<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<rss version="2.0">
<channel>
<title>Baguete - Tecnologia e Informação - Jornalismo empresarial digital</title>
<link>http://www.baguete.com.br/</link>
<description>Todo o conteúdo do Baguete Diário.</description>
<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 14:25:58 -0200</pubDate>
<generator>Baguete</generator>
<image>
	<title>Baguete Diário</title>
	<width>139</width>
	<height>70</height>
	<link>http://www.baguete.com.br/</link>
	<url>http://www.baguete.com.br/media/image/logo-rss.gif</url>
</image>
<language>pt-br</language>
<webMaster>suporte@agenciainternet.com.br</webMaster>

<item>
	<title><![CDATA[Resource anuncia mais de 200 vagas]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:55:05 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513975</link>
    <description><![CDATA[A Resource, integradora de solu&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os de TI, anuncia a abertura de mais de 200 vagas para profissionais do setor tecnol&oacute;gico.<br /><br />As oportunidades s&atilde;o para profissionais de toda a cadeia de tecnologia e com conhecimentos, principalmente, em ambiente Mainframe (Cobol, CICS, VSAM, DB2), Cliente Server e Web (Java/J2EE e Dot.Net).<br /><br />H&aacute; vagas tamb&eacute;m para profissionais da &aacute;rea de telecomunica&ccedil;&otilde;es com experi&ecirc;ncia em redes de dados Lan, Wan, TCP/IP, BGP, OSPF, EIGRP, roteadores e switches da Cisco, ambientes de telefonia fixa, PABX (Avaya, Siemens, Cisco, Nortel), correio de voz, Cisco Call Manager, Cisco Voice Gateway, IP Telephony, Cisco Unity, conex&otilde;es entre Gateways Cisco e PABX, MGCP, CUOM, CTI e IVR.<br /><br />A empresa oferece plano de carreira, com investimentos em treinamentos, cursos de forma&ccedil;&atilde;o de lideran&ccedil;a e reciclagem e certifica&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Interessados devem enviar curr&iacute;culo pelo site relacionado abaixo, que tamb&eacute;m possui informa&ccedil;&otilde;es adicionais sobre os cargos dispon&iacute;veis e requisitos.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513975</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Baguete Bola: o que vem aí no Gauchão?]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:53:27 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513974</link>
    <description><![CDATA[Marcelo Figueiredo, diretor da Radioativa, e Ricardo Prates Moraes, consultor em web marketing e diretor da ag&ecirc;ncia e-market, debatem nesta edi&ccedil;a&otilde; do Baguete Bola as perspectivas para o final do primeiro turno do Campeonato Ga&uacute;cho.<br /><br />Os dois tamb&eacute;m debatem a goleada do Gr&ecirc;mio por 5X1 sobre o Universidade, al&eacute;m do 2X1 do Internacional sobre o Avenida no domingo, 07.<br /><br />Confira o podcast pelos reprodutores linkados acima e abaixo desta mat&eacute;ria.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513974</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Portugal Telecom adquire paulista GPTI]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 13:37:09 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513972</link>
    <description><![CDATA[A Portugal Telecom (PT) anuncia nesta ter&ccedil;a-feira, 09, a aquisi&ccedil;&atilde;o da paulista GPTI, empresa voltada a desenvolvimento de sistemas, gest&atilde;o de ambientes e infra-estrutura de TI, aplicativos, processos de neg&oacute;cios, BPO e treinamento.<br />&nbsp;<br />Segundo comunicado enviado &agrave; imprensa, a aquisi&ccedil;&atilde;o enquadra-se na  estrat&eacute;gia da PT de consolidar e refor&ccedil;ar a sua presen&ccedil;a no Brasil e  investir em ativos em que a possa acrescentar valor e que possam  complementar seu portf&oacute;lio atual.<br /> <br /> Al&eacute;m disso, a aquisi&ccedil;&atilde;o da GPTI e sua integra&ccedil;&atilde;o &agrave; Dedic permitir&aacute; que a  empresa de Portugal crie um player integrado no setor de SI/TI e Business Process Outsourcing no Brasil.<br /> <br />A aquisi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; conclu&iacute;da atrav&eacute;s da emiss&atilde;o de a&ccedil;&otilde;es pela Dedic, subsidi&aacute;ria brasileira da Portugal Telecom.<br /><br />Na sequ&ecirc;ncia da aquisi&ccedil;&atilde;o, os acionistas atuais da GPTI deter&atilde;o uma posi&ccedil;&atilde;o de 12.5% no capital da Dedic. <br /><br />A GPTI est&aacute; no mercado h&aacute; 19 anos e cerca de 75% das suas receitas em 2009 (R$ 140 milh&otilde;es) &eacute; derivada de contratos recorrentes. <br /><br />A aquisi&ccedil;&atilde;o foi aprovada pelo Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o da PT e encontra-se sujeita, designadamente, a autoriza&ccedil;&otilde;es das autoridades brasileiras.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513972</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[IBM amplia equipe em 20% no Sul]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:57:09 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513971</link>
    <description><![CDATA[A IBM Brasil ampliou seus servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o e de suporte t&eacute;cnico, em 2009, nos estados do Paran&aacute;, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em fun&ccedil;&atilde;o das novas demandas, surgidas a partir de novas negocia&ccedil;&otilde;es e expans&atilde;o de contratos j&aacute; existentes, a empresa aumentou o n&uacute;mero de t&eacute;cnicos residentes em 20%, em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.<br /><br />As equipes, focadas em servi&ccedil;os de manuten&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&atilde;o a hardwares e softwares, tanto IBM quanto n&atilde;o-IBM, al&eacute;m de suporte t&eacute;cnico gerenciado, est&atilde;o baseadas em Curitiba, Ponta Grossa, Pato Branco, Londrina, Maring&aacute;, Cascavel e Foz do Igua&ccedil;u, no Paran&aacute;; Florian&oacute;polis, Itaja&iacute;, Joinville, Blumenau, Crici&uacute;ma, Ca&ccedil;ador, Videira e Chapec&oacute;, em Santa Catarina; e Porto Alegre, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Est&acirc;ncia Velha, Pelotas, Rio Grande, Carazinho, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, Santa Maria e Uruguaiana, no Rio Grande do Sul. <br /><br />Al&eacute;m disso, em cada estado tamb&eacute;m h&aacute; um estoque de pe&ccedil;as espec&iacute;fico para atender &agrave;s demandas, o que garante, por exemplo, o restabelecimento de sistemas afetados com mais agilidade. <br /><br />Conforme divulgado pela assessoria de imprensa da IBM, os times do Sul atenderam, em regime 24x7, a mais de 30 mil chamados na regi&atilde;o s&oacute; em 2009.<br /><br />Atualmente, grande parte dos clientes atendidos pela Big Blue em Santa Catarina, Paran&aacute; e Rio Grande do Sul &eacute; dos setores banc&aacute;rio, varejista, industrial e servi&ccedil;o p&uacute;blico, este &uacute;ltimo nas &aacute;reas de processamento de dados, energia el&eacute;trica, distribui&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e saneamento.<br /><br />Os chamados atendidos s&atilde;o para servidores, terminais de autoatendimento, terminais de ponto-de-venda, desktops, notebooks e equipamentos High End, como tapes, storages e CPUs.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513971</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[MSBS Tridea: novos contratos em cinco países]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:53:42 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513970</link>
    <description><![CDATA[O grupo empresarial MSBS Tridea anuncia nesta ter&ccedil;a-feira, 09, que fechou contratos de implanta&ccedil;&atilde;o da plataforma Dynamics NAV em cinco pa&iacute;ses, durante o m&ecirc;s de janeiro: Brasil, Argentina, M&eacute;xico, Chile e Estados Unidos.<br /><br />A a&ccedil;&atilde;o decorre da meta da MSBS Tridea de obter, a cada m&ecirc;s, 200 novos usu&aacute;rios do ERP da Microsoft at&eacute; dezembro de 2010.<br /><br />&ldquo;A demanda &eacute; alta, j&aacute; que as PMEs tamb&eacute;m presenciam um aumento na necessidade de gerenciar informa&ccedil;&otilde;es corporativas, ao mesmo tempo em que n&atilde;o podem contar com uma grande infraestrutura de TI&rdquo;, declara o diretor da divis&atilde;o NAV da MSBS Tridea, H&eacute;lio Costa.<br /><br />A plataforma da Microsoft &eacute; voltada para empresas de 20 a 200 funcion&aacute;rios, podendo ser implantada em redes com at&eacute; 50 computadores.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513970</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Sisnema lança curso prático de Cisco]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:45:51 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513969</link>
    <description><![CDATA[A Sisnema Inform&aacute;tica est&aacute; com inscri&ccedil;&otilde;es abertas para o curso pr&aacute;tico &ldquo;Roteadores Cisco&quot;, m&oacute;dulo preparat&oacute;rio para a certifica&ccedil;&atilde;o CCNA -Cisco Certified Network Associate.<br /><br />Composto por exerc&iacute;cios e laborat&oacute;rios pr&aacute;ticos, o treinamento ocorre entre 12 e 16 de abril, das 8h30 &agrave;s 12h30 e das 13h30 &agrave;s 17h30, na sede da empresa (Rua Washington Luiz, 820/601), em Porto Alegre.<br /><br />A forma&ccedil;&atilde;o tem dura&ccedil;&atilde;o de 40 horas e a proposta &eacute;, al&eacute;m de orientar os participantes para a prova de certifica&ccedil;&atilde;o, capacitar ao desenvolvimento e implementa&ccedil;&atilde;o de projetos em redes.<br /><br />Inscri&ccedil;&otilde;es e informa&ccedil;&otilde;es adicionais podem ser obtidas pelo e-mail trein@sisnema.com.br ou pelo telefone (51) 3226.4111.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513969</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[E-book grátis: mkt em empresas contábeis]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:24:06 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513968</link>
    <description><![CDATA[&ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o do Marketing de Servi&ccedil;os para Empresas Cont&aacute;beis Incluindo Internet&rdquo; &eacute; o tema do livro que Ricardo de Freitas, gerente de marketing da mineira Mastermaq Softwares, acaba de lan&ccedil;ar.<br /><br />Em 117 p&aacute;ginas, a proposta do livro &eacute; orientar o profissional cont&aacute;bil no uso de novas t&eacute;cnicas de marketing, inclusive no desenvolvimento da equipe interna (endomarketing) e na reten&ccedil;&atilde;o de clientes. <br /><br />A obra ainda traz dicas sobre redes sociais, programas de gest&atilde;o de relaciomento com o cliente e marketing pessoal, entre outros assuntos.<br /><br />O download da obra pode ser realizado de forma gratuita no link relacionado abaixo.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513968</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[OnSet: co-gestão para service desk]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:21:30 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513967</link>
    <description><![CDATA[A consultoria OnSet anuncia o lan&ccedil;amento do servi&ccedil;o Co-Gest&atilde;o em Service Desk, solu&ccedil;&atilde;o que coloca cliente e fornecedor de servi&ccedil;os de TI trabalhando lado a lado.<br /><br />Segundo a empresa, a novidade aloca dentro da companhia usu&aacute;ria de TIC profissionais com at&eacute; 20 anos de presen&ccedil;a no mercado, casos de sucesso em seu curr&iacute;culo e s&oacute;lida forma&ccedil;&atilde;o nas disciplinas de Melhores Pr&aacute;ticas de TI.<br /><br />A oferta OnSet de Co-Gest&atilde;o em ServiceDesk j&aacute; est&aacute; em a&ccedil;&atilde;o nas&nbsp; Pernambucanas,&nbsp; Riachuelo e Johnson&amp;Johnson. <br /><br />&ldquo;Este expert ser&aacute; o bra&ccedil;o direito do gerente de ServiceDesk da empresa usu&aacute;ria, atuando de modo a garantir que prazos ser&atilde;o cumpridos, or&ccedil;amentos ser&atilde;o obedecidos e os objetivos de cada projeto ser&atilde;o plenamente atingidos&rdquo;, detalha Paulo Solda, Diretor Comercial da OnSet. <br /><br />O time OnSet conta com profissionais treinados e certificados em ITIL, Cobit&nbsp; e PMP/PMI.&nbsp;]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513967</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[STF Troca rede ATM por Infovia IP]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 11:19:13 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513966</link>
    <description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal implementou uma nova estrutura de rede IP, al&eacute;m de promover upgrades em sua rede j&aacute; montada, para ampliar a qualidade do tr&aacute;fego e suportar aplica&ccedil;&otilde;es de dados, voz e v&iacute;deo em uma mesma estrutura.<br /><br />A reformula&ccedil;&atilde;o, que aumentou a velocidade do tr&aacute;fego na rede em dez vezes tanto para os funcion&aacute;rios do STF quanto para o p&uacute;blico externo, foi baseada na plataforma de comuta&ccedil;&atilde;o da Extreme Networks, infovia que interconecta, por meio de fibra &oacute;ptica, os tr&ecirc;s pr&eacute;dios do tribunal, em Bras&iacute;lia.<br /><br />O total de pontos ativos &eacute; de aproximadamente tr&ecirc;s mil, somando-se um contingente de 2,5 mil usu&aacute;rios (um por m&aacute;quina) e cerca de 500 pontos espec&iacute;ficos para impressoras.<br /><br />A infraestrutura abriga tamb&eacute;m os sites da TV Justi&ccedil;a e do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a.<br /><br />&ldquo;Entre as m&uacute;ltiplas aplica&ccedil;&otilde;es da rede, destacam-se o acesso r&aacute;pido &agrave; Internet e &agrave; Intranet, servi&ccedil;os de correio eletr&ocirc;nico, mensageria, transfer&ecirc;ncia de arquivos, sess&otilde;es de v&iacute;deo e de videoconfer&ecirc;ncia&rdquo;, afirma <br />Fl&aacute;vio Amorim, coordenador de Tecnologia do Supremo. &ldquo;A retaguarda de comunica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m viabiliza o acesso aos sistemas administrativos - RH, folha de pagamentos, etc - e judiciais - peti&ccedil;&otilde;es, tramita&ccedil;&atilde;o de processos, entre outros&rdquo;, acrescenta.<br /><br />Em um &uacute;nico m&ecirc;s, segundo ele, o STF mediu a passagem de acesso representando 1,4 milh&atilde;o de visitas ao site principal, com o n&uacute;mero de page views batendo em 9,135 milh&otilde;es. <br /><br />J&aacute; no site da TV Justi&ccedil;a, no mesmo per&iacute;odo foram registrados 172 mil visitas e 520 mil page views.<br /><br />&ldquo;Esse leque de aplica&ccedil;&otilde;es, portanto, depende criticamente da infra-estrutura de TI e de telecom existente para funcionar&rdquo;, destaca Amorim. &ldquo;Se a opera&ccedil;&atilde;o da rede for interrompida, n&oacute;s efetivamente paramos. &Eacute; pior do que ficar sem telefone&rdquo;, afirma.<br /><br /><strong>Informatiza&ccedil;&atilde;o processual</strong><br />Al&eacute;m disso, o backbone ganha mais import&acirc;ncia pelo fato de o STF estar passando por um momento de informatiza&ccedil;&atilde;o dos processos judiciais, com a elimina&ccedil;&atilde;o dos documentos em papel.<br /><br />&ldquo;O encaminhamento das peti&ccedil;&otilde;es se d&aacute; cada vez mais via Internet, com o emprego da certifica&ccedil;&atilde;o digital&rdquo;, acrescenta o coordenador de TI.<br /><br /><strong>Hist&oacute;rico de evolu&ccedil;&otilde;es</strong><br />Para apoiar este processo, a antiga infraestrutura precisou ser completamente trocada, conta Amorim.<br /><br />O STF utilizava, at&eacute; 2002, uma infovia ATM, com redes Ethernet que suportavam velocidade de 10 Mbps nas bordas.<br /><br />&ldquo;Havia gargalos no tr&aacute;fego, prejudicando diretamente o bom desempenho das atividades do Supremo&rdquo;, lembra ele. <br /><br />Em 2003, o tribunal optou pelo aluguel de novos equipamentos, projeto cuja licita&ccedil;&atilde;o foi vencida pela Extreme Networks. J&aacute; o trabalho de integra&ccedil;&atilde;o ficou a cargo da Siemens.<br /><br />A partir do core Gigabit, as pontas da rede foram municiadas com a tecnologia Fast Ethernet, oferecendo velocidade de 100 Mbps.<br /><br />&ldquo;Uma vez conclu&iacute;da a implanta&ccedil;&atilde;o e em decorr&ecirc;ncia dos recursos mais avan&ccedil;ados, houve uma melhora sens&iacute;vel na performance&rdquo;, observa o coordenador.<br /><br />J&aacute; em 2005, o STF fez um novo upgrade no parque instalado, desta vez optando por adquirir os equipamentos, os quais ap&oacute;s processo licitat&oacute;rio tamb&eacute;m foram fornecidos pela Extreme Networks, com servi&ccedil;os de integra&ccedil;&atilde;o da Damovo.<br /><br />Segundo o coordenador de TI do &oacute;rg&atilde;o federal, a iniciativa de compra se deveu &agrave; uma redu&ccedil;&atilde;o de custos das solu&ccedil;&otilde;es Gigabit Ethernet. <br />Nesta &eacute;poca, foram adquiridos dois switches de core Black Diamond 8810 e um lote de 80 switches de acesso Summit 200 (22 unidades com 24 portas e 58 unidades com 48 portas).<br /><br />Por&eacute;m, diante da necessidade de possuir uma rede &ldquo;full mesch&rdquo; e de expandir a malha de fibras &oacute;pticas para outros pontos dos tr&ecirc;s pr&eacute;dios do Supremo e facilitar a administra&ccedil;&atilde;o da infraestrutura, a equipe interna levou a cabo uma nova implementa&ccedil;&atilde;o entre o fim de 2007 e o in&iacute;cio de 2008.<br /><br /><strong>Economia com o cabeamento</strong><br />Foram, ent&atilde;o, instalados oito switches de distribui&ccedil;&atilde;o da Extreme Networks, do modelo Summit 450, agilizando a passagem das fibras entre os andares.<br /><br />Outra etapa foi conclu&iacute;da no final de 2008: o tribunal trocou todo o parque de switches de borda, substituindo os equipamentos Summit 200 pelo modelo Summit 250, do qual h&aacute; hoje um total de 100 unidades (a maioria de 48 portas).<br /><br />Os novos ativos vieram com a tecnologia Power over Ethernet, que otimiza o uso da eletricidade para implanta&ccedil;&atilde;o de dispositivos VoIP e wireless.<br /><br />Em um processo de migra&ccedil;&atilde;o gradual, a tecnologia VoIP, por sinal, tem substituido a opera&ccedil;&atilde;o da telefonia tradicional no STF.<br /><br />&ldquo;Sempre que houver expans&atilde;o das aplica&ccedil;&otilde;es de voz, vamos migrar para Voz sobre IP, que oferece um custo menor&rdquo;, revela Amorim. <br /><br />Para ele, outros benef&iacute;cios trazidos por todo o processo de evolu&ccedil;&atilde;o da infra de TI do Supremo s&atilde;o a robustez e a confiabilidade garantidas &agrave; rede. <br /><br />&ldquo;A rede est&aacute; com funcionamento est&aacute;vel, sem apresentar problemas. As paradas que ocorrem s&atilde;o agendadas, feitas apenas para manuten&ccedil;&atilde;o&rdquo;, ressalta o coordenador.<br /><br />Segundo ele, a gest&atilde;o geral da estrutura foi otimizada com a ado&ccedil;&atilde;o do EPICenter, ferramenta de monitora&ccedil;&atilde;o utilizada para a gest&atilde;o dos equipamentos da Extreme Networks.<br /><br />&ldquo;A partir de uma &uacute;nica tela, podemos visualizar toda a rede, detectando eventos como falhas em links ou n&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de portas&rdquo;, destaca. &ldquo;&Eacute; grande a facilidade de se gerar relat&oacute;rios gerenciais sempre que preciso&rdquo;, finaliza.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513966</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[CWI: vagas em SP e no RS]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:56:59 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513965</link>
    <description><![CDATA[A CWI Software est&aacute; com vagas abertas para atua&ccedil;&atilde;o em Porto Alegre, S&atilde;o Leopoldo, S&atilde;o Paulo e Barueri.<br /><br />Os interessados devem cadastrar curr&iacute;culo no site relacionado abaixo ou enviar e-mail para rh@cwi.com.br.<br /><br /><strong>Desenvolvedor .Net</strong> <strong>(02)</strong><br />- Atividades: desenvolvimento de sistemas utilizando a tecnologia .Net.<br />- Requisitos: desenvolvedor .Net pleno e experi&ecirc;ncia em WebService e banco de dados Oracle.<br />- Local de trabalho: Porto Alegre ou S&atilde;o Leopoldo.<br /><br /><strong>Desenvolvedor .Net (01)</strong><br />- Requisitos: perfil Pleno e conhecimentos em ASP.Net 2.0, C, Microsoft SQL Server 2005, WebServices, Windows Form, Crystal Reports.<br />- Local de trabalho: Porto Alegre.<br /><br /><strong>Desenvolvedor Java (01)</strong><br />- Requisitos: experi&ecirc;ncia no desenvolvimento de aplicativos WEB com Java e os frameworks Struts 1.2.9 e Hibernate 3.2.6, conhecimento de PL/SQL e desej&aacute;vel experi&ecirc;ncia com o framework Spring 2.5.<br />- Local de trabalho: S&atilde;o Leopoldo.<br /><strong><br />Desenvolvedor Java (01)</strong><br />- Requisitos: perfil Junior/Pleno, conhecimentos de Java/Java Swing, desej&aacute;vel conhecimento em PHP, .Net, VB, EJB, Hibernate e Banco de dados (Oracle, SQL Server).<br />- In&iacute;cio: imediato.<br />- Local de trabalho: S&atilde;o Leopoldo.<br /><strong><br />Desenvolvedor Oracle (02)</strong><br />- Principais atividades: desenvolvimento de sistemas na linguagem oracle.<br />- Requisitos: experi&ecirc;ncia de no m&iacute;nimo 1 ano em PLSQL, forms e reports.<br />- Local de trabalho: Porto Alegre.<br /><br /><strong>Estagi&aacute;ria de RH (01)</strong><br />- Requisitos: experi&ecirc;ncia em Recrutamento e Sele&ccedil;&atilde;o, desej&aacute;vel experi&ecirc;ncia em recrutamento de profissionais de TI, cursando faculdade de Administra&ccedil;&atilde;o ou Pedagogia Empresarial (noturno), disponibilidade para deslocamento entre unidades POA e SL.<br />- In&iacute;cio: a partir de fevereiro/2010.<br />- Local de trabalho: Porto Alegre/S&atilde;o Leopoldo.<br /><strong><br />Testador (01)</strong><br />- Principais Atividades: execu&ccedil;&atilde;o de testes funcionais a partir de documenta&ccedil;&atilde;o do projeto ou a partir de casos de teste definidos.<br />- Requisitos: experi&ecirc;ncia em teste de software, desej&aacute;vel experi&ecirc;ncia com o uso da ferramenta Selenium e elabora&ccedil;&atilde;o de casos de testes.<br />- Local de Trabalho: Porto Alegre.<br /><br /><strong>Analista Programador (02)</strong><br />- Principais Atividades: an&aacute;lise e desenvolvimento de sistemas.<br />- Requisitos: conhecimentos avan&ccedil;ados em .Net e SQL Server.<br />- Local de trabalho: Barueri - SP.<br /><strong><br />Analista Programador (05)</strong><br />- Principais Atividades: an&aacute;lise e desenvolvimento de sistemas.<br />- Requisitos: s&oacute;lida experi&ecirc;ncia em An&aacute;lise de Sistemas, experi&ecirc;ncia m&iacute;nima de 3 anos em Programa&ccedil;&atilde;o ASP.NET (C Sharp) e desej&aacute;vel conhecimento em OO.<br />- Local de trabalho: Barueri - SP.<br /><strong><br />Analista Programador (07)</strong><br />- Principais Atividades: an&aacute;lise e desenvolvimento de sistemas.<br />- Requisitos: s&oacute;lida experi&ecirc;ncia em An&aacute;lise de Sistemas, experi&ecirc;ncia m&iacute;nima de 3 anos em Programa&ccedil;&atilde;o ASP.NET (C Sharp), desej&aacute;vel conhecimento em OO, Nhibernate, HTML, CSS e Javascript.<br />- Local de trabalho: S&atilde;o Paulo - SP.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513965</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Positivo lança tudo-em-um de 18,4 polegadas]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:51:50 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513964</link>
    <description><![CDATA[A Positivo Inform&aacute;tica lan&ccedil;a o Positivo Union, novidade de sua linha de computadores tudo-em-um. <br /><br />A m&aacute;quina mede 18,4 polegadas e vem com placa de rede sem fio integrada, mouse e teclados sem fio, webcam, caixas de som e microfone embutidos.<br /><br />O computador pode ser usado na forma port&aacute;til, ou ser fixado a uma parede. Para tudo, s&oacute; um fio precisa ser ligado: cabo de for&ccedil;a.<br /><br />&ldquo;Os modelos da linha tudo-em-um t&ecirc;m um sistema de inclina&ccedil;&atilde;o de at&eacute; 90&deg; que permite ajustar a esta&ccedil;&atilde;o de acordo com o campo visual do usu&aacute;rio&rdquo;, explica C&eacute;sar Aymor&eacute;, diretor de Marketing da Positivo. &ldquo;Isso garante conforto mesmo ap&oacute;s horas de trabalho&rdquo;, complementa. <br /><br />A nova m&aacute;quina est&aacute; dispon&iacute;vel em duas vers&otilde;es, os modelos Positivo Union 820 e Positivo Union 860. <br /><br />O primeiro tem processador Intel Atom N270 (1,6 GHz, FSB 533 MHz, 512KB cache L2), Linux, disco r&iacute;gido de 320 GB, 2 GB de mem&oacute;ria RAM, acesso &agrave; rede wireless integrado (802.11b/g), placa de rede 10/100 Mbps, tela LCD de 18,4&rdquo; widescreen, leitor de cart&otilde;es MS, MS Pro, SD, MMC e webcam de 1,3 megapixel integrada. Vem tamb&eacute;m com BrOffice, antiv&iacute;rus e sistema de recupera&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica. Pre&ccedil;o sugerido: R$ 1.899.<br /><br />J&aacute; o Union 860 tem processador Intel Atom N270 (1,6 GHz, FSB 533 MHz, 512KB cache L2), Windows 7 Starter, disco r&iacute;gido de 320 GB, 2 GB de mem&oacute;ria RAM, acesso &agrave; rede wireless integrado (802.11b/g), placa de rede 10/100 Mbps, tela LCD de 18,4&rdquo; widescreen, leitor de cart&otilde;es MS, MS Pro, SD, MMC e webcam de 1,3 megapixel integrada. Vem com Office Home and Student Trial (gratuito por 60 dias), Windows Live Suite, Adobe Acrobat Reader e antiv&iacute;rus gr&aacute;tis por um ano. Pre&ccedil;o sugerido: R$ 1.999.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513964</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Intel: NAND de 25 nm armazena 8GB]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:49:09 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513963</link>
    <description><![CDATA[A Intel Corporation e a Micron Technology anunciam nesta ter&ccedil;a-feira, 09, a primeira tecnologia NAND de 25 nan&ocirc;metros do mundo.<br /><br />Criado pela IM Flash Technologies, a joint venture da Intel e da Micron para mem&oacute;ria flash NAND, o processo de 25nm produz 8 gigabytes de armazenamento em um &uacute;nico dispositivo NAND, mede 167 mm&sup2; e conta com 10 vezes a capacidade para o armazenamento de dados do CD. <br /><br />A novidade promete aumento da capacidade de armazenamento em  smartphones, reprodutores de m&iacute;dia e m&uacute;sicas, bem como nos novos drives  em estado s&oacute;lidos (SSDs) de alto desempenho. <br /><br />O dispositivo de 8GB e 25nm j&aacute; est&aacute; sendo testado e dever&aacute; entrar em produ&ccedil;&atilde;o em massa no segundo trimestre de 2010. <br /><br />Para os fabricantes de eletr&ocirc;nicos de consumo, o dispositivo fornece a maior densidade em uma &uacute;nica matriz multi-level cell (MLC) com 2 bits por c&eacute;lula que utilizar&aacute;&nbsp; o padr&atilde;o thin small-outline package (TSOP). <br /><br />O novo dispositivo de 8 GB e 25nm reduz o n&uacute;mero de chips em 50%, em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es anteriores de processo, possibilitando designs menores e ainda assim com maiores densidades e melhores efici&ecirc;ncias com rela&ccedil;&atilde;o aos custos. <br /><br />Por exemplo, um drive em estado s&oacute;lido de 256 GB agora pode ser habilitado com 32 desses dispositivos (ao inv&eacute;s dos 64 anteriores), um smartphone com 32GB precisa de quatro e um cart&atilde;o de mem&oacute;ria de 16GB requer dois.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513963</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Governança: como suportar toda a TI?]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:41:24 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513962</link>
    <description><![CDATA[Rodrigo Acerbi, coordenador de mudan&ccedil;as graduado em desenvolvimento web, publica artigo no Baguete nesta ter&ccedil;a-feira, 09.<br /><br />O texto, o segundo de uma s&eacute;rie de cinco sobre Gest&atilde;o de Mudan&ccedil;as, aborda a governan&ccedil;a por suporte a servi&ccedil;os e traz dicas para manter uma empresa toda suportada por TI.<br /><br />&quot;(...) devemos manter o foco na melhoria cont&iacute;nua da &aacute;rea de tecnologia como um todo, devemos nos comunicar e expressar muito bem o que iremos fazer para termos aliados, pois como todo mundo sabe mudar n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil, ainda mais quando voc&ecirc; n&atilde;o vai mudar apenas TI, mas a empresa inteira&quot;, recomenda Acerbi.<br /><br />O texto est&aacute; dispon&iacute;vel na &iacute;ntegra no link relacionado abaixo. <br /><br />No pr&oacute;ximo artigo, Acerbi ir&aacute; detalhar a Gest&atilde;o de Mudan&ccedil;as e abordar t&oacute;picos como mapeamento, comunica&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o do processo.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513962</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Acision lidera em SMS e lança controlador]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:40:02 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513961</link>
    <description><![CDATA[A Acision, especializada em servi&ccedil;os de mensagens, anuncia que sua tecnologia SMSC, a arquitetura por tr&aacute;s do servi&ccedil;o de dados m&oacute;veis, foi eleita a n&uacute;mero um do mundo por uma pesquisa da Informa Telecoms &amp; Media. <br /><br />O estudo foi realizado por meio da avalia&ccedil;&atilde;o dos contratos de utiliza&ccedil;&atilde;o de SMSC, junto a fornecedores desta tecnologia.<br /><br />&quot;A mensagem continua sendo o maior condutor de receita de dados para as operadoras m&oacute;veis. Prevemos que a receita proveniente destes servi&ccedil;os continuar&aacute; a crescer nos pr&oacute;ximos cinco anos, com a gera&ccedil;&atilde;o de US$ 118,3 bilh&otilde;es s&oacute; por meio de SMS at&eacute; 2014&rdquo;, avalia Pamela Clark Dickson, analista s&ecirc;nior da Informa Telecoms &amp; Media.<br /><br />Em paralelo ao an&uacute;ncio, a Acision tamb&eacute;m lan&ccedil;a o Acision Message Controller, solu&ccedil;&atilde;o que oferece &agrave;s operadoras uma plataforma consolidada para suporte a todos os servi&ccedil;os de mensagens - texto, multim&iacute;dia, mensagens de grupo, chat, e-mail e correio de voz - por meio de qualquer rede, incluindo 4G, e qualquer dispositivo.<br /><br />A novidade possui recursos que, segundo a Acision, facilitam, para as operadoras, a interliga&ccedil;&atilde;o de redes 2G e 3G &agrave;s estruturas 4G, suportando inclusive servi&ccedil;os via IP.<br /><br />A solu&ccedil;&atilde;o fornece conectividade com m&uacute;ltiplas redes, converg&ecirc;ncia e roteamento cruzado de estruturas, capacidade de otimiza&ccedil;&atilde;o e gerenciamento dos fluxos de mensagens, al&eacute;m de controle de spam e fraudes.<br /><br />Atendendo a mais de 300 operadoras em 135 pa&iacute;ses, a Acision emprega, atualmente, 1,5 mil colaboradores. Entre as empresas atendidas pela companhia, est&atilde;o oito das dez maiores operadoras m&oacute;veis do mundo, segundo dados pr&oacute;prios.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513961</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Telefónica quer cobrar buscadores por rede]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:11:18 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513960</link>
    <description><![CDATA[O presidente da Telef&oacute;nica, C&eacute;sar Alierta, declarou ao jornal El Pa&iacute;s nesta segunda-feira, 08, que a empresa &eacute; a favor da ideia j&aacute; h&aacute; meses debatida nos EUA sobre a cobran&ccedil;a do uso das redes das operadoras de telecom pelos sites de busca.<br /><br />Conforme o executivo, se Google e outros buscadores desejam fazer neg&oacute;cios com a Internet, ter&atilde;o de come&ccedil;ar a dividir parte dos lucros com as operadoras, respons&aacute;veis pelo desenvolvimento e manuten&ccedil;&atilde;o das infraestruturas de banda larga, hoje consumidas na maior parte por estes sites, segundo ele.<br /><br />&quot;Eles (os sites de busca) usam nossa rede e n&atilde;o pagam nada&rdquo;, lamentou Alierta. &ldquo;Essa situa&ccedil;&atilde;o vai mudar&quot;, provocou. <br /><br />O presidente da Telef&oacute;nica alega que a operadora realiza investimentos constantes em manuten&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de novas redes, tudo para comportar o crescimento da banda larga em todo o planeta, o que, em muito, se deveria ao uso dos buscadores.<br /><br />Para ele, &eacute; injusto que as teles tenham de arcar com este investimento sozinhas, j&aacute; que a infraestrutura acaba por beneficiar gratuitamente estes sites, que s&atilde;o os maiores usu&aacute;rios das redes.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513960</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Atua Sistemas prepara CT-e]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 10:09:11 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513959</link>
    <description><![CDATA[A Atua Sistemas de Informa&ccedil;&atilde;o, de Passo Fundo, est&aacute; desenvolvendo uma solu&ccedil;&atilde;o voltada a emiss&atilde;o de CT-e com previs&atilde;o de lan&ccedil;amento no in&iacute;cio do segundo semestre.<br /><br />O software &eacute; baseado na experi&ecirc;ncia da empresa adquirido durante o processo de desenvolvimento da NF-e para as empresas ga&uacute;chas Oniz Distribuidora e Central Ofert&atilde;o, que passaram a emitir mais de 270 mil NFs-e.<br /><br />O CT-e da Atua ser&aacute; integrado aos sistemas de gest&atilde;o para transportadoras oferecidos pela empresa.<br /><br />Al&eacute;m disso, para quem tiver as solu&ccedil;&otilde;es integradas da Atua, n&atilde;o ser&aacute; necess&aacute;rio criar uma comunica&ccedil;&atilde;o entre o programa de CT-e e o outro software de gerenciamento.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513959</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Trend Micro: segurança para PMEs]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:44:29 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513958</link>
    <description><![CDATA[A Trend Micro anuncia nesta ter&ccedil;a-feira, 08, seu novo servi&ccedil;o hospedado por assinatura voltado a pequenas empresas. <br /><br />O Worry-Free Business Security Services dispensa a necessidade de gerenciamento de servidores e das atualiza&ccedil;&otilde;es uma vez que gerencia e monitora os computadores atrav&eacute;s de um console web.<br /><br />A solu&ccedil;&atilde;o &eacute; instalada e configurada em tr&ecirc;s etapas, o que, segundo a Trend Micro, reduz o custo de venda do parceiro. A nova solu&ccedil;&atilde;o pode ser adquirida a partir de US$ 23,99 por licen&ccedil;a.<br /><br />O Worry Free Business Security Services utiliza a infraestrutura da rede Smart Protection Network.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513958</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[NetApp e Microsoft expandem parceria]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:33:34 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513957</link>
    <description><![CDATA[A NetApp e a Microsoft Corp anunciaram o incremento da alian&ccedil;a firmada entre as empresas: agora, al&eacute;m da colabora&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o de produtos, a parceria abrange as vendas e as iniciativas de marketing para clientes em todo o mundo. &nbsp;<br /><br />Sob o novo acordo, as duas empresas v&atilde;o colaborar para fornecer solu&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas que abrangem virtualiza&ccedil;&atilde;o, cloud computing, armazenamento e gerenciamento de dados.<br /><br />A parceria ainda ir&aacute; permitir aos clientes de todo o mundo experimentar, em primeira m&atilde;o, o valor das solu&ccedil;&otilde;es conjuntas no Microsoft Technology Centers. As duas empresas v&atilde;o participar em compromisso com parceiros de neg&oacute;cios e integradores de sistemas.<br /><br />Al&eacute;m disso, refor&ccedil;a a colabora&ccedil;&atilde;o entre as empresas a utiliza&ccedil;&atilde;o pela NetApp de uma variedade de tecnologias da plataforma Windows Server para melhorar a gest&atilde;o e racionaliza&ccedil;&atilde;o do sistema de armazenamento de backup, recupera&ccedil;&atilde;o e replica&ccedil;&atilde;o remota no Windows Server 2008 R2 Hyper V-ambientes.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513957</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Datum TI anuncia novas vagas]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:21:16 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513956</link>
    <description><![CDATA[A Datum TI est&aacute; com oportunidades de trabalho abertas para atua&ccedil;&atilde;o em Porto Alegre.<br /><br />Interessados devem encaminhar curr&iacute;culo para o e-mail elisa@datum.inf.br.<br /><br /><strong>Desenvolvedor .Net (01)</strong><br />- Profissional cursando a partir do 3&deg; semestre de um dos cursos: engenharia, sistemas de informa&ccedil;&atilde;o, ci&ecirc;ncia da computa&ccedil;&atilde;o ou afins;<br />- Com experi&ecirc;ncia nas tecnologias asp.net, c#.net, vb.net, vb, asp, javascript, sql server, source save;<br />- Conhecimentos necess&aacute;rios: asp.net, c#.net, vb.net, vb, asp, javascript, sql server e source save;<br />- Com experi&ecirc;ncia em an&aacute;lise e modelagem de software UML para desenvolvimento de software nas tecnologias listadas, lan&ccedil;amento de horas diariamente em planilha espec&iacute;fica e reuni&otilde;es de acompanhamento de projeto;<br />- Remunera&ccedil;&atilde;o a combinar.<br /><br /><strong>Desenvolvedor .Net (02)</strong><br />- Buscamos profissionais com experi&ecirc;ncia plena em desenvolvimento Dot Net, C# para atuar em projeto de cliente multinacional;<br />- Escolaridade: superior completo ou em andamento na &aacute;rea de TI;<br />- Remunera&ccedil;&atilde;o a combinar.<br /><strong><br />Projetista (01) </strong><br />- Experi&ecirc;ncia comprovada como analista/projetista de sistemas orientados a objeto;<br />- Conhecimento do ciclo de vida (An&aacute;lise, Projeto, Constru&ccedil;&atilde;o e Testes) de um sistema Orientado a Objetos;<br />- Experi&ecirc;ncia em projeto de aplica&ccedil;&otilde;es com&nbsp; arquitetura Client/Server ;<br />- Conhecimentos das linguagens MS Visual C++ 6.0 e/ou MS Visual Basic 6.0;<br />- Conhecimentos de banco de dados relacional (principalmente SQL Server 7 ou superior);<br />- Experi&ecirc;ncia em UML para atuar em projeto de f&aacute;brica de softwares; <br />- Superior completo ou em andamento na &aacute;rea de TI;<br />- Remunera&ccedil;&atilde;o a combinar.<br /><strong><br />Analista de Sistemas / Projetista (01) </strong><br />- Profissional com experi&ecirc;ncia em an&aacute;lise de sistemas para atuar em projeto de grande cliente nacional;<br />- Necess&aacute;ria experi&ecirc;ncia com UML, diagrama de classes, diagrama de seq&uuml;&ecirc;ncia;<br />- Remunera&ccedil;&atilde;o a combinar.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513956</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Odebrecht gerencia viagens com Amadeus]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:52:26 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513954</link>
    <description><![CDATA[A Odebrecht, uma das cinco maiores empresas privadas do Brasil e que atua nos setores de constru&ccedil;&atilde;o, petroqu&iacute;mica, etanol, &oacute;leo e g&aacute;s e engenharia ambiental, adotou o sistema Amadeus e-Travel Management para gerenciamento de viagens corporativas.<br /><br />A ferramenta permite o controle online de todas as etapas da organiza&ccedil;&atilde;o de uma viagem - da pesquisa e consulta de tarifas at&eacute; a finaliza&ccedil;&atilde;o da compra de passagens a&eacute;reas e hospedagens.<br /><br />O sistema usa tarifas previamente acordadas entre a Odebrecht e companhias a&eacute;reas parceiras, al&eacute;m de contar com um banco de dados integrado &agrave; &aacute;rea de Pessoas &amp; Organiza&ccedil;&atilde;o da empresa, o que agiliza o processo de reservas, evitando erros. <br /><br />A solu&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; integrada ao ERP usado pela companhia.<br /><br />Na Odebrecht, a implanta&ccedil;&atilde;o ocorrer&aacute; em duas fases: na primeira, a ferramenta j&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel para 12 escrit&oacute;rios e 33 obras da empresa no Brasil, devendo chegar a outras 100 at&eacute; o final de 2010.<br /><br />Na segunda etapa, o Amadeus e-Travel Management ser&aacute; implantado nos escrit&oacute;rios e obras da construtora em outros 18 pa&iacute;ses.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3513954</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Ery Jardim - Procuram-se brasileiros que queiram ser campeões mundiais. Quem se habilita?]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 15:48:07 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3264</link>
    <description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">Procuram-se brasileiros que queiram ser campe&otilde;es mundiais</font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">Ser um campe&atilde;o mundial em qualquer competi&ccedil;&atilde;o oficial &eacute; um grande feito. Consequentemente, exige muito preparo e determina&ccedil;&atilde;o, afinal, esses t&iacute;tulos s&atilde;o conferidos aos melhores do mundo em suas &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o. E s&atilde;o justamente essas pessoas que est&atilde;o sendo procuradas aqui no Brasil. Quem sabe, elas n&atilde;o est&atilde;o aqui no Rio Grande do Sul.</font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">Nos &uacute;ltimos anos, pa&iacute;ses dos cinco continentes organizam seletivas por meio de campeonatos locais em centros certificadores autorizados para provas da Microsoft e da Adobe, envolvendo mais de 80 mil jovens entre 14 e 22 anos, que disputam uma vaga na final do Campeonato Mundial de Office (Excel e Word) e do Campeonato Mundial de Adobe (Dreamweaver, Flash e Photoshop). </font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">Os melhores de cada pa&iacute;s, ap&oacute;s demonstrarem suas habilidades e conhecimentos - por meio da realiza&ccedil;&atilde;o de provas de certifica&ccedil;&atilde;o &ndash; ao serem submetidos a novos testes, obter&atilde;o o t&iacute;tulo de World Champion, quando conquistarem a maior pontua&ccedil;&atilde;o com o menor tempo.</font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">O The Worldwide Competition on Microsoft&reg; Office e o Certified Associate Competition s&atilde;o campeonatos mundiais organizados anualmente pela Certiport (<a href="http://www.certiport.com/" class="linkEditor">www.certiport.com</a>), com o apoio na Am&eacute;rica Latina da ETC Iberoam&eacute;rica (<a href="http://www.etciberoamerica.com/competencia" class="linkEditor">www.etciberoamerica.com/competencia</a>), que t&ecirc;m como objetivo reunir os usu&aacute;rios mais talentosos em Microsoft&reg; (Word e Excel) e em Adobe&reg; CS4 (Dreamweaver, Flash e Photoshop).</font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">Em 2010, as finais do The Worldwide Competition on Microsoft&reg; Office ser&atilde;o realizadas, em Utah, nos Estados Unidos. O finalista brasileiro ir&aacute; &agrave; Am&eacute;rica do Norte com um acompanhante com todas as suas despesas pagas e poder&aacute; voltar como o t&iacute;tulo de Mister (ou Miss) Office 2010. Vale lembrar que as meninas ficaram sempre entre as primeiras colocadas nas competi&ccedil;&otilde;es anteriores.</font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">A grande sacada das competi&ccedil;&otilde;es est&aacute; em fomentar o uso das ferramentas de produtividade desde cedo nos jovens, al&eacute;m de propiciar que milhares de novos certificados surjam e se desenvolvam ano ap&oacute;s ano, suprindo um mercado presente e futuro que busca por proficientes e produtivos em tecnologia de massa.&nbsp; </font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">No Jap&atilde;o e na Cor&eacute;ia do Sul, por exemplo, essas certifica&ccedil;&otilde;es fazem parte do curr&iacute;culo escolar. Nestes pa&iacute;ses s&atilde;o aplicadas cerca de 1 milh&atilde;o e 500 mil provas de certifica&ccedil;&atilde;o por ano. Certamente, esses jovens iniciam suas carreiras como profissionais mais capacitados e mais reconhecidos, pois s&atilde;o validados pelos &ldquo;fabricantes&rdquo; como proficientes e produtivos. Ali&aacute;s, duas caracter&iacute;sticas cada vez mais exigidas no mundo corporativo. </font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">Ser&aacute; que n&atilde;o est&aacute; na hora de as nossas escolas come&ccedil;arem a realizar movimentos de profissionaliza&ccedil;&atilde;o e de certifica&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica que nos deem campe&otilde;es?</font></p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"><font face="Calibri" size="3">_____________<br />Ery Jardim &eacute; cientista da Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Ca&rsquo;foscari de Veneza e diretor de Educa&ccedil;&atilde;o Corporativa da ETCIberoamerica para o Brasil.</font></p>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3264</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Sílvia Somenzi - Idéias Influentes]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 10:39:27 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3263</link>
    <description><![CDATA[Voc&ecirc; pode muitas vezes se perguntar, se &eacute; ou n&atilde;o &eacute; uma pessoa influente; que pode, atrav&eacute;s de suas id&eacute;ias e opini&otilde;es, mudar o rumo de decis&otilde;es, de estrat&eacute;gias, de neg&oacute;cios, de a&ccedil;&otilde;es, de vidas.<br /><br />Ser influente &eacute; ter o poder de ser ouvido, ser considerado e ser devidamente compreendido em seu meio, significando que voc&ecirc; &eacute; uma referencia.<br /><br />&Eacute; uma esp&eacute;cie de respeito que &eacute; adquirido atrav&eacute;s de postura e coer&ecirc;ncia entre o que se pensa e o que se faz e que se traduz igualmente em relacionamentos que voc&ecirc; cultiva e conquista ao longo do tempo e que s&atilde;o de reciprocidade e de troca, de forma a gerar crescimento rec&iacute;proco e despertar consci&ecirc;ncia.<br /><br />&Eacute; um complexo alinhamento entre a sua habilidade em se colocar no lugar do outros e entender profundamente o qu&ecirc; pontos de vista diferentes podem significar para todos.<br /><br />&Eacute; reconhecer impactos e orientar as decis&otilde;es, ciente destes impactos.<br /><br />E assim &eacute; que as id&eacute;ias influentes adquirem um poder imenso na forma como as pessoas passam a enxergar o que as cerca, passam a questionar-se, passam a pensar &ldquo;saindo da caixa de areia&rdquo; e se disponibilizam a agir.<br /><br />Muito importante entender que uma id&eacute;ia influente est&aacute; relacionada ao conceito de sucesso, ou seja, percebida como bem sucedida e atemporal, portanto identificada como positiva em seu meio.<br /><br />Voc&ecirc; pode reconhecer varias destas que lhe s&atilde;o referencias, sejam estas vindas de quem for (inclusive de si pr&oacute;prio), e que sempre trazem impacto sobre as a&ccedil;&otilde;es que se realiza, pois lhe fazem parar e pensar.<br /><br />No mundo dos neg&oacute;cios, a legitimidade da influ&ecirc;ncia nunca est&aacute; relacionada, por exemplo, a um cargo que se assume; ou a poder financeiro que se possua; ou a um batalh&atilde;o de colaboradores que se comande; justamente porque isso pode ser transit&oacute;rio, mas est&aacute; relacionada ao que a pessoa faz e conquista, e se torna, aos olhos dos outros, admir&aacute;vel.<br /><br />Voc&ecirc; reconhece este poder em algu&eacute;m que conquista o seu respeito porque fez por merecer para chegar onde est&aacute; e pela coer&ecirc;ncia da atitude. E voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m que possui este poder porque desperta o respeito e &eacute; considerado pela sua atitude.<br /><br />Mais do que em qualquer outro lugar, &eacute; no mundo dos neg&oacute;cios que id&eacute;ias influentes t&ecirc;m impacto mais vis&iacute;vel, porque representam caminhos a serem seguidos que far&atilde;o o mercado direcionar os seus movimentos claramente e deixam &agrave; mostra a influ&ecirc;ncia que estas id&eacute;ias representam.<br /><br />E voc&ecirc; pode se perguntar: &ldquo;como pode fazer para trazer a tona o que voc&ecirc; considera importante e transformar-se algu&eacute;m influente?&rdquo;<br /><br />E a reposta a isso &eacute; que voc&ecirc; nunca deve se preocupar em ser influente, em ser reconhecido como influente, em ser notado como influente ou que as suas id&eacute;ias sejam id&eacute;ias influentes, porque o foco nunca deve ser voc&ecirc; mesmo.<br /><br />Quando voc&ecirc; se focalizar em ser aprender, em ouvir, em se preparar, em ser correto, em fazer a sua parte com os outros, em colaborar sempre mantendo a integridade no que voc&ecirc; faz, em fazer acontecer, mesmo nas menores coisas, &eacute; a&iacute; que a sua influencia aparece, porque as pessoas naturalmente saber&atilde;o que podem contar com voc&ecirc; e que voc&ecirc; se importa.<br /><br />Nunca se esque&ccedil;a de que se importar &eacute; o que sempre far&aacute; total diferen&ccedil;a.<br /><br />As empresas s&atilde;o formadas por pessoas, que buscam colabora&ccedil;&atilde;o, que oferecem colabora&ccedil;&atilde;o e que precisam de colabora&ccedil;&atilde;o e isto s&oacute; acontecem quando as pessoas se importam.<br /><br />Se voc&ecirc; refletir, as pessoas que lhe influenciaram at&eacute; agora e lhe s&atilde;o refer&ecirc;ncias, sempre contribu&iacute;ram de alguma forma para o seu crescimento e certamente estimularam voc&ecirc; a pensar e enxergar o mundo muito al&eacute;m do seu &ldquo;pr&oacute;prio quintal&rdquo;, fazendo voc&ecirc; reconhecer pontos de vista antes nunca percebidos ou at&eacute; sob novos e desafiadores &acirc;ngulos.<br /><br />E ent&atilde;o pensar sobre id&eacute;ias influentes de todos os tempos tornar&aacute; clara a sua atemporalidade, porque estas falam sobre comportamento e postura e sempre se referem a pessoas.<br /><br />E por isso &eacute; fundamental voc&ecirc; estar aberto a refletir sobre as influencias que voc&ecirc; permite sobre si mesmo e a que gera sobre os outros.<br /><br />Reflita. Importe-se.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3263</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Basso - O analfabyte Antônio Fagundes]]></title>
	<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 13:43:32 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3262</link>
    <description><![CDATA[Ant&ocirc;nio Fagundes &eacute; um analfabyte. Ele s&oacute; quer ser moderninho, deixemo-lo em paz. &Eacute; bacaninha ser analfabyte.<br /><br />Para que se ligar em Facebook, Twitter, Orkut, MSN, se podemos ficar em casa lendo livros. A leitura &eacute; uma &oacute;tima desculpa para n&atilde;o se conectar. <br /><br />Quem l&ecirc; livros parece inteligente, quem navega, parece superficial. O que ser&aacute; que nos tornava (ou nos parecia tornar) inteligentes antes da exist&ecirc;ncia dos livros? Qual seria a desculpa humana para n&atilde;o ir ca&ccedil;ar? <br /><br />- Ah, eu n&atilde;o gosto de ca&ccedil;ar. Prefiro ficar na minha caverna, desenhando rabiscos nas paredes. Voc&ecirc; consegue imaginar isso? O homem da caverna n&atilde;o tinha escolhas. <br /><br />Segundo Fagundes, voc&ecirc; n&atilde;o se exp&otilde;e se fica em casa lendo livros, na rede, pelo contr&aacute;rio, voc&ecirc; est&aacute; totalmente exposto.<br /><br />Para um ator, realmente, exposi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; algo muito adequado. N&atilde;o &eacute; bom para a carreira. Deve ser por isso que Ant&ocirc;nio Fagundes aceitou o papel de Rei do Gado (quem n&atilde;o lembra?), em uma novela das 9, quando ainda era das 8.<br /><br />Afinal, novela em hor&aacute;rio nobre n&atilde;o &eacute; exposi&ccedil;&atilde;o se comparada com a rede. Ah, e tamb&eacute;m topou a refilmagem de Carga Pesada, encarou o cinema, o teatro. S&oacute; atividades imunes &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Convenhamos, por que um cara como o Ant&ocirc;nio Fagundes precisa deixar seu estado de analfabeto digital? Ele j&aacute; n&atilde;o precisa &ldquo;perder tempo&rdquo; atualizando rede social, enviando e recebendo e-mails (ele jura que n&atilde;o tem e-mail) ou criando um blog para apresentar seus trabalhos. <br /><br />Provavelmente, ele tem uma secret&aacute;ria, ou mais de uma, que devem fazer esse trabalho enquanto ele fica em casa lendo livros.<br /><br />As pessoas n&atilde;o est&atilde;o conectadas somente para &ldquo;aparecer&rdquo;, apenas por exibicionismo. Nos conectamos para trabalhar e para nos divertir, para encontrar amigos, para trocar informa&ccedil;&otilde;es, para adquirir cultura (sim, isso tamb&eacute;m pode ser feito na rede). Estamos conectados por que hoje isso representa o mesmo que ca&ccedil;ar, l&aacute; na &eacute;poca das cavernas. &Eacute; quase como ou voc&ecirc; se conecta ou voc&ecirc; n&atilde;o tem o jantar.<br /><br />A rede tem muito lixo. Concordo. E as livrarias? Est&atilde;o tomadas de lixo tamb&eacute;m. A diferen&ccedil;a &eacute; que o lixo na livraria custa muito mais caro. E ainda tem que pagar estacionamento. <br /><br />O pior analfabyte &eacute; aquele que n&atilde;o quer navegar.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3262</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Janer Cristaldo - Universidade, a melhor corrupção]]></title>
	<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 02:17:11 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3261</link>
    <description><![CDATA[O juiz Ivor&iacute; Luis da Silva Scheffer, da 2&ordf; Vara Federal Criminal de Florian&oacute;polis, decidiu que descumprir condi&ccedil;&atilde;o de bolsa do CNPq n&atilde;o &eacute; crime.<br /><br />E determinou o arquivamento de investiga&ccedil;&atilde;o contra ex-bolsista do CNPq, que n&atilde;o cumpriu o compromisso de retornar ao Brasil e empregar o curso de doutorado conclu&iacute;do no exterior. Segundo o magistrado, que acolheu o parecer do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF), a conduta n&atilde;o pode ser considerada crime de estelionato, mas somente inadimpl&ecirc;ncia contratual.<br /><br />Traduzamos do juridiqu&ecirc;s ao portugu&ecirc;s. O juiz est&aacute; dizendo que dilapidar dinheiro p&uacute;blico em proveito pr&oacute;prio n&atilde;o &eacute; crime. &Eacute; uma tese. Todos os professores inadimplentes da UFSC &ndash; e s&atilde;o legi&atilde;o &ndash; v&atilde;o adorar. H&aacute; uns bons trinta anos, denunciei esta corrup&ccedil;&atilde;o nos jornais de Santa Catarina. Houve rebuli&ccedil;o na Reitoria, na ma&ccedil;onaria, no PT, a den&uacute;ncia foi &agrave; Receita Federal, &agrave; Pol&iacute;cia Federal, ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico... e deu em nada. <br /><br />A mais confort&aacute;vel corrup&ccedil;&atilde;o hoje &ndash; costumo afirmar &ndash; &eacute; a corrup&ccedil;&atilde;o universit&aacute;ria. Muito mais ampla e mais permanente que a corrup&ccedil;&atilde;o no Congresso. Os coitadinhos dos deputados e senadores s&atilde;o denunciados por levar mulheres, amantes e prostitutas para uma ou duas semaninhas no Exterior. Bolsista do CNPq ou Capes fica quatro ou cinco anos nas mais prestigiosas capitais do Ocidente. Se voltar de m&atilde;os vazias, tudo bem. Se voc&ecirc; tem voca&ccedil;&atilde;o para a corrup&ccedil;&atilde;o, deixe de lado a pol&iacute;tica. Os jornalistas caem em cima. Universidade &eacute; muito melhor. Jornalista algum denuncia a universidade.<br /><br />Para o MPF, o ex-bolsista deve apenas &ldquo;restituir os valores recebidos ante o descumprimento do compromisso assumido, na medida em que n&atilde;o h&aacute; na conduta noticiada a configura&ccedil;&atilde;o de ardil ou meio fraudulento para iludir ou manter em erro a v&iacute;tima na obten&ccedil;&atilde;o de vantagem&rdquo;. O juiz entendeu que o estelionato se configura, entre outros requisitos, quando a vantagem &eacute; obtida por meio que induza ou mantenha a v&iacute;tima em erro, o que n&atilde;o foi o caso.<br /><br />Quem &eacute; mesmo a v&iacute;tima? Suponho que o Er&aacute;rio. Isto &eacute;, n&oacute;s, contribuintes. Se de alguma forma pagamos para que algu&eacute;m fa&ccedil;a pesquisas no Exterior, &eacute; claro que n&atilde;o estamos pagando para que fa&ccedil;a turismo. O ex-bolsista deve restituir os valores recebidos? N&atilde;o &eacute; assim evidente. J&aacute; manifestei meu ceticismo aos bons prop&oacute;sitos do CNPq. Se um bolsista, tendo conclu&iacute;do seu doutorado, recebe boa oferta de trabalho no Exterior, qual inst&acirc;ncia, humana ou divina, o obrigar&aacute; a ressarcir a Uni&atilde;o? Ter&aacute; seus bens executados no Exterior? Ser&aacute; pedida sua extradi&ccedil;&atilde;o? Qualquer destes procedimentos custar&aacute; bem mais caro que o valor da bolsa.<br /><br />J&aacute; comentei o caso do advogado Cl&aacute;udio Rollemberg, de quem est&atilde;o sendo cobrados R$ 608 mil (em valores corrigidos). O advogado foi para a Fran&ccedil;a em 1991 fazer um mestrado em Direito Internacional. At&eacute; hoje, 19 anos ap&oacute;s a obten&ccedil;&atilde;o da bolsa, ainda n&atilde;o conseguiu elaborar um ensaiozinho de 400 ou 500 p&aacute;ginas. Mas n&atilde;o pretende devolver um centavo &agrave; Uni&atilde;o. S&oacute; entregar&aacute; sua tese quando conseguir elabor&aacute;-la e estamos conversados. Devo, reconhe&ccedil;o, mas n&atilde;o pago. Sua atitude &eacute; a mesma dos deputados e senadores, que declararam n&atilde;o saber que n&atilde;o podiam levar mulher, filhos, sogras e amantes para Paris e Miami. Diz que quando assinou o contrato n&atilde;o foi avisado de que poderia ser obrigado a devolver os valores caso n&atilde;o cumprisse as obriga&ccedil;&otilde;es. &quot;Todo mundo entendia que era gratuito, que era uma quest&atilde;o ideol&oacute;gica&quot;. <br /><br />Escrevi tamb&eacute;m sobre a pesquisadora Ana Maria dos Santos Carmo, obrigada a devolver R$ 489 mil ao CNPq, por descumprir um compromisso firmado com a institui&ccedil;&atilde;o. Nada menos que US$ 223 mil, ao c&acirc;mbio de hoje. A estudante n&atilde;o retornou ao Brasil ap&oacute;s concluir seus estudos de p&oacute;s-doutorado nos Estados Unidos, em qu&iacute;mica de solos, custeados pelo conselho. Carmo alega a falta de emprego em sua &aacute;rea de trabalho. At&eacute; se disp&otilde;e a pagar o montante, desde que parcelados em US$ 100 mensais. Em apenas 2.230 meses, a d&iacute;vida estaria quitada. Ou seja, em pouco mais de 185 anos, os cofres p&uacute;blicos seriam ressarcidos. Proposta generosa, n&atilde;o chega sequer a dois s&eacute;culos. O CNPq n&atilde;o gostou e sugeriu &agrave; mo&ccedil;a outro parcelamento, de US$ 860,36 mensais. N&atilde;o vai levar. Nesses termos, a pesquisadora prefere n&atilde;o pagar.<br /><br />E da&iacute;? Ir&aacute; o CNPq entrar com um processo de cobran&ccedil;a internacional? Vai constituir advogado nalgum Estado americano para executar a devedora? Pedir&aacute; aos Estados Unidos a extradi&ccedil;&atilde;o da universit&aacute;ria inadimplente? Leio nos jornais que 300 professores receberam bolsas do CNPq e da Capes para cursar doutorado no exterior e calotearam o governo. Cada um deles custou US$ 200 mil e viajou com o compromisso de retornar ao Brasil. N&atilde;o voltaram nem devolveram o dinheiro. Um golpe de US$ 60 milh&otilde;es.<br /><br />Bolsistas inadimplentes est&atilde;o ocupando altos cargos no MEC. O secret&aacute;rio de Educa&ccedil;&atilde;o Continuada, Alfabetiza&ccedil;&atilde;o e Diversidade do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC), Ricardo Henriques, &eacute; um dos 659 ex-bolsistas que est&atilde;o inadimplentes com a Uni&atilde;o. A d&iacute;vida se deve ao custeio de curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o strictu sensu (mestrado ou doutorado) pela Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes). <br /><br />Henriques deixou de ser bolsista da Capes em 1998. Ele ficou na Fran&ccedil;a, por quatro anos, fazendo doutorado de economia na Universidade de Paris, &agrave;s custas do financiamento do governo. Apesar de ter conclu&iacute;do todas as disciplinas, n&atilde;o chegou a defender a tese, requisito obrigat&oacute;rio exigido pela institui&ccedil;&atilde;o a todos que recebem a bolsa. De acordo com o MEC, o secret&aacute;rio fez um pedido de prorroga&ccedil;&atilde;o e deveria apresentar o trabalho final at&eacute; 2008. Dez anos para fazer uma tesinha.<br /><br />Mesmo assim, at&eacute; abril do ano passado, o nome do secret&aacute;rio ainda constava no Cadastro Informativo dos Cr&eacute;ditos n&atilde;o Quitados de &Oacute;rg&atilde;os e Entidades Federais (Cadin) devido a essa pend&ecirc;ncia. Segundo a assessoria de comunica&ccedil;&atilde;o da Capes, o processo de prorroga&ccedil;&atilde;o &eacute; legal e est&aacute; em andamento. Assim que eles receberem a &uacute;ltima documenta&ccedil;&atilde;o, ir&atilde;o providenciar a regulariza&ccedil;&atilde;o de Henriques junto ao Cadin. Gozou da boa culin&aacute;ria francesa, dos demais lazeres que Paris oferece. Voltou de m&atilde;os abandonando e tudo bem.<br /><br />Voc&ecirc; quer corromper-se? Desista da pol&iacute;tica. Rende pouco e &eacute; alvo dileto dos jornalistas. Opte pela academia, onde voc&ecirc; pode corromper-se &agrave; vontade, sem nenhum temor a nenhuma den&uacute;ncia e sem qualquer san&ccedil;&atilde;o.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3261</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Judith Riboni - Grandes Mulheres da TI: Outra História [3]]]></title>
	<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 17:32:39 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3260</link>
    <description><![CDATA[Quem se lembra do temido e esperado &ldquo;Bug do Mil&ecirc;nio&rdquo;?<p>A corrida contra o tempo, rotinas adaptadas, sistemas que n&atilde;o podiam sair do ar.</p><p>Stress total e mundial.</p><p>Uma das convidadas contou uma hist&oacute;ria que vivenciou em uma empresa nacional e que quase a matou de vergonha.</p><p>Quem j&aacute; trabalhou no turno da madrugada, sabe o tipo de piada que rola, e em 1999, com toda aquela ansiedade no ar, era um prato cheio para os mais criativos.</p><p>Ser&aacute; que dessa vez algu&eacute;m adivinha quem &eacute; a nossa personagem?</p><p>Na cr&ocirc;nica e no conto que publiquei ningu&eacute;m adivinhou.</p><p>Uma dica: ela n&atilde;o era operadora como a personagem que criei.</p><p>Divirtam-se e deixem seus coment&aacute;rios.</p><p><em>Muita Paz e muita Luz para todos.<br />Judith.</em></p><p><strong>Aconteceu na madrugada...</strong></p><p>Onira era uma senhora muito s&eacute;ria e competente; considerada a operadora mais eficiente e eficaz de todas as equipes, fora a primeira mulher a ingressar no quadro de funcion&aacute;rios.</p><p>Adelino, seu chefe, habituava fazer galhofas; admirado e muito querido pelos colegas e subordinados, que o chamavam de Seu Dino. </p><p>Considerado um dos grandes dinossauros da TI brasileira, iniciou nos velhos tempos, contratado ainda no per&iacute;odo de aquisi&ccedil;&atilde;o do UNIVAC 1004, em meados da d&eacute;cada de sessenta.</p><p>&ndash; Vou me aposentar, &eacute; s&oacute; esse Bug do&nbsp; Mil&ecirc;nio passar! &ndash; dizia pelos corredores da velha estatal, que j&aacute; contava com mais de trinta anos.</p><p>Trabalhavam no turno da madrugada e seu relacionamento profissional era exemplar, o respeito era m&uacute;tuo e a confian&ccedil;a tamb&eacute;m. Onira acostumara-se com as brincadeiras do chefe, apesar de n&atilde;o apreciar muito.</p><p>Quando necess&aacute;rio, ele viaja para treinar novas equipes das unidades; eventualmente ela era convocada para acompanh&aacute;-lo; e, sempre que poss&iacute;vel, escapava das viagens indesejadas.</p><p>Antes do deadline, o mundo girava em torno da adequa&ccedil;&atilde;o de sistemas e equipamentos; as rotinas deveriam estar alteradas e o pessoal, preparado para garantir sucesso total do projeto.</p><p>A empresa reuniu os profissionais mais experientes de cada &aacute;rea e criou a &ldquo;Comiss&atilde;o Y2K&rdquo;. Onira e Seu Dino faziam parte do seleto time.</p><p>A comiss&atilde;o, respons&aacute;vel por treinar todas as unidades do Pa&iacute;s, viajava em pequenos grupos, dividida por &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o.</p><p>O treinamento que os dois eram respons&aacute;veis ocorria no mesmo turno em que costumavam trabalhar.</p><p>Ao chegarem a uma das capitais, onde eram velhos conhecidos, Seu Dino foi logo falando bem s&eacute;rio:</p><p>&ndash; E ai? Prontos para passar a noite com a Onira? Eu fa&ccedil;o isso mais de trinta anos.</p><p>Enquanto todos riam, a t&iacute;mida senhora for&ccedil;ou um sorriso amarelo e disse:</p><p>&ndash; E h&aacute; mais de trinta anos isso n&atilde;o faz a menor diferen&ccedil;a.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3260</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Ery Jardim - A certificação deve ser um pré-requisto?]]></title>
	<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 01:51:18 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3259</link>
    <description><![CDATA[Gostaria de convidar voc&ecirc; para responder a seguinte pergunta: se os departamentos de Recursos Humanos especificassem que as vagas oferecidas t&ecirc;m como pr&eacute;-requisito a certifica&ccedil;&atilde;o em ferramentas Office, IC&sup3; - Internet Computing Core Certification, e Adobe, por exemplo, haveria um ganho de produtividade nas empresas? A resposta parece &oacute;bvia.<br />&nbsp;<br />&Eacute; incontest&aacute;vel que a certifica&ccedil;&atilde;o em ferramentas de produtividade aumentam a profici&ecirc;ncia dos colaboradores em todos os n&iacute;veis. Veja alguns resultados apresentados pela Microsoft em escrit&oacute;rios ao redor do mundo que certificaram seus colaboradores:<br /><br />&bull; Mais de 70% das empresas que investiram em certifica&ccedil;&atilde;o dos seus colaboradores afirmam que obtiveram ganhos substanciais na produtividade das rotinas de escrit&oacute;rio.<br />&bull; Quase 89% dos supervisores perceberam que ap&oacute;s a certifica&ccedil;&atilde;o de colaboradores houve uma diminui&ccedil;&atilde;o do turnover.<br />&bull; Mais de 92% dos colaboradores, que obtiveram uma certifica&ccedil;&atilde;o, alegam que passaram a utilizar as habilidades adquiridas para produzir mais e melhor, aumentando a satisfa&ccedil;&atilde;o durante o trabalho.<br />&bull; 70% dos colaboradores certificados percebem que fazem uma contribui&ccedil;&atilde;o maior para suas empresas.<br />&bull; Mais de 60% dos colaboradores certificados passaram a utilizar quase que a totalidade das ferramentas mais complexas para executar tarefas com maior grau de dificuldade e exig&ecirc;ncia de resultados.<br />&bull; Quase 62% dos colaboradores certificados alegam que s&atilde;o mais produtivos do que seus colegas n&atilde;o certificados.<br />&bull; Em torno de 85% dos gestores dizem que a certifica&ccedil;&atilde;o impacta no local de trabalho de uma maneira positiva.<br />&bull; Mais de 70% dos colaboradores certificados passam a ensinar e ajudar aos seus colegas n&atilde;o certificados a encontrar solu&ccedil;&otilde;es para os problemas di&aacute;rios.<br /><br />Diante destes fatos, fica a d&uacute;vida sobre o motivo da n&atilde;o requisi&ccedil;&atilde;o de certifica&ccedil;&otilde;es em ferramentas de produtividade para os processos seletivos, por parte de empresas e departamentos de Recursos Humanos brasileiros de forma massificada. Talvez os gestores n&atilde;o estejam totalmente informados sobre os processos de certifica&ccedil;&atilde;o e como eles agregam valor &agrave;s empresas e a import&acirc;ncia desses processos na aquisi&ccedil;&atilde;o de conhecimentos, habilidade e atitudes de colaboradores nas tarefas do cotidiano.<br />&nbsp;<br />Estima-se que at&eacute; 80% das tarefas executadas em um dia de trabalho envolvem o uso de ferramentas de produtividade, como o pacote Office e as ferramentas da Adobe, por exemplo. Desta forma &eacute; imperativo que os gestores compreendam o impacto positivo da produtividade e da qualidade, por meio da certifica&ccedil;&atilde;o, no dia a dia dos seus colaboradores. <br />&nbsp;<br />N&atilde;o resta d&uacute;vida que as certifica&ccedil;&otilde;es em pacotes de produtividade da Microsoft e da Adobe s&atilde;o recursos valiosos. Mas, o mais importante , &eacute; que essas certifica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o ao alcance de empresas e de pessoas para que estas atinjam maiores n&iacute;veis de competitividade. Estat&iacute;sticas apontam para um retorno entre 120% a 200% do sal&aacute;rio anual de um empregado e redu&ccedil;&atilde;o de 55% de falhas e retrabalhos nas atividades executadas.<br /><br /><em>*Cientista da Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Ca&rsquo;Foscari de Veneza e diretor de Educa&ccedil;&atilde;o Corporativa da ETC Iberoam&eacute;rica para o Brasil.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3259</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Janer Cristaldo - Bode no Planalto]]></title>
	<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 21:49:37 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3257</link>
    <description><![CDATA[<p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Leitores me perguntam se n&atilde;o vou comentar o famigerado Decreto 7.037, que estabelece o Programa Nacional dos Direitos Humanos, &uacute;ltimo estertor das vi&uacute;vas do Kremlin neste Brasil onde o fundo do ar ainda &eacute; vermelho. (Le fonds de l&rsquo;air est rouge, como diziam os filhinhos-de-papai de 68 em Paris). </p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">A bem da verdade, n&atilde;o pretendia comentar. A grande imprensa est&aacute; denunciando vigorosamente a miniconstituinte com pele de decreto e &eacute; &oacute;bvio que o texto como est&aacute; n&atilde;o vai passar. Houve sede demais em ir ao pote. O projeto do terrorista Paulo Vannuchi desagradou muitos e poderosos setores do pa&iacute;s, a come&ccedil;ar pelas For&ccedil;as Armadas e a Igreja. O que n&atilde;o conv&eacute;m em per&iacute;odo eleitoral, particularmente em ano em que o governo aposta todas suas fichas em outra terrorista.</p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Gosto de denunciar o que a imprensa n&atilde;o denuncia. Em todo caso, j&aacute; que os leitores insistem, vamos l&aacute;. A miniconstituinte &ndash; ou golpe, como a definem alguns jornalistas &ndash; entre outras p&eacute;rolas, abole de uma penada o direito &agrave; propriedade, a liberdade de ensino e a liberdade de imprensa. </p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">N&atilde;o &eacute; preciso ter boa mem&oacute;ria para estar consciente de que j&aacute; vimos isto. URSS, China, Cor&eacute;ia do Norte, Camboja, Cuba, lembram? &Eacute; o que d&aacute; quando um pa&iacute;s permite que tomem assento no poder celerados que deveriam estar na cadeia. Dizem que os militares foram os vencedores de 64. Ledo engano. Os militares foram fragorosamente derrotados em 64. Seu papel na hist&oacute;ria hoje &eacute; o de vil&otilde;es. Os terroristas que teriam sido derrotados, que queriam transformar o pa&iacute;s numa republiqueta de Moscou, ocupam hoje o p&oacute;dio dos her&oacute;is.</p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Por cima da carne seca, nada mais natural que tentem tornar texto legal o que j&aacute; existe em germe na pr&aacute;tica. O direito &agrave; propriedade tem sido esbulhado todos os dias pelos sedizentes sem-terra, com a anu&ecirc;ncia do Judici&aacute;rio e do Executivo. Imprensa livre, pedra de toque da Constitui&ccedil;&atilde;o de 88, virou piada. Qualquer juizeco de primeira inst&acirc;ncia, com um caneta&ccedil;o, pro&iacute;be qualquer jornal de denunciar as corrup&ccedil;&otilde;es do governo. Quanto ao ensino, desde h&aacute; muito sabemos que &eacute; controlado pelos antigos comunossauros. As universidades, hoje, e particularmente as cat&oacute;licas, s&atilde;o laborat&oacute;rios de marxismo. As sumidades do Planalto devem ter pensado: j&aacute; que chegamos l&aacute;, vamos ent&atilde;o oficializar a coisa.</p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Me escreve uma amiga muito querida: &ldquo;o tresloucado decreto prev&ecirc;, em casos de invas&atilde;o de propriedades, deva a v&iacute;tima buscar a solu&ccedil;&atilde;o do conflito junto a comiss&otilde;es de governo (formada por quem sabe-se l&aacute;,&quot;membros da sociedade civil&quot;). A vingar a tentativa terrorista, n&atilde;o mais poderemos deixar nossas casas, por exemplo, para viajar. Pois, ao regressar, talvez encontremos a fechadura j&aacute; devidamente trocada pelos invasores. Da&iacute;, s&oacute; nos restar&aacute; chorar no ouvido de uma comiss&atilde;o (&quot;de frente&quot;), cuja decis&atilde;o n&atilde;o &eacute; dif&iacute;cil prever! Somente depois, se a malsinada comiss&atilde;o n&atilde;o resolver, a&iacute;, sim, &eacute; que o pobre cidad&atilde;o esbulhado poder&aacute;&nbsp; buscar a presta&ccedil;&atilde;o jurisdicional assegurada pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Pode?&rdquo;</p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Pode. E desde h&aacute; muito. Hoje, se um fazendeiro tem suas propriedades invadidas, n&atilde;o pode mais chamar a pol&iacute;cia e expulsar os invasores. O Judici&aacute;rio, ao avocar a si o julgamento de uma quest&atilde;o de &acirc;mbito policial, deu de bandeja &agrave; guerrilha cat&oacute;lica o que mais desejavam os bandoleiros.&nbsp; Mais ainda: mesmo que o juiz conceda ao propriet&aacute;rio imiss&atilde;o de posse, conforme o Estado o Executivo se arroga o luxo de desobedecer &agrave; ordem judicial.</p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">O que me espanta em tudo isto &eacute; que os ditos sem-teto ainda n&atilde;o tenham come&ccedil;ado a invadir casas de praia, afinal ficam sem &ldquo;fun&ccedil;&atilde;o social&rdquo; durante quase todo o ano. Mas minha amiga n&atilde;o perde por esperar. No ritmo em que vamos, mais dia menos dia chegamos l&aacute;. Com ou sem Decreto de Direitos Humanos. E juiz de esquerda &eacute; o que n&atilde;o faltar&aacute; para reconhecer o direito de posse do invasor.</p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Na Espanha j&aacute; se chegou. Um cidad&atilde;o, n&atilde;o lembro agora em qual cidade, saiu de f&eacute;rias e, ao voltar, encontrou o apartamento invadido e com a fechadura trocada. Aconteceu h&aacute; uns 15 meses. At&eacute; hoje, o propriet&aacute;rio ainda n&atilde;o retomou a posse. Fosse eu, rebentava a porta, entrava na marra e mandava o vagabundo embora. </p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Se algu&eacute;m pode invadir minha casa, por que eu, o propriet&aacute;rio, n&atilde;o posso? Acontece que o Direito n&atilde;o permite. Se eu tenho a propriedade, o bandido tem a posse. E se na Espanha j&aacute; houve senten&ccedil;a neste sentido, a moda n&atilde;o vai demorar muito a chegar at&eacute; n&oacute;s.O n&oacute; g&oacute;rdio do decreto, no entanto, reside em outro item. </p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">&Eacute; a tentativa de revanche do terror, que quer mandar para a cadeia os militares que um dia, por consenso comum, foram anistiados. Para as esquerdas, anistia &eacute; unilateral. S&oacute; a esquerda pode ser anistiada. Ocorre que n&atilde;o &eacute; este o sentido da institui&ccedil;&atilde;o. </p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Anistia &eacute; para os dois lados, ou n&atilde;o &eacute; anistia. Vannuchi, em sua trucul&ecirc;ncia, est&aacute; propondo uma volta aos tempos primitivos, quando vendeta era uma forma aceit&aacute;vel de justi&ccedil;a. O famigerado decreto &eacute; uma recidiva de marxismo no PT. </p><p style="margin: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal">Depois que o Lula demoliu os ideais do partido, alguns puros e duros decidiram desfraldar de novo a velha bandeira. Se pegar, pegou. Mas n&atilde;o vai passar. Eu diria que &eacute; uma esp&eacute;cie de bode na sala. No caso, no Planalto. Retirado o bode, todo mundo fica contente com o que j&aacute; tem. Restar&atilde;o, &eacute; claro, alguns excrementos do animal.&nbsp; Para um pa&iacute;s que engole Lula, engolir merda &eacute; o de menos.</p>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3257</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Rodrigo Acerbi - Gerenciamento de Mudanças - Parte II]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1128</link>
    <description><![CDATA[No quesito governar, um importante aliado &eacute; saber mudar.<br /><br />&ldquo;A Governan&ccedil;a se inicia quando todas as outras &aacute;reas come&ccedil;am a enxergar TI como indispens&aacute;vel.&rdquo; <br /><br />Quantas vezes j&aacute; ouvimos ou presenciamos as outras &aacute;reas da empresa falando mal de TI? Como por exemplo, a &aacute;rea financeira que n&atilde;o consegue homologar seu software de cr&eacute;dito porque TI n&atilde;o disponibilizou o ambiente, ou a &aacute;rea de log&iacute;stica, que admitiu um novo funcion&aacute;rio e quando ele(a) chegou para trabalhar n&atilde;o tinha a m&aacute;quina instalada e configurada. S&atilde;o casos parecidos com estes que fazem de TI a maior inimiga de uma empresa, mas &eacute; poss&iacute;vel mudar isto?<br /><br />Usando mais uma vez nosso bom e velho dicion&aacute;rio Aur&eacute;lio, governan&ccedil;a nada mais &eacute; que um substantivo que vem da palavra Governo. Isto mesmo, igual ao governador da sua cidade, s&oacute; que ele faz a Governan&ccedil;a de uma cidade inteira, n&oacute;s s&oacute; iremos ter que nos preocupar com TI, como se isto fosse pouco.<br /><br />A Governan&ccedil;a de TI &eacute; uma s&eacute;rie de medidas e processos que devem ser feitos para fazer com que TI suporte e maximize de uma forma correta todos os objetivos estrat&eacute;gicos de neg&oacute;cios da companhia, e com isto, consigam trazer valores aos servi&ccedil;os entregues, minimizando todos os riscos para conseguir obter o retorno sobre os investimentos feitos em TI.<br /><br />Como voc&ecirc;s puderam perceber na explica&ccedil;&atilde;o acima, um dos pontos chaves para fazer uma Governan&ccedil;a correta de TI &eacute; saber suportar todo o ambiente tecnol&oacute;gico. E este ambiente n&atilde;o &eacute; apenas usado por TI, mas sim por toda a empresa. Ent&atilde;o o que deve ser feito para conseguir suportar toda a companhia?<br /><br />Primeiramente, como dito no meu artigo anterior, devemos comunicar com anteced&ecirc;ncia o que ser&aacute; feito para toda a empresa. Devemos preparar um plano de projeto com todos os passos que vamos seguir, apresentar para todas as &aacute;rea, discutir todos os benef&iacute;cios, etc. &Eacute; certo que teremos aquelas &aacute;reas que n&atilde;o v&atilde;o querer esta mudan&ccedil;a, mas depende apenas de n&oacute;s explicarmos com clareza e objetividade todos os benef&iacute;cios que estas altera&ccedil;&otilde;es estar&atilde;o trazendo para a empresa como um todo. <br /><br />Ap&oacute;s comunicarmos e termos a empresa inteira como nossa aliada &eacute; hora de pensarmos na Governan&ccedil;a em pequenos peda&ccedil;os. Isto nos facilita, pois devemos nos assegurar de fazer um ou dois processos perfeitos, do que nos arriscarmos a fazer cinco ou seis de qualquer jeito.<br /><br />Como primeira etapa devemos pensar no Suporte a Servi&ccedil;os. Hoje toda a empresa precisa ser suportada por TI, e n&oacute;s como Governantes devemos assegurar que isto ocorra de forma segura e correta. Abaixo indicaremos o que deve ser feito para termos a empresa toda suportada por TI.<br /><strong><br />Gest&atilde;o da Configura&ccedil;&atilde;o</strong><br />Por que este processo dever&aacute; ser o primeiro ao inv&eacute;s de uma &aacute;rea que atenda aos usu&aacute;rios, como por exemplo, a Central de Servi&ccedil;os?<br /><br />Todos n&oacute;s sabemos da import&acirc;ncia de ter uma central que seja o ponto &uacute;nico de contato de toda a empresa com TI, por&eacute;m do que adianta termos uma &aacute;rea que atende a empresa se a mesma n&atilde;o possui nenhuma base de registros e informa&ccedil;&otilde;es? <br /><br />Por conta disto que daremos in&iacute;cio com a Ger&ecirc;ncia de Configura&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o principal alicerce de todos os outros processos, pois &eacute; nele que teremos o registro de todas as informa&ccedil;&otilde;es do ambiente tecnol&oacute;gico, e esses registros s&atilde;o chamados de Itens de Configura&ccedil;&atilde;o. Devemos registrar informa&ccedil;&otilde;es como software, hardware, documenta&ccedil;&otilde;es, processos e pessoas para que a nossa Central de Servi&ccedil;os consiga exercer a fun&ccedil;&atilde;o dela de uma forma correta. <br /><strong><br />Service Desk (Central de Servi&ccedil;os)</strong><br />Ap&oacute;s termos todos os registros feitos, devemos nos preocupar em criar a nossa Central de Servi&ccedil;os. Esta &aacute;rea ser&aacute; respons&aacute;vel por ser o ponto &uacute;nico de contato com TI. <br /><br />Por exemplo, se a &aacute;rea do RH tiver algum problema relacionado a TI, ela deve entrar em contato com a Central de Servi&ccedil;os para registrar a ocorr&ecirc;ncia, ap&oacute;s isto, &eacute; fun&ccedil;&atilde;o da Central de Servi&ccedil;os resolver ou passar a ocorr&ecirc;ncia para segundo n&iacute;vel de atendimento. <br /><br />A Central de Servi&ccedil;os deve sempre manter a &aacute;rea solicitante informada sobre o status da ocorr&ecirc;ncia, isto faz com que as outras &aacute;reas se sintam confort&aacute;veis.<br /><br /><strong>Gest&atilde;o de Incidentes</strong><br />Como agora temos o nosso ponto &uacute;nico de contato com as outras &aacute;reas da empresa, precisamos ter um processo que gerencie todas as ocorr&ecirc;ncias que a empresa abre para TI resolver. Para isto que existe a Gest&atilde;o de Incidentes que tem a fun&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica de restaurar o servi&ccedil;o normal, efetivamente ou paliativamente, com o m&iacute;nimo de interrup&ccedil;&atilde;o para minimizar os impactos para as &aacute;reas de neg&oacute;cios. <br /><br />A Central de Servi&ccedil;os &eacute; quem gerencia o processo de Incidentes, pois quando qualquer chamado que esteja impactando o ambiente de neg&oacute;cios seja aberto, o mesmo dever&aacute; ser solucionado imediatamente. Por conta disto que preparamos a Gest&atilde;o de Configura&ccedil;&atilde;o antes, para possuirmos informa&ccedil;&otilde;es suficientes para a resolu&ccedil;&atilde;o do incidente.<br /><br /><strong>Gest&atilde;o de Problema</strong><br />Muitos incidentes s&atilde;o resolvidos apenas paliativamente, pois o que importa no momento &eacute; deixar todo o ambiente tecnol&oacute;gico funcionando, por&eacute;m n&atilde;o devemos deixar a a&ccedil;&atilde;o paliativa de forma definitiva. E &eacute; por conta disto que foi criado o processo de Gest&atilde;o de Problemas que tem o objetivo de minimizar qualquer interrup&ccedil;&atilde;o no servi&ccedil;o de TI para solu&ccedil;&atilde;o de problemas no ambiente tecnol&oacute;gico. <br /><br />O processo de problema &eacute; formado, na maioria das vezes, por pessoas com conhecimento t&eacute;cnico avan&ccedil;ado, pois s&atilde;o elas que v&atilde;o se reunir e discutir o que dever&aacute; ser feito para que aquele incidente n&atilde;o se repita mais ou que aquela solu&ccedil;&atilde;o paliativa seja corrigida definitivamente.<br /><br /><strong>N&iacute;vel de Servi&ccedil;o (SLA)</strong><br />Mesmo o processo de n&iacute;vel de servi&ccedil;o n&atilde;o fazendo parte de Suporte a Servi&ccedil;os, mas sim da Entrega de Servi&ccedil;os, ele &eacute; um dos processos mais importantes para suportar tudo que a &aacute;rea de tecnologia esta desenvolvendo e/ou suportando. Imaginem o que aconteceria se a &aacute;rea de Marketing abrisse um chamado e come&ccedil;asse a cobrar a cada 15 minutos o status? <br /><br />A nossa Central de Servi&ccedil;os ficaria louca apenas respondendo o que est&aacute; acontecendo com os chamados, e &eacute; por conta disto que foi criado o N&iacute;vel de Servi&ccedil;o que &eacute; um ciclo de negocia&ccedil;&atilde;o feito entre todas as &aacute;reas para termos um prazo de entrega para todas as demandas suportadas por TI. <br /><br />Os prazos s&atilde;o determinados de acordo com o grau de impacto ao neg&oacute;cio. Por exemplo, se temos uma demanda de Marketing que aponta que o aplicativo usado pela &aacute;rea n&atilde;o est&aacute; funcionando e temos outra demanda que aponta um erro fatal em um aplicativo usado pela empresa inteira, podemos concluir que o atendimento para o aplicativo usado pela empresa inteira ser&aacute; mais r&aacute;pido do que o aplicativo da &aacute;rea de Marketing.<br /><br />Bem pessoal este &eacute; o esbo&ccedil;o b&aacute;sico para darmos in&iacute;cio ao Suporte a Servi&ccedil;o de TI que &eacute; um dos passos para termos uma Governan&ccedil;a completa. Devemos ter em mente que mudar a TI com esses primeiros passos ser&atilde;o dific&iacute;limos, por isto que devemos manter o foco na melhoria cont&iacute;nua da &aacute;rea de tecnologia como um todo, devemos nos comunicar e expressar muito bem o que iremos fazer para termos aliados, pois como todo mundo sabe mudar n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil, ainda mais quando voc&ecirc; n&atilde;o vai mudar apenas TI, mas a empresa inteira.<br /><br />Mas voc&ecirc;s devem estar se questionando, porque n&atilde;o foi mencionado o processo de Gest&atilde;o de Mudan&ccedil;a, j&aacute; que o mesmo faz parte do Suporte a Servi&ccedil;os? Pois bem, como esta seq&uuml;&ecirc;ncia de cinco artigos &eacute; focada em Gest&atilde;o de Mudan&ccedil;as, estarei explicando o processo bem detalhado no pr&oacute;ximo artigo. L&aacute; iremos saber como mapear, comunicar e implantar este processo com sucesso dentro da companhia. At&eacute; l&aacute;!<br /><br /><em>* Rodrigo Acerbi &eacute; formado em Desenvolvimento Web, atua como coordenador de mudan&ccedil;as e lidera o projeto de implanta&ccedil;&atilde;o da Governan&ccedil;a de TI.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1128</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Francisco Virgílio - Tecnologias em alta no mercado de contact center]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1127</link>
    <description><![CDATA[O ano come&ccedil;ou otimista para muitos empres&aacute;rios e profissionais de TI. Ap&oacute;s a crise econ&ocirc;mica mundial, as organiza&ccedil;&otilde;es voltaram a incluir em seus planos estrat&eacute;gicos investimentos para aquisi&ccedil;&atilde;o ou aperfei&ccedil;oamento da infraestrutura tecnol&oacute;gica, seja para melhorar processos, produtividade, ampliar o relacionamento com o cliente ou facilitar o dia a dia dos colaboradores.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />No setor de contact center essa realidade tamb&eacute;m se repetir&aacute;, visto que muitas mudan&ccedil;as j&aacute; aconteceram tamb&eacute;m no ano passado em fun&ccedil;&atilde;o da Lei do SAC e do Do Not Call List. Diante desse cen&aacute;rio, acredita-se que algumas tecnologias (novas ou n&atilde;o) ser&atilde;o mais utilizadas pelo segmento em 2010. <br /><br />A primeira &eacute; a tecnologia de transmiss&atilde;o de voz sobre protocolo IP (VOIP). Ela alia flexibilidade, mobilidade e redu&ccedil;&atilde;o de custos &agrave;s comunica&ccedil;&otilde;es de voz, o que &eacute; um ponto chave para as opera&ccedil;&otilde;es de atendimento ao cliente. Esta tecnologia que atingiu um estado maduro de desenvolvimento nos &uacute;ltimos dois anos se consolidar&aacute; como op&ccedil;&atilde;o para as centrais de atendimento em 2010.<br /><br />O uso de KPI&rsquo;s na gest&atilde;o das centrais de atendimento ser&aacute; mais utilizada do que as m&eacute;tricas ligadas especificamente &agrave; TI. A utiliza&ccedil;&atilde;o de KPI&rsquo;s que analisem indicadores relacionados &agrave; atividade desempenhada pela empresa (seus produtos e servi&ccedil;os) ser&aacute; estrat&eacute;gica em 2010. A procura e ado&ccedil;&atilde;o destes novos &iacute;ndices de performance &eacute; uma tend&ecirc;ncia para este ano, por exemplo: KPI satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente, KPI first call resolution, KPI satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente na web 2.0.<br /><br />O alinhamento das empresas com as redes sociais, que est&atilde;o sendo largamente adotadas pelo consumidor, &eacute; tamb&eacute;m uma tend&ecirc;ncia em 2010. Acredita-se que a integra&ccedil;&atilde;o destas redes sociais aos canais de atendimento ser&aacute; fundamental, pois cada vez mais o consumidor buscar&aacute; formas pr&aacute;ticas de relacionamento com as empresas e que estejam inseridas em seu cotidiano, utilizando Twitter, Orkut, Facebook, etc.<br /><br />Palavras como globaliza&ccedil;&atilde;o, competitividade e qualidade j&aacute; fazem parte do cotidiano de qualquer empresa e estar&atilde;o ainda mais presentes este ano. O uso de Business Intelligence com ferramentas integradas &agrave;s centrais de atendimento e relacionadas &agrave;s m&eacute;tricas de desempenho orientadas ao neg&oacute;cio (KPI) permitir&aacute;, por meio de portais de gerenciamento de contact centers, al&eacute;m do uso dos indicadores base, m&eacute;tricas hist&oacute;ricas apoiadas em BI (como a constru&ccedil;&atilde;o de cubos em tempo real). Assim, teremos melhores an&aacute;lises, agilidade e efici&ecirc;ncia na tomada de decis&otilde;es alinhadas ao neg&oacute;cio.<br /><br />A Unifica&ccedil;&atilde;o de desktops tamb&eacute;m estar&aacute; em evid&ecirc;ncia este ano. O desenvolvimento de front-ends ser&aacute; cada vez mais r&aacute;pido e orientado &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es, com suporte a diversos canais de comunica&ccedil;&atilde;o e ao workflow. A principal raz&atilde;o para esta tend&ecirc;ncia &eacute; a otimiza&ccedil;&atilde;o do trabalho do agente, para que a qualidade do atendimento e experi&ecirc;ncia de relacionamento com o cliente sejam cada vez mais ricos e eficazes.<br /><br /><em>* Francisco Virg&iacute;lio &eacute; diretor de pr&eacute;-vendas da Altitude Software.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1127</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Emerson J. Beneton - Falsa sensação de segurança, armadilha mortal!!]]></title>
	<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1126</link>
    <description><![CDATA[Investimentos em TI, muitas vezes s&atilde;o escassos e feitos de forma desordenada, mas por qu&ecirc;? N&atilde;o raramente a administra&ccedil;&atilde;o das empresas, por falta de par&acirc;metros objetivos na tomada de decis&atilde;o, opta pelo &uacute;nico par&acirc;metro de conhecimento certo, dinheiro!!<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Essa pr&aacute;tica t&atilde;o comum tem sua explica&ccedil;&atilde;o, &eacute; at&eacute; um processo natural, j&aacute; que o gestor n&atilde;o &eacute; conhecedor da tecnologia, n&atilde;o consegue mensurar o que est&aacute; comprando, ent&atilde;o nada mais comum do que decidir de forma ancorada apenas ao conceito financeiro.<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Na &aacute;rea de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, esse processo de decis&atilde;o &eacute; ainda mais cr&iacute;tico, pois o conceito de SI &eacute; novo para a grande maioria de empres&aacute;rios e gestores, mesmo essas empresas tendo suas opera&ccedil;&otilde;es fortemente ancoradas em tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o. O CGI.br ( Comit&ecirc; Gestor da Internet no Brasil) em sua publica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o e de telecomunica&ccedil;&otilde;es no Brasil TIC domic&iacute;lios e TIC empresas 2008 tem como alguns&nbsp; indicadores:<br /><br />Propor&ccedil;&atilde;o de empresas utilizando internet, segundo o tipo de atividade<br />- Enviar e receber email 99%<br />- Buscar informa&ccedil;&otilde;es sobre produtos 94%<br />- Outras buscas de informa&ccedil;&otilde;es e atividades de pesquisa 86%<br />- Servi&ccedil;os banc&aacute;rios e financeiros 82%<br />- Monitoramento de mercado (por exemplo, pre&ccedil;os) 69%<br />- Buscar informa&ccedil;&otilde;es sobre organiza&ccedil;&otilde;es governamentais/ autoridades p&uacute;blicas 67%<br />- Oferecer servi&ccedil;os ao consumidor 51%<br />- Treinamento e educa&ccedil;&atilde;o 31%<br />- Realizar entrega de produtos on-line 11%<br /><br />Ainda nesta pesquisa, a constata&ccedil;&atilde;o das medidas de seguran&ccedil;a adotadas foi:<br />- Antiv&iacute;rus 98%<br />- Antispam 74%<br />- Antispaware 68%<br />- Firewall 64%<br />- Sistema de detec&ccedil;&atilde;o de intrus&atilde;o 36% <br /><br />Esses dados nos mostram que realmente as empresas est&atilde;o cada vez mais utilizando as tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o, outro dado importante &eacute; o uso de sistemas para a preven&ccedil;&atilde;o de incidentes de seguran&ccedil;a, como anti v&iacute;rus , anti-spam, anti spyware e firewall, mas a pesquisa ainda aponta que mais da metade (55%) das empresas tiveram problemas com v&iacute;rus dentro dos 12 meses da avalia&ccedil;&atilde;o, o segundo maior problema enfrentado foi com cavalos de tr&oacute;ia (trojans) mencionados por 48% dos pesquisados, como pode ocorrer isso????<br /><br />A falta de planejamento, e principalmente conhecimento, faz com que os investimentos sejam feitos de forma desordenada, com a&ccedil;&otilde;es pontuais, por alguma indica&ccedil;&atilde;o de incidente passado ou por feeling. Alem desses fatores, os freq&uuml;entes cortes or&ccedil;ament&aacute;rios tamb&eacute;m contribuem para esta ocorr&ecirc;ncia. Este cen&aacute;rio confirmado, dificulta mais ainda o entendimento do gestor com rela&ccedil;&atilde;o a necessidade de planejar SI e investir de forma integrada, conseguindo assim seguran&ccedil;a efetiva e redu&ccedil;&atilde;o dos riscos de incidentes de seguran&ccedil;a. <br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Do que adianta ter quase 100% das empresas com antiv&iacute;rus, se na contrapartida n&atilde;o se investe em treinamento dos funcion&aacute;rios, pelo menos conscientizando esses das amea&ccedil;as crescentes em SI?<br />&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Esta vis&atilde;o simplista do ambiente de SI traz a falsa sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a, onde o empres&aacute;rio investe, se considera seguro, mas na verdade n&atilde;o realizou investimentos integrados em SI, portanto permanece com um alto grau de vulnerabilidade. Esta pode ser a maior armadilha para a Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, por se achar seguro muitos cuidados b&aacute;sicos podem ser abandonados, criando o ambiente prop&iacute;cio para uma amea&ccedil;a explorar uma vulnerabilidade.<br /><br /><em>* Emerson J. Beneton &eacute; diretor de Desenvolvimento e Inova&ccedil;&atilde;o da ABCTec.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1126</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Ezequias Sena - Depois da crise, um novo cenário de TI]]></title>
	<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1124</link>
    <description><![CDATA[Nos &uacute;ltimos 18 meses a economia global sofreu um abalo s&iacute;smico em suas estruturas financeiras, comerciais e sociais, sendo obrigada &ndash; mais ali do que aqui, a bem da verdade &ndash; a encontrar um novo ponto de acomoda&ccedil;&atilde;o. Aparentemente, a crise econ&ocirc;mica mundial perdeu for&ccedil;a e muitos pa&iacute;ses come&ccedil;am a se reerguer. <br /><br />No Brasil, onde os efeitos da cat&aacute;strofe econ&ocirc;mica oscilaram muito de acordo com os setores e segmentos, parece que estamos caminhando rapidamente para a recupera&ccedil;&atilde;o. Empres&aacute;rios v&ecirc;m se mostrando cada vez mais flex&iacute;veis e r&aacute;pidos, fazendo uso da TI para promover total integra&ccedil;&atilde;o entre a empresa e seus clientes, fornecedores e parceiros de neg&oacute;cios. <br /><br />Manuten&ccedil;&atilde;o, up grade, atualiza&ccedil;&atilde;o de centenas de aplica&ccedil;&otilde;es relacionadas a servidores, banco de dados e rede continuar&atilde;o gerando expectativas altas em rela&ccedil;&atilde;o a desempenho e efici&ecirc;ncia, embora esses servi&ccedil;os tenham de se ajustar a or&ccedil;amentos mais racionais.<br /><br />N&atilde;o h&aacute; como negar que o cen&aacute;rio de TI j&aacute; mudou e vai mudar ainda mais nos pr&oacute;ximos meses. Enquanto muitas pequenas empresas fizeram de tudo para sobreviver a 2009, tentando honrar compromissos trabalhistas e com institui&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias, 2010 acena com a necessidade de se retomar o f&ocirc;lego, de se estabilizar. <br /><br />Mas, enquanto alguns segmentos da economia permitem esse tempo de acomoda&ccedil;&atilde;o, o ambiente de TI &eacute; bastante mais exigente &ndash; e, por que n&atilde;o dizer, at&eacute; mesmo cruel. Sem possibilidade de inovar para crescer, muitas pequenas empresas de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o devem fechar as portas at&eacute; o final do ano. <br /><br />Certamente, quem j&aacute; vinha experimentando crescimento nos &uacute;ltimos anos e investindo em novos neg&oacute;cios atravessou a crise sem perdas. Estando mais preparadas para a retomada nos neg&oacute;cios, essas empresas devem desencadear, a partir de agora, uma sequ&ecirc;ncia de aquisi&ccedil;&otilde;es e fus&otilde;es na &aacute;rea de TI. <br /><br />Quem vinha se fortalecendo dever&aacute; se tornar ainda mais forte. E quem sofreu um baque nos neg&oacute;cios n&atilde;o ter&aacute; tempo h&aacute;bil para fazer frente ao novo mercado, muito mais agressivo. <br /><br />&Eacute; certo, tamb&eacute;m, que empresas de todos os setores ainda apostam suas fichas nos benef&iacute;cios que uma boa infraestrutura de TI pode significar em termos de retomada do crescimento, seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o, prospec&ccedil;&atilde;o e fideliza&ccedil;&atilde;o de clientes. Ainda que os investimentos sejam bastante modestos quando comparados a 2008, &agrave;s v&eacute;speras da crise, os progn&oacute;sticos ainda s&atilde;o muito favor&aacute;veis para este ano. Pelo menos, para quem tem vis&atilde;o e j&aacute; est&aacute; preparado para o jogo. <br /><em><br />*Ezequias Sena &eacute; presidente da Online Brasil.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1124</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Marcelo da Cunha Pereira - SaaS para todas as empresas]]></title>
	<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1125</link>
    <description><![CDATA[A contrata&ccedil;&atilde;o de software como servi&ccedil;o, ou SaaS - sigla em ingl&ecirc;s para &quot;software as a service&quot; -, tem sido um dos temas mais comentados na m&iacute;dia especializada nos &uacute;ltimos meses. A grande discuss&atilde;o gira em torno dos desafios que precisam ser vencidos para o sucesso do SaaS. Alega-se que a maior incid&ecirc;ncia se d&aacute; em pequenas e m&eacute;dias empresas por meio de aplica&ccedil;&otilde;es isoladas, n&atilde;o integradas aos sistemas internos. Isto d&aacute; a impress&atilde;o de que falta um longo caminho a ser percorrido para viabilizar o modelo.<br /><br />No entanto, existem hoje no mercado solu&ccedil;&otilde;es que j&aacute; consolidaram o modelo SaaS como a melhor alternativa para empresas de todos os portes. Entre elas est&atilde;o aplica&ccedil;&otilde;es para as &aacute;reas ligadas ao 'Supply Chain', principalmente destinadas a compras, que se beneficiam de ferramentas e servi&ccedil;os que operam com mais efici&ecirc;ncia em um ambiente compartilhado, caracter&iacute;stica viabilizada pelas solu&ccedil;&otilde;es SaaS. Essas aplica&ccedil;&otilde;es podem ser totalmente integradas com os sistemas das empresas, o que permite agilidade na troca de informa&ccedil;&otilde;es com parceiros comerciais, sem necessidade de retrabalho entre os sistemas. <br /><br />Solu&ccedil;&otilde;es de e-procurement SaaS beneficiam n&atilde;o s&oacute; o contratante comprador, mas tamb&eacute;m os fornecedores que, a partir de um &uacute;nico ambiente, t&ecirc;m a possibilidade de acessar v&aacute;rios ambientes privados de compradores, facilitando o processo de resposta a cota&ccedil;&otilde;es e pedidos. Isto traz ganhos operacionais significativos, al&eacute;m da garantia do recebimento das solicita&ccedil;&atilde;o feitas pelos clientes, que poderiam se perder pelos meios convencionais (telefone, fax ou e-mail).<br /><br />Al&eacute;m da troca de informa&ccedil;&atilde;o pelo sistema, empresas que oferecem o modelo de SaaS disponibilizam v&aacute;rios servi&ccedil;os agregados que potencializam os resultados da solu&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o servi&ccedil;os que v&atilde;o desde a ades&atilde;o e suporte a compradores e fornecedores at&eacute; o monitoramento da pontualidade das respostas &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es, aos pedidos, al&eacute;m do acompanhamento da entrega dos materiais.<br /><br />Empresas que adotaram solu&ccedil;&atilde;o de e-procurement Saas t&ecirc;m conseguido significativa redu&ccedil;&atilde;o de custos de aquisi&ccedil;&atilde;o e de processos, al&eacute;m de permitir que a equipe de compras seja liberada de atividades operacionais e passe a focar seu tempo em quest&otilde;es mais estrat&eacute;gicas para a companhia.<br /><br />O modelo de SaaS em solu&ccedil;&otilde;es de e-procurement tem permitido mais do que ganhos operacionais. O ambiente pode proporcionar o desenvolvimento de uma comunidade de neg&oacute;cios, onde um grande n&uacute;mero de compradores e fornecedores pode interagir, viabilizando novos neg&oacute;cios.<br /><br />Diante de exemplos como este, podemos dizer que o SaaS j&aacute; &eacute; uma realidade de sucesso quando o objetivo &eacute; potencializar a colabora&ccedil;&atilde;o entre empresas.<br /><br /><em>* Marcelo da Cunha Pereira &eacute; gerente de Opera&ccedil;&otilde;es Comerciais do Mercado Eletr&ocirc;nico.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1125</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Rodrigo Acerbi - Gerenciamento de Mudanças - Parte I]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1123</link>
    <description><![CDATA[<strong>Mudar &eacute; preciso, mas porque mudar &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil?</strong><br /><br />&ldquo;Como o Gerenciamento de Mudan&ccedil;as auxilia no controle das mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas.&rdquo; <br /><br />Ningu&eacute;m nunca falou que mudar algo &eacute; f&aacute;cil, muito pelo contr&aacute;rio, mudar qualquer coisa independente do impacto ou risco pode se tornar um desafio dific&iacute;limo. Como disse Thomas Woodrow Wilson (28&ordm; presidente dos Estados Unidos) &ndash; &ldquo;Se voc&ecirc; quer fazer inimigos, tente mudar algo&rdquo;.<br /><br />A palavra Mudan&ccedil;a tem um significado bem simples, de acordo com o dicion&aacute;rio Aur&eacute;lio &eacute; o &ldquo;ato ou efeito de mudar. / Altera&ccedil;&atilde;o, modifica&ccedil;&atilde;o&rdquo;. O significado &eacute; bem simples, mas se pensarmos na pr&aacute;tica ao inv&eacute;s da teoria, toda esta facilidade cai por &aacute;gua abaixo.<br /><br />O ambiente coorporativo precisa se atualizar constantemente para poder enfrentar todos os desafios di&aacute;rios e n&atilde;o ficar para tr&aacute;s no mercado tecnol&oacute;gico. Todas estas altera&ccedil;&otilde;es, por mais simples que sejam, precisam de um controle e uma an&aacute;lise rigorosa para poder surtir os efeitos desejados e n&atilde;o os indesejados. E como podemos fazer isto de uma forma organizada?<br /><br />O processo de Gerenciamento de Mudan&ccedil;a foi criado com o exato intuito de gerenciar todas as mudan&ccedil;as que possam, ou n&atilde;o, causar impacto nos servi&ccedil;os prestados por TI atrav&eacute;s de um processo &uacute;nico e centralizado de valida&ccedil;&atilde;o, aprova&ccedil;&atilde;o, programa&ccedil;&atilde;o e controle da mudan&ccedil;a, para assegurar que toda a infraestrutura de TI permane&ccedil;a alinhada aos requisitos do neg&oacute;cio mitigando todos os riscos poss&iacute;veis. Por&eacute;m, mesmo com toda essa explica&ccedil;&atilde;o e detalhamento, as empresas continuam r&iacute;spidas a qualquer mudan&ccedil;a, seja ela tecnol&oacute;gica ou processual. Ent&atilde;o nos perguntamos &ndash; Porque mudar &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil?<br /><br />Lidar com novas tecnologias, m&aacute;quinas, processos, entre outros apetrechos de TI &eacute; muito simples para profissionais como n&oacute;s, por&eacute;m lidar com as pessoas que participam destes processos e a cultura particular de cada companhia &eacute; o que dificulta qualquer mudan&ccedil;a no ambiente coorporativo. Para evitarmos confrontos sobre qualquer mudan&ccedil;a, devemos ter um foco muito grande na comunica&ccedil;&atilde;o e explica&ccedil;&atilde;o de todos os benef&iacute;cios que tal mudan&ccedil;a ir&aacute; trazer para a &aacute;rea como um todo.<br /><br />Hoje em dia, as pessoas n&atilde;o toleram qualquer mudan&ccedil;a que aconte&ccedil;a em seu setor ou na empresa, o comodismo &eacute; o que mais fica vis&iacute;vel nessas horas, pois ningu&eacute;m quer mudar algo que acha f&aacute;cil de realizar ou solicitar. Podemos citar como exemplo a implanta&ccedil;&atilde;o de um novo processo de mudan&ccedil;a, n&atilde;o &eacute; muito mais c&ocirc;modo a pessoa solicitar qualquer mudan&ccedil;a (corre&ccedil;&atilde;o, projetos, novas implanta&ccedil;&otilde;es, etc.) diretamente com o respons&aacute;vel da &aacute;rea sem ter que passar por uma an&aacute;lise detalhada e um comit&ecirc; para explicar o real motivo desta mudan&ccedil;a? <br /><br />Por conta disto, quando tentamos mudar algo passamos por grandes obst&aacute;culos. O mesmo acontece quando a empresa tem uma cultura inapropriada para a constante atualiza&ccedil;&atilde;o do mercado tecnol&oacute;gico, neste caso devemos buscar o apoio da gerencia das principais &aacute;reas da empresa, pois com isto, iremos ter um importante apoio em qualquer mudan&ccedil;a que seja positiva para a estrutura da companhia. <br /><br />Para minimizarmos qualquer conflito com pessoas e cultura a melhor coisa para fazer &eacute; comunicar tudo que ser&aacute; feito com clareza, explicando todos os detalhes quantas vezes forem necess&aacute;rias e deixando claro todos os benef&iacute;cios que vir&aacute; para o trabalho di&aacute;rio de todos. <br /><br />Esta comunica&ccedil;&atilde;o deve ser feita com muita cautela para n&atilde;o ocasionar diferentes opini&otilde;es. Para evitarmos isto, devemos seguir as 5 dicas fundamentais para uma boa comunica&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o elas:<br /><br />- Foco<br />- Clareza<br />- Desenvoltura<br />- Objetividade<br />- Entendimento<br /><br />Todas as op&ccedil;&otilde;es acima s&atilde;o habilidades que voc&ecirc; deve possuir para fazer sua comunica&ccedil;&atilde;o ser a melhor poss&iacute;vel quando voc&ecirc; for &ldquo;vender&rdquo; a sua mudan&ccedil;a, seja ela qual for. Voc&ecirc; deve manter o foco no que realmente ser&aacute; mudado mostrando clareza sobre o que realmente ser&aacute; feito. No momento de explicar e ser questionado voc&ecirc; deve ter uma desenvoltura suficiente para fazer o questionador se sentir confort&aacute;vel com a sua resposta e fazer com que todo o entendimento da mudan&ccedil;a ocorra com a objetividade necess&aacute;ria.<br /><br />Ent&atilde;o &eacute; isso. Devemos lembrar que a palavra chave para conseguirmos realizar mudan&ccedil;as no ambiente de tecnologia com o intuito de termos apenas aliados ao inv&eacute;s de inimigos &eacute; a COMUNICA&Ccedil;&Atilde;O.<br /><br /><em>* Rodrigo Acerbi &eacute; formado em Desenvolvimento Web, atua como coordenador de mudan&ccedil;as e lidera o projeto de implanta&ccedil;&atilde;o da Governan&ccedil;a de TI.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1123</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Eduardo Pocetti - Otimismo nas alturas]]></title>
	<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1122</link>
    <description><![CDATA[&ldquo;A confian&ccedil;a &eacute; contagiante. A falta dela tamb&eacute;m.&rdquo;<br /><br />A frase do poeta americano Michael O&acute;Brien encerra uma daquelas verdades universais que se aplicam a todas as &aacute;reas da vida. A confian&ccedil;a &eacute; a pedra fundamental das rela&ccedil;&otilde;es afetivas e familiares, das parcerias profissionais, das amizades que duram para sempre. No mundo corporativo, onde nada &eacute; garantido e as tend&ecirc;ncias podem mudar subitamente, ao sabor de esc&acirc;ndalos, fen&ocirc;menos da natureza, novas descobertas e uma infinidade de outros fatores, ela &eacute; o motor de decis&otilde;es important&iacute;ssimas: um investidor se pauta justamente pela confian&ccedil;a ao optar por este ou aquele neg&oacute;cio.<br /><br />Por isso, em 2009, quando vivemos o pior momento da crise, foi t&atilde;o valioso conquistar o grau de investimento e entrar para a constela&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;pa&iacute;ses confi&aacute;veis&rdquo;. Nossa capacidade de recupera&ccedil;&atilde;o, aliada &agrave; estabilidade institucional e &agrave; solidez do sistema financeiro, nos levou a um patamar muito elevado &ndash; talvez o melhor da nossa Hist&oacute;ria.<br /><br />E uma pesquisa divulgada esta semana pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) indica que n&atilde;o foi apenas no plano internacional que o Brasil conquistou uma presen&ccedil;a mais forte. Tamb&eacute;m no plano interno, o empresariado recuperou a confian&ccedil;a no nosso potencial. O levantamento feito pela CNI revelou que o &Iacute;ndice de Confian&ccedil;a do Empres&aacute;rio Industrial (ICEI) atingiu 68,7 pontos em janeiro.<br /><br />O ICEI se baseia em dados levantados pelas federa&ccedil;&otilde;es de ind&uacute;strias de 25 Estados. Para estabelecer a pontua&ccedil;&atilde;o final, s&atilde;o analisadas informa&ccedil;&otilde;es referentes a comportamento e expectativas das ind&uacute;strias de v&aacute;rios portes e segmentos. A pontua&ccedil;&atilde;o pode chegar a cem: abaixo de 50, considera-se que o ambiente &eacute; de desconfian&ccedil;a.<br /><br />O &iacute;ndice de janeiro &eacute; o maior &iacute;ndice em 11 anos, e foi alavancado sobretudo pelas grandes empresas. Nestas, a pontua&ccedil;&atilde;o chegou a 70,1 pontos. Entre as m&eacute;dias, o ICEI foi de 68,7 pontos, e entre as pequenas, de 63,1.<br /><br />A prud&ecirc;ncia destas &uacute;ltimas em entregar-se &agrave; euforia &eacute; compreens&iacute;vel e deve ser interpretada como um reflexo das dificuldades enfrentadas durante o ano passado. Afinal, a retra&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito e a absoluta indefini&ccedil;&atilde;o do mercado experimentadas em 2009 obrigaram muitos empreendedores de menor porte a &ldquo;puxarem o freio de m&atilde;o&rdquo;, a adiarem planos e suspenderem projetos.<br /><br />Ainda assim, a recupera&ccedil;&atilde;o do otimismo foi r&aacute;pida e significativa, e tende a prosseguir: o &iacute;ndice de confian&ccedil;a no semestre subiu de 68,7 pontos, detectados em outubro do ano passado, para 71,8 pontos em janeiro de 2010. Este &eacute; o maior valor de toda a s&eacute;rie hist&oacute;rica!<br /><br />Se as ind&uacute;strias est&atilde;o otimistas, &eacute; sinal de que elas v&atilde;o investir, e muito. Estima-se que o crescimento do PIB poder&aacute; atingir 6% em 2010, o maior do Brasil em muitos anos. Para o aquecimento da economia n&atilde;o ser amea&ccedil;ado pela falta de uma infraestrutura adequada, &eacute; fundamental que o governo prossiga investindo nas obras do PAC e que a quest&atilde;o energ&eacute;tica seja tratada como prioridade.<br /><br />Em entrevista recente, Maur&iacute;cio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE) revelou que o consumo de energia pelo setor industrial ter&aacute; uma eleva&ccedil;&atilde;o de 9,4% em 2010, e que o consumo geral de energia ser&aacute; 7,4% mais alto do que o ano passado.<br /><br />Temos, portanto, perspectivas excelentes, mas estas v&ecirc;m acompanhadas de enormes desafios. Lidar com eles de maneira r&aacute;pida e produtiva &eacute; uma miss&atilde;o que cabe a todos os brasileiros!<br /><br /><em>* Eduardo Pocetti &eacute; CEO da BDO.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1122</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Marcos Morita - Braskem e Quattor: o novo cenário petroquímico]]></title>
	<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1120</link>
    <description><![CDATA[A pol&iacute;tica governamental de est&iacute;mulo a cria&ccedil;&atilde;o de corpora&ccedil;&otilde;es nacionais tem mais um integrante, a Nova Braskem. A compra da Quattor permitiu a forma&ccedil;&atilde;o do 8&deg; maior grupo do mundo. Odebrecht e Petrobr&aacute;s, s&oacute;cios na nova empresa, aumentam ainda mais o poder no setor. Especialistas demonstram preocupa&ccedil;&atilde;o com uma eventual mudan&ccedil;a de rumo a partir de 2011. &nbsp;<br /><br />Apesar do risco pol&iacute;tico, os desdobramentos somente ser&atilde;o conhecidos no longo tempo. Os participantes do setor e os consumidores por sua vez, podem sentir as consequ&ecirc;ncias em um horizonte mais curto. Para entend&ecirc;-las, dividirei o artigo em tr&ecirc;s partes: (a) evolu&ccedil;&atilde;o do segmento, (b) estrat&eacute;gias e cadeia produtiva e (c) impactos ao consumidor.<br /><br />O setor come&ccedil;ou a dar seus primeiros passos na d&eacute;cada de 50, com o crescimento da demanda pelo pl&aacute;stico. Capuava, no ABC paulista, foi o primeiro p&oacute;lo petroqu&iacute;mico, em 1972. Cama&ccedil;ari, na Bahia, Triunfo, no Rio Grande do Sul, e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, completam a lista. Dois novos projetos &ndash; Comperj, no Rio, e Suape, em Pernambuco, est&atilde;o previstos para os pr&oacute;ximos anos.<br /><br />At&eacute; o ano de 1995, somente a Petrobr&aacute;s era autorizada a comercializar a nafta, principal mat&eacute;ria-prima para o setor, seguido pelo g&aacute;s natural. O fim do monop&oacute;lio autorizaria empresas privadas a operar por interm&eacute;dio de concess&otilde;es. Odebrecht, Ipiranga, Ultra, Unipar e Suzano foram os principais players que aqui se instalaram. <br /><br />O novo s&eacute;culo foi marcado pela consolida&ccedil;&atilde;o do setor. A Braskem, sociedade entre Odebrecht e Mariani, fundada em 2001, cresceu basicamente atrav&eacute;s de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es. Tornou-se a l&iacute;der, sendo a Quattor sua principal oponente. Neste mercado, economia de escala e produtividade s&atilde;o aspectos essenciais para sobreviver &agrave; concorr&ecirc;ncia.<br /><br />A cadeia produtiva &eacute; composta por grandes empresas, denominadas como 1&ordf; e 2&ordf; gera&ccedil;&atilde;o. H&aacute; nesta etapa o processamento da nafta em produtos, como eteno, benzeno, polietileno e PVC. A Nova Braskem det&eacute;m o controle nestes dois est&aacute;gios, enquanto sua s&oacute;cia Petrobr&aacute;s, o fornecimento da nafta. Uma rara combina&ccedil;&atilde;o de monop&oacute;lios privado e estatal.<br /><br />A estrat&eacute;gia de participar em elos anteriores ou posteriores da cadeia &eacute; denominada integra&ccedil;&atilde;o vertical. As empresas que a utilizam tendem a reduzir a incerteza em suas opera&ccedil;&otilde;es, aumentando suas margens, uma vez que o lucro permanece dentro de casa. Sua utiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; prop&iacute;cia em cen&aacute;rios vol&aacute;teis ou em situa&ccedil;&otilde;es em que controlar a mat&eacute;ria-prima &eacute; um diferencial competitivo.<br /><br />A cadeia continua com os fabricantes de 3&deg; gera&ccedil;&atilde;o - empresas grandes, m&eacute;dias e pequenas. O micro empres&aacute;rio, fabricante de embalagens, sacolas pl&aacute;sticas, filmes e produtos injetados, t&ecirc;m como op&ccedil;&otilde;es comprar do gigante ou importar, tarefa bastante desestimulante para quem &eacute; pequeno. Associa&ccedil;&otilde;es ou cooperativas podem ser uma sa&iacute;da para aumentar o poder de barganha.<br /><br />&nbsp;A quantidade de itens produzidos &eacute; imensa. Olhe o interior de seu ve&iacute;culo, os eletrodom&eacute;sticos e eletr&ocirc;nicos rec&eacute;m-adquiridos, os brinquedos de seus filhos, as embalagens de alimentos, bebidas e produtos de higiene e limpeza. Garrafas PET e sacolas pl&aacute;sticas - as vil&atilde;s do meio ambiente - s&atilde;o os filhos mais famosos e pol&ecirc;micos. <br /><br />Vejamos o impacto nas g&ocirc;ndolas do supermercado. Qual seria sua rea&ccedil;&atilde;o a um aumento de pre&ccedil;os, provocado pelo material utilizado na embalagem? Talvez aquele produto um pouco mais caro, embalado em papel, vidro ou metal fosse sua escolha. Para n&atilde;o perder mercado, desenhistas industriais seriam recrutados, procurando formas para reduzir o custo. <br /><br />Este exemplo traz apenas aplica&ccedil;&otilde;es em embalagens. Em outros mercados esta substitui&ccedil;&atilde;o ou readequa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja poss&iacute;vel ou vi&aacute;vel, por condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas ou especifica&ccedil;&otilde;es de projeto.<br /><br />A decis&atilde;o final sobre os impactos desta compra sobre a economia brasileira ficar&aacute; sobre a batuta do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica. Ali&aacute;s, trabalho &eacute; que n&atilde;o falta aos seus membros, haja vista as in&uacute;meras fus&otilde;es, aquisi&ccedil;&otilde;es e alian&ccedil;as estrat&eacute;gicas que agitaram o mercado brasileiro. <br /><br />A surpresa neste caso talvez n&atilde;o esteja na resposta do &oacute;rg&atilde;o, mas sim na rapidez em sua an&aacute;lise. Al&eacute;m da influ&ecirc;ncia do chefe, outubro est&aacute; cada vez mais pr&oacute;ximo. Alimentos, varejo, m&oacute;veis, eletrodom&eacute;sticos, eletr&ocirc;nicos e bancos podem esperar um pouco mais. <br /><em><br />* Marcos Morita &eacute; mestre em Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas e professor da Universidade Mackenzie.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1120</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Marcus Vinicius Brandão Soares - Portal do Software Público & propriedade comum]]></title>
	<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1121</link>
    <description><![CDATA[<p>Em 1937 um economista ingl&ecirc;s chamado Ronald Coase, que j&aacute; ganhou o Pr&ecirc;mio Nobel de Economia, fez as seguintes perguntas: &ldquo;por que as firmas existem?&rdquo; e &ldquo;existem limites para o crescimento das firmas?&rdquo;</p><p>Podem parecer perguntas &oacute;bvias, mas creio que muitos bons profissionais, sejam eles empres&aacute;rios ou administradores p&uacute;blicos, n&atilde;o saberiam responder a esta pergunta. </p><p>O pr&oacute;prio Coase respondeu &agrave; primeira pergunta usando a express&atilde;o &ldquo;marketing costs&rdquo;: o mercado n&atilde;o funciona sem custos, que s&atilde;o, resumidamente:</p><p>(1)&nbsp;o custo de busca da contra-parte; <br />(2)&nbsp;o custo de reda&ccedil;&atilde;o do contrato; <br />(3)&nbsp;o custo de monitoramento do cumprimento do contrato; e <br />(4)&nbsp;o custo de acionamento do contratado no caso de quebra do contrato. </p><p>As firmas existem para minimizar estes custos. A segunda resposta, resumidamente, vem a reboque da primeira: se uma firma cresce demais ela tende a se tornar um mercado e volta a ter os tais &ldquo;marketing costs&rdquo;.</p><p>Mais tarde o professor Oliver Williamson, um ex-aluno de Coase, detalhou melhor os tais &ldquo;marketing costs&rdquo; (ou custos de funcionamento do mercado) e deu a eles o nome de custos de transa&ccedil;&atilde;o. </p><p>Oliver Williamson recebeu no ano passado (2009) o Pr&ecirc;mio Nobel da Economia justamente pelos seus estudos sobre os limites da firma. A professora Elinor Ostrom compartilhou este Nobel com o professor Williamson por seus estudos sobre o que o anglo-sax&atilde;o chama de &ldquo;commons&rdquo;, que pode ser traduzido em portugu&ecirc;s para propriedade comum. Elinor Ostrom foi a primeira mulher a receber o Pr&ecirc;mio Nobel de Economia. Quem quiser conferir &eacute; <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/2009/" target="_blank" class="linkEditor">s&oacute; ir aqui</a>.&nbsp; </p><p>O leitor deve estar perguntando: &ldquo;o que isso tem a ver com o portal do software p&uacute;blico?&rdquo; A resposta &eacute; simples e vou explicar baseado nos dois primeiro custos de transa&ccedil;&atilde;o: o de busca da contra-parte e o de reda&ccedil;&atilde;o do contrato.</p><p>Um portal &eacute; um mecanismo de visibilidade e de hospedagem na Internet. Ele tem um endere&ccedil;o na Internet que corresponde a um local onde s&atilde;o colocadas informa&ccedil;&otilde;es direcionadas a um determinado assunto, de maneira que quem visita o portal possa encontrar as informa&ccedil;&otilde;es de que necessita, al&eacute;m de hospedar arquivos que tenham rela&ccedil;&atilde;o com os assuntos tratados no portal. </p><p>Evidentemente um portal n&atilde;o vai ter todas as informa&ccedil;&otilde;es, mas ele auxilia na busca, reduzindo o custo delas. E numa &eacute;poca onde tempo e aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o ativos muito preciosos (o concorrente est&aacute; a um clique do mouse) qualquer redu&ccedil;&atilde;o nos custos de busca j&aacute; &eacute; um tremendo ganho.</p><p>A abordagem concorrencial do par&aacute;grafo anterior faz muito sentido quando nos referimos ao mercado, &agrave; propriedade privada. A&iacute; acontece um impasse: o portal do software p&uacute;blico n&atilde;o &eacute; propriedade privada, mas sim propriedade do Governo Federal, ou seja, &eacute; propriedade p&uacute;blica. </p><p>Vem &agrave; tona, neste instante, uma aparente controv&eacute;rsia, pois s&atilde;o oferecidos servi&ccedil;os de software pelo pr&oacute;prio Governo Federal e por empresas privadas num portal do Governo Federal e, ainda por cima, gratuitamente.&nbsp; Ser&aacute; que haveria tal controv&eacute;rsia a oferta fosse feita por um portal privado? Provavelmente n&atilde;o. </p><p>Acreditamos que a controv&eacute;rsia n&atilde;o &eacute; em rela&ccedil;&atilde;o ao portal do software p&uacute;blico, mas ao que ele divulga e hospeda: propriedade comum. Software p&uacute;blico &eacute; propriedade comum. Mas o que &eacute; propriedade comum?</p><p>Bem, j&aacute; existem defini&ccedil;&otilde;es muito precisas de propriedade privada e propriedade p&uacute;blica. N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas quanto a isso. A novidade &eacute; que est&aacute; em curso a (re) cria&ccedil;&atilde;o de uma terceira defini&ccedil;&atilde;o de propriedade, a propriedade comum, que n&atilde;o &eacute; privada nem p&uacute;blica e, ao mesmo tempo, privada e p&uacute;blica.&nbsp; </p><p>Escrevemos (re) cria&ccedil;&atilde;o, pois a propriedade comum j&aacute; existia no tempo dos romanos, com o nome de res communes. Ela &eacute; constru&iacute;da pelo Estado e pela Sociedade e protegida pelos dois. Esta defini&ccedil;&atilde;o lembra o t&iacute;tulo de uma m&uacute;sica dos Tit&atilde;s: &ldquo;Tudo ao mesmo tempo, agora!&rdquo;.&nbsp; </p><p>Deste modo, Estado e Sociedade t&ecirc;m o direito de auferir os benef&iacute;cios advindos dela. Como ainda est&aacute; em curso toda uma discuss&atilde;o sobre a regulamenta&ccedil;&atilde;o desta propriedade comum que &eacute; o software p&uacute;blico, ela ainda causa espanto (ou mesmo preocupa&ccedil;&atilde;o) a quem est&aacute; fortemente ligado &aacute;s defini&ccedil;&otilde;es tradicionais de propriedade p&uacute;blica e propriedade privada. Isso &eacute; natural. </p><p>Voltando &aacute; an&aacute;lise dos custos de transa&ccedil;&atilde;o, atentemos para palavra &ldquo;regulamenta&ccedil;&atilde;o&rdquo; do par&aacute;grafo anterior. Pode-se facilmente notar que o portal do software p&uacute;blico tamb&eacute;m est&aacute; sendo usado como um ponto de encontro para a reda&ccedil;&atilde;o de uma esp&eacute;cie de licen&ccedil;a de uso do software p&uacute;blico brasileiro, a licen&ccedil;a p&uacute;blica de marca. </p><p>Existe at&eacute; um cronograma para isso que est&aacute; no <a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item85" target="_blank" class="linkEditor">pr&oacute;prio portal</a>. Ou seja, esta licen&ccedil;a est&aacute; sendo escrita pelo Estado e pela Sociedade. O portal &eacute; um instrumento para minimizar o custo da reda&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a p&uacute;blica de marca, que nada mais &eacute; do que um contrato. Eis que chegamos &agrave; redu&ccedil;&atilde;o do segundo custo de transa&ccedil;&atilde;o: redu&ccedil;&atilde;o do custo de reda&ccedil;&atilde;o do contrato, baseado no rateio do custo por todos os envolvidos na reda&ccedil;&atilde;o dele, que s&atilde;o o Estado e a Sociedade, o p&uacute;blico e o privado. A partir do uso do portal, bem entendido.</p><p>&Eacute; Importante dizer que n&atilde;o h&aacute; qualquer obrigatoriedade de qualquer propriedade, seja p&uacute;blica, seja privada, ser tornada comum. A propriedade comum &eacute; apenas mais uma defini&ccedil;&atilde;o de propriedade que se agrega &agrave;s j&aacute; existentes: propriedade p&uacute;blica, propriedade privada e propriedade comum. No caso espec&iacute;fico do portal do software p&uacute;blico, at&eacute; onde sabemos, ningu&eacute;m foi obrigado a hospedar o seu software l&aacute; ou tem qualquer privil&eacute;gio por ter feito isso. Tudo foi feito de maneira volunt&aacute;ria. </p><p>O portal, inclusive, favorece &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do Princ&iacute;pio Jur&iacute;dico da Igualdade na Economia: tratar de forma igual os iguais e de forma desigual os desiguais, isto &eacute;, suprindo as defici&ecirc;ncias (no caso, de divulga&ccedil;&atilde;o e de reda&ccedil;&atilde;o contratual) aos pequenos que se cadastram no portal como prestadores de servi&ccedil;os, afinal o software &eacute; p&uacute;blico. Isso &eacute; fomento p&uacute;blico &agrave; concorr&ecirc;ncia.</p><p>Esperamos que este texto auxilie nas an&aacute;lises de custo x benef&iacute;cio tanto do mercado quanto do servi&ccedil;o p&uacute;blico, do valor do portal do software p&uacute;blico brasileiro, pois &eacute; isso que se prop&otilde;e a ser: um ponto de encontro para aqueles que buscam solu&ccedil;&otilde;es para seus problemas de tecnologia da informa&ccedil;&atilde;o a baixos custos. Sejam eles p&uacute;blicos ou privados. </p><p>Algumas refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas:<br />Coase, R. H., (1937), <a href="http://www.jstor.org/pss/2626876?cookieSet=1" target="_blank" class="linkEditor">&ldquo;The Nature of the Firm&rdquo;</a>. Economica 4 (16): 386-405.</p><p>Coase, R. H., (1960), <a href="http://www.sfu.ca/~allen/CoaseJLE1960.pdf" target="_blank" class="linkEditor">&ldquo;The Problem of Social Cost&rdquo;</a>. Journal of Law and Economics 3: 1-44.&nbsp;</p><p>Williamson, O. E., (1985), The Economic Institutions of Capitalism, New York: The Free Press.</p><p>Ostrom, Elinor (1990). Governing the Commons: The Evolution of Institutions for Collective Action.&nbsp; New York: Cambridge University Press.</p><p>Uma pequena falta de mod&eacute;stia, se me permitem:</p><p>Soares, M.V.B., (2007) &ldquo;Nem privado, nem public: o software livre e o emergir da propriedade comum&rdquo;, Confer&ecirc;ncia Internacional de Software Livre 3.0, Badajoz, Espanha. Dispon&iacute;vel em <a href="http://dennis.eti.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=68:o-software-livre-e-o-emergir-da-propriedade-comum&amp;catid=36:software-livre&amp;Itemid=53" target="_blank" class="linkEditor">aqui</a>.&nbsp;</p><p><em>*&nbsp;Marcus Vinicius Brand&atilde;o Soares &eacute; aluno de doutorado na COPPE-Sistemas / UFRJ, membro do IBDE - Instituto Brasileiro de Direito Eletr&ocirc;nico, do GEDEL - Grupo de Pesquisas da Escola Judicial do TRT de Minas Gerais &quot;Justi&ccedil;a e Direito Eletr&ocirc;nicos&quot; e do NECSO/UFRJ - N&uacute;cleo de Estudos em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia  e Sociedade da UFRJ.</em></p>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1121</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Botto - Fatores críticos para o sucesso da terceirização]]></title>
	<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1119</link>
    <description><![CDATA[A pr&aacute;tica de terceiriza&ccedil;&atilde;o (outsourcing) vem se intensificando entre empresas de todos os setores, segmentos e estruturas, contemplando as mais diversas &aacute;reas. As raz&otilde;es pela escolha da terceiriza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o in&uacute;meras: aumento de qualidade, inova&ccedil;&atilde;o, crescimento e/ou foco no neg&oacute;cio, redu&ccedil;&atilde;o de custos, aumento de conhecimento, atualiza&ccedil;&atilde;o, agilidade, transpar&ecirc;ncia, mudan&ccedil;as, mitiga&ccedil;&atilde;o de riscos, seguran&ccedil;a, entre outros.<br /><br />No entanto, vale ressaltar que algumas propriedades, atividades e precau&ccedil;&otilde;es s&atilde;o primordiais para maximizar o sucesso no processo de terceiriza&ccedil;&atilde;o:<br /><br />- Ter pleno dom&iacute;nio das atividades e responsabilidades a serem terceirizadas;<br /><br />- Estar preparado para absorver uma nova forma de gest&atilde;o e relacionamento;<br /><br />- Saber o custo total com &aacute;rea a ser terceirizada (baseline), para saber comparar da mesma forma com o proposto. Um baseline completo deve conter: pessoas, hardware, software, estrutura, facilities, contratos, impostos, indiretos. O pr&oacute;ximo passo seria classificar os custos por atividade;<br /><br />- Ter um estudo pr&eacute;vio do modelo de terceiriza&ccedil;&atilde;o (esse pode ser questionado, validado e atualizado durante toda a fase de RFP) com mapeamento dos benef&iacute;cios quantitativos e qualitativos junto &agrave; criticidade do neg&oacute;cio;<br /><br />- A sele&ccedil;&atilde;o do parceiro deve ser direcionada de acordo com a complexidade e estrat&eacute;gia da empresa. De acordo com uma matriz: estrat&eacute;gia de opera&ccedil;&atilde;o, atividade ou aplica&ccedil;&atilde;o x riscos, podem existir fornecedores espec&iacute;ficos para cada quadrante, mesmo se op&ccedil;&atilde;o do modelo for de fornecedor Premium para a gest&atilde;o centralizada;<br /><br />- O aporte de conhecimento do fornecedor acaba garantindo maior fidelidade no relacionamento. Busque visitar e entrevistar clientes do fornecedor com opera&ccedil;&otilde;es similares;<br /><br />- A RFP deve ser detalhada para facilitar a an&aacute;lise de informa&ccedil;&otilde;es e a estrat&eacute;gia de negocia&ccedil;&atilde;o. Deve contemplar as responsabilidades da contratante e contratada, o modelo de gest&atilde;o, indicadores, metas, transi&ccedil;&atilde;o, formas de pagamento, produtividade, documenta&ccedil;&atilde;o e planilha de captura de pre&ccedil;os aberta por atividade. Tamb&eacute;m deve haver espa&ccedil;o para que o fornecedor possa descrever inova&ccedil;&otilde;es, melhorias e planos de continuidade. Quando tratamos de um mercado muito pulverizado, o processo de RFI torna-se obrigat&oacute;rio, caso contr&aacute;rio, as informa&ccedil;&otilde;es da RFI dever&atilde;o ser solicitadas na RFP; &nbsp;<br /><br />- O sistema de remunera&ccedil;&atilde;o precisa ser din&acirc;mico baseado na busca cont&iacute;nua do aperfei&ccedil;oamento (custos e produtividade);<br /><br />- Adotar modelo de risco x recompensa, al&eacute;m de incluir cl&aacute;usulas de escalabilidade, prevendo a diminui&ccedil;&atilde;o ou acr&eacute;scimo dos servi&ccedil;os contratados. Para projetos, inserir cl&aacute;usulas de sucess-fee na implanta&ccedil;&atilde;o de grandes projetos, de acordo os benef&iacute;cios descritos nos business cases - apresentado pelos prestadores.<br /><br />... e para concluir, antes de pensar na experi&ecirc;ncia de um fornecedor offshore, tenha uma experi&ecirc;ncia pr&eacute;via no nearshore (s&atilde;o opera&ccedil;&otilde;es bem divergentes em gest&atilde;o e complexidade).<br /><br /><em>* Felipe Botto &eacute; diretor da Atos Origin.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1119</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Celso Tomé Rosa - SaaS: você está realmente pronto para adquiri-lo?]]></title>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1117</link>
    <description><![CDATA[N&atilde;o &eacute; de agora que ouvimos certos exageros sobre os benef&iacute;cios da tecnologia SaaS, o j&aacute; conhecido modelo de software como servi&ccedil;o. Alguns o enxergam como o pr&oacute;ximo passo tecnol&oacute;gico que n&atilde;o s&oacute; tornar&aacute; obsoletas as demais tecnologias existentes como resolver&aacute; um sem n&uacute;mero de labirintos digitais da atualidade. Logo no seu surgimento, outros faziam quest&atilde;o de enfatizar a infinidade de recursos que o novo modelo permitia, embora muitos deles n&atilde;o tenham se concretizado ainda.<br /><br />&Eacute; claro que essas conclus&otilde;es n&atilde;o significam que o SaaS n&atilde;o seja uma boa op&ccedil;&atilde;o, pelo contr&aacute;rio, revela-se um modelo s&oacute;lido a longo prazo para a implementa&ccedil;&atilde;o de aplicativos. Contudo, est&aacute; longe de ser uma panac&eacute;ia para o mercado de softwares.<br /><br />Com base nessas premissas, &eacute; quase autom&aacute;tico nos vir a indaga&ccedil;&atilde;o: ent&atilde;o por que tanta propaganda em cima do SaaS? Talvez seja pelo fato de ser um dos processos-chave de valor que os fornecedores de software t&ecirc;m a oferecer &agrave;s empresas como forma de enriquecer as alternativas a seus clientes, como por exemplo sobre como comprar, implementar, executar e manter seus sistemas de TI. <br /><br />Solu&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis integralmente em SaaS s&atilde;o ainda mais eficazes, ao passo que garantem m&uacute;ltiplas ofertas aos compradores. Vejamos as op&ccedil;&otilde;es:<br /><br />- In Situ: licen&ccedil;a permanente rodada pelo cliente diretamente no website.<br /><br />- Assinatura: o cliente torna-se assinante para o uso &ldquo;on demand&rdquo;.<br /><br />- Licen&ccedil;a por hospedagem: software tradicional mais a licen&ccedil;a por hospedagem SaaS.<br /><br />- Hospedagem dedicada: servi&ccedil;os de hosting em uma &uacute;nica inst&acirc;ncia para clientes individuais, cuja complexidade das situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o enseja m&uacute;ltiplos usu&aacute;rios.<br /><br />- Servi&ccedil;os gerenciais de aplica&ccedil;&atilde;o: terceiriza&ccedil;&atilde;o integral de servi&ccedil;os.<br /><br />Diante disso, as empresas deveriam considerar as seguintes quest&otilde;es no momento de decis&atilde;o da compra de um software:<br /><br />Qual s&atilde;o as circunst&acirc;ncias atuais?<br />Tais circunst&acirc;ncias ser&atilde;o alteradas nos pr&oacute;ximos cinco anos?<br />Quanto da infraestrutura necess&aacute;ria de TI voc&ecirc; disp&otilde;e ou almeja?<br />Possui liquidez para gastos de compra?<br />Uma compra operacional n&atilde;o seria mais conveniente?<br />Como a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica atual afeta seu crit&eacute;rio de compra?<br />Depois de feita a escolha e as circunst&acirc;ncias se alterarem, &eacute; poss&iacute;vel substitui-la por outra sem que haja a necessidade de reimplementar um sistema diferente?<br />A ideia &eacute; mesmo fixar-se num determinado modelo ou selecionar uma op&ccedil;&atilde;o mais flex&iacute;vel e pass&iacute;vel de mudan&ccedil;as?<br /><br />Feita a auto-inquiri&ccedil;&atilde;o, o empres&aacute;rio ter&aacute; mais condi&ccedil;&otilde;es de analisar a viabilidade ou n&atilde;o de usufruir da tecnologia SaaS, bem como de suas op&ccedil;&otilde;es de compra e implementa&ccedil;&atilde;o estendidas. Ou ainda, poder&atilde;o perceber se est&atilde;o devidamente aptos para oferecer a seus clientes o direito de escolha, livrando-os da rigidez de um sistema &uacute;nico, de formato espec&iacute;fico e implementa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-estabelecida. <br /><br /><em>* Celso Tom&eacute; Rosa &eacute; vice-presidente da Infor Brasil.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1117</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Emerson J. Beneton - Só Firewall não resolve]]></title>
	<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1118</link>
    <description><![CDATA[Com as boas perspectivas da economia para 2010 e conseq&uuml;ente aumento no trafego de informa&ccedil;&otilde;es nas corpora&ccedil;&otilde;es, um grande n&uacute;mero de gestores deve estar pensando, vamos aprimorar nosso Firewall e certificar se nosso antiv&iacute;rus est&aacute; atualizado... com isto suas empresas estar&atilde;o seguras?? N&Atilde;O!!<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br />Infelizmente algumas empresas investem grandes somas em tecnologias que garantem a prote&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e l&oacute;gica dos sistemas e equipamentos, mas n&atilde;o investem na seguran&ccedil;a de seus funcion&aacute;rios, principalmente em conscientiza&ccedil;&atilde;o e treinamento. Em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o o elo mais fraco &eacute; o ser humano. H&aacute; necessidade de planejar a seguran&ccedil;a da empresa de forma integrada, tecnologia e procedimentos. Kevin Mitnik, talvez o hacker mais famoso do mundo, afirma em seu livro, A arte de enganar &ldquo;Com freq&uuml;&ecirc;ncia, a seguran&ccedil;a &eacute; apenas uma ilus&atilde;o, que &agrave;s vezes fica pior ainda quando entram em jogo a credulidade, a inoc&ecirc;ncia ou a ignor&acirc;ncia&rdquo;. &nbsp;<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br />O CERT.br (Centro de Estudos, Respostas e Tratamento de Incidentes de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o no Brasil) acaba de divulgar o balan&ccedil;o de 2009 com um total de 358.343 incidentes reportados de janeiro a dezembro, com um aumento de 61,03% comparado a igual per&iacute;odo em 2008, outra informa&ccedil;&atilde;o preocupante &eacute; que desses incidentes 69,87% foram fraudes. <br /><br />Das tentativas de fraudes reportadas tivemos:<br />- 88,25% Direitos Autorais<br />- 8,79% Cavalos de Troia<br />- 2,50% P&aacute;ginas Falsas<br />- 0,46% outras<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />Para evitar preju&iacute;zos &agrave;s empresas devido a problemas de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o, seja de pequeno, m&eacute;dio ou grande porte, est&aacute; cada vez mais claro que o cuidado com a conscientiza&ccedil;&atilde;o dos colaboradores, a institui&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;tica de seguran&ccedil;a, alinhadas com os objetivos do neg&oacute;cio, podem ser as melhores a&ccedil;&otilde;es dos gestores de TI.<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br />Esta tarefa nem sempre &eacute; f&aacute;cil, ou clara para esses gestores, que normalmente s&atilde;o respons&aacute;veis por muitas tarefas, dentre ajuda a usu&aacute;rios, atualiza&ccedil;&atilde;o de sistemas, manuten&ccedil;&atilde;o de hardware, etc,etc,etc... Como agir ent&atilde;o? O mais indicado &eacute; trabalhar com as melhores pr&aacute;ticas, por exemplo, utilizar a ISO NBR 27002 &ndash; Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o &ndash; T&eacute;cnicas de seguran&ccedil;a &ndash; C&oacute;digo de pr&aacute;tica para a gest&atilde;o da seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Esta norma possui 133 controles que v&atilde;o desde Pol&iacute;tica de Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o at&eacute; Conformidade, passando por seguran&ccedil;a em Recursos Humanos. A utiliza&ccedil;&atilde;o de um roteiro pode facilitar este trabalho que dever&aacute; ser feito de forma integrada e planejada, dando gradativamente a empresa um n&iacute;vel de seguran&ccedil;a adequado as suas necessidades empresariais. <br /><br />O mais importante &eacute; elevar essa seguran&ccedil;a de forma gradativa e constante, para que a maturidade dos controles e dos usu&aacute;rios se eleve com equil&iacute;brio. N&atilde;o se consegue mudar a cultura de uma empresa imediatamente, mudan&ccedil;as r&aacute;pidas podem ser ilus&oacute;rias e criar a falsa sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a, uma das maiores armadilhas nesta &aacute;rea.Acredita-se que est&aacute; seguro o que na realidade n&atilde;o ocorre, podendo acontecer uma grande surpresa com um incidente de seguran&ccedil;a e preju&iacute;zos muitas vezes enormes.<br /><br />N&atilde;o devemos esquecer que em Seguran&ccedil;a da Informa&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio aliar a tecnologia a processos.<br /><br /><em>* Emerson J. Beneton &eacute; diretor de Desenvolvimento e Inova&ccedil;&atilde;o da ABCTec.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1118</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Calixto - As ondas do mercado de ERP]]></title>
	<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1116</link>
    <description><![CDATA[A ado&ccedil;&atilde;o dos sistemas de gest&atilde;o empresarial come&ccedil;ou a ganhar for&ccedil;a no Brasil na d&eacute;cada de 90. No in&iacute;cio, o ERP (Enterprise Resource Planning) ou sistema integrado de gest&atilde;o empresarial, era um privil&eacute;gio das grandes empresas, mas, em pouco tempo, atingiu popularidade, e se tornou acess&iacute;vel tamb&eacute;m para as pequenas e m&eacute;dias. <br /><br />Hoje, dispor de um sistema de gest&atilde;o n&atilde;o &eacute; mais modismo, e sim uma necessidade para garantir a sobreviv&ecirc;ncia e o desenvolvimento dos neg&oacute;cios, tornando-os ainda mais competitivos e rent&aacute;veis.<br /><br />At&eacute; atingir esse patamar, ao longo dos anos, o mercado de ERP foi passando por diversas &quot;ondas&quot;.<br /><br />A primeira delas foi o desafio de integrar dados de diferentes departamentos. Os setores funcionavam, muitas vezes, com sistemas pr&oacute;prios e independentes, onde havia uma redund&acirc;ncia enorme de informa&ccedil;&otilde;es. Neste momento surgiram os famosos sistemas de gest&atilde;o empresarial, que integravam todas as &aacute;reas de uma empresa em uma mesma plataforma de trabalho, cruzando informa&ccedil;&otilde;es de diferentes fontes num &uacute;nico Banco de Dados. <br /><br />Essa evolu&ccedil;&atilde;o exigiu uma mudan&ccedil;a forte na cultura organizacional, j&aacute; que havia grande dificuldade para inserir seus funcion&aacute;rios, que at&eacute; ent&atilde;o trabalhavam isoladamente em seus departamentos, nos novos processos estabelecidos pelos sistemas integrados.<br /><br />Superada esta fase, iniciava-se uma segunda onda - transformar os dados em informa&ccedil;&otilde;es gerenciais. Para atingir esse est&aacute;gio, as empresas passaram por um processo de refinamento de seus cadastros e movimentos, tornando-os mais &iacute;ntegros e &uacute;teis, permitindo a cria&ccedil;&atilde;o de centenas de relat&oacute;rios e gr&aacute;ficos que possibilitaram aos gestores analisar a empresa sob diversos &acirc;ngulos.<br /><br />Com as informa&ccedil;&otilde;es integradas, os colaboradores j&aacute; habituados com as novas rotinas e uma infinidade de ferramentas gerenciais, surgiu a terceira onda, que foi marcada por muitos desafios, entre eles, conhecer e disseminar os fundamentos da administra&ccedil;&atilde;o e as t&eacute;cnicas de gest&atilde;o, para obter melhores resultados.<br /><br />Havia uma total falta de controle e, na grande maioria dos casos, falta de conhecimento sobre custeio de produtos, t&eacute;cnicas de estocagem, fluxo de caixa, ciclo financeiro e operacional, necessidade de capital de giro, EBITDA, an&aacute;lise de margem de contribui&ccedil;&atilde;o, ponto de equil&iacute;brio, etc. Muitas vezes as decis&otilde;es eram tomadas por pura intui&ccedil;&atilde;o, sem um embasamento concreto. Era comum o gestor agir sem planejamento e sem medir o reflexo de cada a&ccedil;&atilde;o no neg&oacute;cio. <br /><br />Nestes 20 anos acompanhando as empresas de perto pude presenciar, por exemplo, iniciativas para ampliar as vendas, colocadas em pr&aacute;tica ignorando o verdadeiro impacto dessa decis&atilde;o. A empresa ampliava seu estoque para vender mais, sem analisar se o mercado estava preparado para esse aumento da oferta. Isso aumentava seu prazo m&eacute;dio de estocagem, fazendo com que seu Ciclo Operacional ficasse mais longo e consequentemente aumentado sua Necessidade de Capital de Giro. Essa opera&ccedil;&atilde;o acabava for&ccedil;ando a empresa a recorrer a institui&ccedil;&otilde;es financeiras com taxas de juros que inviabilizavam seu neg&oacute;cio, antes vi&aacute;vel.<br /><br />Por fim, a onda atual da Mobilidade na Gest&atilde;o. Estamos vivendo a era em que o gestor necessita que a informa&ccedil;&atilde;o chegue no momento certo e de forma bastante objetiva. Ele n&atilde;o pode mais ter que busc&aacute;-la e nem tampouco gastar tempo em selecionar o que &eacute; &uacute;til. Muita informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o significa dom&iacute;nio do neg&oacute;cio. A informa&ccedil;&atilde;o certa no tempo certo &eacute; o grande desafio do gestor. Portanto, para conduzir o neg&oacute;cio com excel&ecirc;ncia, os executivos precisam de mobilidade, simplicidade, objetividade, pr&oacute;-atividade, seguran&ccedil;a, seletividade e, principalmente, velocidade. <br /><br />Com a mobilidade, os gestores podem ter acesso a informa&ccedil;&otilde;es operacionais e as que facilitam a tomada de decis&atilde;o, em tempo real. Entre elas, o cumprimento de meta de vendas ou margem de contribui&ccedil;&atilde;o da empresa, do vendedor, unidade ou regi&atilde;o; receita acumulada, clientes inadimplentes, desencaixes financeiros, previs&atilde;o para atingir o ponto de equil&iacute;brio, alerta de atrasos em projetos ou atendimentos, necessidade de manuten&ccedil;&atilde;o em m&aacute;quinas e equipamentos, etc..<br /><br />S&oacute; v&atilde;o surfar nessa onda, empresas que utilizarem solu&ccedil;&otilde;es com esta tecnologia e que estejam preparadas e dispostas a assimilar essas novas culturas. Por n&atilde;o se tratar de um &quot;pacote&quot; que sirva para todas as organiza&ccedil;&otilde;es, &eacute; importante contar com um fornecedor que ofere&ccedil;a tamb&eacute;m a consultoria especializada, que far&aacute; uma intensa an&aacute;lise e identifica&ccedil;&atilde;o da real necessidade. <br /><br />O mais interessante &eacute; constatar que todas essas gera&ccedil;&otilde;es convivem concomitantemente no HOJE, ou seja, temos uma infinidade de empresas na primeira onda vivendo e competindo com empresas na segunda, terceira e quarta ondas. A diferen&ccedil;a entre elas reflete no resultado: maior competitividade, maior rentabilidade, maior satisfa&ccedil;&atilde;o de seus clientes e melhor qualidade de vida para seus colaboradores e gestores.<br /><br /><em>*Felipe Calixto &eacute; diretor presidente da Sankhya.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1116</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Fábio Soto - Auditoria de TI]]></title>
	<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1115</link>
    <description><![CDATA[Com o grande n&uacute;mero de leis, normas e resolu&ccedil;&otilde;es de &oacute;rg&atilde;os e entidades de governos exigindo auditorias peri&oacute;dicas sobre controles internos, TI, balan&ccedil;os patrimoniais, esse servi&ccedil;o tem sido cada vez mais procurado por empresas de m&eacute;dio e grande porte.<br /><br />Existem v&aacute;rios tipos de auditoria, mas para facilitar vou citar tr&ecirc;s grupos: A auditoria externa (independente), a auditoria interna, e a auditoria de conformidade.<br /><br />O foco deste artigo &eacute; falar um pouco sobre a auditoria de controles de TI (tanto externa, interna ou de conformidade), assunto abordado no COBIT (processo ME2 do framework), e tamb&eacute;m na NBR ISO 27001 no item sobre auditorias internas do SGSI (sistema de gest&atilde;o de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o).<br /><br />O Cobit em seu processo ME2 (Monitorar e Avaliar Controles Internos) informa que &ldquo;Estabelecer um programa de controles internos efetivo para TI requer um processo bem definido de monitoramento. Esse processo inclui o monitoramento, resultados de auto-avalia&ccedil;&otilde;es, revis&otilde;es de terceiros e comunica&ccedil;&atilde;o de controles em n&atilde;o conformidade (atrav&eacute;s de relat&oacute;rios de auditoria, por exemplo). Um dos principais benef&iacute;cios do monitoramento de controles internos &eacute; prover garantias de que as opera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o eficientes e efetivas, e em conformidade com leis e regulamentos aplic&aacute;veis.&rdquo;<br /><br />J&aacute; a ISO 27001 informa que as empresas devem &ldquo;conduzir auditorias a intervalos planejados para determinar se os objetivos de controle, controles, processos e procedimentos de seguran&ccedil;a:<br /><br />a) obedecem aos requisitos da norma e &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o pertinente ou regulamentos;<br />b) obedecem aos requisitos de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o identificadas; <br />c) s&atilde;o efetivamente implementados e mantidos; <br />d) e s&atilde;o executados conforme esperado.&rdquo;<br /><br />A auditoria geralmente possui 4 etapas: Planejamento e prepara&ccedil;&atilde;o, Execu&ccedil;&atilde;o da auditoria, Report de resultados e Plano de a&ccedil;&atilde;o. Essas etapas tem como resultado alguns documentos de grande import&acirc;ncia para a empresa, pois eles contem informa&ccedil;&otilde;es sobre os riscos encontrados e a avalia&ccedil;&atilde;o desses riscos, os controles em conformidade ou n&atilde;o com normas, e recomenda&ccedil;&otilde;es de melhoria. Esses documentos s&atilde;o apresentados &agrave; &aacute;rea de TI e &agrave; administra&ccedil;&atilde;o da empresa.<br /><br />Al&eacute;m do relat&oacute;rio de auditoria funcionar como um &ldquo;mapa&rdquo; que mostra a dire&ccedil;&atilde;o a ser tomada pela &aacute;rea de TI, ele serve como um guia para auxiliar a administra&ccedil;&atilde;o no planejamento estrat&eacute;gico, e na prioriza&ccedil;&atilde;o de investimentos.<br /><br />Ap&oacute;s a auditoria &eacute; importante realizar follow-ups, ou seja, o acompanhamento peri&oacute;dico dos controles definidos e do plano de a&ccedil;&atilde;o. O follow-up nada mais &eacute; do que uma auditoria de revis&atilde;o, mas que &eacute; fundamental para dar continuidade ao processo. Uma observa&ccedil;&atilde;o pertinente sobre revis&atilde;o &eacute; que todas as normas recomendam o follow-up.<br /><br />Alguns dos benef&iacute;cios trazidos pela auditoria de ti, como o conhecimento dos ativos de informa&ccedil;&atilde;o e seus riscos, e a facilidade de prioriza&ccedil;&atilde;o de investimentos, s&atilde;o t&atilde;o importantes para a tomada de decis&atilde;o da empresa, que deveria ser realizada por todas as empresas, de todos os portes, e n&atilde;o somente por aquelas que t&ecirc;m obrigatoriedade por motivos de leis ou normas a serem atendidas.<br /><em><br />*F&aacute;bio Soto &eacute; diretor da consultoria Andrade Soto.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1115</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Leda Regina Blagevitch - Longevidade, a alma do negócio]]></title>
	<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1113</link>
    <description><![CDATA[Em tempos de relacionamentos fugazes, qualquer tipo de compromisso mais duradouro pode parecer &ldquo;d&eacute;mod&eacute;&rdquo;. Essa verdade quase absoluta cai por terra quando aplicada ao universo corporativo, especialmente no competitivo mercado de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de TI (Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o), que demanda por fornecedores com alta capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o, capazes de atuar nas mais diversas realidades empresariais. <br /><br />Com o amadurecimento do outsourcing de tecnologia, que conquista cada vez mais relev&acirc;ncia entre as empresas, a maneira de se relacionar com o cliente tamb&eacute;m evolui, &agrave; medida que se torna diferencial competitivo atender necessidades espec&iacute;ficas das organiza&ccedil;&otilde;es. A terceiriza&ccedil;&atilde;o, incontestavelmente, &eacute; encarada de forma estrat&eacute;gica e ocupa posi&ccedil;&atilde;o de destaque na agenda dos CIOs. Nesse cen&aacute;rio, fideliza&ccedil;&atilde;o torna-se a alma do neg&oacute;cio.<br /><br />Mas como estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o de longevidade? Infelizmente, n&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmulas prontas. Na verdade, a regra &eacute; justamente n&atilde;o ter regras. &Eacute; como um casamento, no qual cada casal encontra um denominador comum para que a rela&ccedil;&atilde;o flua sem maiores transtornos. Flexibilidade e transpar&ecirc;ncia, na vida pessoal e corporativa, s&atilde;o essenciais e benvindas. <br /><br />Depois da conquista do contrato, as empresas que atuam como prestadoras de servi&ccedil;o precisam enfrentar grandes desafios. Um deles &eacute; conseguir atender as expectativas do contratante, compreendendo com exatid&atilde;o suas necessidades e desejos, estabelecendo, paralelamente, uma rela&ccedil;&atilde;o de parceria, baseada na transpar&ecirc;ncia e no di&aacute;logo. <br /><br />A tarefa, como vemos, n&atilde;o &eacute; nada f&aacute;cil, mas essencial para a constru&ccedil;&atilde;o de uma rela&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e marcada pela longevidade. Equipes motivadas, que tenham foco no neg&oacute;cio do cliente, com profissionais perseverantes e incans&aacute;veis na busca da excel&ecirc;ncia operacional tamb&eacute;m s&atilde;o elementos essenciais na fideliza&ccedil;&atilde;o de contratos. Afinal, a longevidade de uma organiza&ccedil;&atilde;o &eacute; resultado de relacionamentos de alta qualidade.<br /><br />Sem sombra de d&uacute;vidas, o melhor cart&atilde;o de visitas para incrementar a carteira de clientes &eacute; a opini&atilde;o positiva do contratante a respeito da atua&ccedil;&atilde;o do fornecedor. Vale dizer que o segmento de TI, nesse momento p&oacute;s-crise, continua oferecendo boas possibilidades de neg&oacute;cios, j&aacute; que de maneira geral as empresas t&ecirc;m feito um uso mais intensivo de tecnologia.<br /><br />Os n&uacute;meros comprovam esse cen&aacute;rio. Segundo pesquisa da consultoria ASM &ndash; Applied Scientific Methods, em 2008 o mercado de outsourcing atingiu a cifra de R$ 15,8 bilh&otilde;es e nesse ano o setor ter&aacute; um crescimento de 12%, fechando com R$ 17,7 bilh&otilde;es em receita. J&aacute; para 2010, a cifra tende a chegar em R$ 20,4 bilh&otilde;es e daqui a cinco anos, em 2013, a estimativa de faturamento &eacute; de R$ 31,4 bilh&otilde;es. <br /><br />Diante desse amadurecimento do setor, sair&atilde;o na frente as empresas que consigam quebrar paradigmas, oferecer respostas r&aacute;pidas e, acima de tudo, surpreender positivamente seu cliente. Para tanto, &eacute; necess&aacute;rio que haja flexibilidade por parte do contratante, demonstrando facilidade para colocar em pr&aacute;tica mudan&ccedil;as e adequa&ccedil;&otilde;es. Disciplina, metodologia e obstina&ccedil;&atilde;o, estrategicamente planejadas, trazem e perpetuam a longevidade. Afinal, como j&aacute; afirmado pelo saudoso Rolim Amaro, &ldquo;a diferen&ccedil;a entre o teimoso e o obstinado s&oacute; pode ser o sucesso&rdquo;. Vamos a ele!<br /><br /><em>* Leda Regina Blagevitch &eacute; diretora de novos neg&oacute;cios da Asyst International.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1113</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Roberto Carlos Mayer - Que esperar para 2010]]></title>
	<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1114</link>
    <description><![CDATA[Este artigo est&aacute; sendo escrito na virada de 2009 para 2010. &Eacute;poca de balan&ccedil;o e avalia&ccedil;&atilde;o de expectativas. 2009 se iniciou no auge das expectativas negativas, em fun&ccedil;&atilde;o dos efeitos da crise financeira internacional. <br /><br />2010 inicia com expectativas mais otimistas, na vis&atilde;o da maioria dos analistas e economistas. No Brasil, em particular, o otimismo &eacute; t&atilde;o forte que o Banco Central j&aacute; prev&ecirc; aumento de juros ao longo de um ano em que teremos Copa do Mundo e elei&ccedil;&otilde;es majorit&aacute;rias.<br /><br />Prefiro chamar a aten&ccedil;&atilde;o para o fato que esta &uacute;ltima crise ter&aacute; efeitos por muito tempo: ela n&atilde;o foi uma crise &quot;passageira&quot;, mas consequencia de um v&iacute;cio estrutural: o mundo financeiro estava baseado em opera&ccedil;&otilde;es sem &quot;sustentabilidade&quot;. As reformas na legisla&ccedil;&atilde;o financeira, no mundo todo, assim como os cuidados que cada um de n&oacute;s tem na gest&atilde;o de seus or&ccedil;amentos de TI, s&atilde;o facetas dessa nova realidade. Jamais voltaremos a operar como &quot;antes da crise&quot;! <br /><br />Esta percep&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se limita ao Brasil, mas se aplica aos pa&iacute;ses desenvolvidos e aos &quot;outros&quot; (assim evito mais uma pol&ecirc;mica!). Constatei isso com meus pr&oacute;prios olhos, em v&aacute;rias viagens internacionais, representando a Assespro e a TI do Brasil no Exterior.<br /><br />A imagem da TI brasileira no Exterior vem crescendo de forma significativa. O setor de TI na Europa est&aacute; mais atento ao Brasil que outros setores da economia. Apenas uma prova: em outubro fui feito portavoz da Bitkom, associa&ccedil;&atilde;o alem&atilde; das empresas de TICs, para trazer ao Brasil o convite para sermos pa&iacute;s convidado oficial da Cebit em 2011 ou 2012.<br /><br />Ao mesmo tempo, na esfera dom&eacute;stica, n&atilde;o foi poss&iacute;vel avan&ccedil;ar na melhoria do marco regulat&oacute;rio. O lan&ccedil;amento da marca &quot;Brasil IT+&quot;, a&ccedil;&atilde;o conjunta de todo o setor de TI com apoio do Poder Executivo, &eacute; fruto dos trabalhos do primeiro semestre no Forum de Competitividade do setor. No segundo semestre, este Forum n&atilde;o chegou a ser convocado.<br /><br />Tamb&eacute;m n&atilde;o passamos de resultados m&iacute;nimos no que diz respeito &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o legislativa. O Congresso teve sua imagem arranhada por crises pol&iacute;ticas ao longo do ano, e n&atilde;o soube produzir resultados concretos para superar a situa&ccedil;&atilde;o. As leis para o Pr&eacute;-Sal ficaram para 2010, possivelmente o Or&ccedil;amento da Uni&atilde;o tamb&eacute;m fique, e a partir de abril de 2010 teremos o recesso &quot;branco&quot; t&iacute;pico de anos de campanha eleitoral. Nessa esfera, 2010 ser&aacute; um ano excelente para planejarmos o que queremos a partir de 2011!<br /><br /><em>* Roberto Carlos Mayer &eacute; diretor da MBI, presidente da Assespro S&atilde;o Paulo e membro do conselho da Assespro Nacional.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1114</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Botto - Reduzir os custos de TI sem destruir valor]]></title>
	<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1112</link>
    <description><![CDATA[As organiza&ccedil;&otilde;es est&atilde;o continuamente sob press&atilde;o para controlar, otimizar e/ou reduzir seus investimentos e despesas em TI e agora, mais do que nunca, com atual conjuntura econ&ocirc;mica. <br /><br />No entanto, a redu&ccedil;&atilde;o dos custos deve sempre ser criteriosamente analisada na perspectiva de valor da empresa, pensando que uma redu&ccedil;&atilde;o de custos ou n&atilde;o continuidade de projeto pode prejudicar uma performance da &aacute;rea comercial, um servi&ccedil;o de atendimento ao cliente ou uma inefici&ecirc;ncia operacional, afetando diretamente na linha de receita e a imagem da empresa perante o mercado.<br /><br />O desafio para a maioria dos CIOs est&aacute; na forma de reduzir custos sem impactar negativamente o valor entregue aos seus clientes internos e externos, a fim de preservar a capacidade da organiza&ccedil;&atilde;o de operacionaliza&ccedil;&atilde;o do presente e visualiza&ccedil;&atilde;o do futuro.<br />&nbsp;<br />A resposta a este desafio exige um levantamento e avalia&ccedil;&atilde;o de todo o cat&aacute;logo de servi&ccedil;os que a Tecnologia fornece aos seus clientes, para entender o custo da presta&ccedil;&atilde;o de cada servi&ccedil;o, bem como o valor entregue - uma avalia&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica do custo e valor para obter um baseline e identificar a&ccedil;&otilde;es de curto e m&eacute;dio prazo, de acordo com as prioridades e estrat&eacute;gia empresarial (vale ressaltar que a maioria dos baselines n&atilde;o contempla uma s&eacute;ria de itens que afetam seriamente numa tomada decis&atilde;o: m&eacute;dia de 15% a menos do valor real).<br /><br /><strong>Foco no custo</strong> <br /><br />A chave para os custos de TI &eacute; a transpar&ecirc;ncia: quem est&aacute; fornecendo o qu&ecirc;, para quem, quais as medi&ccedil;&otilde;es, por quanto e por quanto tempo. Ultimamente, a maior parte dos custos TI deveria estar diretamente atrelada aos servi&ccedil;os oferecidos. A abordagem ABC (Activity-Based Costing) ajuda a estabelecer uma liga&ccedil;&atilde;o entre as despesas e a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, tra&ccedil;ando um monitoramento de custos contra atividade.<br /><br />Idealmente, todos os componentes de um servi&ccedil;o de TI devem ser sistematicamente identificados, avaliadas e documentadas, de modo a que haja granularidade suficiente para compreender o potencial de redu&ccedil;&atilde;o de custos e permitir que os custos de servi&ccedil;o sejam medidos com precis&atilde;o.<br /><br />Se o cat&aacute;logo de servi&ccedil;o n&atilde;o pode ser compilado em detalhes, &eacute; importante focar nas &aacute;reas de suspeita de baixo valor agregado e priorizar estes para avalia&ccedil;&atilde;o mais detalhada. Foque na redu&ccedil;&atilde;o de custos que n&atilde;o est&aacute; contribuindo para a gera&ccedil;&atilde;o de valor ou que s&atilde;o elevados em compara&ccedil;&atilde;o ao valor oferecido.<br /><strong><br />Foco no Valor</strong><br />&nbsp;<br />As organiza&ccedil;&otilde;es ter&atilde;o de estar prontos para um aumento de demanda quando a economia voltar a sua plenitude novamente (ou at&eacute; mesmo no momento atual, como forma de diferencial competitivo entre todas as outras que estagnaram ou diminu&iacute;ram sua velocidade de expans&atilde;o e inova&ccedil;&atilde;o) e, portanto, &eacute; essencial dar prioridade sobre o valor oferecido por TI, bem como o custo do servi&ccedil;o.<br /><br />Para compreender uma parcela disso, capture sua demanda presente e futura de servi&ccedil;os de forma rigorosa e abrangente e distribua seu or&ccedil;amento dentro de seu portf&oacute;lio de projetos. Os maiores investimentos ou percentual de dedica&ccedil;&atilde;o est&atilde;o para os projetos de maior valor para empresa? Lembrando que o valor n&atilde;o necessariamente &eacute; medido apenas pelo ROI ou EVA, e sim, uma combina&ccedil;&atilde;o de indicadores, diante de muitos projetos terem seu retorno em inova&ccedil;&atilde;o, diferencial competitivo, imagem, quest&otilde;es regulat&oacute;rias, etc. <br /><br />Definir indicadores-chave de retorno e desempenho de TI &eacute; essencial na prioriza&ccedil;&atilde;o de projetos e, paralelamente, na exclus&atilde;o de projetos. Ap&oacute;s o baseline detalhado e indicadores definidos, o trabalho fica inteiramente na an&aacute;lise financeira e estrat&eacute;gica da empresa. Diante da situa&ccedil;&atilde;o, segue uma lista de oportunidades que poder&atilde;o ser analisadas para adequa&ccedil;&atilde;o de seu custo e valor:<br /><strong><br />Oportunidades de curto prazo</strong><br /><br />- Cancelar ou adiar a&ccedil;&otilde;es de baixa prioridade para que os recursos financeiros sejam direcionados aos projetos de maior retorno, diferencial competitivo ou quest&atilde;o legal. <br /><br />- Melhorar o desempenho na entrega, para que projetos reflitam os benef&iacute;cios esperados dentro do or&ccedil;amento aprovado (investimento em toda a cadeia de desenvolvimento, desde a assinatura da especifica&ccedil;&atilde;o funcional ao processo de testes, homologa&ccedil;&atilde;o e entrada em produ&ccedil;&atilde;o).<br /><br />- Eliminar softwares subutilizados e/ou inativos (licen&ccedil;a e manuten&ccedil;&atilde;o). O mesmo deve ser feito no invent&aacute;rio de equipamentos.<br /><br />- Estruturar um projeto de limpeza de dados (para evitar os constantes investimentos em storage sem necessidade) e em paralelo uma an&aacute;lise de storage on demand.<br /><br />- Avaliar o processo de mudan&ccedil;a, uma reorganiza&ccedil;&atilde;o ou requalifica&ccedil;&atilde;o de pessoal. Segundo o Gartner, os custos com m&atilde;o-de-obra s&atilde;o respons&aacute;veis por metade de um or&ccedil;amento t&iacute;pico de TI. A ado&ccedil;&atilde;o de processos padronizados no gerenciamento de TI, como os definidos no ITIL, pode gerar economias consider&aacute;veis por ajudar os funcion&aacute;rios a trabalhar com efici&ecirc;ncia.<br /><br />- Para os grandes demandadores ou prestadores de servi&ccedil;os de Atendimento / Call Center (principalmente os in-house), analisar a utiliza&ccedil;&atilde;o de agentes virtuais para atendimento mais din&acirc;mico e redu&ccedil;&atilde;o de custo (treinamento, contrata&ccedil;&atilde;o, alto turn-over, multas legais e aumento do parque - pela nova lei SAC). <br /><strong><br />Oportunidades de m&eacute;dio prazo</strong><br />&nbsp;<br />- Reveja seu portf&oacute;lio de aplica&ccedil;&otilde;es - Existem oportunidades de racionaliza&ccedil;&atilde;o, agrupamento de demanda e/ou de f&aacute;cil portabilidade para uma arquitetura / tecnologia mais barata ou adapt&aacute;vel ? Dentro da revis&atilde;o de portf&oacute;lio, vale realizar uma adequa&ccedil;&atilde;o de fornecedores de caracter&iacute;stica semelhantes a aplica&ccedil;&otilde;es para garantir o custo apropriado de acordo com a prioridade e estrat&eacute;gia de cada aplica&ccedil;&atilde;o.<br /><br />- Mover para arquiteturas padr&atilde;o, uma vez que estes normalmente proporcionam um menor custo total de propriedade - em termos de licen&ccedil;as, suporte e manuten&ccedil;&atilde;o, comparada a m&uacute;ltiplas arquiteturas heterog&ecirc;neas.<br /><br />- Consolidar a infra-estrutura, quando poss&iacute;vel, e considerar todas as formas de aquisi&ccedil;&atilde;o / utiliza&ccedil;&atilde;o. Transi&ccedil;&atilde;o para a melhor rela&ccedil;&atilde;o custo-efic&aacute;cia das infra-estruturas t&eacute;cnicas, tais como Thin-client, servidores virtuais, e Storage area networks, e explorar oportunidades de usar software de fonte aberta ou migrar para SaaS e DaaS.<br /><br />- Consolida&ccedil;&atilde;o de servidores em um n&uacute;mero menor e/ou mais potente, atrav&eacute;s de troca, consolida&ccedil;&atilde;o ou utiliza&ccedil;&atilde;o de um software de virtualiza&ccedil;&atilde;o. Indiretamente, a a&ccedil;&atilde;o refletir&aacute; em economia de espa&ccedil;o, energia e emiss&atilde;o de carbono (ref. Green IT).<br /><br />- Procure oportunidades para adotar um modelo de servi&ccedil;os compartilhados, removendo duplicar atividades e realizar economias de escala, mantendo pelo menos a mesma qualidade de servi&ccedil;o.<br /><br />- Ser uma refer&ecirc;ncia de um player de tecnologia, compartilhando o custo de implanta&ccedil;&atilde;o com o fornecedor e, futuramente, poder receber de taxas de licenciamento para os demais clientes desse player, al&eacute;m de negociar melhor as tarifas de manuten&ccedil;&atilde;o e servi&ccedil;os.<br /><br />- Questione seu modelo de servi&ccedil;o: <br />a) Criar um ambiente mais competitivo para que os prestadores de servi&ccedil;os tenham pre&ccedil;os economicamente mais competitivos, a fim de ganhar contratos<br />b) Assegurar a acordos comerciais que incorporam alguma forma de melhoria cont&iacute;nua em que, ao longo do tempo, espera-se que entregar mais por menos<br />c) Adotar modelo de risco / recompensa, al&eacute;m de incluir cl&aacute;usulas de escalabilidade, prevendo a diminui&ccedil;&atilde;o ou acr&eacute;scimo dos servi&ccedil;os contratados.<br />d) Inserir cl&aacute;usulas de sucess-fee na implanta&ccedil;&atilde;o de grandes projetos, de acordo os benef&iacute;cios descritos nos business cases apresentados pelos prestadores.<br /><br /><strong>Conclus&atilde;o</strong> <br /><br />Antes de executar um programa de redu&ccedil;&atilde;o de custos, realize o baseline dos custos atuais e do valor entregue. Isto permitir&aacute; medir melhorias contra o status quo. Maximizar retorno sobre o investimento se manter&aacute; com uma quest&atilde;o cont&iacute;nua mesmo com todos os custos reduzidos. <br /><em><br />* Felipe Botto &eacute; Diretor da Atos Consulting.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1112</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Botto - Dicas para implantar a TI Verde com foco na redução de custos]]></title>
	<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1110</link>
    <description><![CDATA[Com o impulso para as empresas pela ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas de &ldquo;eco-friendly&rdquo;, l&iacute;deres de TI est&atilde;o buscando maneiras de levar as tecnologias mais ambientalmente respons&aacute;veis para suas organiza&ccedil;&otilde;es. Os grandes pilares da TI verde (Green IT) incluem: minimizar o uso de materiais perigosos, maximizar a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica, e promover a reciclagem e / ou utiliza&ccedil;&atilde;o de produtos biodegrad&aacute;veis - sem afetar negativamente a produtividade. Veja algumas formas de implantar essas a&ccedil;&otilde;es em sua organiza&ccedil;&atilde;o, sem perder o foco na redu&ccedil;&atilde;o de custos. <br /><strong><br />Compra de hardware eficiente de energia </strong><br />Novas ofertas de fornecedores de hardware incluem notebooks, desktops e servidores que atendem &agrave;s diretrizes da Energy Star para menor consumo de energia. Consultando o site da EPEAT (www.epeat.net) &eacute; poss&iacute;vel verificar a classifica&ccedil;&atilde;o e desempenho ambiental de cada hardware. Outro ponto &eacute; a utiliza&ccedil;&atilde;o de processadores multicore, que aumentam a capacidade de processamento sem aumentar substancialmente o uso de energia.<br /><strong>&nbsp;<br />Tecnologia de gerenciamento de energia </strong><br />Os sistemas operacionais modernos, rodando em Advanced Configuration and Power Interface (ACPI), incorporaram sistemas de poupan&ccedil;a de energia que permitem configurar monitores e discos r&iacute;gidos para desligar ap&oacute;s um determinado per&iacute;odo de inatividade. Os sistemas podem ser configurados tamb&eacute;m para hibernar quando n&atilde;o em uso e depois seguem para o desligamento da esta&ccedil;&atilde;o.<br /><strong>&nbsp;<br />Virtualiza&ccedil;&atilde;o para consolidar servidores</strong> <br />Sua empresa pode reduzir o n&uacute;mero de servidores f&iacute;sicos e, portanto, o consumo de energia, usando a tecnologia de virtualiza&ccedil;&atilde;o para executar v&aacute;rias m&aacute;quinas virtuais em um &uacute;nico ou poucos servidores f&iacute;sicos. Como muitos servidores s&atilde;o severamente subutilizados (em muitos casos, de 10 a 20% de utiliza&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia), a economia pode ser dram&aacute;tica. VMWare, parceira mundial da Atos Origin, alega que a sua infra-estrutura virtualizada pode diminuir os custos de energia em at&eacute; 75%. <br /><strong><br />Redu&ccedil;&atilde;o de temperatura nos Data Centers</strong><br />Considerar o uso de tecnologias de energia alternativa para economia de energia e estabiliza&ccedil;&atilde;o de temperatura (investimentos nessa &aacute;rea t&ecirc;m seu payback em menos de 1 ano). Al&eacute;m dos sistemas de refrigera&ccedil;&atilde;o, outro fator priorit&aacute;rio est&aacute; na escolha de locais com temperatura m&eacute;dia mais baixa (ex: novo Data Center da Google no Alaska, com o maior &iacute;ndice de otimiza&ccedil;&atilde;o de energia dos Estados Unidos)<br /><strong><br />Uso de thin clients para reduzir uso de energia GPU </strong><br />Outra forma de reduzir a quantidade de energia consumida por computadores &eacute; a implanta&ccedil;&atilde;o thin clients, principalmente para novas unidades de neg&oacute;cio, fabris ou start-ups (pois a migra&ccedil;&atilde;o para o novo modelo em grandes parques gera investimentos consider&aacute;veis, n&atilde;o s&oacute; na compra dos terminais, mas na adapta&ccedil;&atilde;o de sistemas de gest&atilde;o). Thin client &eacute; tamb&eacute;m ecologicamente correto porque gera menos lixo eletr&ocirc;nico, n&atilde;o h&aacute; nenhum disco r&iacute;gido, menos mem&oacute;ria e menos componentes para serem tratadas no final do seu ciclo de vida.<br />&nbsp;<br /><strong>Utiliza&ccedil;&atilde;o mais eficiente pelos monitores </strong><br />Se sua empresa tem monitores CRT antigos em uso, substituindo-los com telas de LCD pode poupar at&eacute; 70 por cento nos custos de energia.&nbsp; No entanto, nem todos os monitores LCD s&atilde;o iguais quando se trata de consumo de energia (uma pesquisa mostrou diferen&ccedil;a de at&eacute; 38% de economia entre os mais vendidos).<br /><strong>&nbsp;<br />Reciclagem sistemas e fontes </strong><br />Dispositivos eletr&ocirc;nicos velhos podem ser reutilizados por pessoas de fora da empresa. Sua empresa pode doar velhos computadores e outros dispositivos ainda em condi&ccedil;&otilde;es de funcionamento para as escolas e organiza&ccedil;&otilde;es sem fins lucrativos, que aumentar&atilde;o a vida &uacute;til desses equipamentos. Al&eacute;m do aumento de utiliza&ccedil;&atilde;o, o processo fim deve ser pensado para diminuir o envio desses para os dep&oacute;sitos de lixo. Materiais como: cartuchos de impressora, telefones celulares e baterias podem facilmente ser reciclados. Alguns fabricantes de computadores, como a Dell, t&ecirc;m programas para ter de volta os computadores e perif&eacute;ricos para reciclagem.<br />&nbsp;<br /><strong>Redu&ccedil;&atilde;o do consumo de papel </strong><br />Economizar dinheiro e reduzir o impacto da sua empresa sobre o meio ambiente pode tamb&eacute;m ser feito com a redu&ccedil;&atilde;o do consumo de papel. Pode ser feito migrando de um documento-base para um fluxo de trabalho eletr&ocirc;nico (workflow): cria&ccedil;&atilde;o, edi&ccedil;&atilde;o, visualiza&ccedil;&atilde;o e entrega de documentos em formato digital, em vez de formul&aacute;rio impresso e/ou enviando documentos digitalizados em anexos de e-mail em vez de fax. E quando a impress&atilde;o &eacute; inevit&aacute;vel, voc&ecirc; ainda pode reduzir o desperd&iacute;cio e economizar dinheiro, definindo as suas impressoras para usar duplex, instaladas distantes da base e com &ldquo;multas&rdquo; na avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho para impress&otilde;es deixadas na impressora. <br /><strong>&nbsp;<br />Conscientiza&ccedil;&atilde;o de seus profissionais (a grande barreira cultural) </strong><br />Para que tudo funcione, existe um grande esfor&ccedil;o de cada gestor, recursos humanos e endomarketing na educa&ccedil;&atilde;o e conscientiza&ccedil;&atilde;o dos profissionais para concretiza&ccedil;&atilde;o das a&ccedil;&otilde;es de um ambiente verde, come&ccedil;ando com simples campanhas de: desligar o computador no final do dia, avaliar a necessidade de uma impress&atilde;o, utiliza&ccedil;&atilde;o de garrafas de vidro ou squeezes pessoais, entre outros.<br /><br /><em>* Felipe Botto &eacute; diretor da Atos Consulting Brasil. </em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1110</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Henrique Flory - O empreendedorismo de baixa renda - por políticas públicas mais focadas e eficientes]]></title>
	<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1111</link>
    <description><![CDATA[No campo dos estudos sobre empreendedorismo, uma defini&ccedil;&atilde;o &eacute; considerada um dos mais importantes divisores: &eacute; o conceito do empreendedorismo por necessidade versus o empreendedorismo por oportunidades. <br /><br />De modo geral, &quot;por necessidade&quot; &eacute; aquele empreendedor que n&atilde;o tinha outra escolha, ou seja, estava desempregado e sem alternativas, e assim iniciou seu empreendimento; por outro lado, o &quot;por oportunidade&quot; tinha outras escolhas, por exemplo, tinha um bom emprego, e lan&ccedil;ou-se no mundo do empreendedorismo por escolha pr&oacute;pria.<br /><br />Esta defini&ccedil;&atilde;o &eacute; extremamente importante para que possamos conhecer melhor o tipo de empreendedores de cada pa&iacute;s e regi&atilde;o, e assim o GEM (Global Entrepreneurship Monitor) a utiliza de forma intensa. Por exemplo, um pa&iacute;s com grande quantidade de empreendedores por necessidade tende a ter empresas que duram menos, fecham as portas com mais freq&uuml;&ecirc;ncia; pa&iacute;ses com maior quantidade de empreendedores por oportunidade apresentam empresas mais duradouras, mais voltadas &agrave; inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. <br /><br />Portanto, o GEM tenta medir se e como pa&iacute;ses est&atilde;o conseguindo transformar empreendedores por necessidade em empreendedores por oportunidade, e este &eacute; um trabalho s&eacute;rio e important&iacute;ssimo.<br /><br />Existe uma outra forma de se conceituar e medir o empreendedorismo, por&eacute;m, que pode ser muito mais &uacute;til ao se compreender e criar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas em pa&iacute;ses como o Brasil. &Eacute; a defini&ccedil;&atilde;o que proponho entre empreendedorismo de baixa renda versus empreendedorismo de alta renda. Ao contr&aacute;rio da primeira, que exige uma autodefini&ccedil;&atilde;o do entrevistado (voc&ecirc; se considera empreendedor por necessidade ou oportunidade?), o empreendedor de baixa renda pode ser encontrado por condi&ccedil;&otilde;es (medi&ccedil;&otilde;es) extr&iacute;nsecas, como o capital dispon&iacute;vel, o tipo de empresa a ser iniciado, etc. <br /><br />Um alto executivo, que quando demitido abre seu pr&oacute;prio neg&oacute;cio porque n&atilde;o encontra recoloca&ccedil;&atilde;o a altura, pode ser considerado um empreendedor por necessidade, mas n&atilde;o ser&aacute; jamais um empreendedor de baixa renda; apenas o seu conhecimento, acesso ao cr&eacute;dito e experi&ecirc;ncia j&aacute; o classificam como empreendedor de alta renda.<br /><br />N&atilde;o se trata aqui de repetir o conceito de micro-empresa e empresa pequena, m&eacute;dia e grande. O momento em que se define e encontra um empreendedor de baixa renda &eacute;, muitas vezes, anterior ao da cria&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio. Podemos dizer que o empreendedor de baixa renda, quando bem sucedido, &eacute; o criador de uma micro-empresa. Antes disso, por&eacute;m, ele passar&aacute; por v&aacute;rios outros est&aacute;gios, como o do neg&oacute;cio informal ou o do neg&oacute;cio cooperado, por exemplo.<br /><br />O empreendedor de baixa renda muitas vezes &eacute; tamb&eacute;m um empreendedor por necessidade, mas em importantes casos esta rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se verifica. Podemos ver, por exemplo, as dezenas de empreendedores de baixa renda que operam carrinhos de venda de refrigerantes, isot&ocirc;nicos e similares no Parque do Ibirapuera em S&atilde;o Paulo. Muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o microempres&aacute;rios, nem t&ecirc;m firma aberta, mas operam h&aacute; anos (&agrave;s vezes d&eacute;cadas) em seus neg&oacute;cios, e se voc&ecirc; lhes oferecer um emprego, ir&atilde;o recusar prontamente. S&atilde;o, certamente, empreendedores de baixa renda, mas agora por oportunidade. S&atilde;o pessoas que, mesmo sem forma&ccedil;&atilde;o, sem acesso a cr&eacute;dito, sem quase nada, em verdade, vislumbraram uma oportunidade e trabalham duro para explorar (no bom sentido) esta oportunidade, criando fam&iacute;lias e educando filhos, mostrando na pr&aacute;tica a viabilidade do empreender.<br /><br />Pergunte a estes empreendedores como as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas os apoiaram nestes anos todos e voc&ecirc; ter&aacute; uma resposta dura. &quot;As pol&iacute;ticas p&uacute;blicas sempre foram um estorvo para n&oacute;s&quot;, eles dir&atilde;o, citando as v&aacute;rias vezes em que tentaram tirar-lhes o direito de operar no Parque, ou criaram esta ou aquela dificuldade. Eles se organizaram em uma cooperativa, e o motivo principal n&atilde;o foi aproveitar uma oportunidade legal ou realizar compras em conjunto e assim conseguir melhores pre&ccedil;os. O motivo principal foi lutarem contra as investidas das &quot;pol&iacute;ticas p&uacute;blicas&quot;.<br /><br />Apenas conseguindo entender e encontrar quem &eacute; este tipo de brasileiro e brasileira, exemplificados no caso acima, &eacute; que poderemos desenhar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que superem o simples assistencialismo e incentivem o m&eacute;rito e o esfor&ccedil;o pessoal, em um n&iacute;vel nunca antes alcan&ccedil;ado pelas estrat&eacute;gias convencionais no Brasil.<br /><br />Pequenas mudan&ccedil;as conceituais podem nos ajudar grandemente quando precisamos montar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas focadas no p&uacute;blico correto e efetivas em suas realiza&ccedil;&otilde;es. A mudan&ccedil;a na defini&ccedil;&atilde;o e as formas de se encontrar e estimular o empreendedor de baixa renda pode trazer, a S&atilde;o Paulo e ao Brasil, uma nova forma de se montar e gerenciar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de apoio ao empreendedor de baixa renda, agora livre da pecha de &quot;coitado&quot; e &quot;necessitado&quot;; e trazer a estes empreendedores as condi&ccedil;&otilde;es para crescerem e se consolidarem. Muito diferente de fazer com que se unam somente para lutar contra as injusti&ccedil;as do Estado, do Governo e das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas equivocadas.<br /><br /><em>* Henrique Flory &eacute; consultor em empreendedorismo e autor do livro &quot;Transformando necessidades em oportunidades&quot;.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1111</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Luiz Pagnez - Os melhores meses para procurar emprego]]></title>
	<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1108</link>
    <description><![CDATA[A afirma&ccedil;&atilde;o de que o ano s&oacute; come&ccedil;a depois do Carnaval &eacute; bastante comum. E existe alguma l&oacute;gica no racioc&iacute;nio, uma vez que muitos profissionais optam por sair em f&eacute;rias no in&iacute;cio do ano, aproveitando o per&iacute;odo de recesso escolar. Al&eacute;m disso, gastos extraordin&aacute;rios como IPVA, IPTU e as primeiras parcelas das compras natalinas, por exemplo, derrubam o planejamento financeiro de muitas pessoas. <br /><br />Com isso, o mais comum seria esperar que mudan&ccedil;as profissionais n&atilde;o estivessem entre as prioridades durante esse per&iacute;odo. Entretanto, n&atilde;o &eacute; o que usualmente observamos. Durante a pausa para reavaliar o ano que passou &eacute; que s&atilde;o identificadas as poss&iacute;veis melhorias para o pr&oacute;ximo. Alguns fazem planos de retomar os estudos, outros pensam em dedicar mais tempo &agrave; fam&iacute;lia, e assim por diante. E dentre esses novos objetivos &eacute; que as mudan&ccedil;as profissionais aparecem.<br /><br />Em geral, &eacute; no primeiro trimestre que observamos o maior volume de profissionais em busca de sites de carreiras e recoloca&ccedil;&atilde;o na Internet. &Eacute; neste per&iacute;odo tamb&eacute;m que as empresas est&atilde;o colocando novos projetos em andamento. Com os or&ccedil;amentos renovados, muitos planos que foram adiados pela chegada do fim do ano come&ccedil;am a andar, o que gera a contrata&ccedil;&atilde;o de novos profissionais. Com isso, o mercado se aquece em diversas &aacute;reas, pois muitos daqueles que estavam trabalhando aceitam novos desafios, abrindo mais espa&ccedil;o para quem est&aacute; desempregado. <br /><br />O ano de 2010 ainda ter&aacute; outra particularidade, que, certamente, contribuir&aacute; para o aquecimento do mercado. Com a crise financeira que assolou os dois anos anteriores, muitas empresas adiaram seus investimentos e reduziram seus n&iacute;veis de atividades. Mesmo a aparente melhora no final de 2009 n&atilde;o foi suficiente para reduzir os &iacute;ndices de desemprego, o que mostra a exist&ecirc;ncia de uma demanda reprimida. Com isso, a expectativa &eacute; que as empresas aumentem seu ritmo de contrata&ccedil;&otilde;es nos primeiros tr&ecirc;s meses do ano.<br /><br />Ent&atilde;o, para quem est&aacute; pensando em dar novos rumos &agrave; carreira, seguem algumas dicas:<br /><br />- N&atilde;o espere passar o carnaval para come&ccedil;ar a procurar emprego. Alguns processos seletivos podem durar meses, fazendo com que os curr&iacute;culos enviados em janeiro comecem a render frutos em fevereiro e mar&ccedil;o;<br /><br />- Se voc&ecirc; busca um est&aacute;gio, &eacute; uma boa oportunidade para sair na frente. Isso porque muitos estudantes devem esperar a volta &agrave;s aulas para come&ccedil;ar sua procura, diminuindo a concorr&ecirc;ncia no in&iacute;cio do ano;<br /><br />- Reforce o seu networking, pois muitos novos projetos costumam ser divulgados internamente antes de se procurar profissionais no mercado;<br /><br />- Divulgue para o mercado a sua disponibilidade. Ningu&eacute;m saber&aacute; que voc&ecirc; est&aacute; buscando emprego, se voc&ecirc; n&atilde;o informar.<br /><br />Passados Natal e Ano Novo, atualize o seu curr&iacute;culo e fique de olhos abertos para as oportunidades. Boa Sorte!<br /><br /><em>* Luiz Pagnez &eacute; diretor do Emprego Certo.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1108</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Introdução para Qualidade Total]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6526</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6526</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Setor varejista em debate na Federasul]]></title>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6523</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6523</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Palestra: Como Encantar seu Cliente]]></title>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6528</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6528</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Unisinos: workshop grátis de Zend Framework]]></title>
	<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6536</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6536</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[TargetTrust - Workshop: Conhecendo o eXtreme Programming]]></title>
	<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6491</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6491</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[TargetTrust - Workshop: Metodologias Ágeis para Gerentes de Projetos]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6492</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6492</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Target - Desenvolvendo Soluções com Android]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6365</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6365</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[SP - 3º Seminário Brasileiro de Teste de Software - Brateste]]></title>
	<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6537</link>
    <description><![CDATA[]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6537</guid>
</item>

</channel>
</rss>