo de papel </strong><br />Economizar dinheiro e reduzir o impacto da sua empresa sobre o meio ambiente pode tamb&eacute;m ser feito com a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de papel. Pode ser feito migrando de um documento-base para um fluxo de trabalho eletr&ocirc;nico (workflow): cria&ccedil;&atilde;o, edi&ccedil;&atilde;o, visualiza&ccedil;&atilde;o e entrega de documentos em formato digital, em vez de formul&aacute;rio impresso e/ou enviando documentos digitalizados em anexos de e-mail em vez de fax. E quando a impress&atilde;o &eacute; inevit&aacute;vel, voc&ecirc; ainda pode reduzir o desperd&iacute;cio e economizar dinheiro, definindo as suas impressoras para usar duplex, instaladas distantes da base e com &ldquo;multas&rdquo; na avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho para impress&otilde;es deixadas na impressora. <br /><strong>&nbsp;<br />Conscientiza&ccedil;&atilde;o de seus profissionais (a grande barreira cultural) </strong><br />Para que tudo funcione, existe um grande esfor&ccedil;o de cada gestor, recursos humanos e endomarketing na educa&ccedil;&atilde;o e conscientiza&ccedil;&atilde;o dos profissionais para concretiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de um ambiente verde, come&ccedil;ando com simples campanhas de: desligar o computador no final do dia, avaliar a necessidade de uma impress&atilde;o, utiliza&ccedil;&atilde;o de garrafas de vidro ou squeezes pessoais, entre outros.<br /><br /><em>* Felipe Botto &eacute; diretor da Atos Consulting Brasil. </em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1110</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Henrique Flory - O empreendedorismo de baixa renda - por políticas públicas mais focadas e eficientes]]></title>
	<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1111</link>
    <description><![CDATA[No campo dos estudos sobre empreendedorismo, uma defini&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada um dos mais importantes divisores: &eacute; o conceito do empreendedorismo por necessidade versus o empreendedorismo por oportunidades. <br /><br />De modo geral, &quot;por necessidade&quot; &eacute; aquele empreendedor que n&atilde;o tinha outra escolha, ou seja, estava desempregado e sem alternativas, e assim iniciou seu empreendimento; por outro lado, o &quot;por oportunidade&quot; tinha outras escolhas, por exemplo, tinha um bom emprego, e lan&ccedil;ou-se no mundo do empreendedorismo por escolha pr&oacute;pria.<br /><br />Esta defini&ccedil;&atilde;o &eacute; extremamente importante para que possamos conhecer melhor o tipo de empreendedores de cada pa&iacute;s e regi&atilde;o, e assim o GEM (Global Entrepreneurship Monitor) a utiliza de forma intensa. Por exemplo, um pa&iacute;s com grande quantidade de empreendedores por necessidade tende a ter empresas que duram menos, fecham as portas com mais freq&uuml;&ecirc;ncia; pa&iacute;ses com maior quantidade de empreendedores por oportunidade apresentam empresas mais duradouras, mais voltadas &agrave; inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. <br /><br />Portanto, o GEM tenta medir se e como pa&iacute;ses est&atilde;o conseguindo transformar empreendedores por necessidade em empreendedores por oportunidade, e este &eacute; um trabalho s&eacute;rio e important&iacute;ssimo.<br /><br />Existe uma outra forma de se conceituar e medir o empreendedorismo, por&eacute;m, que pode ser muito mais &uacute;til ao se compreender e criar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas em pa&iacute;ses como o Brasil. &Eacute; a defini&ccedil;&atilde;o que proponho entre empreendedorismo de baixa renda versus empreendedorismo de alta renda. Ao contr&aacute;rio da primeira, que exige uma autodefini&ccedil;&atilde;o do entrevistado (voc&ecirc; se considera empreendedor por necessidade ou oportunidade?), o empreendedor de baixa renda pode ser encontrado por condi&ccedil;&otilde;es (medi&ccedil;&otilde;es) extr&iacute;nsecas, como o capital dispon&iacute;vel, o tipo de empresa a ser iniciado, etc. <br /><br />Um alto executivo, que quando demitido abre seu pr&oacute;prio neg&oacute;cio porque n&atilde;o encontra recoloca&ccedil;&atilde;o a altura, pode ser considerado um empreendedor por necessidade, mas n&atilde;o ser&aacute; jamais um empreendedor de baixa renda; apenas o seu conhecimento, acesso ao cr&eacute;dito e experi&ecirc;ncia j&aacute; o classificam como empreendedor de alta renda.<br /><br />N&atilde;o se trata aqui de repetir o conceito de micro-empresa e empresa pequena, m&eacute;dia e grande. O momento em que se define e encontra um empreendedor de baixa renda &eacute;, muitas vezes, anterior ao da cria&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio. Podemos dizer que o empreendedor de baixa renda, quando bem sucedido, &eacute; o criador de uma micro-empresa. Antes disso, por&eacute;m, ele passar&aacute; por v&aacute;rios outros est&aacute;gios, como o do neg&oacute;cio informal ou o do neg&oacute;cio cooperado, por exemplo.<br /><br />O empreendedor de baixa renda muitas vezes &eacute; tamb&eacute;m um empreendedor por necessidade, mas em importantes casos esta rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se verifica. Podemos ver, por exemplo, as dezenas de empreendedores de baixa renda que operam carrinhos de venda de refrigerantes, isot&ocirc;nicos e similares no Parque do Ibirapuera em S&atilde;o Paulo. Muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o microempres&aacute;rios, nem t&ecirc;m firma aberta, mas operam h&aacute; anos (&agrave;s vezes d&eacute;cadas) em seus neg&oacute;cios, e se voc&ecirc; lhes oferecer um emprego, ir&atilde;o recusar prontamente. S&atilde;o, certamente, empreendedores de baixa renda, mas agora por oportunidade. S&atilde;o pessoas que, mesmo sem forma&ccedil;&atilde;o, sem acesso a cr&eacute;dito, sem quase nada, em verdade, vislumbraram uma oportunidade e trabalham duro para explorar (no bom sentido) esta oportunidade, criando fam&iacute;lias e educando filhos, mostrando na pr&aacute;tica a viabilidade do empreender.<br /><br />Pergunte a estes empreendedores como as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas os apoiaram nestes anos todos e voc&ecirc; ter&aacute; uma resposta dura. &quot;As pol&iacute;ticas p&uacute;blicas sempre foram um estorvo para n&oacute;s&quot;, eles dir&atilde;o, citando as v&aacute;rias vezes em que tentaram tirar-lhes o direito de operar no Parque, ou criaram esta ou aquela dificuldade. Eles se organizaram em uma cooperativa, e o motivo principal n&atilde;o foi aproveitar uma oportunidade legal ou realizar compras em conjunto e assim conseguir melhores pre&ccedil;os. O motivo principal foi lutarem contra as investidas das &quot;pol&iacute;ticas p&uacute;blicas&quot;.<br /><br />Apenas conseguindo entender e encontrar quem &eacute; este tipo de brasileiro e brasileira, exemplificados no caso acima, &eacute; que poderemos desenhar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que superem o simples assistencialismo e incentivem o m&eacute;rito e o esfor&ccedil;o pessoal, em um n&iacute;vel nunca antes alcan&ccedil;ado pelas estrat&eacute;gias convencionais no Brasil.<br /><br />Pequenas mudan&ccedil;as conceituais podem nos ajudar grandemente quando precisamos montar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas focadas no p&uacute;blico correto e efetivas em suas realiza&ccedil;&otilde;es. A mudan&ccedil;a na defini&ccedil;&atilde;o e as formas de se encontrar e estimular o empreendedor de baixa renda pode trazer, a S&atilde;o Paulo e ao Brasil, uma nova forma de se montar e gerenciar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de apoio ao empreendedor de baixa renda, agora livre da pecha de &quot;coitado&quot; e &quot;necessitado&quot;; e trazer a estes empreendedores as condi&ccedil;&otilde;es para crescerem e se consolidarem. Muito diferente de fazer com que se unam somente para lutar contra as injusti&ccedil;as do Estado, do Governo e das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas equivocadas.<br /><br /><em>* Henrique Flory &eacute; consultor em empreendedorismo e autor do livro &quot;Transformando necessidades em oportunidades&quot;.</em>]]></description>

	
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<item>
	<title><![CDATA[Luiz Pagnez - Os melhores meses para procurar emprego]]></title>
	<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1108</link>
    <description><![CDATA[A afirma&ccedil;&atilde;o de que o ano s&oacute; come&ccedil;a depois do Carnaval &eacute; bastante comum. E existe alguma l&oacute;gica no racioc&iacute;nio, uma vez que muitos profissionais optam por sair em f&eacute;rias no in&iacute;cio do ano, aproveitando o per&iacute;odo de recesso escolar. Al&eacute;m disso, gastos extraordin&aacute;rios como IPVA, IPTU e as primeiras parcelas das compras natalinas, por exemplo, derrubam o planejamento financeiro de muitas pessoas. <br /><br />Com isso, o mais comum seria esperar que mudan&ccedil;as profissionais n&atilde;o estivessem entre as prioridades durante esse per&iacute;odo. Entretanto, n&atilde;o &eacute; o que usualmente observamos. Durante a pausa para reavaliar o ano que passou &eacute; que s&atilde;o identificadas as poss&iacute;veis melhorias para o pr&oacute;ximo. Alguns fazem planos de retomar os estudos, outros pensam em dedicar mais tempo &agrave; fam&iacute;lia, e assim por diante. E dentre esses novos objetivos &eacute; que as mudan&ccedil;as profissionais aparecem.<br /><br />Em geral, &eacute; no primeiro trimestre que observamos o maior volume de profissionais em busca de sites de carreiras e recoloca&ccedil;&atilde;o na Internet. &Eacute; neste per&iacute;odo tamb&eacute;m que as empresas est&atilde;o colocando novos projetos em andamento. Com os or&ccedil;amentos renovados, muitos planos que foram adiados pela chegada do fim do ano come&ccedil;am a andar, o que gera a contrata&ccedil;&atilde;o de novos profissionais. Com isso, o mercado se aquece em diversas &aacute;reas, pois muitos daqueles que estavam trabalhando aceitam novos desafios, abrindo mais espa&ccedil;o para quem est&aacute; desempregado. <br /><br />O ano de 2010 ainda ter&aacute; outra particularidade, que, certamente, contribuir&aacute; para o aquecimento do mercado. Com a crise financeira que assolou os dois anos anteriores, muitas empresas adiaram seus investimentos e reduziram seus n&iacute;veis de atividades. Mesmo a aparente melhora no final de 2009 n&atilde;o foi suficiente para reduzir os &iacute;ndices de desemprego, o que mostra a exist&ecirc;ncia de uma demanda reprimida. Com isso, a expectativa &eacute; que as empresas aumentem seu ritmo de contrata&ccedil;&otilde;es nos primeiros tr&ecirc;s meses do ano.<br /><br />Ent&atilde;o, para quem est&aacute; pensando em dar novos rumos &agrave; carreira, seguem algumas dicas:<br /><br />- N&atilde;o espere passar o carnaval para come&ccedil;ar a procurar emprego. Alguns processos seletivos podem durar meses, fazendo com que os curr&iacute;culos enviados em janeiro comecem a render frutos em fevereiro e mar&ccedil;o;<br /><br />- Se voc&ecirc; busca um est&aacute;gio, &eacute; uma boa oportunidade para sair na frente. Isso porque muitos estudantes devem esperar a volta &agrave;s aulas para come&ccedil;ar sua procura, diminuindo a concorr&ecirc;ncia no in&iacute;cio do ano;<br /><br />- Reforce o seu networking, pois muitos novos projetos costumam ser divulgados internamente antes de se procurar profissionais no mercado;<br /><br />- Divulgue para o mercado a sua disponibilidade. Ningu&eacute;m saber&aacute; que voc&ecirc; est&aacute; buscando emprego, se voc&ecirc; n&atilde;o informar.<br /><br />Passados Natal e Ano Novo, atualize o seu curr&iacute;culo e fique de olhos abertos para as oportunidades. Boa Sorte!<br /><br /><em>* Luiz Pagnez &eacute; diretor do Emprego Certo.</em>]]></description>

	
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