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<title>Baguete - Tecnologia e Informação - Jornalismo empresarial digital</title>
<link>http://www.baguete.com.br/</link>
<description>Todo o conteúdo do Baguete Diário.</description>
<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 17:00:07 -0300</pubDate>
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	<title>Baguete Diário</title>
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<language>pt-br</language>
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<item>
	<title><![CDATA[Os bastidores da direção do Baguete...]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:28:15 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514680</link>
    <description><![CDATA[No Delicatessen desta semana, quem entrega seu lado &quot;n&atilde;o executivo&quot; &eacute; o diretor do Baguete Di&aacute;rio, Gerson Leonini.<br /><br />O empres&aacute;rio, que tamb&eacute;m &eacute; apresentador dos programas Opini&atilde;o Geral e Baguete Bola na R&aacute;dio Baguete, confessa agora suas paix&otilde;es por futebol, gastronomia, aquela cervejinha gelada...<br /><br />Confira o podcast pelos reprodutores linkados acima e abaixo desta mat&eacute;ria.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514680</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[B2W: milhões para recuperar espaço]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:26:06 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514679</link>
    <description><![CDATA[A B2W prev&ecirc; investir entre R$ 200 milh&otilde;es e R$ 250 milh&otilde;es em 2010, com foco principalmente em inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica na &aacute;rea log&iacute;stica.<br /><br />A companhia resultante da fus&atilde;o entre Americanas.com e Submarino quer recuperar a participa&ccedil;&atilde;o de mercado perdida entre 2008 e 2009.<br /><br />De acordo com levantamento publicado pela Exame, o share da B2W caiu de 51,4% para 45,8%, enquanto P&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car, Casas Bahia e Ponto Frio (agrupados na Nova Pontocom), saltaram de 8,3% para 18,3%.<br /><br />Ao mesmo tempo, o mercado est&aacute; cada vez mais concorrido, com a entrada de grupos como Carrefour.<br /><br />Em 2009, a receita bruta de vendas da companhia avan&ccedil;ou 14%, totalizando R$ 4,9 bilh&otilde;es. Em confer&ecirc;ncia de demonstra&ccedil;&atilde;o de resultados, executivos da empresa previram uma alta maior em 2010.]]></description>

	
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Encontro da Abradi-SC, em Criciúma]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 16:03:35 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514678</link>
    <description><![CDATA[Acontece na sexta-feira, 19, em Crici&uacute;ma, mais um encontro da Associa&ccedil;&atilde;o Catarinense das Ag&ecirc;ncias Digitais (Abradi-SC).<br /><br />O evento tem in&iacute;cio &agrave;s 11h e acontece na ACIC - Associa&ccedil;&atilde;o Empresarial de Crici&uacute;ma (Rua Ernesto Bianchini G&oacute;es, s/n).<br /><br />A programa&ccedil;&atilde;o inclui almo&ccedil;o de network, palestra sobre assessoria de imprensa, tecnologia e relacionamento digital - a cargo do jornalista Rodrigo L&oacute;ssio - e debate de assuntos referentes &agrave; associa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O investimento &eacute; de R$ 20 e n&atilde;o inclui despesas com bebidas. <br /><br /><strong>Abradi-SC prepara F5</strong><br />O F5, ciclo de palestras previsto para o m&ecirc;s de abril, j&aacute; gera expectativas entre as ag&ecirc;ncias filiadas &agrave; Abradi-SC, empres&aacute;rios catarinenses e profissionais de comunica&ccedil;&atilde;o. <br /><br />De acordo com o presidente da associa&ccedil;&atilde;o, Sandro Alencar Fernandes, j&aacute; est&atilde;o sendo preparadas as informa&ccedil;&otilde;es e a programa&ccedil;&atilde;o do evento.<br /><br />O F5 surgiu de uma parceria com a Associa&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha das Ag&ecirc;ncias Digitais (Abradi-RS) e tem por objetivo qualificar o entendimento do mercado corporativo sobre a comunica&ccedil;&atilde;o digital. <br /><br />O nome do evento &eacute; inspirado na tecla F5, utilizada para atualizar o trabalho realizado no browser.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514678</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Projeto da AES Sul leva Prêmio Asug]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:37:47 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514677</link>
    <description><![CDATA[A Imagem, empresa de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos especializada em sistemas de informa&ccedil;&otilde;es geogr&aacute;ficas (GIS), recebeu o Pr&ecirc;mio Impact Awards 2010, oferecido pela Associa&ccedil;&atilde;o de Usu&aacute;rios SAP Brasil (ASUG), por um projeto realizado na AES Sul.<br /><br />&Eacute; a segunda vez que a empresa conquista a premia&ccedil;&atilde;o, que contempla anualmente os melhores cases na utiliza&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de neg&oacute;cios com base no ERP SAP. <br /><br />A primeira premia&ccedil;&atilde;o da Imagem tamb&eacute;m foi por projeto na distribuidora ga&uacute;cha de energia el&eacute;trica.<br /><br />Com o tema &ldquo;Gest&atilde;o Integrada de Ativos El&eacute;tricos GIS/SAP: Inova&ccedil;&atilde;o que gera Sustentabilidade&quot;, o projeto apresentou como a solu&ccedil;&atilde;o ArcGIS, da ESRI, integrada com o sistema de gest&atilde;o SAP, agregou coer&ecirc;ncia &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e&nbsp; cont&aacute;beis dos ativos da empresa, melhorando o gerenciamento de obras na rede el&eacute;trica de distribui&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Neste ano, a comiss&atilde;o julgadora, formada por representantes da Faculdade de Economia e Administra&ccedil;&atilde;o da Universidade de S&atilde;o Paulo (FEA-USP), da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas e do Gartner, avaliou 21 projetos de diversos segmentos.<br /><br />Os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o foram: inova&ccedil;&atilde;o, retorno sobre o investimento e impacto gerado na organiza&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Fundada em 1986, a Imagem conta com 25% de participa&ccedil;&atilde;o no mercado nacional do setor de GIS. A empresa oferece solu&ccedil;&otilde;es de tecnologia espacial, como imagens de sat&eacute;lites de alta, m&eacute;dia e baixa resolu&ccedil;&otilde;es e de radar, mapas territoriais de m&uacute;ltiplas escalas e temas, entre outros. <br /><br />A carteira de clientes da companhia, que fechou 2009 com faturamento de R$ 55 milh&otilde;es, traz nomes como Citrovita, Eletropaulo, Embrapa, Governo de Goi&aacute;s, Oi, Prefeitura de Recife e Petrobr&aacute;s.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514677</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Projeto Interagir recebe palestra da Sisnema]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:37:16 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514676</link>
    <description><![CDATA[O Interagir, projeto comandado pelo Sport Clube Internacional recebe no s&aacute;bado, 20, o Academics, ciclo de palestras da Sisnema Inform&aacute;tica.<br /><br />A atividade acontece das 10h &agrave;s 11h30, na sede do projeto (Avenida Padre Cacique, 891), em Porto Alegre.<br /><br />Ministrada por Nei Maldaner, diretor da Sisnema, a palestra ir&aacute; abordar temas como Tecnologia de Redes, Certifica&ccedil;&otilde;es Oficiais e Mercado de Trabalho.<br /><br />Cerca de 300 jovens do Interagir - que disponibiliza atividades esportivas e art&iacute;sticas, al&eacute;m de acompanhamento psicol&oacute;gico e pedag&oacute;gico para crian&ccedil;as e jovens de abrigos de Porto Alegre - devem participar do evento. <br /><br />Interessados em participar devem doar dois quilos de alimento. Informa&ccedil;&otilde;es adicionais pelo e-mail eventos@sisnema.com.br ou no telefone (51) 3226.4111.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514676</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Feevale: R$ 2,5 milhões para TI]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:07:39 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514675</link>
    <description><![CDATA[A Feevale vai destinar R$ 12,5 milh&otilde;es em melhoria de infraestrutura em 2010, investimento que compreende a constru&ccedil;&atilde;o e reforma de laborat&oacute;rios e salas de navega&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Para a TI, ser&atilde;o destinados mais R$ 2,5 milh&otilde;es, aplicados &agrave; compra de 926 computadores, al&eacute;m de incremento na &aacute;rea de solu&ccedil;&otilde;es para gest&atilde;o acad&ecirc;mica, como novos servidores para acompanhar os servi&ccedil;os de EAD e da central do aluno.<br /><br />A rede wireless tamb&eacute;m passar&aacute; por melhorias. <br /><br />De acordo com Carlos Henrique Schwartzhaupt, gerente de TI da Feevale, j&aacute; foram adquiridos 859 desktops e 67 notebooks, todos fornecidos pela Dell.<br /><br />Destes, 595 desktops ser&atilde;o destinados &agrave; rede acad&ecirc;mica, 129 ir&atilde;o para oito novos laborat&oacute;rios e o restante substituir&aacute; as m&aacute;quinas nas salas de inform&aacute;tica a serem reformadas. <br /><br />&ldquo;Do total de 926 novos equipamentos, 70% ser&atilde;o utilizados por alunos, nos laborat&oacute;rios, e 30% &eacute; destinado aos nossos setores administrativos da institui&ccedil;&atilde;o&rdquo;, detalha Schwartzhaupt.<br /><br />J&aacute; os notebooks ser&atilde;o utilizados na rede acad&ecirc;mica, incluindo cinco novos laborat&oacute;rios m&oacute;veis. <br /><br />&ldquo;Possu&iacute;amos 20 laborat&oacute;rios m&oacute;veis e adquirimos mais cinco. Cada uma das unidades &eacute; equipada com 10 notebooks acondicionados em uma esp&eacute;cie de carrinho que vai at&eacute; a sala do professor que o solicitar&rdquo;, detalha o gerente de TI.<br /><br />Tamb&eacute;m est&aacute; inclusa nos investimentos a aquisi&ccedil;&atilde;o de 35 projetores de multim&iacute;dia. <br /><br />Os 14 novos laborat&oacute;rios de inform&aacute;tica, bem como as salas de navega&ccedil;&atilde;o, far&atilde;o parte de um pr&eacute;dio que est&aacute; sendo constru&iacute;do no Campus II da universidade de Novo Hamburgo. Com quatro pavimentos, a obra faz parte do or&ccedil;amento geral para melhoria da infraestrutura e contar&aacute;, ainda, com salas de audiovisual e setores administrativos.<br /><br />Outro pr&eacute;dio novo na Feevale &eacute; a oficina tecnol&oacute;gica, que passou a abrigar os laborat&oacute;rios antes locados no Pr&eacute;dio Verde da institui&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Al&eacute;m disso, o or&ccedil;amento passa pela seguran&ccedil;a do campus, que agregou 22 novas c&acirc;meras de vigil&acirc;ncia das empresas GE, por meio da importadora Core System, Sany Eletr&ocirc;nica e tamb&eacute;m da V&iacute;deo 8.<br /><br /><strong>Campus 100% wireless</strong><br />Em uso desde 2009, a rede wireless do centro universit&aacute;rio hamburguense &eacute; composta por 250 pontos de acesso (acess points) e garante 100% de cobertura nas &aacute;reas de conviv&ecirc;ncia e salas de aula de ambos os campus.<br /><br />De acordo com Schwartzhaupt, os novos investimentos tamb&eacute;m envolveram melhorias em rela&ccedil;&atilde;o ao tr&aacute;fego, configura&ccedil;&atilde;o do software e pr&aacute;ticas de seguran&ccedil;a da rede.<br /><br />&ldquo;Adquirimos tamb&eacute;m solu&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a como a da Websense&rdquo;, declara o gestor de TI.<br /><br /><strong>Vem mais por a&iacute;</strong><br />Para o segundo semestre letivo, as necessidades da Feevale devem ser revistas e, conforme Schwartzhaupt, certamente haver&aacute; mais investimentos.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514675</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Papel do CIO é tema de encontro em SP]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:58:28 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514674</link>
    <description><![CDATA[O Gartner, especializado em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, e o Instituto Brasileiro de Executivos de Finan&ccedil;as (IBEF-SP), promovem caf&eacute; da manh&atilde; quinta-feira, 18, para abordar o tema Indicadores chave do desempenho do neg&oacute;cio: a fun&ccedil;&atilde;o do CIO.<br /><br />O encontro ocorre das 7h30 &agrave;s 9h30 e ser&aacute; realizado na sede do instituto (Avenida Paulista, 2.073), em S&atilde;o Paulo.<br /><br />O palestrante Jos&eacute; Ruggero, vice-presidente do Gartner Executive Programs, falar&aacute; sobre o papel do CIO na gest&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento dos neg&oacute;cios e como as empresas que desenvolvem e acompanham um conjunto de indicadores de desempenho adequados superam seus concorrentes.<br /><br />As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser realizadas pelo telefone (11) 3289.1844, com Luciane Costa, ou pelo e-mail luciane@ibef.com.br.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514674</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Indra e ETC: software grátis para PNE's]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:43:38 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514673</link>
    <description><![CDATA[A Indra, multinacional espanhola de TI, e a ECT- Empresa Brasileira de Correios e Tel&eacute;grafos, vinculada ao Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es, assinaram esta semana um protocolo de inten&ccedil;&otilde;es para difus&atilde;o de software gratuito voltado &agrave;s pessoas com defici&ecirc;ncia motora.<br /><br />O acordo permitir&aacute; o download gratuito do Headmouse e do Teclado Virtual por meio dos web sites dos Correios e do Minist&eacute;rio das Comunica&ccedil;&otilde;es. <br /><br />Al&eacute;m disso, os Correios manter&atilde;o uma equipe de suporte treinada pela Indra para esclarecer d&uacute;vidas relativas &agrave; instala&ccedil;&atilde;o e o funcionamento das solu&ccedil;&otilde;es.<br /><br />O objetivo da alian&ccedil;a &eacute; difundir as aplica&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s para proporcionar maior grau de autonomia &agrave;s pessoas com alguma defici&ecirc;ncia, em termos de vida independente, acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e ao mercado de trabalho.&nbsp;&nbsp; <br /><br />As duas aplica&ccedil;&otilde;es j&aacute; est&atilde;o dispon&iacute;veis no site Tecnologias Acess&iacute;veis da Indra - link relacionado abaixo -&nbsp; e podem ser instaladas em qualquer computador equipado com webcam.<br /><br /><strong>Software para PNE's</strong><br />O HeadMouse e&nbsp; Teclado Virtual s&atilde;o projetos desenvolvidos dentro das C&aacute;tedras de Tecnologia Acess&iacute;vel que a Indra mant&eacute;m juntamente com a Funda&ccedil;&atilde;o Adecco e universidades espanholas.<br /><br />O Headmouse &eacute; uma solu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica que permite &agrave;s pessoas com mobilidade reduzida controlar o cursor do mouse atrav&eacute;s de movimentos da cabe&ccedil;a (fun&ccedil;&atilde;o &quot;arrastar&quot;) e com gestos faciais (fun&ccedil;&atilde;o &quot;click&quot;). <br /><br />J&aacute; o Teclado Virtual prop&otilde;e facilitar a escrita de textos sem necessidade de utilizar as m&atilde;os, j&aacute; que capta os movimentos faciais do usu&aacute;rio, replicando-os sobre um teclado digital.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514673</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Compujob quer crescer 100% no corporativo]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:37:24 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514672</link>
    <description><![CDATA[<div>A Compujob quer expandir em 100% sua presen&ccedil;a no mercado corporativo, em 2010.&nbsp;</div><div><br /></div><div>O segmento representa 40% do faturamento anual da empresa ga&uacute;cha prestes a completar 25 anos.</div><div><br /></div><div><div>A empresa vai focar, inicialmente, nos segmentos jur&iacute;dico e de educa&ccedil;&atilde;o.</div><div><br /></div></div><div>A partir de agora, este n&uacute;cleo, que conta com parcerias de empresas como HP, 3Com, Trend Micro e Microsoft, oferecer&aacute; a pequenas empresas solu&ccedil;&otilde;es segmentadas para seus ramos de neg&oacute;cios, al&eacute;m de implementa&ccedil;&atilde;o e treinamento.</div><div><br /></div><div>Desde 2007, a porto-alegrense conta com uma divis&atilde;o voltada ao p&uacute;blico empresarial: a Compujob Corporate.</div><div><div><br /></div></div>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514672</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Siemens e Polycom juntas em UC]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:26:44 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514671</link>
    <description><![CDATA[O Grupo Siemens Enterprise Communications firmou uma parceria global com a Polycom para oferta de solu&ccedil;&otilde;es de confer&ecirc;ncia em HD e telepresen&ccedil;a da companhia, em conjunto com suas aplica&ccedil;&otilde;es de colabora&ccedil;&atilde;o via v&iacute;deo em desktop, por meio da integra&ccedil;&atilde;o com o ambiente OpenScape Unified Communications (UC) Application do Grupo SEN.<br /><br />Pelo acordo de revenda global, o Grupo SEN oferecer&aacute; o portf&oacute;lio de solu&ccedil;&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o visual da Polycom, entre elas as solu&ccedil;&otilde;es de telepresen&ccedil;a imersiva, pessoal e em sala, sistemas de v&iacute;deo confer&ecirc;ncia e aplica&ccedil;&otilde;es de colabora&ccedil;&atilde;o via v&iacute;deo em desktop.<br /><br />A estrat&eacute;gia tem o suporte da plataforma de infraestrutura de comunica&ccedil;&atilde;o visual da SEN, que oferece gerenciamento e provisionamento centralizado, recursos de confer&ecirc;ncia multirrede e multilocal, firewall tranversal com reconhecimento de rede, gerenciamento de conte&uacute;do de v&iacute;deo, grava&ccedil;&atilde;o e streaming, entre outros recursos. <br /><br />Os multipontos de confer&ecirc;ncia da s&eacute;rie Polycom RMX e os terminais de v&iacute;deo HDX se integram ao servidor OpenScape do Grupo SEN, plataforma UC que utiliza padr&otilde;es SIP e Service Oriented Architecture (SOA) para facilitar tal integra&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Al&eacute;m disso, a Siemens tamb&eacute;m oferecer&aacute; aos clientes das solu&ccedil;&otilde;es de comunica&ccedil;&atilde;o visual da Polycom o OpenScale, portf&oacute;lio de servi&ccedil;os gerenciados para apoio na integra&ccedil;&atilde;o de sistemas formados por m&uacute;ltiplos fabricantes de ambiente UC.<br /><br />Com a parceria, a Siemens pretende dobrar seu faturamento mundial com solu&ccedil;&otilde;es de mobilidade e componentes de v&iacute;deo em 2011. Al&eacute;m das solu&ccedil;&otilde;es da Polycom, o grupo agrega servi&ccedil;os de suporte e gerenciamento 24x7, que j&aacute; representam 45% da receita da companhia.<br /><br />E o Brasil deve acompanhar esse crescimento.<br /><br />&ldquo;Planejamos duplicar o faturamento atual em dois anos, considerando apenas os neg&oacute;cios com a Polycom&rdquo;, afirma Jo&atilde;o Fabio de Valentin, diretor de Servi&ccedil;os e Solu&ccedil;&otilde;es do Grupo SEN. &ldquo;O foco agora ser&atilde;o as contas estrat&eacute;gicas e clientes que j&aacute; migraram, ou est&atilde;o em processo de migra&ccedil;&atilde;o, para nossa plataforma aberta OpenScape UC&rdquo;, complementa.<br /><br />A Polycom tamb&eacute;m prev&ecirc; crescimento no pa&iacute;s. Conforme Paulo Roberto Ferreira, diretor geral da empresa no Brasil, a proje&ccedil;&atilde;o para 2010 &eacute; de crescer 50% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, com investimento de US$ 5 milh&otilde;es no mercado local nos pr&oacute;ximos quatro anos.<br /><br />O investimento inclui a contrata&ccedil;&atilde;o de funcion&aacute;rios e migra&ccedil;&atilde;o para um novo e mais amplo escrit&oacute;rio.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514671</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Pesquisa irá analisar gestores de TI]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:24:39 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514670</link>
    <description><![CDATA[A 4HD, porto-alegrense especializada em treinamento em suporte t&eacute;cnico, convida os profissionais de TI a participar de uma pesquisa nacional sobre gestores de help desk, service desk e suporte t&eacute;cnico.<br /><br />O objetivo do question&aacute;rio, que aborda procedimentos e processos de gestores de TI, &eacute; disposibilizar para o setor um panorama da realidade e do cotidiano de suas atividades, incluindo medi&ccedil;&otilde;es de resultados e grau de satisfa&ccedil;&atilde;o dos profissionais.<br /><br />A an&aacute;lise das respostas ser&aacute; coordenada pelo especialista Roberto Cohen, e os resultados ser&atilde;o disponibilizados gratuitamente a partir de 15 de maio para as empresas que preencherem o question&aacute;rio. <br /><br />As demais companhias ter&atilde;o acesso ao estudo somente no segundo semestre.<br /><br />Interessados em colaborar podem acessar a pesquisa, que estar&aacute; dispon&iacute;vel at&eacute; 15 de abril, no site relacionado abaixo.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514670</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Cigam traz Marcelo Tas para Bento]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:06:11 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514668</link>
    <description><![CDATA[Marcelo Tas, &acirc;ncora do CQC, foi o destaque do primeiro dia do Encontro Nacional da Rede Cigam, que re&uacute;ne as 27 unidades de neg&oacute;cio da companhia ga&uacute;cha de ERP na Vila Michelon em Bento Gon&ccedil;alves at&eacute; o s&aacute;bado, 13.<br /><br />O jornalista apresentou uma palestra sobre a linguagem do novo consumidor. Atualmente com 523 mil seguidores no Twitter, Tas foi um dos primeiros a aceitar posts patrocinados na rede de microblog. A Cigam atende uma base de 2 mil clientes no Brasil<br /><br />&nbsp;O encontro inclui ainda apresenta&ccedil;&otilde;es sobre os diferenciais da Unipaas e as vantagens da tecnologia, bem como as novas funcionalidades do Cigam e10 em 2010, Cigam Ready, Cigam Ubiq&uuml;idade, Cigam Report e Gest&atilde;o de Projetos &ndash; M&oacute;dulo Empowered by 2014. <br />]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514668</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Abinee-RS debate incentivo e inovação]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:04:39 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514669</link>
    <description><![CDATA[A Abinee-RS promove na quinta-feira, 18, o Semin&aacute;rio Leis de Incentivo e Inova&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O evento tem in&iacute;cio &agrave;s 14h e acontece no audit&oacute;rio Talento Empreendedor, no Tecnopuc (Avenida Ipiranga, 6681), em Porto Alegre.<br /><br />A abertura ser&aacute; realizada pelo Secret&aacute;rio de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Artur Lorentz, e os palestrantes ser&atilde;o Gleverton De Munno, da Dell, e Paulo Corazza, da Ernst &amp; Young .<br /><br />Entre os temas abordados est&atilde;o Lei do Bem - Incentivos Fiscais &agrave; Inova&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica; Lei de Inova&ccedil;&atilde;o estadual; Lei de Inform&aacute;tica; Financiamento a Projetos Inovadores e demais incentivos fiscais e previdenci&aacute;rios &agrave;s empresas de TI/TIC.<br /><br />A participa&ccedil;&atilde;o &eacute; gratuita e os interessados devem efetuar reserva pelo telefone (51) 3384.0020 ou pelo email abineers@via-rs.net.]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Global Crossing faz upgrade na rede]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:02:19 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514667</link>
    <description><![CDATA[<div>A Global Crossing, empresa l&iacute;der no fornecimento de solu&ccedil;&otilde;es globais em IP, anuncia nesta sexta-feira, 12, que est&aacute; expandindo a capacidade de seus sistemas de cabos submarinos de fibra &oacute;ptica para atender &agrave; demanda de servi&ccedil;os IP e de Ethernet, gerada pelo mercado corporativo.</div><div><br /></div><div>Segundo a empresa, o upgrade vai aumentar a conectividade entre Am&eacute;rica Latina, Am&eacute;rica do Norte e Europa e ser&aacute; implementado ao longo dos pr&oacute;ximos seis meses, com alguns segmentos prontos no in&iacute;cio de maio de 2010.</div><div>&nbsp;</div><div>O sistema submarino da Global Crossing inclui uma rota de aproximadamente 7.500 km &nbsp;de cabos de fibra &oacute;ptica e proporciona &nbsp;servi&ccedil;os IP e de Synchronous Digital Hierarchy (SDH) de at&eacute; 10 Gbps ou STM-64.</div><div><br /></div><div>&ldquo;Os investimentos que estamos fazendo s&atilde;o para atender &agrave; cont&iacute;nua demanda que a Global Crossing est&aacute; recebendo em nossa rede global por servi&ccedil;os de banda larga como v&iacute;deo sobre IP, m&iacute;dia social e redes de distribui&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do&quot;, declara John Legere, CEO da Global Crossing.</div>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514667</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[TI de SP terá jornada de 40 horas]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:49:31 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514666</link>
    <description><![CDATA[Profissionais de TI de S&atilde;o Paulo ter&atilde;o jornada de trabalho reduzida de 44 para 40 horas a partir de 1&ordm; de janeiro de 2011, sem redu&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios.<br /><br />A novidade &eacute; produto do acordo coletivo fechado entre o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Empregados de Empresas de Processamento de Dados do Estado de S&atilde;o Paulo (Sindpd) e o Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Servi&ccedil;os de Inform&aacute;tica do Estado de S&atilde;o Paulo (Seprosp) nesta ter&ccedil;a-feira, 09.<br /><br />Segundo estimativa do sindicato, h&aacute; 80 mil profissionais de TI no estado de S&atilde;o Paulo e cerca de 600 mil em todo o pa&iacute;s.<br />&nbsp;<br /><strong>No Sul<br /></strong>Segundo informa&ccedil;&otilde;es dos sindicatos de cada estado, a jornada de trabalho no Paran&aacute; tamb&eacute;m &eacute; de 40 horas, em Santa Catarina de 44 e no Rio Grande do Sul de 44 para o setor privado e 40 para o setor p&uacute;blico.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514666</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Plano de negócios: palestra grátis em SC]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:42:08 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514665</link>
    <description><![CDATA[A Acate e o Midi Tecnol&oacute;gico, em parceria com a associa&ccedil;&atilde;o de investidores Floripa Angels, promovem na segunda-feira, 15, o workshop &quot;Como preparar um plano de neg&oacute;cios e buscar investimentos para sua empresa&quot;.<br /><br />O evento acontece das 18h &agrave;s 20h, e ser&aacute; realizado na sede da Acate (Rua Lauro Linhares, 589), em Florian&oacute;polis.<br /><br />Direcionado para empresas inovadoras de base tecnol&oacute;gica em ascens&atilde;o no mercado, o curso ser&aacute; ministrado por F&aacute;bio Arruda, respons&aacute;vel pela an&aacute;lise dos planos de neg&oacute;cios recebidos pela Floripa Angels. <br /><br />Fontes de recursos privados para empresas nascentes, vis&atilde;o geral de investidores sobre plano de neg&oacute;cios, cl&aacute;usulas t&iacute;picas de um contrato de investimentos, linha gerais para elaborar um plano e erros a serem evitados na elabora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o alguns pontos a serem abordados no workshop.<br />&nbsp;<br />As inscri&ccedil;&otilde;es s&atilde;o gratuitas e podem ser realizadas pelo site relacionado abaixo.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514665</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Methodus: site traz rede de pesquisas]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:33:15 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514664</link>
    <description><![CDATA[<div>O Instituto Methodus, de Porto Alegre, acaba de lan&ccedil;ar seu novo website, assinado pela ag&ecirc;ncia digital Grandes Id&eacute;ias.</div><div><br /></div><div>O espa&ccedil;o traz como novidade um blog e uma rede de pesquisa, na qual os interessados podem se cadastrar para fazer parte do banco de dados e participar dos levantamentos elaborados pelo instituto.&nbsp;</div><div><br /></div><div>As pesquisas realizadas pelo Methodus tamb&eacute;m poder&atilde;o ser consultadas, al&eacute;m de constar na p&aacute;gina a op&ccedil;&atilde;o de comercializa&ccedil;&atilde;o de pesquisas.&nbsp;</div><div><br /></div><div>&ldquo;O novo site ficou moderno e interativo, permitindo aos visitantes um maior acesso aos conte&uacute;dos desenvolvidos pelo Instituto&rdquo;, afirma o diretor operacional do Instituto Methodus, Jos&eacute; Carlos Sauer.</div><div>&nbsp;</div><div><br /></div><div>&nbsp;</div><div><br /></div>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514664</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[SAP busca universidades]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:33:11 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514663</link>
    <description><![CDATA[A SAP busca oito universidades no Brasil para dobrar a abrang&ecirc;ncia do University Alliance Program, por meio do qual tecnologias da multinacional s&atilde;o inclu&iacute;das na grade curricular de cursos nas &aacute;reas de exatas e econ&ocirc;micas.<br /><br />Hoje presente nas ga&uacute;chas IMED e Unisinos, nas paulistas Faculdade de Tecnologia Termomec&acirc;nica, IBTA &ndash; Veris, Senac, na carioca Instituto Infnet, na mineira FAI e na amazonense Fucapi, a iniciativa envolve cerca de 2,4 mil alunos por semestre.<br /><br />&ldquo;Nossa prioridade s&atilde;o regi&otilde;es onde temos pouca densidade atualmente&rdquo;, comenta Adjalma Grando, diretor da &aacute;rea de Educa&ccedil;&atilde;o da SAP Brasil, que aponta como prioridades Norte, Nordeste e Centro-Oeste e no Sul, Santa Catarina e Paran&aacute;, que ainda n&atilde;o tem universidades engajadas no chamado UAP.<br /><br />Grando destaca que o material oferecido &eacute; por conta da SAP, enquanto as universidades s&oacute; precisam arcar com um valor pr&oacute;ximo a US$ 5 mil por semestre pela hospedagem do conte&uacute;do.<br /><br />A SAP reformulou o time respons&aacute;vel por buscar as parceiras no meio universit&aacute;rio e deve iniciar os contatos em abril. &ldquo;Buscamos parceiros s&oacute;lidos. O interesse n&atilde;o pode ser apenas pelo branding SAP&rdquo;, comenta o executivo.<br /><br />Recursos humanos s&atilde;o apontados por diversos analistas de mercado como um gap importante na execu&ccedil;&atilde;o do plano da SAP de triplicar os neg&oacute;cios no Brasil at&eacute; 2015, por tanto Grando deve ter bastante trabalho pela frente.<br /><br /><em>Maur&iacute;cio Renner acompanhou o SAP F&oacute;rum &agrave; convite da SAP.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514663</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Emissão de certificados digitais em NH]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:18:27 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514662</link>
    <description><![CDATA[No pr&oacute;ximo s&aacute;bado, 13, a e-Tab, fornecedora de servi&ccedil;os de TI, estar&aacute; disponibilizando sua sede (Avenida Cel. Frederico Link, 77), em Novo Hamburgo, para emiss&atilde;o dos certificados digitais e-CPF e e-CNPJ.<br /><br />O atendimento ser&aacute; realizado das 8h &agrave;s 17, pelas autoridades notariais dos Tabelionatos Fischer e Barreto.<br /><br /> Interessados devem agendar hor&aacute;rio pelos telefones (51) 3594.1922 ou (51) 3060-7777.<br /><br />Para obter o certificado digital, que substitui o CPF ou CNPJ tradicionais, deve ser efetuada a compra no site da AC Notarial. A rela&ccedil;&atilde;o dos documentos necess&aacute;rios est&atilde;o dispon&iacute;veis nos sites dos tabelionados, relacionados abaixo.<br /><br /><br />&nbsp;]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514662</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Intel investe em incubadora de mídias sociais]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 11:56:43 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514660</link>
    <description><![CDATA[A Intel anunciou que vai investir na incubadora de m&iacute;dias sociais Betaworks. <br /><br />O valor do investimento n&atilde;o foi revelado, mas, segundo a fabricante de chips, o objetivo &eacute; obter uma vis&atilde;o em tempo real do comportamento de usu&aacute;rios em redes sociais.<br /><br />Segundo o gerente da Intel Capital, Mike Buckley, o investimento pode ajudar a Intel a desenvolver hardware para dispositivos m&oacute;veis ou servidores que ofere&ccedil;am servi&ccedil;os de m&iacute;dias sociais em tempo real, informa o ComputerWorld.<br /><br />E a iniciativa n&atilde;o &eacute; s&oacute; da Intel: a AOL, por exemplo, tamb&eacute;m j&aacute; anunciou que ir&aacute; investir na Betaworks. <br /><br />Conhecida por seus investimentos em empresas de m&iacute;dias sociais que incluem Twitter, Tumblr, Bit.ly e TweetDeck, a Betaworks tamb&eacute;m j&aacute; recebeu aporte de US$ 20 milh&otilde;es de empresas como The New York Times e SoftBank. <br /><br />Os recursos, segundo o vice-presidente s&ecirc;nior da incubadora, Josh Auerbach, ser&atilde;o usados para &ldquo;continuar investindo em redes sociais&rdquo;.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3514660</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Ery Jardim - Você sabe o quanto aprende quando faz um curso?]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 11:44:36 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3279</link>
    <description><![CDATA[&quot;O que sabemos &eacute; uma gota e o que ignoramos &eacute; um oceano&quot;. Sir Issac Newton.<br />&nbsp;<br />Quando frequentamos um bom curso, o normal &eacute; que nos sejam apresentados os objetivos que perseguiremos durante as aulas. Desta forma, poderemos iniciar uma compara&ccedil;&atilde;o quanti-qualitativa entre aquilo que sabemos fazer, o que&nbsp; julgamos saber fazer (semissaber) e o que n&atilde;o sabemos fazer.<br /><br />Provavelmente, iremos considerar o curso como aproveit&aacute;vel quando os &iacute;ndices quanti-qualitativos de saberes forem capazes de nos conduzir a uma pr&aacute;tica produtiva. Ou seja, andragogicamente falando, quando as compet&ecirc;ncias forem apropriadas e tivermos as habilidades necess&aacute;rias para fazer o que nos foi proposto.<br /><br />Afinal, quando os Departamentos de Recursos Humanos enviam seus colaboradores para uma sala de aula, o m&iacute;nimo que esperam como resultado &eacute; que o investimento realizado seja maior ou proporcional ao empoderamento laboral que advir&aacute; pelas compet&ecirc;ncias apropriadas (saber fazer).<br /><br />Por&eacute;m, alguns cursos n&atilde;o fazem isto, n&atilde;o &eacute; verdade? N&atilde;o medem (seja da forma que for) o quanto os participantes aprendem. N&atilde;o s&atilde;o capazes de dizer o quanto &ldquo;evoluiu-se&rdquo; do n&atilde;o saber fazer, para o semissaber fazer, e, do semissaber fazer para o saber fazer. Ao final, apenas, entregam certificados de participa&ccedil;&atilde;o, (ali&aacute;s, acredito que esta palavra Certifica&ccedil;&atilde;o &eacute; muito mal empregada), onde 75% de presen&ccedil;a &eacute; o ponto de corte.<br /><br />O que se percebe &eacute; que h&aacute; uma procura por cursos que oferecem uma prova de certfica&ccedil;&atilde;o ao seu final. Trabalho como coordenador e docente em v&aacute;rios &ldquo;cursos&rdquo;, inclusive, criando novos modelos e formatos, e,&nbsp;recebo incont&aacute;veis questionamentos sobre este assunto. Invariavelmente, os interessados perguntam se h&aacute; uma prepara&ccedil;&atilde;o para a certifica&ccedil;&atilde;o, ou mesmo, uma oferta de prova ao final do curso. Isto &eacute; um sinal contundente que o &ldquo;certificado&rdquo; de participa&ccedil;&atilde;o j&aacute; n&atilde;o &eacute; mais suficiente, mesmo quando emitido por uma institui&ccedil;&atilde;o tradicional e conceituada. Agora, imagine quando &eacute; emitido por quem desconhece o que significa plano de curso, plano de aula, t&eacute;cnicas e m&eacute;todos de ensino para adultos (andragogia) e &ldquo; coisas semelhantes&rdquo;.<br /><br />Diante deste cen&aacute;rio, n&atilde;o &eacute; incomum que a valoriza&ccedil;&atilde;o por um Certificado (no uso mais correto da express&atilde;o) Internacional seja cada vez mais requisitada, quer pelos alunos, quer pelo mercado.<br /><br />Aqueles que acreditam n&atilde;o ser necess&aacute;rio uma Certifica&ccedil;&atilde;o como prova de conhecimentos do Saber Fazer, provavelmente, n&atilde;o tenham esta mesma postura quando v&atilde;o a um consult&oacute;rio m&eacute;dico ou dent&aacute;rio, a um escrit&oacute;rio de contabilidade, jur&iacute;dico ou a uma assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica. Todos, sem exce&ccedil;&atilde;o, partem da prerrogativa que estes profissionais s&atilde;o CERTIFICADOS pelos seus formadores e por quem eles representam.<br /><br />Incr&iacute;vel que, quando se trata das Novas Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o, somos muito mais complacentes&nbsp; do que em outras &aacute;reas.<br /><br />E, voc&ecirc; o que pensa sobre isto?<br /><br />Ery Jardim &eacute; Diretor de Educa&ccedil;&atilde;o Corporativa da ETCIberoamerica para o Brasil (CLO), Cientista da Educa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Ca'Foscari de Veneza, Especialista em Gest&atilde;o de Pessoas e docente de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, gradua&ccedil;&atilde;o, t&eacute;cnico e cursos livres h&aacute; mais de 20 anos.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3279</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Roberto Cohen - Os fora da lei – Porque é tão difícil seguir processos? – uma releitura]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 10:44:38 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3278</link>
    <description><![CDATA[<strong>Especialistas do blog &ldquo;ITIL na Pr&aacute;tica&rdquo; caracterizaram uma situa&ccedil;&atilde;o comum em suporte t&eacute;cnico &ndash; a dificuldade de obter a execu&ccedil;&atilde;o dos processos conforme projetados<br /></strong><br />A turma do referido blog escreveu um bem-humorado artigo. E mais do que isso, o texto foi direto no f&iacute;gado de quem vivencia tal dificuldade em fazer os processos acontecerem.<br /><br />Infelizmente, em minha opini&atilde;o, a solu&ccedil;&atilde;o proposta &eacute; vaga. Tem muito do nosso arqu&eacute;tipo mental de t&eacute;cnicos e despreza o fator humano das quest&otilde;es.<br /><br />Assim, eu vou acrescenta meu pitaco.<br /><br />O bom mesmo seria ler o artigo primeiro (eu espero aqui):<br /><br /><a href="http://www.itilnapratica.com.br/os-fora-da-lei-porque-e-tao-dificil-seguir-processos" target="_blank" class="linkEditor">&ldquo;Os fora da lei&rdquo; &ndash; Porque &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil seguir processos?</a><br /><br />OK, se voc&ecirc; j&aacute; foi l&aacute; e retornou, vamos &agrave; cr&iacute;tica e ao coment&aacute;rio.<br /><br />Mas antes, um por&eacute;m:<br /><br />N&atilde;o estou aqui a desmerecer o trabalho da turma do <a href="http://www.itilnapratica.com.br/" target="_blank" class="linkEditor">ITIL na Pr&aacute;tica</a>. <br /><br />&Eacute; importante esclarecer de antem&atilde;o que, se estou a criticar, &eacute; para que possamos construir juntos. Eles colocam uma camada de tijolos. Eu venho e coloco outra (ou at&eacute; derrubo um peda&ccedil;o).<br /><br />Se eu ficasse cheio de melindres (&ldquo;como ser&aacute; que eles ler&atilde;o isso, se lerem?&ldquo;), nada escreveria e perder&iacute;amos um bom espa&ccedil;o de questionamentos.<br /><br />E al&eacute;m do mais, os textos deles s&atilde;o bons.<br /><br /><br /><strong>DA SOLU&Ccedil;&Atilde;O PROPOSTA</strong><br /><br />Um excerto final do texto da Claudia:<br /><br /><em>Moral da hist&oacute;ria: por mais que o processo seja bem desenhado, se ele n&atilde;o for funcional, esque&ccedil;am! Eles devem estar adequados as necessidades do NEG&Oacute;CIO (no caso, agilidade para trocar o vidro com&nbsp; a m&aacute;xima seguran&ccedil;a). Tamb&eacute;m devem estar bem divulgados e devem ser redivulgados constantemente&hellip;<br /><br />Pensando bem, ser&aacute; que a &ldquo;culpa&rdquo; de processos que nunca s&atilde;o seguidos e de servi&ccedil;os prestados com baixa qualidade, n&atilde;o est&aacute; nas m&atilde;os de quem desenha os processos, divulga e deveria patrocin&aacute;-los (nossos gestores)??? Quem s&atilde;o os verdadeiros &ldquo;fora-da-lei&rdquo; aqueles que n&atilde;o sabem ouvir e desenhar o que &eacute; necess&aacute;rio, aqueles que n&atilde;o divulgam adequadamente aquilo que necessita ser seguido ou aqueles que se recusam a seguir algo que&nbsp; &eacute; totalmente burocr&aacute;tico e sem sentido? Pensem nisso&hellip;</em><br /><br />Bem, todas as recomenda&ccedil;&otilde;es s&atilde;o adequadas, mas&hellip;<br /><br />Acho que podemos ir ainda mais longe.<br /><br /><strong><br />IDIOSSINCRASIAS PESSOAIS</strong><br /><br />As pessoas possuem v&aacute;rias caracter&iacute;sticas pessoais que as distinguem umas das outras, e muitos desses jeitos de ser possuem origem no inconsciente.<br /><br />Um sujeito que ficou marcado pelo autoritarismo do pai, pode ver no sistema (processos, chefe etc.) uma forma de se revoltar contra a autoridade, projetando nesta os sentimentos ressentidos contra a figura paterna.<br /><br />Outra situa&ccedil;&atilde;o, entre v&aacute;rias, &eacute; o sujeito destrambelhado. Aquele que tem dificuldades de seguir &ldquo;&agrave; risca&rdquo; defini&ccedil;&otilde;es realizadas. Voc&ecirc; pode incluir nesse conjunto, os que perdem facilmente a concentra&ccedil;&atilde;o; os criativos que literalmente &ldquo;viajam na maionese&rdquo;; os que tentam fazer muitas coisas ao mesmo tempo por se acharem &ldquo;altamente eficazes&rdquo; e acabam perdendo peda&ccedil;os das tarefas a realizar etc.<br /><br />Uma recomenda&ccedil;&atilde;o importante &eacute; que o gestor saiba selecionar as pessoas certas para a fun&ccedil;&atilde;o. J&aacute; comentei isso nos cursos que realizo. As pessoas n&atilde;o s&atilde;o iguais, por isso n&atilde;o espere desempenho semelhante de profissionais que n&atilde;o s&atilde;o semelhantes.<br /><br /><br /><strong>DAS QUEST&Otilde;ES ORGANIZACIONAIS</strong><br /><br />Bem, eu j&aacute; escrevi aqui no blog um artigo intitulado &ldquo;<a href="http://www.4hd.com.br/blog/2007/04/24/cultura-corporativa-pensando-em-muda-la/" target="_blank" class="linkEditor">Cultura corporativa: pensando em mud&aacute;-la?</a>&ldquo;.<br /><br />Definir e estipular processos &eacute; mudar o jeito de ser das coisas. E isso descamba na cultura corporativa.<br /><br />Pode se <strike>masturbar</strike> elucubrar intelectualmente desenhando os processos &agrave; vontade. Mas as regras n&atilde;o escritas da &ldquo;<em>maneira de ser da empresa</em>&rdquo; prevalecer&atilde;o, ainda que tenha muita divulga&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Estamos falando (olha eu me expressando na segunda pessoa do plural) da maneira de decidir as coisas (sempre foi o chefe quem fez isso).<br /><br />N&atilde;o quero falar sobre isso, pois j&aacute; tem bastante coisa no blog.<br /><br />N&atilde;o &eacute; por nada que o um dos cases mais bem-sucedidos no Brasil de implementa&ccedil;&atilde;o do ITIL &eacute; a <a href="http://cio.uol.com.br/tecnologia/2008/11/20/policia-militar-de-sp-e-primeiro-caso-mundial-de-uso-do-itil-3.0/" target="_blank" class="linkEditor">Pol&iacute;cia Militar de Sampa</a>.<br /><br />Por que l&aacute;, n&atilde;o seguiu a regra, o pau come. Ou o sujeito vai pro xadrez. (Obviamente n&atilde;o &eacute; s&oacute; por isso, mas que a r&iacute;gida hierarquia ajuda, ajuda)<br /><br />J&aacute; nas empresas privadas e p&uacute;blicas, n&atilde;o tem como conseguir essa &ldquo;ader&ecirc;ncia&rdquo; aos processos.<br /><br />Quero explorar um terceiro vi&eacute;s, al&eacute;m destes dois que comentei.<br />Do aprendizado corporativo<br /><br />Aqui eu acho que est&aacute; o &ldquo;X&rdquo; da hist&oacute;ria toda: &ldquo;<strong>por que os processos desenhados n&atilde;o s&atilde;o seguidos</strong>&ldquo;.<br /><br />N&atilde;o se trata de divulgar, envolver etc. Isso vai al&eacute;m.<br /><br />Recomendo a leitura dos seguintes livros:<br /><br /><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21556248?franq=255616" target="_blank" class="linkEditor">A Quinta disciplina &ndash; Peter Senge</a><br /><br /><em>Nesta obra, Senge mostra de que forma o conceito de &lsquo;organiza&ccedil;&atilde;o que aprende&rsquo; &eacute; o principal meio de alavancagem nos processos de mudan&ccedil;a.<br /><br />A partir de entrevistas com praticantes de seu m&eacute;todo, o autor refor&ccedil;a o est&iacute;mulo ao trabalho em equipe e revela as estrat&eacute;gias adotadas pelas grandes empresas para aplic&aacute;-las no dia a dia.</em><br /><br /><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4380&amp;tipo=2&amp;isbn=8573037024" target="_blank" class="linkEditor">A Quinta disciplina &ndash; cadernos de campo &ndash; Peter Senge</a><br /><br /><em>O best seller de Peter Senge (A quinta disciplina), revolucionou a pr&aacute;tica de ger&ecirc;ncia com a introdu&ccedil;&atilde;o da teoria das organiza&ccedil;&otilde;es que aprendem. Agora, o Dr. Senge parte do filos&oacute;fico para o pr&aacute;tico: seu Caderno de campo &eacute; um guia intensamente pragm&aacute;tico, que mostra como criar uma organiza&ccedil;&atilde;o de aprendizes onde as mem&oacute;rias s&atilde;o reavivadas, a colabora&ccedil;&atilde;o &eacute; a for&ccedil;a vital de todo o empreendimento, e onde as perguntas dif&iacute;ceis s&atilde;o feitas sem qualquer temor.<br /><br />Alguns aspectos abordados s&atilde;o: reinventando relacionamentos, sendo leal a verdade, estrat&eacute;gias para desenvolver a maestria pessoal, construir uma vis&atilde;o compartilhada, pensando sistemicamente numa organiza&ccedil;&atilde;o, projetando uma sess&atilde;o de di&aacute;logo, estrat&eacute;gias para aprendizado em equipe, organiza&ccedil;&otilde;es como comunidades.</em><br /><br />OK, feito o resumex dos livros (que eu copiei da Livraria Cultura), passo a abordar as &ldquo;<em>quest&atilde;s</em>&rdquo; extra&iacute;das do livro e contextualizadas no tema apresentado pelo <strong>ITIL na pr&aacute;tica</strong>:<br /><br /><strong>UBUNTU</strong> &ndash; vem de uma express&atilde;o que significa &ldquo;uma pessoa &eacute; uma pessoa por causa de outras pessoas&rdquo;. A ideia por tr&aacute;s &eacute; que precisamos ouvir a todos.<br /><br />Se eu existo, &eacute; por que algu&eacute;m me nota como ser humano. Hahahaha, n&atilde;o, o Cohen n&atilde;o fumou maconha antes de escrever esse texto. Ali&aacute;s, nem &eacute; meu, &eacute; do Peter. Quanto a ele, eu n&atilde;o sei.<br /><br />Podemos construir os processos sem ouvir os outros, suas preocupa&ccedil;&otilde;es etc. Parte disso a turma do referido blog abordou com o exemplo do mec&acirc;nico que levaria muito tempo para seguir toda a burocracia de troca de parafuso, sabendo que o avi&atilde;o deveria decolar em menos tempo do que isso.<br /><br />A Quinta disciplina, caderno de campo cita a excita&ccedil;&atilde;o com o <strong>empowerment</strong> (distribui&ccedil;&atilde;o do poder dentro da empresa). Mas feito de maneira imatura. Resultado? Descentraliza&ccedil;&atilde;o da autoridade por algum tempo, as decis&otilde;es parecem insatisfat&oacute;rias e descoordenadas, e o consequente abandono do <strong>empowerment</strong> e recentraliza&ccedil;&atilde;o das coisas.<br /><br />Uhhh&hellip; <br />Katzo, acho que nunca escrevi artigo t&atilde;o longo assim.<br /><br />Vou espichar ele para uma continua&ccedil;&atilde;o.<br /><br />See you.<br /><br />EL Cohen]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3278</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Judith Riboni - Grandes Mulheres da TI: Janice Lunardon]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:49:41 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3277</link>
    <description><![CDATA[<p><strong>Simpatia, Simplicidade e Objetividade.</strong></p><p>Objetividade, simplicidade, sinceridade e simpatia, s&atilde;o apenas algumas das caracter&iacute;sticas que formam o perfil de Janice Ara&uacute;jo Lunardon, mais uma das mulheres que faz parte do GUCIO-RS (Grupo de Chief Information Officers do Rio Grande do Sul).</p><p>Graduada em Engenharia Mec&acirc;nica, MBA em Gest&atilde;o Empresarial, h&aacute; vinte e tr&ecirc;s anos atua em uma grande empresa no ramo industrial, os &uacute;ltimos onze em TI. Atualmente est&aacute; trabalhando com SAP.</p><p>&ldquo;Trabalhei muitos anos na &aacute;rea de manuten&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica, ch&atilde;o de f&aacute;brica, depois migrei para a &aacute;rea de TI, sempre trabalhei com sistemas de&nbsp; gest&atilde;o. Amava de paix&atilde;o a matem&aacute;tica, delirava com aqueles c&aacute;lculos, f&oacute;rmulas, aquelas coisas todas, depois o destino me fez ir para o outro lado.&rdquo;, fala com seu imenso sorriso.</p><p>Dois detalhes curiosos: seu primeiro est&aacute;gio foi em processamento de dados e foi a primeira pessoa a utilizar um microcomputador na empresa, &ldquo;Quando entrei na manuten&ccedil;&atilde;o era tudo na m&atilde;o... comecei a usar L&oacute;tus, n&atilde;o era Excel era L&oacute;tus.&rdquo;, deixa bem claro o nome da planilha.</p><p><strong>Dicas para chegar l&aacute;</strong></p><p>Ainda muito jovem, Janice tomou uma decis&atilde;o que se tornou o primeiro passo de sua carreira: escolheu estudar, quando ningu&eacute;m a aconselhava a isso.</p><p>Seu conselho &eacute; o mesmo que ela d&aacute; para seus filhos que est&atilde;o na universidade:<br />&ldquo;Tem que sempre acreditar que vai dar certo. A gente tem que pensar que n&atilde;o se consegue nada de m&atilde;o beijada, n&atilde;o tem nada, nada de m&atilde;o beijada. Tem que estudar muito, e tem que pensar que vai dar certo. Que vai dar muito certo, que d&aacute;. Tendo perseveran&ccedil;a e indo assim... Bastante dedica&ccedil;&atilde;o.... As escolhas &eacute; o que vai ser da gente.&rdquo;. </p><p><strong>Sobre o GUCIO-RS</strong></p><p>Ela participa do grupo h&aacute; dois anos e pediu licen&ccedil;a por n&atilde;o estar participando intensamente nos &uacute;ltimos meses.</p><p>&ldquo;Faz dois anos que eu entrei no grupo e agora faz tr&ecirc;s meses que pedi licenciamento pretendo voltar, a licen&ccedil;a &eacute; de um ano. &Eacute; um grupo muito rico de conhecimento, as pessoas s&atilde;o de um n&iacute;vel muito bom, empresas de todos os segmentos, a gente que trabalha na ind&uacute;stria, tu chega l&aacute; e v&ecirc; o pessoal de hospital, de universidades...&rdquo;, conta com alegria.</p><p>&ldquo;&Eacute; um grupo que conseguiu fazer acontecer aqui no Rio Grande do Sul. Um grupo forte e conseguiu fazer com que as coisas fossem representativas.&rdquo;, diz com orgulho e admira&ccedil;&atilde;o.</p><p>Considera o GU um grupo de amigos, onde todos t&ecirc;m o objetivo de crescer com a troca de experi&ecirc;ncias.</p><p><strong>Sobre a presen&ccedil;a da mulher no mercado de TI</strong></p><p>Janice percebe que as mulheres est&atilde;o mais presentes em n&iacute;vel de gest&atilde;o e coordena&ccedil;&atilde;o, e que procuram ficar longe das &aacute;reas t&eacute;cnicas como infraestrutura.</p><p>&ldquo;O papel da mulher &eacute; igual ao do homem, que n&atilde;o tem nada de diferente, nada de especial. &Eacute; igual n&atilde;o tem por que ser diferente. Se t&aacute; diferente t&aacute; errado. Tem que ser igual.&rdquo;, diz ela com tranquilidade.</p><p><strong>Compet&ecirc;ncia, sorte ou &ldquo;QI&rdquo;?</strong></p><p>&ldquo;Deveria ser a compet&ecirc;ncia tipo 80%, e 20% um pouquinho de sorte, uma velinha pro santo n&atilde;o prejudica.&rdquo;, come&ccedil;a com um gracejo e logo continua com mais seriedade: &ldquo;E n&atilde;o deveria ter nada de QI, nada, nada. Mas &eacute; que infelizmente hoje no mercado de trabalho o que a gente v&ecirc;, se tu n&atilde;o tiver QI... &Eacute; que na verdade o mercado &eacute; este, o mundo &eacute; este, quem tem indica&ccedil;&atilde;o, mas s&oacute; que tamb&eacute;m n&atilde;o adianta, hoje em dia tu tamb&eacute;m tu n&atilde;o indica quem n&atilde;o tenha condi&ccedil;&otilde;es, tu n&atilde;o indica quem n&atilde;o tenha compet&ecirc;ncia, &eacute; muito complicado porque o teu nome que t&aacute; indo em jogo tamb&eacute;m.&rdquo;.</p><p>&ldquo;Acho que o QI consegue abrir mais portas, depois para manter essas portas abertas depende de ti. Acho que &eacute; o inicio s&oacute;, o QI serve para abrir as portas, mas para se manter &eacute; contigo,&nbsp; compet&ecirc;ncia e um pouco de sorte.&rdquo;, conclui sorrindo.</p><p><strong>Feminismo X Machismo</strong></p><p>&ldquo;Eu n&atilde;o sou nenhum dos dois. N&atilde;o gosto de nenhum extremo. N&atilde;o gosto muito de lero-lero, essas coisas, vamos deixar a fitinha cor de rosa em casa.&rdquo;, faz uma brincadeira.</p><p>&ldquo;Essa coisa de machismo e feminismo n&atilde;o tem&nbsp; isso. Acho que &eacute; a gente que faz, &eacute; o momento que faz, as situa&ccedil;&otilde;es que podem fazer, &agrave;s vezes tu podes t&aacute; falando essa mulher &eacute; uma feminista ou uma machista, mas n&atilde;o, &eacute; aquela situa&ccedil;&atilde;o, aquele momento que as vezes tu teve que agir de um jeito at&eacute; para demonstrar alguma coisa.&rdquo;, completa tranquila.</p><p><strong>Preconceito, Remunera&ccedil;&atilde;o Diferenciada e Ass&eacute;dio</strong></p><p>Janice nunca sofreu preconceito na TI, diferente de quando atuava na &aacute;rea da engenharia mec&acirc;nica, onde era a &uacute;nica mulher em sua equipe: &ldquo;Ent&atilde;o, se eu comparar com hoje, n&atilde;o acho que tenha preconceito.&rdquo;.</p><p>Em sua opini&atilde;o, o mais importante n&atilde;o s&atilde;o as apar&ecirc;ncias ou o sexo e sim a compet&ecirc;ncia, efici&ecirc;ncia e efic&aacute;cia: &ldquo;Hoje em dia o jeito que t&aacute; essa coisa, das empresas redu&ccedil;&atilde;o de custo, atr&aacute;s de resultado... Quem n&atilde;o proporciona entrega na empresa, n&atilde;o se mant&eacute;m.&rdquo;<br />Sobre ass&eacute;dio, para ela &eacute; uma quest&atilde;o de postura, &ldquo;A mulher tem que abrir o seu espa&ccedil;o, a mulher n&atilde;o se d&aacute; ao respeito, n&atilde;o consegue montar a sua carreira. Tem que cortar o mal pela raiz.&rdquo;, enfatiza.</p><p>Na empresa onde atua, n&atilde;o ocorre remunera&ccedil;&atilde;o diferenciada, possuem uma pol&iacute;tica salarial homog&ecirc;nea, independente de sexo, &ldquo;Ou&ccedil;o falar que as mulheres ganham 30% a menos, agora eu n&atilde;o sei&nbsp; baseado em que. Tu v&ecirc;s nas revistas, em reportagens que tem isso. Agora se &eacute; real, real mesmo eu n&atilde;o nunca passei por isso, nunca passei.&rdquo;, constata.</p><p><strong>Vida profissional X Vida Pessoal</strong></p><p>&ldquo;Agora, a minha vida t&aacute; mais tranquila. Meus filhos s&atilde;o grandes, mas antes eu vou te dizer: n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. &Eacute; dif&iacute;cil, porque se tu n&atilde;o tens uma boa estrutura... Eu sempre tive um marido muito presente, muito, muito em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s crian&ccedil;as, desde beb&ecirc; at&eacute; agora, sen&atilde;o fosse isso eu n&atilde;o teria conseguido.&rdquo;, confessa com felicidade.</p><p>&ldquo;&Eacute; dif&iacute;cil o cora&ccedil;&atilde;o d&oacute;i muito, tem vezes que &eacute; dif&iacute;cil voltar. Eu nunca esqueci o dia que eu voltei a trabalhar quando o meu primeiro filho nasceu... O dia que eu voltei meu Deus do c&eacute;u, porque tu volta e os teus colegas acham que tu estavas em casa de f&eacute;rias de quatro, tr&ecirc;s meses naquela &eacute;poca. N&atilde;o, eu tinha ficado tr&ecirc;s meses sem dormir, seca, toda assim mag&eacute;rrima, mal com umas olheiras fundas e eles achavam que eu havia passado tr&ecirc;s meses de f&eacute;rias em casa e que eu n&atilde;o teria direito a nem tirar f&eacute;rias depois.&rdquo;, relembra.</p><p>Janice admite que apesar das dificuldades e de ter aberto m&atilde;o de muitas coisas pelos filhos, faria tudo novamente: &ldquo;Eu faria tudo de novo, teria os dois filhos tudo de novo, se tivesse tido condi&ccedil;&otilde;es teria tido mais um at&eacute;. Vale &agrave; pena, vale muito a pena mesmo ter os filhos&rdquo;.</p><p>Sua dedica&ccedil;&atilde;o &eacute; total para os filhos e marido, &ldquo;Eles s&atilde;o &oacute;timos maravilhosos. Sempre trabalhei para investir na educa&ccedil;&atilde;o dos meus filhos. Sempre pensei: se eu vou comprar um carro novo, uma casa nova, n&atilde;o. O meu filho foi estudar fora agora, o outro filho, se quiser, vai tamb&eacute;m. Eu sempre vou fazer tudo pela educa&ccedil;&atilde;o deles, porque &eacute; o legado que eu posso deixar pra eles.&rdquo;, revela com serenidade.</p><p>Gosta muito do seu trabalho e n&atilde;o se considera viciada, embora trabalhe de dose a quatorze horas di&aacute;rias. Para relaxar gosta de fazer jardinagem, assistir filmes, tamb&eacute;m adora caminhar nos parques e viajar. Ela tem quatro c&atilde;es e adora dar banho neles.</p><p>Tem uma vida tranquila e vive em fun&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia, adora ficar em casa organizando suas coisas ou fazendo um delicioso prato; costumava pintar e fazer artesanato para dar de presente.<br />Para manter a forma n&atilde;o pratica nenhum esporte, &ldquo;S&oacute; fa&ccedil;o gin&aacute;stica e adoro caminhar. Caminho bastante.&rdquo;, se abre com simpatia.</p><p><strong>Realiza&ccedil;&otilde;es e Desafios</strong></p><p>&ldquo;Pessoalmente eu tenho uma vida est&aacute;vel, a vida que eu escolhi. Amo meus filhos eles s&atilde;o maravilhosos. O Fernando meu marido n&atilde;o posso reclamar. &Eacute; uma pessoa sempre muito presente. Com eles foi um pai fant&aacute;stico, desde trocar fraldas, at&eacute; madrugada, at&eacute; agora.&rdquo;, come&ccedil;a seu relato com carinho.</p><p>&ldquo;A viagem que eu acabei de fazer visitando o meu filho, era um sonho. Era uma viagem que eu queria fazer muito, independente de ele ter ido ou n&atilde;o para l&aacute;. Minha formatura foi um sonho que eu realizei. Criar os filhos. S&atilde;o uns guris que n&atilde;o tem maldade, eles s&atilde;o muito bons, os amigos deles tamb&eacute;m. Acho que ter os filhos que tu quis ter &eacute; um sonho, e conseguir dar as coisas para eles, e saber que eles v&atilde;o ir bem. N&atilde;o sei se eles v&atilde;o ter dinheiro, eu digo estar bem de cabe&ccedil;a pessoas boas abertas.&rdquo;, continua com emo&ccedil;&atilde;o.</p><p>Ela tem vontade de morar por alguns meses no exterior, para viver outra cultura, &ldquo;Uma coisa profissionalmente e at&eacute; pessoalmente que eu quero fazer ainda, eu n&atilde;o sei quando, eu quero morar, n&atilde;o s&oacute; viajar de f&eacute;rias, ver a cultura, acompanhar... Eu queria ir para uma cidadezinha como Purmerende, que &eacute; a 30km de Amsterd&atilde;; ficar ali um m&ecirc;s, numa cidade dessas para ver o dia-a-dia. Morar numa casinha daquelas ali. Eu queria uma cultura assim diferente.&rdquo;, divide seu sonho.</p><p>&ldquo;Harmonia familiar, para mim &eacute; um desafio. N&atilde;o da fam&iacute;lia essa de marido e dois filhos. Eu falo da fam&iacute;lia de irm&atilde;os, porque essa harmonia essa uni&atilde;o, porque a tend&ecirc;ncia &eacute; meio que a separa&ccedil;&atilde;o. Cada um&nbsp;vai ter suas vidas, eu tenho que saber equilibrar. Meus filhos, eles s&atilde;o muito importante para mim, mas minha m&atilde;e tem que continuar sendo importante para mim ainda, eu tenho que dar aquilo que ela precisa. Tu acaba tendo que se dividir em muitas partes para atender todo mundo. Ent&atilde;o isso &eacute; um desafio, manter essa harmonia de toda a fam&iacute;lia. Pra mim &eacute; um desafio n&atilde;o me sentir culpada, e saber que tem hora para tudo. Que as coisas tem que ser no seu tempo na sua hora.&rdquo;, encerra com serenidade.</p><p><strong>Planos e Perspectivas para o Futuro</strong></p><p>&ldquo;Perspectiva profissional eu quero desenvolver mais, gostaria de continuar na &aacute;rea de gest&atilde;o. O que penso pro futuro &eacute; isso: n&atilde;o quero parar. Eu preciso me sentir ativa pra sociedade, quero ser &uacute;til para o Pa&iacute;s. &Eacute; saber que o que eu to fazendo aqui ir&aacute; refletir l&aacute;.&rdquo;, declara.</p><p><strong>Mensagem para os leitores</strong></p><p>&ldquo;Todo mundo trabalha porque precisa, porque tem que ser manter. O ser humano tem que ter o equil&iacute;brio. Tem que ser feliz. Tem que trabalhar feliz, trabalhar com motiva&ccedil;&atilde;o, tem que ter motiva&ccedil;&atilde;o para ter o retorno. Passar os dias felizes, ter projetos novos, dar tudo de si, n&atilde;o se lamentar. Tem que ser &uacute;til para a empresa e para o Pa&iacute;s, tem que ajudar o Pa&iacute;s a crescer e a gente tem que ser &uacute;til pra gente mesmo.&rdquo;, aconselha.</p><p>&ldquo;Tem que pensar que vai dar certo. Tem que acreditar. Mesmo que seja uma mudan&ccedil;a radical.&rdquo;, ressalta com sabedoria.</p><p>Para ela a felicidade &eacute; uma colet&acirc;nea de momentos felizes: &ldquo;Sentir o cheiro das plantas, ter prazer em sentir o cheiro do mato; ouvir o passarinho cantando; o sorriso de uma pessoa. Esse contexto todo &eacute; conseguir montar isso e te deixar bem e alegre, n&atilde;o ter ang&uacute;stia... &Eacute; uma composi&ccedil;&atilde;o de momentos felizes. A felicidade eterna n&atilde;o existe, n&atilde;o existe felicidade pra sempre e nem constante, mas tem que conseguir o maior n&uacute;mero de momentos felizes, colet&acirc;nea de momentos felizes.&rdquo;.</p><p>Janice est&aacute; com toda a raz&atilde;o, o que nos torna feliz s&atilde;o os pequenos detalhes de cada dia que nos d&atilde;o prazer e satisfa&ccedil;&atilde;o.<br />Vamos fazer como ela e aproveitar melhor cada momento vivido?</p><p><em>Muita Paz e muita Luz para todos.<br />Judith.</em></p>]]></description>

	
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</item>
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	<title><![CDATA[Felipe Basso - Mãe é Mãe e precisa ser bem tratada]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 16:38:57 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3276</link>
    <description><![CDATA[A sociedade de consumo &eacute; para todos, mas um pouco menos para as m&atilde;es.<br /><br />Acho que n&atilde;o &eacute; proposital, mas o fato &eacute; de que uma das institui&ccedil;&otilde;es mais famosas do mundo (a m&atilde;e) parece ser ignorada pelo mercado. Assim como as mulheres em geral, elas recebem cart&otilde;es e presentes e tudo o mais, mas como tudo na vida, isso nem sempre &eacute; o bastante.<br /><br />A principal queixa de uma m&atilde;e, principalmente de uma m&atilde;e que rec&eacute;m teve seu primeiro filho, &eacute; a perda da vida social e a mudan&ccedil;a em seu corpo.<br /><br />&Eacute; dif&iacute;cil n&atilde;o gostar de uma crian&ccedil;a, de um lindo beb&ecirc; bem arrumado e cheiroso dentro de seu carrinho, mas tamb&eacute;m &eacute; f&aacute;cil demais ter pensamentos impuros, beirando a insanidade, quando a mesma criaturinha fofa come&ccedil;a a chorar em um restaurante, em uma livraria ou onde quer que seja.<br /><br />Isto &eacute;, as m&atilde;es acabam privando-se de lazeres e de vida social pelo filho. Poder&iacute;amos alegar que nada pode ser feito contra isto, que esta fase da vida &eacute; assim mesmo e que precisamos aceit&aacute;-la, com suas priva&ccedil;&otilde;es e sacrif&iacute;cios, mas que a emo&ccedil;&atilde;o de ter um filho, de v&ecirc;-lo crescer supera tudo.<br /><br />Eu n&atilde;o tenho filhos e por isso n&atilde;o contesto essa afirma&ccedil;&atilde;o, mas penso por que n&atilde;o podemos presentear as m&atilde;es com vida social e com a emo&ccedil;&atilde;o de ver seu filho se desenvolver.<br /><br />Uma iniciativa nesse sentido, e que j&aacute; existe h&aacute; um bom tempo (espero que esteja contando alguma novidade, pelo menos, para alguns leitores e leitoras) &eacute; o <a href="http://www.cinematerna.org.br" target="_blank" class="linkEditor">Cinematerna</a>.<br /><br />Uma m&atilde;e cin&eacute;fila, em fevereiro de 2008, criou o grupo, que &eacute; destinado &agrave; m&atilde;es com filhos de 20 dias at&eacute; 4 meses de idade. A sess&atilde;o &eacute; especialmente criada para elas, com som mais baixo, ar condicionado menos frio e at&eacute; estacionamento com carrinhos.<br /><br />Simples? Sim, simples e genial, como &eacute; comum das boas ideias.<br /><br />Agora pensemos na infinidade de servi&ccedil;os que poderiam ser criados e ou adaptados para as m&atilde;es. Um outro exemplo. Entre outras coisas, a mudan&ccedil;a corporal &eacute; muito sentida pelas mulheres.<br /><br />E n&atilde;o precisamos falar sobre a import&acirc;ncia do corpo para elas. Se depois da sess&atilde;o de cinema, essa m&atilde;e desejasse ir se exercitar em uma academia? Antes, ela precisaria ligar para a bab&aacute; ou para a irm&atilde;, ou para a sogra, e pedir se esta pessoa poderia ficar com o seu filho enquanto ela faz seu exerc&iacute;cio. Isso acarretaria um bom bocado de tempo, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /><br />E se houvesse uma academia especializada em atender m&atilde;es, com estrutura para receber esta crian&ccedil;a enquanto sua m&atilde;e se exercita? Ser&aacute; que n&atilde;o se pagaria um pouco mais caro pela comodidade?<br /><br />Todos n&oacute;s adoramos nossas m&atilde;es. Est&aacute; na hora de come&ccedil;armos a trat&aacute;-las um pouco melhor, voc&ecirc;s n&atilde;o acham?]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3276</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Janer Cristaldo - Plágio, uma próspera indústria nacional]]></title>
	<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 21:13:57 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3275</link>
    <description><![CDATA[Em janeiro de 2008, da tradutora Denise Bottman, recebi esta den&uacute;ncia de uma verdadeira ind&uacute;stria do pl&aacute;gio:<br /><br /><em>Talvez o sr. tenha tomado conhecimento pela imprensa de um certo in&iacute;cio de movimenta&ccedil;&atilde;o entre tradutores contra a apropria&ccedil;&atilde;o ind&eacute;bita de tradu&ccedil;&otilde;es muito consagradas, feitas por grandes intelectuais brasileiros e portugueses, de grandes obras da literatura universal. Um levantamento inicial mostra que mais ou menos 30 obras da grande literatura universal, que haviam sido publicadas na cole&ccedil;&atilde;o da Abril Cultural, foram reeditadas pela editora Nova Cultural com a substitui&ccedil;&atilde;o dos nomes dos tradutores originais, aparecendo em lugar deles ou nomes de fantasia ou nomes de gente de carne e osso. Essa quantidade de obras corresponde a mais de 65% dos t&iacute;tulos traduzidos da cole&ccedil;&atilde;o &quot;obras-primas&quot; da editora Nova Cultural, e portanto parece indicar que n&atilde;o se trata de casos isolados, e sim de uma pr&aacute;tica deliberada e sistem&aacute;tica adotada pela referida editora.<br /><br />O que parece se configurar, portanto, &eacute; que a editora de maior visibilidade no pa&iacute;s (que muitas pessoas ainda associam &agrave; Editora Abril e &agrave; extinta Abril Cultural) tomou para si um patrim&ocirc;nio tradut&oacute;rio do pa&iacute;s (pois nossa forma&ccedil;&atilde;o cultural, num pa&iacute;s que depende tremendamente do acervo de obras traduzidas para o portugu&ecirc;s, se constr&oacute;i tamb&eacute;m e maci&ccedil;amente sobre essa atividade - basta ver o caso de suas tradu&ccedil;&otilde;es de T. S. Eliot, que tantas gera&ccedil;&otilde;es influenciou e continua a influenciar no Brasil!) e, por raz&otilde;es ignoradas, mas com certeza escusas e que n&atilde;o v&ecirc;m agora ao caso, eliminou, suprimiu, enterrou e est&aacute; contribuindo ativamente para o esquecimento da contribui&ccedil;&atilde;o desses intelectuais da primeira metade do s&eacute;culo passado &agrave; constitui&ccedil;&atilde;o de um acervo das grandes obras mundiais em tradu&ccedil;&atilde;o para o portugu&ecirc;s. Assim temos que Oscar Mendes, Oct&aacute;vio Mendes Cajado, M&aacute;rio Quintana, L&iacute;gia Junqueira, Hern&acirc;ni Donato (este ainda entre n&oacute;s), S&iacute;lvio Meira, Brenno Silveira, foram eliminados, suprimidos, tirados fora, aniquilados, exterminados, dos cr&eacute;ditos de tradu&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Pelo andar da carruagem, dentro em breve Rachel de Queiroz, Carlos Drummond, Cec&iacute;lia Meirelles, Manoel Bandeira tamb&eacute;m ser&atilde;o banidos dos cr&eacute;ditos das tradu&ccedil;&otilde;es... mesmo que isso n&atilde;o ocorra, de qualquer forma o sumi&ccedil;o j&aacute; perpetrado &eacute; mais do que suficiente para despertar uma imensa indigna&ccedil;&atilde;o entre quem preza a parca tradi&ccedil;&atilde;o cultural deste pa&iacute;s, constru&iacute;da t&atilde;o a duras penas. (...) Por isso dirigimo-nos ao sr., para pedir apoio a esse protesto. <br /><br />Atenciosamente,<br />Denise Bottman</em><br /><br />Recebo hoje novas da Denise, atrav&eacute;s de um bom amigo de Florian&oacute;polis. Reportagem de Nahima Maciel, publicada originalmente no <strong>Correio Braziliense</strong> e replicada no <strong>Di&aacute;rio Catarinense</strong>, edi&ccedil;&atilde;o deste s&aacute;bado, nos conta que a tradutora est&aacute; sendo processada pela editora Landmark, que entrou com pedido na 4&ordf; Vara C&iacute;vel de S&atilde;o Paulo para retirar o blog do ar:<br /><br /><em><strong>Palavras replicadas<br />TRADUTORA &Eacute; PROCESSADA POR EDITORA AO CRIAR<br />BLOG PARA DENUNCIAR CASOS DE PL&Aacute;GIO NO BRASIL</strong><br /><br />Em junho do ano passado, a tradutora Denise Bottman constatou, perplexa, o pl&aacute;gio de tradu&ccedil;&otilde;es praticado sem pudores por algumas editoras brasileiras. Uma den&uacute;ncia em jornal paulistano citava pelo menos duas empresas &ndash; Martin Claret e Nova Cultural &ndash; como verdadeiras f&aacute;bricas de desova de tradu&ccedil;&otilde;es adulteradas nas livrarias do pa&iacute;s.<br /><br />Desde ent&atilde;o, Denise empreendeu uma extensa pesquisa e j&aacute; chegou a 14 editoras que praticam pl&aacute;gio e atuam no mercado editorial sem grandes impedimentos. A pesquisa gerou o blog www.naogostodeplagio.blogspot.com, no qual Denise lista t&iacute;tulos com tradu&ccedil;&otilde;es plagiadas e as editoras respons&aacute;veis por sua publica&ccedil;&atilde;o. O site incomodou tanto que a Landmark, uma das citadas no blog, processou a pesquisadora e entrou com pedido na 4&ordf; Vara C&iacute;vel de S&atilde;o Paulo para tirar o blog do ar. O pedido, no entanto, n&atilde;o foi atendido pelo juiz respons&aacute;vel pelo caso. &ldquo;A Editora Landmark prop&ocirc;s a a&ccedil;&atilde;o competente em face da blogueira Denise Bottman por entender que as den&uacute;ncias por ela apresentadas encontram-se totalmente desgarradas da realidade f&aacute;tica, raz&atilde;o pela qual n&atilde;o existe qualquer cabimento quanto &agrave; acusa&ccedil;&atilde;o de pl&aacute;gio. Acrescenta-se que a exist&ecirc;ncia ou n&atilde;o de pl&aacute;gio, por se tratar de crime, somente pode ser reconhecido na esfera judicial&rdquo;, diz Alberto J. Marchi Macedo, advogado da Landmark. No blog, a tradutora apresenta provas de pl&aacute;gio na tradu&ccedil;&atilde;o de <strong>Persuas&atilde;o</strong> (Jane Austen) e <strong>O Morro dos Ventos Uivantes</strong> (Emily Bront&euml;), publicadas pela Landmark em 2007.</em><br /><br />Essa agora! Uma editora, cujo acervo se nutre de pl&aacute;gios, quer censurar uma tradutora que denuncia seus pl&aacute;gios. Pelo jeito, a cultura do pl&aacute;gio est&aacute; t&atilde;o arraigada no Brasil, que editores j&aacute; consideram o pl&aacute;gio um direito adquirido.<br /><br /><em>A pesquisa de Denise - continua a reportagem - &eacute; motivada por uma pr&aacute;tica realizada h&aacute; anos, sorrateiramente, no mercado editorial brasileiro e raramente questionada ou impedida. &ldquo;Isso &eacute; um saque ao patrim&ocirc;nio liter&aacute;rio. Bem ou mal, o Brasil &eacute; um pa&iacute;s que at&eacute; hoje depende muito de tradu&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea do conhecimento e da literatura. A grande abertura do pa&iacute;s para o mundo foi no come&ccedil;o do s&eacute;culo 20, quando Monteiro Lobato e Francisco Alves come&ccedil;aram a traduzir as coisas. Quem traduzia na &eacute;poca era Rachel de Queiroz, Manuel Bandeira&rdquo;, conta Denise. E s&atilde;o essas tradu&ccedil;&otilde;es mais antigas as preferidas dos pl&aacute;gios.<br /><br />O m&eacute;todo &eacute; sempre o mesmo. Mant&eacute;m-se a estrutura da tradu&ccedil;&atilde;o e muda-se uma ou outra palavra antes que o texto seja publicado sob pseud&ocirc;nimo ou assinado por um tradutor desconhecido. No ano passado, o pl&aacute;gio praticado pela editora Martin Claret virou caso policial depois que o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Estadual de S&atilde;o Paulo pediu para a pol&iacute;cia instaurar inqu&eacute;rito para investigar o crime. A Lei n&ordm; 9.610 confere direitos autorais ao tradutor e, segundo o C&oacute;digo Penal, o crime prev&ecirc; de tr&ecirc;s meses a quatro anos de pris&atilde;o. O inqu&eacute;rito da Martin Claret foi arquivado e os livros continuam nas livrarias. Entre as obras plagiadas est&atilde;o uma tradu&ccedil;&atilde;o de <strong>O Lobo e o Mar</strong> (Jack London), feita por Monteiro Lobato em 1934 e assinada por um certo Pietro Nassetti, e uma vers&atilde;o de <strong>Orgulho e Preconceito</strong> (Jane Austen), vertida para o portugu&ecirc;s por Maria Francisca Ferreira de Lima e atribu&iacute;da pela Martin Claret a Jean Melville. Advogada da editora e &uacute;nica a falar sobre o caso, Maria Luiza Egea diz que a empresa est&aacute; trabalhando em mudan&ccedil;as no cat&aacute;logo. &ldquo;A editora contratou novos tradutores para alguns t&iacute;tulos que havia publicado, para atender a interesses comerciais&rdquo;, garante.</em><br /><br />E por a&iacute; vai. O blog de Denise Bottman lista nada menos que 115 t&iacute;tulos plagiados. Segundo a tradutora, al&eacute;m da Martin Claret, Nova Cultural, Hemus e Ediouro, h&aacute; uma lista que inclui a Rideel, Cedic, Best-Seller e outras. De onde conclu&iacute;mos que boa parte do acervo liter&aacute;rio nacional prov&eacute;m da ind&uacute;stria do pl&aacute;gio. Mas, como escrevi &agrave; tradutora na ocasi&atilde;o, o buraco ainda &eacute; mais embaixo.<br /><br />Seria interessante tamb&eacute;m pesquisarmos a fundo essa pr&aacute;tica inomin&aacute;vel para sabermos quais s&atilde;o as qualifica&ccedil;&otilde;es de Rachel de Queiroz em sueco, para traduzir Verner von Heidenstam, ou em russo para traduzir Dostoievski. (Salvo prova em contr&aacute;rio, o primeiro tradutor no Brasil a traduzir diretamente do sueco foi este que vos escreve). Onde Drummond de Andrade estudou noruegu&ecirc;s para traduzir Knut Hamsun? Desde quando Cec&iacute;lia Meirelles conhecia suficientemente bengali para traduzir Rabindranath Tagore? Onde Manoel Bandeira estudou persa para traduzir Omar Khayyam?<br /><br />E, c&aacute; entre n&oacute;s, apesar de meu profundo apre&ccedil;o pelo M&aacute;rio Quintana: teria o poeta da Rua da Praia ingl&ecirc;s suficiente para traduzir <strong>Lord Jim</strong>, de Conrad? Ou franc&ecirc;s suficiente para traduzir Proust? Esta pergunta se justifica j&aacute; a partir de como Quintana traduziu o t&iacute;tulo do segundo tomo de <strong>&Agrave; la Recherche du temps perdu</strong>, no caso, <strong>&Agrave; l'Ombre des jeunes filles en fleurs</strong>. Quintana traduziu por <strong>&Agrave; Sombra das Raparigas em Flor</strong>. Ora, rapariga pode designar jovem, mo&ccedil;a virgem. Mas no Brasil sempre teve uma acep&ccedil;&atilde;o pejorativa. J&aacute; no portugu&ecirc;s de Portugal, essa conota&ccedil;&atilde;o inexiste. Aparentemente, o poeta andou cotejando alguma edi&ccedil;&atilde;o portuguesa de Proust.<br /><br />Ora, n&atilde;o vejo maiores diferen&ccedil;as em plagiar de uma tradu&ccedil;&atilde;o portuguesa e plagiar de uma tradu&ccedil;&atilde;o do russo ou sueco ao franc&ecirc;s ou ingl&ecirc;s. Bottman est&aacute; fazendo um trabalho admir&aacute;vel ao denunciar esta pr&oacute;spera ind&uacute;stria que se nutre do roubo do trabalho intelectual alheio. N&atilde;o &eacute; de espantar que os pr&oacute;speros executivos da ind&uacute;stria do pl&aacute;gio queiram silenci&aacute;-la.<br /><br />Mas, se a tradutora mergulhar mais fundo neste mar de pl&aacute;gios, ver&aacute; que nem a elite liter&aacute;ria do pa&iacute;s escapa do crime.]]></description>

	
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</item>
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	<title><![CDATA[Sílvia Somenzi - O verdadeiro poder dos Eventos de Relacionamento]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 16:46:42 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3274</link>
    <description><![CDATA[O mercado est&aacute; acostumado a eventos de relacionamento corporativo, onde uma onda de clientes, prospects, fornecedores, parceiros e aliados se re&uacute;nem com a expectativa de conhecerem-se, e de uma forma geral, para trocar cart&otilde;es e experi&ecirc;ncias, vislumbrarem solu&ccedil;&otilde;es e, quem sabe em algum momento &agrave; frente, agendarem-se visitas, realizarem-se reuni&otilde;es, mapearem-se oportunidades, apresentarem-se propostas, fecharem-se contratos, iniciarem-se projetos, permitirem-se novos projetos, novas oportunidades e assim vai...<br /><br />Se voc&ecirc; considerar a expectativa seja na forma tradicional de relacionamento corporativo ou na mais vanguardista, o objetivo final &eacute; sempre evolu&ccedil;&atilde;o no relacionamento, mas a diferen&ccedil;a est&aacute; na dire&ccedil;&atilde;o que este relacionamento de neg&oacute;cios evolui.<br /><br />A quest&atilde;o &eacute; que a f&oacute;rmula tradicional localiza o conceito de oferta e procura, onde algu&eacute;m oferece um produto ou servi&ccedil;o, por exemplo, e por outro lado, h&aacute; quem o adquira e, se for bem atendido e se for bem conduzido o neg&oacute;cio poder&aacute; se ampliar ou no m&iacute;nimo gerar&aacute; futuras e positivas indica&ccedil;&otilde;es a outros &ldquo;pretendentes&rdquo; a adquirir estes produtos e servi&ccedil;os. N&atilde;o necessariamente blindando o seu relacionamento, porque n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; estabeleceu um relacionamento de confian&ccedil;a e reciprocidade.<br /><br />E o mercado hoje busca confian&ccedil;a e reciprocidade, n&atilde;o apenas para neg&oacute;cios, mas para as rela&ccedil;&otilde;es de neg&oacute;cios entre as pessoas.<br /><br />O mercado quer conhecer as pessoas que est&atilde;o por tr&aacute;s dos neg&oacute;cios, pois quem mant&eacute;m ou n&atilde;o a palavra escrita em um contrato s&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em as empresas.<br /><br />Esta &eacute; mais intensa busca no mercado, pessoas confi&aacute;veis, credibilidade em suas atitudes e posicionamento coerente.<br /><br />Por isso que &eacute; preciso refletir e entender que ningu&eacute;m lhe conhecer&aacute; e perceber&aacute; quem voc&ecirc; &eacute; e como voc&ecirc; se posiciona, se voc&ecirc; ficar sentado em sua cadeira protegido pelo seu moderno notebook ou consumido pelo seu poderoso blackberry ou escondido entre os membros da equipe como apenas mais um do grupo, sempre tendo outros como seus interlocutores.<br /><br />E por isso que sair do conforto de seu espa&ccedil;o, onde quer que voc&ecirc; esteja, e aprender a se relacionar com o mercado &eacute; um excelente caminho para crescimento e amadurecimento.<br /><br />E &eacute; preciso aproveitar as oportunidades em se relacionar.&nbsp; E como a vis&atilde;o contempor&acirc;nea que abrange os mercados de que relacionamento de neg&oacute;cios precisa estar al&eacute;m de produtos e servi&ccedil;os e da compra destes, ent&atilde;o esta vis&atilde;o se refere a ser preciso investir em se relacionar mais, conhecer mais, entender mais e ser mais participativo e colaborativo.<br /><br />&Eacute; desta forma que eventos de relacionamento corporativo alinhados a a&ccedil;&otilde;es de relacionamento fazem uma grande diferen&ccedil;a para o seu futuro.<br /><br />S&atilde;o nestes momentos que voc&ecirc; fica exposto, pois voc&ecirc; n&atilde;o pode simplesmente se esconder atr&aacute;s de uma apresenta&ccedil;&atilde;o, ou de uma demonstra&ccedil;&atilde;o, nem t&atilde;o pouco pode carregar seu notebook aberto diante de todos, mas porque voc&ecirc; pode e deve se relacionar ou procurar aprender a se relacionar.<br /><br />Aprenda como conversar e se relacionar com seus colegas, com sua equipe, com seus concorrentes, com seus clientes, com seus aliados, com os seus parceiros. H&aacute; espa&ccedil;o para tudo e para todos e &eacute; importante enxergar voc&ecirc; enxergar a necessidade desta versatilidade.<br /><br />Lembre-se que n&atilde;o estamos falando de participar de um happy-hour ocasional&nbsp; entre camaradas, mas de um espa&ccedil;o onde voc&ecirc; encontra pessoas da sua comunidade de neg&oacute;cios ou &aacute;rea de atua&ccedil;&atilde;o que estar&atilde;o abertas a conversar e que buscam encontrar em voc&ecirc;, na forma como voc&ecirc; age e na forma como conduz o qu&ecirc; faz, na sua preocupa&ccedil;&atilde;o com os detalhes ou como considera o que lhe cerca, uma forma de reconhecer a sua credibilidade.<br /><br />Entenda que o poder dos eventos aliado a a&ccedil;&otilde;es de relacionamento est&aacute; em como oportunizam a sua exposi&ccedil;&atilde;o e intera&ccedil;&atilde;o, no sentido mais positivo, onde voc&ecirc; pode circular, conhecer os seus clientes, parceiros, aliados, concorrentes, colegas, chefes e ser tornar conhecido por estes, e n&atilde;o somente pelo que voc&ecirc; representa, seja um cargo, seja um produto, seja um marca (que em alguns casos se torna at&eacute; um novo sobrenome), mas por ser voc&ecirc; mesmo.<br /><br />Saiba que s&atilde;o os eventos e a&ccedil;&otilde;es de relacionamento lhe tornam mais pr&oacute;ximo de seu p&uacute;blico-alvo, pois voc&ecirc; se tangilibiiza e assim deixa de ser apenas um nome em um email e passa a ter um rosto vinculado a uma voz, um jeito de ser, uma forma de atuar; o que o torna muito mais real que qualquer outra acesso &ldquo;remoto&rdquo;.<br /><br />E este &eacute; um intenso exerc&iacute;cio de mudan&ccedil;a que lhe ajudar&aacute; a entrar neste novo formato de relacionamento de neg&oacute;cios que o mercado de hoje procura.Importante que voc&ecirc; esteja sempre atento aos eventos, as a&ccedil;&otilde;es de relacionamento, e dispon&iacute;vel para participar, para apoiar e para colaborar.<br /><br />Caso se sinta intimidado pelo ambiente ou pouco a vontade, n&atilde;o se preocupe, v&aacute; da mesma forma, pois a medida que voc&ecirc; participar mais e mais, colaborar mais e mais, ficar&aacute; cada vez mais familiarizado com o ambiente, com as pessoas, com o conceito e passar&aacute; a ser uma a&ccedil;&atilde;o natural e parte de voc&ecirc;.<br /><br />Fa&ccedil;a parte do mercado definitivamente e deixe de ser apenas mais um.<br /><br />Aposte no desenvolvimento de relacionamento atrav&eacute;s do contato direto com as pessoas, pois far&aacute; e muita diferen&ccedil;a para voc&ecirc; firmar o seu pr&oacute;prio posicionamento no mercado.<br /><br />E este &eacute; o verdadeiro poder: o de ser efetivamente considerado e reconhecido por quem voc&ecirc; &eacute; independente do cargo que ocupa, da empresa onde esteja ou da marca que defende ou da sua assinatura em um email.<br /><br />Participe.<br />]]></description>

	
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</item>
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	<title><![CDATA[Janer Cristaldo - Zoológicos de pobres fascinam turistas]]></title>
	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 11:22:40 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3273</link>
    <description><![CDATA[Desde meus primeiros dias de Europa, nos anos 70, observei pr&aacute;tica que nunca entendi, a atra&ccedil;&atilde;o dos europeus pelas favelas do Rio. Jamais visitei uma favela e jamais me ocorreria visit&aacute;-las. Da mis&eacute;ria e do tr&aacute;fico s&oacute; quero dist&acirc;ncia. Mas j&aacute; vi alem&atilde;es, suecos e franceses encantados com uma visita aos morros. Na &uacute;ltima <strong>Veja</strong>, leio entrevista com a antrop&oacute;loga Bianca Freire-Medeiros, autora do livro <strong>Gringo na Laje - Produ&ccedil;&atilde;o, Circula&ccedil;&atilde;o e Consumo da Favela Tur&iacute;stica</strong>. Segundo a pesquisadora, a viol&ecirc;ncia &eacute; o que mais seduz os turistas. &quot;Ela &eacute; um atrativo. O filme <strong>Cidade de Deus</strong>, por exemplo, vende a imagem de que a favela &eacute; um lugar extremamente violento, de alto risco: os turistas querem ir l&aacute; motivados por isso&quot;, diz Bianca.<br /><br />Grossa bobagem. A atra&ccedil;&atilde;o pelas favelas antecede em muito o filme. Atra&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; por favela, como por tudo que &eacute; pobre e miser&aacute;vel no Brasil. Certa vez, nos anos 70, fui a um terreiro de umbanda. Mais precisamente, no Belfort Roxo, uma das mais conflagradas zonas do Rio de Janeiro. Obviamente, n&atilde;o fui por conta pr&oacute;pria. Fui a convite de um diplomata franc&ecirc;s. Que acreditava piamente que aquelas malucas girando sobre si mesmas estavam possu&iacute;das por alguma entidade. Curiosamente, entramos no terreiro com as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de um bispo cat&oacute;lico.<br /><br />Segundo a reportagem, o turismo em favela come&ccedil;ou com a ECO 92, quando se passou a levar estrangeiros &agrave; Rocinha - pessoas ligadas em ecologia e interessadas em alternativas ao turismo de massa. &Eacute; poss&iacute;vel. Mas a atra&ccedil;&atilde;o fatal dos europeus do norte pelas favelas em muito antecede 92. Disse europeus do norte. Espanh&oacute;is e portugueses n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o <em>na&iuml;ves</em>, a ponto de sair a viajar para ver mis&eacute;ria.<br /><br />Para a antrop&oacute;loga, o turista busca situa&ccedil;&otilde;es de risco. Quer ver gente armada. &ldquo;Mas, na maior parte das vezes, o turista n&atilde;o v&ecirc; ningu&eacute;m armado, porque as ag&ecirc;ncias procuram evitar os locais de venda de drogas, que s&atilde;o menos seguros. Ningu&eacute;m passa na &quot;boca&quot;, por exemplo. Vale dizer que, para o turista, isso n&atilde;o faz muita diferen&ccedil;a. Para ele, basta saber que h&aacute; pessoas armadas na favela e que ele est&aacute; numa situa&ccedil;&atilde;o de risco, para que haja excita&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /><br />Mais outra bobagem de pesquisador de gabinete. No Afeganist&atilde;o, na Palestina, na Chech&ecirc;nia, armas e situa&ccedil;&otilde;es de risco &eacute; o que n&atilde;o falta. Mas europeus n&atilde;o fazem turismo por l&aacute;. Europeus gostam mesmo &eacute; da mis&eacute;ria dos tr&oacute;picos. E turismo rende grana. Os turistas da mis&eacute;ria sabem que as armas dos traficantes est&atilde;o l&aacute; para proteg&ecirc;-los. Afinal, n&atilde;o v&atilde;o matar a galinha de ovos de ouro. N&atilde;o &eacute; o mesmo na Palestina ou Afeganist&atilde;o, onde h&aacute; uma perigosa animosidade contra ocidentais.<br /><br />Em meio a tantas bobagens, a antrop&oacute;loga diz algo inteligente. &Eacute; a chispa da ferradura quando bate na cal&ccedil;ada, como diria Agripino Grieco. &ldquo;Acho que a grande quest&atilde;o &eacute; explicar a transforma&ccedil;&atilde;o da pobreza em atra&ccedil;&atilde;o: os turistas est&atilde;o em busca de uma situa&ccedil;&atilde;o de precariedade que eles desconhecem&rdquo;. Bingo! Nunca fiz pesquisas cient&iacute;ficas sobre essa atra&ccedil;&atilde;o m&oacute;rbida, mas tenho quase certeza de que o turista europeu ou americano, ao contemplar uma favela, se regozija: feliz de mim que n&atilde;o vivo nestas condi&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A meu modo, at&eacute; que gosto de favelas. Mas de outras favelas. Se voc&ecirc; viajar pela Costa Amalfitana, na It&aacute;lia, ver&aacute; a mesma estrutura urbana do Rio em Positano, Amalfi, Ravello, Capri. Casas subindo morro acima. Mas casas de quem tem alto poder aquisitivo. Os ricos, na It&aacute;lia, n&atilde;o foram idiotas como os ricos brasileiros. Subiram o morro antes que os miser&aacute;veis o tomassem. Uma outra cidade que tem esta mesma estrutura &eacute; Fira, na ilha de Santorini, na Gr&eacute;cia. Mas... &eacute; um dos recantos mais lindos do mundo. Nada de tr&aacute;fico, quadrilhas armadas, mis&eacute;ria. Apenas beleza (de sufocar), magia, luxo, exotismo. Sobe-se at&eacute; Fira com mulas. Os cariocas est&atilde;o planejando telef&eacute;ricos para facilitar a visita aos redutos de traficantes. Ora, mula &eacute; muito mais barato. E tem mais charme.<br /><br />&ldquo;Todo turista sabe que pode ser acusado de fazer algo de mau gosto, de participar de um zool&oacute;gico de pobre. Mas, entre aqueles que entrevistei, n&atilde;o houve um que tenha sa&iacute;do insatisfeito do passeio&rdquo; &ndash; diz a antrop&oacute;loga. Claro que n&atilde;o. Visitar zool&oacute;gico de pobre revigora a alma de um europeu. Um franc&ecirc;s tem em Paris algo an&aacute;logo &agrave; favela, e subindo um morro, Montmartre. &Eacute; a Goutte d&rsquo;Or, reduto de &aacute;rabes logo abaixo da bas&iacute;lica de Sacr&eacute;-Coeur. Parisiense evita a Goutte d&rsquo;Or. &Agrave; medida em que a mancha &aacute;rabe se expande, cai o pre&ccedil;o do metro quadrado. Mis&eacute;ria s&oacute; tem charme <em>ailleurs</em>. <em>L&agrave;-bas</em>, como se diz por l&aacute;.<br /><br />Segundo a antrop&oacute;loga, &ldquo;h&aacute; coisas que n&atilde;o podem faltar. N&atilde;o pode faltar a laje, onde os turistas tiram foto da paisagem e ouvem um discurso explicativo, coisas como &quot;Ali embaixo, voc&ecirc; v&ecirc; a escola americana, que custa t&atilde;o caro, e isso mostra como esse pa&iacute;s &eacute; desigual. A laje &eacute; um momento pedag&oacute;gico, impactante para o turista, que dali v&ecirc; um oceano de casas, com o mar azul ao fundo.&quot;<br /><br />Laje por laje, prefiro as de Santorini. Ou Positano. Quanto a oceano de casas, prefiro um oceano de &aacute;guas. Tampouco viajo para contemplar do alto a finada luta de classes. Os turistas de zool&oacute;gicos de pobres parecem n&atilde;o se dar conta de que, ao visitar favelas, est&atilde;o financiando &ndash; e legalmente &ndash; os redutos de traficantes.<br /><br />No fundo, o que em franc&ecirc;s se chama de <em>mauvaise conscience</em>. M&aacute; consci&ecirc;ncia. Como isto &eacute; coisa que jamais alimentei, prefiro as favelas do Tirreno ou do Egeu.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3273</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Roberto Cohen - ROI já era...]]></title>
	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 10:29:30 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3270</link>
    <description><![CDATA[<strong>Empresas de treinamento seguem ministrando eventos com &ecirc;nfase no ROI &ndash; Returno Of Investment &ndash; desconhecendo que tal metodologia de medida tornou-se d&eacute;mod&eacute;</strong><br /><br />N&atilde;o &eacute; que eu tenha ido buscar, mas&hellip;<br /><br />Caiu na minha caixa postal um convite para participar em treinamento onde um dos itens do conte&uacute;do program&aacute;tico era &ldquo;<strong>Custo, valor e retorno sobre investimento (ROI)</strong>&rdquo;.<br /><br />Pensei:<br /><br />Katzo, de certa maneira s&atilde;o meus concorrentes, pois tamb&eacute;m oferecem treinamento na &aacute;rea de suporte t&eacute;cnico. N&atilde;o &eacute; &eacute;tico criticar os outros.&nbsp; Pior, um dos diretores &eacute; meu chapa. E se ele se <strike>emputecer</strike> indignar comigo? Perco o amigo.<br /><br />Deixo pra l&aacute;? N&atilde;o, claro que n&atilde;o!<br /><br /><strong>Primeiro</strong>, por que sou filho-da-m&atilde;e mesmo. Talvez por isso gostem de mim (por que expresso o que penso).<br /><strong><br />Segundo</strong>, por que a comunidade precisa dessa pol&ecirc;mica. N&atilde;o que eu me considere onipresente para saber o que ela precisa ou n&atilde;o, mas por que vis&otilde;es diferentes geram debates com ideias antag&ocirc;nicas e isso aumenta nosso conhecimento global. Evita que a gente se torne um rebanho de carneirinhos (marca no lombo ITIL, COBIT ou sei l&aacute; qual a mais em voga).<br /><br /><strong>Terceiro</strong>, as pessoas vem aqui por querem ler opini&otilde;es e n&atilde;o o lenga-lenga habitual copiado de livros e publicados em blogs versando conte&uacute;dos insossos como&nbsp;&nbsp; &ldquo;<em>O ITIL diz que a responsabilidade pela bla bla bla&hellip;</em>&ldquo;.<br /><br /><strong>E quarto</strong>, n&atilde;o sou t&atilde;o poderoso assim para causar grande impacto.<br /><br /><strong><br /><br />** ENT&Atilde;O VAMOS L&Aacute;</strong><br /><br />O acr&ocirc;nimo ROI vem do ingl&ecirc;s <strong>RETURN OF INVESTMENT</strong>.<br /><br />Ponho uma grana em alguma coisa, quero saber quanto vai me retornar e em que prazo.<br /><br />Tudo muito normal, natural. Qualquer um pensa assim, mas&hellip;<br /><br />Um pouco de leitura na &aacute;rea administrativa demonstra que esse conceito&hellip; J&aacute; era!<br /><br />Vejamos o que diz nossa querida Joan Magretta, nas p&aacute;ginas 135-136 do seu estupendo &ldquo;<a href="http://www.4hd.com.br/blog/2010/02/03/o-quee-gerenciar-e-administrar/" target="_blank" class="linkEditor">O que &eacute; gerenciar e administrar</a>&rdquo;:<br /><br />&quot;<em>Por&eacute;m, como costuma acontecer, o sucesso do ROI foi tamb&eacute;m a sua ru&iacute;na. Nos anos 60 e 70, as medi&ccedil;&otilde;es financeiras, especialmente o ROI, dominavam de tal forma o pensamento da gest&atilde;o que muitos gerentes concentravam-se mais nos n&uacute;meros do que nas realidades centrais indicadas por esses n&uacute;meros. O despertar veio na forma de um influente artigo publicado no Harvard Business Review em 1980 com o t&iacute;tulo &ldquo;Administrando nosso caminho para o decl&iacute;nio econ&ocirc;mico (Managing our way to economic decline). Ele argumentava de forma persuasiva que a confian&ccedil;a demasiada em medi&ccedil;&otilde;es financeiras de curto prazo como o ROI poderia conduzir &agrave; morte lenta dos investimentos em inova&ccedil;&otilde;es, que s&atilde;o a parte vital da maioria das organiza&ccedil;&otilde;es.</em>&quot;<br /><br />Voc&ecirc; pescou?<br /><br />Voc&ecirc; Tem uma ideia para melhorar o Help Desk e precisa de um investimento. Seu chefe pergunta: &ldquo;<em>- O que vamos ganhar com isso e quando?</em>&rdquo;<br /><br />Putz, voc&ecirc; deixa pra l&aacute; por que, apesar da boa ideia, n&atilde;o tem um plano de neg&oacute;cios para justificar sua sacada. E a inova&ccedil;&atilde;o surge natimorta: morre antes de nascer.<br /><br /><br /><strong><br />*** ABRO A MINHA CARTEIRA E...</strong><br /><br />Obviamente, todo o debate ao redor do ROI est&aacute; centrado na quest&atilde;o de <strong>m&eacute;tricas, identifica&ccedil;&atilde;o de resultados e controle</strong>.<br /><br />E claro, o ROI envolve quest&otilde;es financeiras. Feitas por gente da &aacute;rea da grana. E que com a sua vis&atilde;o limitada &ndash; hahaha, isso &eacute; sacanagem minha &ndash; quer saber do retorno financeiro.<br /><br />&ldquo;- Quanto eu vou ganhar se abrir a carteira&rdquo;, &eacute; o pensamento mais comum, recorrente e simples de entender.<br /><br /><ul><li>Se eu comprar uma Laserjet colorida para o suporte, que retorno financeiro isso trar&aacute;?</li><li>Se comprarmos o Fireman para voc&ecirc;s, quanto de grana economizaremos? (Muito, isso eu posso responder)</li><li>Se enviarmos nosso gestor para um curso do Cohen no 4HD, quanto desse investimento ser&aacute; recuperado e em que prazo?</li></ul><br />Tudo elaborado de forma muito cont&aacute;bil e numa vis&atilde;o realmente limitada das opera&ccedil;&otilde;es e servi&ccedil;os. Esse pensamento vem de uma &eacute;poca em que os Estados Unidos contabilizavam tudo. Era um mundo exclusivo de n&uacute;meros.<br /><br />Ah, um detalhe: <strong>n&atilde;o &eacute; errado pensar assim</strong>. S&oacute; &eacute; preciso pensar mais&hellip;<br /><br /><strong>*** OUR HERO!!!</strong><br /><br />Ent&atilde;o surgiu um questionar a contestar o modelo do ROI&hellip;<br /><br />Quem, quem? <strong>Kaplan</strong>!<br /><br />Ele mesmo, o criador do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Balanced_scorecard" target="_blank" class="linkEditor">Balanced Scorecard</a> (ali&aacute;s, siga esse link que vai para Wikipedia e contempla um texto muito bem elaborado).<br /><br />Esse m&eacute;todo balanceou melhor os cen&aacute;rios, valorizando a quest&atilde;o financeira mas tamb&eacute;m abordando a satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente, as melhorias de processos e o aprendizado.<br /><br />Pra saber um pouco mais sobre essa contesta&ccedil;&atilde;o, &eacute; legal ler esse PDF:<br /><br /><a href="http://www.well.com/~art/PDF%20Files/s%2Bb12002.pdf" target="_blank" class="linkEditor">What Are The Measures That Matter</a> (quais s&atilde;o as medi&ccedil;&otilde;es que importam). O artigo &eacute; de Art Kleiner, 2002. Muito bom. E em ingl&ecirc;s.<br /><br />T&aacute;, j&aacute; fui longe nessa ila&ccedil;&atilde;o intelectual.<br /><br />N&atilde;o devo tirar a chance de meu leitor e sua pr&oacute;pria capacidade em concluir sobre os temas.<br /><br />S&oacute; pe&ccedil;o que n&atilde;o pense exclusivamente em ROI, pois isso desarticula sua capacidade de inovar, ao exigir aus&ecirc;ncia de riscos (ou por outro lado, o que &eacute; a mesma coisa, reivindicar garantia de retorno do investimento).<br /><br />E inova&ccedil;&atilde;o &eacute; algo que n&atilde;o sabemos quando, quanto e se vai retornar.<br /><br />Abra&ccedil;&atilde;o,<br /><br />El Cohen]]></description>

	
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Felipe Basso - Videolocadoras no Século XX]]></title>
	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 09:59:23 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3272</link>
    <description><![CDATA[Quantos DVDs voc&ecirc; locou no m&ecirc;s passado? Um, dois, mais de cinco, dez? Eu, apenas dois. E n&atilde;o &eacute; porque n&atilde;o gosto de filmes. Antes fosse, mas eu adoro. Chegava a assistir a cinco filmes, um atr&aacute;s do outro, com intervalos apenas para ir at&eacute; a cozinha buscar um lanche.<br /><br />E n&atilde;o &eacute; por falta de tempo que n&atilde;o mais os assisto, pois sempre encontramos tempo para fazer o que gostamos. <br /><br />Se as locadoras de DVDs repensassem seus neg&oacute;cios, poderiam estimular dezenas de Felipes a locarem mais e mais, aumentando substancialmente o faturamento de suas unidades.<br /><br />Hoje, eu n&atilde;o tenho incentivo nenhum em sair de casa para alugar um DVD. Em primeiro lugar, n&atilde;o sei que filmes estar&atilde;o dispon&iacute;veis para loca&ccedil;&atilde;o e tampouco imagino quais os filmes que j&aacute; est&atilde;o &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o nas prateleiras.<br /><br />Mas suponhamos que eu decida investir meu tempo em uma visita at&eacute; a locadora. Ao chegar l&aacute;, tenho que procurar algum filme interessante, entre as centenas de op&ccedil;&otilde;es. Como &eacute; natural que a maioria dos lan&ccedil;amentos j&aacute; esteja locado, poder&iacute;amos imaginar que haveria incentivo a buscar filmes mais antigos. Voc&ecirc; j&aacute; tentou fazer isso? &Eacute; uma atentado contra os olhos e contra a coluna. Experimente.<br /><br />Todo filme alugado &eacute; registrado pela locadora. Ou seja, eu dou informa&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;a para a locadora sobre o meu perfil de uso e eles n&atilde;o fazem nada com isso. &Eacute; rasgar dinheiro. <br /><br />Eu poderia receber por e-mail, celular, mensagem, enfim, escolha o canal, todo lan&ccedil;amento que estivesse de acordo com as minhas prefer&ecirc;ncias. Poderiam me avisar de que h&aacute; disponibilidade para loca&ccedil;&atilde;o ou ent&atilde;o se eu gostaria de reserv&aacute;-lo para o pr&oacute;ximo final de semana.<br /><br />Fiquei imaginando tamb&eacute;m como seria interessante se ao entrar na loja eu fosse atendido por um &ldquo;videoconcierge&rdquo;, algu&eacute;m que realmente entendesse de filmes e pudesse me orientar sobre que obra escolher, baseado no meu hist&oacute;rico de loca&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Os atendentes tentam cumprir esse papel, mas eles n&atilde;o t&ecirc;m informa&ccedil;&atilde;o, embora os donos tenham e n&atilde;o fa&ccedil;am nada com elas. Se olhassem meu hist&oacute;rico, veriam que eu nunca loquei filmes de terror, mas, coincidentemente, estes s&atilde;o os primeiros a me serem indicados. <br /><br />Outro dia, pedi &agrave; atendente se Bastardos Ingl&oacute;rios j&aacute; estava dispon&iacute;vel. A resposta foi cruel. Est&atilde;o todos locados, mas chegou Matadores de Vampiras L&eacute;sbicas. &Eacute; como se eu pedisse uma Bohemia bem gelada e o gar&ccedil;om me dissesse que n&atilde;o tem, mas poderia oferecer um toddy bem quente. <br /><br />O consumidor precisa se sentir valorizado, &uacute;nico, n&atilde;o &eacute; o que ensinam nas escolas de marketing?<br /><br />As possibilidades n&atilde;o se esgotam por a&iacute;, naturalmente. O ponto principal &eacute; que precisamos lembrar que tudo pode ser melhorado, todo servi&ccedil;o pode ser melhor realizado. Se voc&ecirc; n&atilde;o pensar nisso, tenha certeza de que algu&eacute;m est&aacute; pensando.]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3272</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Ery Jardim - Empoderamento Laboral]]></title>
	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 09:51:03 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=3271</link>
    <description><![CDATA[<strong>&ldquo;Devemos elevar a quest&atilde;o da inclus&atilde;o digital e da alfabetiza&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;tica p&uacute;blica&rdquo; S&eacute;rgio Amadeu</strong><br /><br />Tive a oportunidade de estar em Bras&iacute;lia &ndash; DF, nestes &uacute;ltimos dias, participando de dois eventos que abordaram sobre a padroniza&ccedil;&atilde;o, dissemina&ccedil;&atilde;o e medi&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias tecnol&oacute;gicas tendo a internet, os educadores e o Governo (Federal, Estadual e Municipal) como os principais agentes de execu&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Um dos eventos foi no Conselho Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o, entitulado Encontro Nacional do Proinfo Integrador, onde estavam reunidos todos os coordenadores do programa que ocorre em 27 estados da Uni&atilde;o. Este programa tem por objetivo capacitar tecnologicamente (alfabetiza&ccedil;&atilde;o digital e empoderamento laboral) os docentes brasileiros, por meio de treinamentos e acessos a materiais complementares sobre o uso da tecnologia.<br /><br />Durante este encontro tive a oportunidade de falar sobre o IC3 &ndash; Internet and Computing Core Certification, nos seus tr&ecirc;s n&iacute;veis de aplicabilidade: (1) dian&oacute;stico e (2) mentoria das compet&ecirc;ncias tecnol&oacute;gicas e (3) certifica&ccedil;&atilde;o internacional para Alfabetiza&ccedil;&atilde;o Digital. Minha fala veio de encontro a uma busca pela medi&ccedil;&atilde;o da efetividade deste programa.<br /><br />O outro evento, foi a Confer&ecirc;ncia Anual do Web4Dev 2010, speaking as one, promovido pela UNESCO e com a fala de muitos expoentes em redes sociais.<br /><br />Neste evento tive a oportunidade de ouvir sobre os as estrat&eacute;gias e gest&atilde;o para a Web, ferramentas de redes sociais na promo&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento educacional e laboral e o impacto das estrat&eacute;gias para a web e pol&iacute;ticas de gest&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es.<br /><br />A UNESCO assumiu a responsabilidade de levar a inclus&atilde;o digital de forma padronizada para todas as pessoas ao redor do mundo.<br /><br />Ambos eventos convergiram para uma realidade insofism&aacute;vel: precisamos, cada vez mais, promover as redes sociais em conjunto com os &oacute;rg&atilde;os governamentais e o acesso as novas tecnologias da informa&ccedil;&atilde;o, pois, sem isto, n&atilde;o haver&aacute; inclus&atilde;o digital e empoderamento laboral.<br /><br />Almir Klink, escreveu em um de seus livros, que &ldquo;n&atilde;o existe vento favor&aacute;vel para quem n&atilde;o sabe para onde quer ir&rdquo;. Complementarmente, a frase atribu&iacute;da a Kaplan, um dos criadores do BSC, diz que &ldquo;n&atilde;o podemos gerenciar aquilo que n&atilde;o medimos&rdquo;. E, aqui est&atilde;o os dois maiores problemas enfrentados na atualidade da inclus&atilde;o digital e laboral no cen&aacute;rio tecnol&oacute;gico atual: ser&aacute; que as redes sociais e os &oacute;rg&atilde;os governamentais est&atilde;o atingindo os padr&otilde;es necess&aacute;rios para incluir e empoderar indiv&iacute;duos com efeici&ecirc;ncia e efic&aacute;cia?<br /><br />Em ambos os encontros ficou patente que as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de educa&ccedil;&atilde;o, inclus&atilde;o e empoderamento passam obrigatoriamente pelas redes sociais e pela rede mundial de computadores. Logo, isto pressupoem que os milhares de horas de capacita&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica oferecidas aos corpos docentes e discentes deveriam proporcionar o atingimento das metas de forma equalizada. Ou seja, a medi&ccedil;&atilde;o deveria apontar para indicadores &uacute;nicos e isentos, capazes de demonstrar que todo este esfor&ccedil;o est&aacute; resultado uma alfabetiza&ccedil;&atilde;o digital e um empoderamento laboral como previstos e esperados.<br /><br />A bendeira hasteada por n&oacute;s, em ambos os eventos, foi aquela alinhada a proposta da ISTE (Instituto de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia Educacional) por meio do programa de diagn&oacute;stico, mentoria e certifica&ccedil;&atilde;o internacional onde &eacute; poss&iacute;vel avaliar os esfor&ccedil;os envidados para que esta inclus&atilde;o&nbsp; e empoderamento sejam potencializados por meio da medi&ccedil;&atilde;o das compet&ecirc;ncias tecnol&oacute;gicas e, posteriormente, o estabelecimento de a&ccedil;&otilde;es estrat&eacute;gicas que ir&atilde;o fortalecer os articuladores em seus pontos de defici&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica.<br /><br />Com isto, certamente teremos, n&atilde;o somente a redu&ccedil;&atilde;o de custos e esfor&ccedil;os, mas, sobretudo, a realiza&ccedil;&atilde;o das metas necess&aacute;rias para o desenvolvimento de nossa sociedade e das atividades que lhe mant&eacute;m.<br /><br />Para saber mais sobre o IC3, acesse www.certiport.com/ic3 <br /><em><br />Ery Jardim &eacute; Cientista da Edua&ccedil;&atilde;o pela Universidade Ca&rsquo;foscari de Veneza e Diretor de Educa&ccedil;&atilde;o Corporativa da ETCIberoamerica</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Rodrigo Donini - Governança de TI: a união de ferramentas e conceitos]]></title>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1148</link>
    <description><![CDATA[Com o advento da tecnologia e o surgimento de novas demandas, o mercado global abre uma gama &iacute;nfima de possibilidades de atua&ccedil;&atilde;o, possibilidades que fazem a divis&atilde;o de TI ser uma das &aacute;reas mais importantes e estrat&eacute;gicas das empresas na atualidade. Com isto, o gestor de TI necessita ter conhecimento de diversas &aacute;reas e fundamentalmente interagir com elas.<br /><br />A TI passou a ser extremamente importante para o sucesso de qualquer empresa, pois ela proporciona o alinhamento estrat&eacute;gico dos neg&oacute;cios, trabalhando para garantir o ROI (Return on Investment - Retorno do Investimento) em conjunto com a estrat&eacute;gia de sourcing, que &eacute; nada mais do que a log&iacute;stica do neg&oacute;cio, agenciamento de compras, suprimento, obten&ccedil;&atilde;o, contrata&ccedil;&atilde;o e fornecedores.<br /><br />Assim, se tornando cada vez mais fundamental e respons&aacute;vel, o gestor de TI sofre influ&ecirc;ncias e press&otilde;es de diversos lados, como estrat&eacute;gia corporativa, novas demandas de projetos, ordens de servi&ccedil;o, neg&oacute;cios, produtos, mercado e concorrentes.<br /><br />Muitos gestores se deparam com diversos problemas na gest&atilde;o de projetos em seu quotidiano. Pequenos detalhes que podem causar in&uacute;meros transtornos internos, e em determinadas situa&ccedil;&otilde;es at&eacute; repercutir ao cliente final. Por este motivo, &eacute; imprescind&iacute;vel ter controle sobre todas as atividades executadas e garantir a qualidade do resultado final.<br /><br />Uma boa governan&ccedil;a de TI deve conduzir a redu&ccedil;&atilde;o de &quot;surpresas,&quot; melhora na confian&ccedil;a e credibilidade, execu&ccedil;&atilde;o alinhada com a estrat&eacute;gia - faz a TI gastar menos esfor&ccedil;os com seus pr&oacute;prios problemas e, conseq&uuml;entemente, ser mais respons&aacute;vel ao neg&oacute;cio.<br /><br />A inten&ccedil;&atilde;o deste t&oacute;pico &eacute; trazer um pouco de experi&ecirc;ncia integrada a ferramentas de baixo custo e que auxiliam a garantir a qualidade final do produto e/ou servi&ccedil;o ligado a &aacute;rea de TI.<br /><strong><br />Ferramentas que auxiliam e n&atilde;o burocratizam o processo.</strong><br /><br />A &uacute;nica forma de controlar as atividades &eacute; utilizando ferramentas que proporcionem o controle, este &eacute; o papel das metodologias e softwares de gerenciamento de projetos.<br /><br /><strong>Metodologia:</strong> &eacute; um conjunto estruturado de pr&aacute;ticas que pode ser repetido durante o processo de produ&ccedil;&atilde;o de software. Existem muitas metodologias, cada uma com um enfoque e um modelo de aplica&ccedil;&atilde;o diferente, os M&eacute;todos &Aacute;geis s&atilde;o os mais abrangentes e flex&iacute;veis atualmente. Muitas vezes o mix de mais de um modelo &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o, o uso de SCRUM, RUP e XP &eacute; uma excelente combina&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Esta combina&ccedil;&atilde;o proporciona um processo pr&eacute;-definido que pode controlar atrav&eacute;s de documentos de apoio os marcos do projeto (cronograma), atividades e atribui&ccedil;&otilde;es de cada perfil envolvido, estimativas de tempo, e uma s&eacute;rie de outros controles.<br /><br /><strong>Gest&atilde;o de projetos:</strong> &eacute; a aplica&ccedil;&atilde;o de conhecimentos, habilidades e t&eacute;cnicas na elabora&ccedil;&atilde;o de atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pr&eacute;-definidos. Alinhado a metodologia, a gest&atilde;o de projetos &eacute; fundamental, pois &eacute; ela que garante as entregas e a qualidade do produto final. A gest&atilde;o de projetos pode ser feita atrav&eacute;s de documentos auxiliares a metodologia, integrada com softwares de terceiros ou at&eacute; mesmo por aplicativos desenvolvidos especificamente para a necessidade da corpora&ccedil;&atilde;o. Existem alguns softwares gratuitos que podem auxiliar muito, ambos com c&oacute;digo-fonte aberto, e com uma arquitetura simples para implementa&ccedil;&otilde;es personalizadas. <br /><br />O dotProject utilizado para controlar a execu&ccedil;&atilde;o de um projeto, ou seja, nascimento, desenvolvimento e finaliza&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s este per&iacute;odo o projeto entra em fase de manuten&ccedil;&atilde;o, onde se controla as falhas, tarefas, melhorias, novos recursos e o roadmap do produto, &eacute; a&iacute; que entra o BugNet para que se tenha controle sobre qualquer nova implementa&ccedil;&atilde;o executada no software.<br /><br /><strong>Colabora&ccedil;&atilde;o: </strong>&eacute; feita atrav&eacute;s de softwares colaborativos que permitem a edi&ccedil;&atilde;o coletiva de documentos atrav&eacute;s dos participantes de uma rede. Esta &eacute; uma ferramenta muito eficaz e de extremo valor entre os utilizadores, porque s&atilde;o eles que a alimentam com a descri&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio que a empresa faz a fim de difundir a informa&ccedil;&atilde;o para todos, tornando-a de conhecimento comum e &uacute;til a todos integrantes. Existem in&uacute;meros aplicativos que executam esta fun&ccedil;&atilde;o, um dos aplicativos mais completos, com suporte a plug-ins e uma arquitetura bem definida &eacute; o ScrewTurn Wiki.<br /><br />Mas o sucesso do funcionamento destas ferramentas depende diretamente da equipe que as utiliza. &Eacute; fundamental comprometer a equipe, fazendo-a entender o qu&atilde;o importante &eacute; cada indiv&iacute;duo, e que uma boa contribui&ccedil;&atilde;o &eacute; igual a plantar sementes e reg&aacute;-las freq&uuml;entemente, para que se possa colher os frutos no futuro e este &eacute; o assunto do nosso pr&oacute;ximo artigo, at&eacute; l&aacute;!<br /><br /><em>* Rodrigo Donini &eacute; coordenador de Desenvolvimento de Sistemas da e-tab.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Alice H. Tamashiro - Tomada de decisão baseada na prioridade e severidade]]></title>
	<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1147</link>
    <description><![CDATA[Com o crescimento da &aacute;rea de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, v&aacute;rias empresas come&ccedil;aram a adotar ferramentas para gerenciar e acompanhar os defeitos. Isso &eacute; um fato positivo, por&eacute;m a falta de processos bem definidos e aus&ecirc;ncia de treinamentos para manusear tais ferramentas fazem com que certos campos presentes sejam utilizados de forma inapropriada. Esses campos s&atilde;o conhecidos como Prioridade e Severidade. Quando utilizados de forma correta podem trazer in&uacute;meros benef&iacute;cios para a tomada de decis&atilde;o gerencial.<br /><br /><strong>1. Introdu&ccedil;&atilde;o <br /></strong><br />Este artigo tem como objetivo abordar a aplica&ccedil;&atilde;o da Prioridade e Severidade, uma vez que existem diversas discuss&otilde;es realizadas com rela&ccedil;&atilde;o a sua utiliza&ccedil;&atilde;o e import&acirc;ncia.<br /><br />A Prioridade e Severidade s&atilde;o utilizadas para decidir qual ocorr&ecirc;ncia ser&aacute; tratada, por&eacute;m existem alguns cuidados que precisamos tomar. De um modo mais simples a prioridade pode ser entendida como a perspectiva de neg&oacute;cio e a severidade como sendo perspectiva t&eacute;cnica [3]. Os n&iacute;veis determinados tanto para a Prioridade como para a Severidade s&atilde;o classificados como Alto, M&eacute;dio e Baixo.<br /><br />O IEEE Std 610.12-1990 define a prioridade como sendo o n&iacute;vel de import&acirc;ncia atribu&iacute;do a um item, por sua vez, a severidade possui a mesma defini&ccedil;&atilde;o de criticidade que &eacute; o grau de impacto no requisito, erro no m&oacute;dulo, falha ou outro item que ocorre no desenvolvimento de software [4].<br /><br /><strong>2. Problemas na Hora de Classificar a Prioridade e Severidade</strong><br /><br />Muitas organiza&ccedil;&otilde;es est&atilde;o adotando ferramentas para gerenciar e acompanhar os defeitos e com isso um grande n&uacute;mero de vendedores tem fornecido a essas organiza&ccedil;&otilde;es diversos tipos de solu&ccedil;&otilde;es. Por&eacute;m, a grande preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; saber se essas solu&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sendo utilizadas de forma adequada, pois quando se trata de problemas ou defeitos a maioria das ferramentas utiliza os mesmos tipos de valores e as mesmas defini&ccedil;&otilde;es, desta forma torna-se necess&aacute;rio revisar os itens dispon&iacute;veis e a forma com que s&atilde;o classificados. Dois itens em particular s&atilde;o a prioridade e a severidade [2].<br /><br />Um dos grandes problemas que pode acontecer com uma determinada ocorr&ecirc;ncia &eacute; quando a prioridade e severidade s&atilde;o classificadas de forma errada. Por exemplo, a equipe t&eacute;cnica ao realizar a an&aacute;lise de uma ocorr&ecirc;ncia pode coloc&aacute;-la como prioridade alta, por&eacute;m o problema &eacute; t&eacute;cnico o qual o usu&aacute;rio n&atilde;o perceberia. A forma correta de classificar esta ocorr&ecirc;ncia &eacute; coloc&aacute;-la como prioridade baixa, por&eacute;m de severidade alta.<br /><br />&Eacute; necess&aacute;rio tomar muito cuidado quando se est&aacute; classificando uma ocorr&ecirc;ncia, da&iacute; vem &agrave; necessidade de ter processos bem definidos e treinamentos espec&iacute;ficos para que a equipe de desenvolvimento/testes entenda o quanto &eacute; importante classificar de forma correta a prioridade e severidade.<br /><strong><br />3. Vantagens Quanto ao Uso Correto da Prioridade e Severidade </strong><br /><br />A prioridade e severidade podem ser utilizadas como ponto de partida para tomada de decis&atilde;o, pois com elas a ger&ecirc;ncia ter&aacute; uma vis&atilde;o global da ordem em que os defeitos ser&atilde;o atendidos ou submetidos &agrave; corre&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, eles formam excelentes indicadores que mostram a&ccedil;&otilde;es a serem tomadas de curto, m&eacute;dio e longo prazo.<br /><br />Outra vantagem seria em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s ferramentas de gerenciamento e controle de defeitos que propicia a gera&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios tipos de indicadores uma vez que todas os defeitos est&atilde;o armazenadas em uma base centralizada. Estes indicadores t&ecirc;m um papel fundamental para os gerentes, pois com estes &eacute; poss&iacute;vel visualizar e realizar uma an&aacute;lise do andamento evolutivo dos defeitos, n&atilde;o sendo mais necess&aacute;rio realiz&aacute;-las de forma emp&iacute;rica.<br /><strong><br />4. Considera&ccedil;&otilde;es Finais </strong><br /><br />A utiliza&ccedil;&atilde;o de ferramentas para gerenciar e acompanhar os defeitos &eacute; sem d&uacute;vida muito &uacute;til para uma organiza&ccedil;&atilde;o que busca melhorar o gerenciamento e controle dos defeitos.<br /><br />Adotar uma ferramenta &eacute; uma decis&atilde;o muito importante e que exige esfor&ccedil;o, pois como visto n&atilde;o basta apenas implantar uma solu&ccedil;&atilde;o de mercado &eacute; necess&aacute;rio que a organiza&ccedil;&atilde;o defina os processos e organize treinamentos para que campos como prioridade e severidade n&atilde;o sejam classificados de forma errada pela equipe de desenvolvimento/testes.<br /><br /><strong>5. Refer&ecirc;ncias </strong><br /><br />[1]CRNKOVIC, Ivica; ASKLUND, Ulf; DAHLQVIST, Annita Persson. Implementing an Integraing Product Data Management and Software Configuration Management. Artech House, 2003.<br />[2]http://www.stickyminds.com/sitewide.asp?Function=edetail&amp;ObjectType=ART&amp;ObjectId=3224. Acessado em 01/06/2007.<br />[3]http://geekswithblogs.net/srkprasad/archive/2004/08/20/9961.aspx. Acessado em 01/06/2007.<br />[4]IEEE Std 610.12-1990 Standard Glossary of Software Engineering Terminology.<br /><br /><em>* Alice H. Tamashiro &eacute; diretora Adjunta Regional da Alats-SP.<br /><br />** Artigo originalmente publicado originalmente publicado no site da Alats.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Antônio Quinteros - Relacionamento é para a vida toda]]></title>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1146</link>
    <description><![CDATA[Embora a express&atilde;o americana CRM (Customer Relational Management) j&aacute; seja de uso corrente no cotidiano das empresas, sua verdadeira aplica&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; restrita, e muitas vezes, realizada de maneira equivocada. A primeira lembran&ccedil;a quando tratamos de relacionamento &eacute; a aquisi&ccedil;&atilde;o de um software, como se este, por si s&oacute;, pudesse resolver a quest&atilde;o sem demandar muito esfor&ccedil;o de nossa parte.<br /><br />Infelizmente, este &eacute; um dos principais erros. Voc&ecirc; j&aacute; pensou em se perguntar por que a padaria da esquina da sua casa vende muito mais do que a sua concorrente, que fica na outra quadra? As duas vendem os mesmos produtos, as duas possuem pre&ccedil;os e qualidade equivalentes. Qual ser&aacute; a diferen&ccedil;a?<br /><br />Antes, devemos buscar entender um pouco mais da psique humana. J&aacute; &eacute; sabido que todos n&oacute;s, desde que nascemos, gostamos de carinho, de recebermos aten&ccedil;&atilde;o. Mesmo os mais dur&otilde;es gostam de se sentir amados e valorizados. E n&atilde;o &eacute; diferente em nossas experi&ecirc;ncias de consumo. <br /><br />Quando adquirimos ou contratamos algum servi&ccedil;o, nosso desejo &eacute; de que sejamos o cliente mais importante, &agrave;quele de que o vendedor ir&aacute; chamar pelo nome (tal qual o dono da padaria). Se estivermos de anivers&aacute;rio, queremos receber uma liga&ccedil;&atilde;o do gerente do banco. Este &eacute; o nosso comportamento padr&atilde;o, algumas vezes com um pouco mais de toler&acirc;ncia, outras, nem tanto.<br /><br />CRM ou gest&atilde;o de relacionamento n&atilde;o &eacute; algo dif&iacute;cil de se fazer e tamb&eacute;m n&atilde;o precisa de investimentos milion&aacute;rios. Naturalmente que quanto maior for sua empresa, maior ser&aacute; a necessidade de recursos e de sistemas mais complexos. A premissa, entretanto, que deve ser adotada &eacute; de que devemos passar a atender os clientes da maneira como eles querem ser atendidos e n&atilde;o como achamos que deve ser feito. <br /><br />Precisamos deixar de vender e come&ccedil;ar a nos relacionar. Um cuidado &eacute; fundamental. Nossas a&ccedil;&otilde;es precisam ser verdadeiras, caso contr&aacute;rio, poderemos ser trocados pelo concorrente. Apenas quando acompanharmos os clientes constantemente e n&atilde;o somente quando queremos lhe vender algo &eacute; que teremos condi&ccedil;&otilde;es de entender como ele pensa, quais s&atilde;o seus gostos, hobbies, comportamento, e para isso &eacute; necess&aacute;rio pensar com foco no cliente. CRM &eacute; uma mudan&ccedil;a de atitude, uma filosofia. Mude e ver&aacute; resultados.<br /><br /><em>* Ant&ocirc;nio Quinteros &eacute; engenheiro de Sistemas e Diretor da ADVN Solu&ccedil;&otilde;es de TI</em><em>.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1146</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Paula Canavesi - Teoria e prática no service desk]]></title>
	<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1145</link>
    <description><![CDATA[A teoria, em todos os segmentos, &eacute; fant&aacute;stica, n&atilde;o? Organizamos ideias, padronizamos processos e definimos metodologias. Mas e a pr&aacute;tica? Onde fica nisso tudo? Ser&aacute; que em uma implanta&ccedil;&atilde;o de uma nova opera&ccedil;&atilde;o relacionada ao atendimento ao cliente, toda essa teoria agrega algo? Como fazer para unir teoria e pr&aacute;tica e termos uma sinergia entre os processos?<br /><br />Os processos, quando mantidos atualizados, asseguram a competitividade no mercado, trazem mais agilidade, reduzem custos e nos remetem &agrave; melhoria da qualidade. Mantendo a certifica&ccedil;&atilde;o ISO sempre renovada, al&eacute;m de proporcionar mais visibilidade &agrave; empresa, possibilita a conquista de novos clientes e a garantia de que os servi&ccedil;os est&atilde;o sendo prestados com efic&aacute;cia e custo competitivo.<br /><br />No universo do service desk, de acordo com a ITIL (Information Technology Infrastructure Library), sabemos que todos os contatos s&atilde;o feitos exclusivamente pelo N&iacute;vel 1. <br /><br />Mas e quando ocorre a falta de informa&ccedil;&atilde;o no chamado ou mesmo na necessidade de testes? O N&iacute;vel 2 ir&aacute; retornar os chamados para a central ou falar com o usu&aacute;rio? Por onde caminhamos, pela teoria ou pela praticidade? Pelo mundo perfeito da teoria ou pelo mundo pr&aacute;tico, onde precisamos otimizar custos e tempo? Essas respostas ir&atilde;o surgir conforme o dia a dia, as necessidades e pol&iacute;ticas da empresa. Independente de qual for a solu&ccedil;&atilde;o, o equil&iacute;brio dever&aacute; estar presente para que o caminho seja eficiente.<br /><br />Temos as regras das normas ISO que determina os requisitos para um trabalho com efici&ecirc;ncia. Seguindo essa pr&aacute;tica alcan&ccedil;aremos qualidade com mais facilidade, mas mesmo assim, precisamos de certa adapta&ccedil;&atilde;o, como nomenclatura, por exemplo. ISO 9000 s&atilde;o normas gen&eacute;ricas para v&aacute;rios segmentos de neg&oacute;cio e devem ser bem estudadas antes de aplicadas. J&aacute; a ISO 20000, mais focada para o Service Desk, vem com poucas adapta&ccedil;&otilde;es, pois foi feita para servi&ccedil;os de atendimento e nos orienta sobre o que deve ser feito, sendo a ITIL um guia de como fazer.<br /><br />Teorias s&atilde;o boas pr&aacute;ticas e n&atilde;o regras precisas e irrefut&aacute;veis. N&atilde;o servem para ser praticadas &quot;ao p&eacute; da letra&quot;, mas sim para mostrar um caminho a ser seguido. Essas boas pr&aacute;ticas, tanto ITIL como COBIT, devem ser adaptadas para cada empresa, com suas particularidades. Isso evitar&aacute; a dificuldade em entender o que &eacute; teoria e algum preconceito que possa surgir.<br /><br />Em termos pr&aacute;ticos, do dia a dia, precisamos conhecer muito bem a teoria, conhecer o neg&oacute;cio em que estamos e, com esses conhecimentos, desenvolver habilidades necess&aacute;rias &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o desses fundamentos em a&ccedil;&otilde;es. Ser extremamente te&oacute;rico em um ambiente em que se requer dinamismo ser&aacute; um bom caminho para chegar ao fracasso.<br /><em><br />* Paula Canavesi &eacute; l&iacute;der de opera&ccedil;&otilde;es do service desk da Sonda Procwork.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1145</guid>
</item>
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	<title><![CDATA[Alice H. Tamashiro - Cinco características interpessoais necessárias para um profissional da área de testes]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1143</link>
    <description><![CDATA[&quot;Excel&ecirc;ncia &eacute; uma habilidade conquistada atrav&eacute;s de treinamento e pr&aacute;tica. N&oacute;s somos aquilo que fazemos repetidamente. Excel&ecirc;ncia. ent&atilde;o, n&atilde;o &eacute; um ato, mas sim um h&aacute;bito.&quot; Arist&oacute;teles (384 - 322 a.C) <br /><br /><strong>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</strong><br /><br />Este artigo tem como objetivo descrever algumas caracter&iacute;sticas interpessoais desej&aacute;veis a um profissional da &aacute;rea de Testes de Software. Compreend&ecirc;-las e valoriz&aacute;-las ir&aacute; auxili&aacute;-lo no dia a dia. <br /><br /><strong>2. Seja claro, objetivo e conciso!</strong><br /><br />O profissional da &aacute;rea de Testes est&aacute; em contato constante com a equipe de an&aacute;lise e desenvolvimento, seja por meio verbal e/ou escrito. Independente do meio de comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; importante ser claro, objetivo e conciso para que todos os envolvidos possam compreend&ecirc;-lo. Al&eacute;m disso, n&atilde;o deixe pequenos detalhes passarem despercebidos, por mais insignificante que sejam, registre sempre os defeitos encontrados durante a execu&ccedil;&atilde;o dos testes, de modo que seja poss&iacute;vel a reprodu&ccedil;&atilde;o destes pelo desenvolvedor. <br /><br /><strong>3. Seja um bom ouvinte e desenvolva um bom relacionamento com outras equipes!</strong><br /><br />Ao discutir um relat&oacute;rio de defeitos, permita que outras pessoas expressem suas opini&otilde;es, procure compreend&ecirc;-las e entender que limita&ccedil;&otilde;es nos sistemas existem, tente encontrar outros meios para resolver poss&iacute;veis problemas.<br /><br /><strong>4. Seja um bom negociador, lembre-se que negociar n&atilde;o &eacute; discutir, e sim persuadir!</strong><br /><br />Questionamentos sempre existir&atilde;o em torno dos defeitos em aberto, para produzir uma negocia&ccedil;&atilde;o eficiente &eacute; importante ter conhecimento, habilidade e evitar palavras de acusa&ccedil;&atilde;o, que descrevam o tipo do trabalho da respons&aacute;vel pelo desenvolvimento, n&atilde;o utilize palavras como, por exemplo: &quot;software mal desenvolvido&quot; ou &quot;software que trava a toda hora&quot;.<br /><br />De prefer&ecirc;ncia n&atilde;o procure entrar em conflitos que possibilitem abertura para o desenvolvedor &ldquo;atirar&rdquo; em voc&ecirc;. Concentre-se na resolu&ccedil;&atilde;o do problema, e n&atilde;o nas pessoas envolvidas. Al&eacute;m disso, adquirir a confian&ccedil;a no relacionamento e entender principalmente o neg&oacute;cio traz bons resultados. <br /><br /><strong>5. Seja cr&iacute;tico, por&eacute;m de forma construtiva!</strong><br /><br />Durante a elabora&ccedil;&atilde;o e/ou execu&ccedil;&atilde;o dos testes &eacute; poss&iacute;vel identificar requisitos n&atilde;o declarados (impl&iacute;citos) e at&eacute; mesmo &agrave;queles que precisam ser mais bem detalhados estes devem ser relatados &agrave; equipe respons&aacute;vel. Por&eacute;m n&atilde;o esque&ccedil;a que isso precisa ser feito com respeito e n&atilde;o como formas de acusa&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><strong>6. Tenha paix&atilde;o por aquilo que voc&ecirc; faz!</strong><br /><br />A paix&atilde;o pode ser considerada como o &ldquo;segredo do sucesso&rdquo;, pois mant&eacute;m o profissional:<br /><br />- motivado;<br />- disposto a realizar sacrif&iacute;cios;<br />- comprometido com os resultados e metas;<br />- em busca do aprendizado cont&iacute;nuo.<br /><br />Todos os fatores relacionados acima quando alinhados fazem com as empresas reconhe&ccedil;am e desejem reter este profissional dentro da organiza&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, as empresas valorizam quem n&atilde;o espera ser ensinado [1].<br /><br /><br /><img src="http://www.baguete.com.br/admin/%3Ca%20target=%27_blank%27%20title=%27ImageShack%20-%20Image%20And%20Video%20Hosting%27%20mce_thref=%27http://img704.imageshack.us/i/grc3a1fico.jpg/%27%3E%3Cimg%20mce_tsrc=%27http://img704.imageshack.us/img704/1690/grc3a1fico.jpg%27%20border=%270%27%20/%3E%3C/a%3E" alt="" align="left" /><img src="http://img704.imageshack.us/img704/1690/grc3a1fico.jpg" alt="" /><br /><br /><br />Em qual quadrante voc&ecirc; se encaixa? Reveja periodicamente as suas metas profissionais, compet&ecirc;ncias, mantenha-se atualizado, tenha sempre vontade de aprender e evoluir profissionalmente. Lembre-se que crescimento profissional n&atilde;o se baseia em sal&aacute;rio, cargo e diploma.<br /><br /><strong>7. Considera&ccedil;&otilde;es Finais</strong><br /><br />Este artigo abordou algumas caracter&iacute;sticas interpessoais desej&aacute;veis para um profissional na &aacute;rea de Testes de Software, &eacute; importante ressaltar que todas as caracter&iacute;sticas citadas precisam ser combinadas com o seu estilo de vida. Existem outras caracter&iacute;sticas requeridas, tais como ser detalhista, possuir olhar cr&iacute;tico, ser um bom revisor de documenta&ccedil;&atilde;o de requisitos e possuir boas habilidades t&eacute;cnicas.<br /><br /><strong>8. Refer&ecirc;ncias</strong><br /><br />[1] MUSSAK, Eug&ecirc;nio. Gente que aprende vale muito. Voc&ecirc; S/A, Edi&ccedil;&atilde;o 140, fevereiro/2010.<br /><br /><em>* Alice H. Tamashiro &eacute; diretora Adjunta Regional da Alats-SP.</em><br /><br /><em>** Artigo originalmente publicado originalmente publicado no site da Alats.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1143</guid>
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	<title><![CDATA[Jorge Luiz Menegolla - A sucessão em empresas familiares: uma sucessão de conflitos]]></title>
	<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1144</link>
    <description><![CDATA[A exist&ecirc;ncia de um elevado n&uacute;mero de empresas familiares no Brasil &eacute; uma realidade, pois a economia nacional &eacute; em grande parte medida, alavancada e mantida por elas. Tal fato &eacute; motivo suficiente para que se estude o processo sucess&oacute;rio destas empresas, pois se em empresas privadas n&atilde;o-familiares a sucess&atilde;o &eacute; um passo menos traum&aacute;tico, nem sempre acontece o mesmo nas familiares. &Eacute; um processo delicado, cansativo, demanda tempo e, em alguns casos, altos investimentos, profissionalismo e um conjunto complexo de decis&otilde;es a serem tomadas.<br /><br />O cen&aacute;rio em empresas familiares geralmente apresenta o comando de uma &uacute;nica pessoa, que na maioria das vezes &eacute; o centralizador do poder, autoridade m&aacute;xima, impregnando a empresa com seu pessoal. H&aacute; uma forte rela&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a com os funcion&aacute;rios mais antigos, os quais s&atilde;o considerados parte da fam&iacute;lia.<br /><br />&Eacute; neste universo estreito e complicado, mas ainda dependente da sucess&atilde;o, que este artigo desenvolver&aacute; o estudo sobre a problem&aacute;tica sucess&oacute;ria. <br /><br />Nunca &eacute; cedo demais para iniciar o projeto de sucess&atilde;o, pois os estudos demonstram que em muitos casos levaram-se anos para conclu&iacute;-lo e em alguns casos n&atilde;o s&atilde;o bem sucedidos. Existem muitas tem&aacute;ticas a serem levadas em conta, como por exemplo: h&aacute; algum membro da fam&iacute;lia que trabalhe na empresa e tenha o perfil executivo adequado para assumir a gest&atilde;o do neg&oacute;cio? O fato de a empresa ser da fam&iacute;lia n&atilde;o basta por si s&oacute; para validar a participa&ccedil;&atilde;o de uma pessoa no processo. A fam&iacute;lia entende a separa&ccedil;&atilde;o entre propriedade, empresa e fam&iacute;lia? Algum herdeiro tem interesse em levar adiante o legado familiar?<br /><br />Para Bernhoeft (2009) n&atilde;o h&aacute; nada que prejudique mais uma empresa familiar do que os seus conflitos familiares, ou seja, &eacute; a unidade familiar que garantir&aacute; a longevidade da empresa. O autor acrescenta ainda que &ldquo;um fundador pode vender sua empresa ou comprar outras. Herdeiros que n&atilde;o se entendem sempre s&atilde;o comprados&rdquo;.<br /><br />N&atilde;o h&aacute; um consenso entre os autores sobre o percentual de empresas familiares no Brasil, entretanto fala-se que est&aacute; acima de 90%. Para Martins (1991) e Bethlem (1989) este n&uacute;mero fica em torno de 97%, j&aacute; para Netz (1992) seria 99%. De qualquer maneira, confirma-se que empresas com esse perfil representam uma significativa fatia da economia nacional, portanto um mercado&nbsp; interessante para estudos e prospec&ccedil;&atilde;o de neg&oacute;cios, o que, ali&aacute;s,&nbsp; ainda &eacute; deficiente no Brasil.<br /><br />A sucess&atilde;o em empresas familiares &eacute; um assunto complexo, tem muitas diferen&ccedil;as, entre elas, o fato de ser na maioria das vezes um &uacute;nico executivo o centralizador do poder, de forma que seu perfil est&aacute; impregnado na empresa; em alguns casos a administra&ccedil;&atilde;o est&aacute; distribu&iacute;da entre alguns membros da fam&iacute;lia ou das fam&iacute;lias, mas existe um acordo t&aacute;cito de quem ser&aacute; o gestor, o mandat&aacute;rio. Outro ponto relevante &eacute; o comprometimento e o esfor&ccedil;o que o fundador empenhou para criar a empresa e faz&ecirc;-la crescer: estes n&atilde;o ser&atilde;o encontrados na segunda gera&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o raramente tem apenas interesses pessoais e a obriga&ccedil;&atilde;o de ter que participar de uma empresa cujo ramo n&atilde;o lhe agrada.<br /><br />Pelo que foi descrito e por muitos outros motivos, o processo sucess&oacute;rio &eacute; um assunto de import&acirc;ncia vital para a sobreviv&ecirc;ncia da empresa, devendo ser pensado com muita anteced&ecirc;ncia, para que se possa colocar em pr&aacute;tica todo o planejamento que dever&aacute; ser feito ao longo de anos, para garantir o &ecirc;xito do projeto. Imp&otilde;e-se levar em conta que o sucessor dever&aacute; ser aceito pela ou pelas fam&iacute;lias e pelos empregados e deve ser algu&eacute;m com perfil carism&aacute;tico, humilde e acolhedor, que acima de tudo entenda que a sua presen&ccedil;a representar&aacute; uma nova e fundamental etapa na vida da empresa e dos funcion&aacute;rios.<br /><br />&Eacute; importante entender o perfil das empresas familiares e tra&ccedil;ar um hist&oacute;rico que permita a compreens&atilde;o de certos aspectos que ser&atilde;o relevantes no desenvolvimento do planejamento estrat&eacute;gico, obrigatoriamente feito por elas. Assim, de acordo com Gon&ccedil;alves (2000), pode-se caracterizar uma empresa familiar das seguintes formas:<br /><br />a)&nbsp;&nbsp; &nbsp;a empresa &eacute; propriedade de uma fam&iacute;lia, detentora da totalidade ou da maioria das a&ccedil;&otilde;es ou cotas, de forma a ter o seu controle econ&ocirc;mico;<br />b)&nbsp;&nbsp; &nbsp;a fam&iacute;lia tem a gest&atilde;o da empresa, cabendo a ela a defini&ccedil;&atilde;o dos objetivos, das diretrizes e das grandes pol&iacute;ticas;<br />c)&nbsp;&nbsp; &nbsp;finalmente, a fam&iacute;lia &eacute; respons&aacute;vel pela administra&ccedil;&atilde;o do empreendimento, com a participa&ccedil;&atilde;o de um ou mais membros no n&iacute;vel executivo mais alto.<br /><br />Adicionalmente, Lodi (1986) afirma que se pode definir este tipo de empresa como aquela que ter&aacute; a sucess&atilde;o ligada &agrave; hereditariedade, onde o sobrenome &eacute; um valor institucional. Gaj (2000) completa este conceito afirmando que o fundador tem a inten&ccedil;&atilde;o de passar a um herdeiro direto ou parente por casamento, podendo ou n&atilde;o haver um membro familiar na administra&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Vale observar tamb&eacute;m que em muitos casos a sucess&atilde;o ser&aacute; do pr&oacute;prio fundador da empresa, quest&atilde;o complicada e delicada, pois se sabe que na maioria das vezes os fundadores n&atilde;o se preparam para a aposentadoria, dificultando o processo. Entretanto &eacute; sabido que a sucess&atilde;o acontecer&aacute;, podendo ser um passo gradativo, seguindo um programa de transi&ccedil;&atilde;o, onde cada um ter&aacute; seu tempo para conhecer os planos e redesenhar a hist&oacute;ria, e em alguns casos pode ser de forma repentina, quando da morte inesperada do fundador. Em ambos os casos os problemas ser&atilde;o encontrados, pois no primeiro h&aacute; que se trabalhar muito com o sucedido, e no segundo h&aacute; que se trabalhar muito com o sucessor.<br /><br />Na atualidade vive-se uma era de novas descobertas, de meios de comunica&ccedil;&atilde;o muito r&aacute;pidos, n&atilde;o havendo fronteiras para as negocia&ccedil;&otilde;es, pois a tecnologia derrubou as barreiras permitindo a conex&atilde;o com todas as partes do mundo, o perfil dos executivos &eacute; muito diferente, o mercado est&aacute; mais &aacute;gil, a concorr&ecirc;ncia mais acirrada, ent&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que no processo sucess&oacute;rio saiba-se respeitar essas e todas as outras altera&ccedil;&otilde;es que ocorreram ao longo dos anos, entendendo que o fundador oferecer&aacute; muita resist&ecirc;ncia ao ver sua empresa administrada com os novos m&eacute;todos e ferramentas.<br /><br />Estudiosos do assunto discorrem sobre as muitas dificuldades encontradas neste processo, Lodi (1989) se faz bem claro ao registrar as mais frequentes:<br /><br />- Um empres&aacute;rio que n&atilde;o tem seguran&ccedil;a quanto a capacidade de seu sucessor; um empres&aacute;rio que chegou muito tarde &agrave; presid&ecirc;ncia, substituindo um antecessor tamb&eacute;m concentrador; a falta de sa&iacute;da honrosa e vi&aacute;vel, dedicando-se a outros empreendimentos pelos quais um dia esteve interessado.<br /><br />Outros autores s&atilde;o un&acirc;nimes em apresentar a transfer&ecirc;ncia do poder como um dos maiores problemas, inclusive em virtude das gera&ccedil;&otilde;es diferentes, posicionamentos divergentes, novidades estrat&eacute;gicas de um tempo mais exigente e din&acirc;mico. Os pontos relatados fazem parte da gama problem&aacute;tica que envolve um processo de sucess&atilde;o e devem ser levados em considera&ccedil;&atilde;o na hora de desenvolver o referido projeto, pois sucess&atilde;o n&atilde;o &eacute; assunto f&aacute;cil e tampouco h&aacute; um modelo &uacute;nico para acontecer. &nbsp;<br /><strong><br />Refer&ecirc;ncias</strong><br /><br />BERNHOEFT, R. Empresa familiar, crise vencida. 2009. Dispon&iacute;vel em: &lt; http://www.baguete.com.br/noticiasDetalhes.php?id=3507010&gt; Acesso em: 9 jan. 2010.<br /><br />BETHLEM, A . de S. Ger&ecirc;ncia &agrave; Brasileira. S&atilde;o Paulo, McGraw-Hill, 1989, 322 p.<br /><br />GAJ, L. Tornando a administra&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica poss&iacute;vel. S&atilde;o Paulo: McGraw-Hill, 1990, 239p<br /><br />GON&Ccedil;ALVES, J. S. R. C. As empresas familiares no Brasil. ERA Ligth, S&atilde;o Paulo, v. 7, n.1, p. 7-12, jan./mar. 2000.<br /><br />LODI, J. B. A empresa familiar. S&atilde;o Paulo: Pioneira, 1986. 172 p <br /><br />LODI, J. B.O fortalecimento da empresa familiar. S&atilde;o Paulo: Pioneira, 1989. 139p <br /><br />MARTINS, M. L. Os dif&iacute;ceis caminhos da empresa familiar. Ind&uacute;stria e produtividade: Rio de Janeiro, n.145, p. 20-24, maio, 1981<br /><br />NETZ, C. O patinho feio poder ser um belo cisne. Exame: S&atilde;o Paulo, v.24, n.6, p. 52-58, 18 de mar&ccedil;o 1992.<br /><br /><em>* Jorge Luiz Menegolla &eacute; acad&ecirc;mico do oitavo semestre do curso de Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas da Fargs.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1144</guid>
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	<title><![CDATA[Frederico Tostes - As 10 maiores tendências de segurança para 2010]]></title>
	<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1142</link>
    <description><![CDATA[O ano de 2010 ser&aacute; de grandes mudan&ccedil;as. Al&eacute;m da maior utiliza&ccedil;&atilde;o de cloud computing, m&iacute;dias sociais e virtualiza&ccedil;&atilde;o v&atilde;o continuar a mudar os par&acirc;metros de rede, enquanto novos m&eacute;todos cibern&eacute;ticos como ransomware e crime as a service v&atilde;o atrair usu&aacute;rios desavisados e amea&ccedil;ar empresas em geral. Com isso em mente, a 10 maiores tend&ecirc;ncias de seguran&ccedil;a para 2010 s&atilde;o: <br /><br />1. Seguran&ccedil;a: preven&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&otilde;es de poliniza&ccedil;&atilde;o cruzada entre as m&aacute;quinas virtuais &eacute; a chave para garantir os movimentos virtuais de servidores. <br /><br />2. Informa&ccedil;&atilde;o: A seguran&ccedil;a centralizada na informa&ccedil;&atilde;o, ao inv&eacute;s de focada num ponto f&iacute;sico, ser&aacute; necess&aacute;ria, conforme o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o continue a evoluir fora da rede tradicional. <br /><br />3. Tire a sua cabe&ccedil;a, n&atilde;o a sua seguran&ccedil;a, da Nuvem: adotar os servi&ccedil;os baseados em nuvem deixa as empresas abertas a muitos riscos e vulnerabilidades quando as informa&ccedil;&otilde;es v&ecirc;m de redes protegidas via redes p&uacute;blicas, criando mais oportunidades para infec&ccedil;&atilde;o de dados ou roubo. <br /><br />4. N&atilde;o jogue os apps &aacute;gua abaixo: as segundas camadas de seguran&ccedil;a ser&atilde;o adotadas para ajudar as empresas a melhorar o controle de aplica&ccedil;&otilde;es al&eacute;m de apenas permitir ou n&atilde;o. <br /><br />5. Seguran&ccedil;a e Rede n&atilde;o s&atilde;o inimigas: uma evolu&ccedil;&atilde;o natural com a tend&ecirc;ncia de consolidar os dispositivos de rede &eacute; integrar mais funcionalidades de rede em dispositivos de seguran&ccedil;a. <br /><br />6. CaaS x SaaS: os cibercrimes ter&atilde;o uma p&aacute;gina para o novo modelo de neg&oacute;cios Seguran&ccedil;a como Servi&ccedil;o, no qual as empresas optam por desafogar-se da tarefa complexa de garantir a seguran&ccedil;a de suas redes e, ao investir, terceirizar o servi&ccedil;o para uma empresa provedora. <br /><br />7. Scareware e afiliados encontram um novo campo: com os clientes sendo mais cuidadosos com o scareware, os cibercriminosos est&atilde;o esperando aumentar os ataques em 2010 ao segurar os ativos para resgate de ref&eacute;ns. <br /><br />8. As mulas se multiplicam: consumidores desavisados podem se descobrir acess&oacute;rios de um crime assim que os cibercriminosos encontram novas &quot;mulas&quot; para lavar seus ganhos il&iacute;citos. <br /><br />9. Plataformas m&uacute;ltiplas no circuito: com o crescente n&uacute;mero de usu&aacute;rios de novas plataformas, os cibercriminosos v&atilde;o mirar seus ataques al&eacute;m do Microsoft Windows. <br /><br />10. Botnets se escondem atrav&eacute;s de meios leg&iacute;timos: os botnets (softwares maliciosos) n&atilde;o v&atilde;o apenas ofuscar os c&oacute;digos bin&aacute;rios para escapar da detec&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m se infiltrar&atilde;o nos ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o leg&iacute;timos para propagar e mascarar suas atividades. <br /><br />As amea&ccedil;as de hoje est&atilde;o completamente misturadas, indo desde vetores de ataque e associados, passando por v&aacute;rios componentes de trabalho. Isto tem provado ser um modelo bem-sucedido conforme criminosos conseguem se infiltrar em m&aacute;quinas e ignorar todas as medidas de seguran&ccedil;a que foram implementadas. <br /><br />Em 2010 vamos ver os botnets tentando evitar a detec&ccedil;&atilde;o sob a forma de cobertura de protocolos leg&iacute;timos, comunica&ccedil;&atilde;o criptografada, autentica&ccedil;&atilde;o e escurecimento, assim como j&aacute; fizeram com o Twitter e o Google Groups. Por esses motivos, a seguran&ccedil;a precisa sair do m&eacute;todo centralizado e migrar para um projeto de seguran&ccedil;a focada em dados e informa&ccedil;&otilde;es. <br /><em><br />* Frederico Tostes &eacute; country manager da Fortinet no Brasil.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1142</guid>
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	<title><![CDATA[José Roberto Marques - Você sabe aonde quer chegar?]]></title>
	<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1141</link>
    <description><![CDATA[Quantas vezes escutamos as pessoas dizendo que o outro teve &ldquo;sorte na vida&rdquo; e que para ele tudo &eacute; dif&iacute;cil. Colocam a culpa na crise mundial, na falta de oportunidade, no chefe mal humorado, na esposa, na inf&acirc;ncia pobre, enfim, colocam a culpa em alguma situa&ccedil;&atilde;o ou pessoa. Parece mais eficiente colocar as circunst&acirc;ncias da pr&oacute;pria vida na m&atilde;o do outro, mas na realidade n&atilde;o &eacute;. Se voc&ecirc; n&atilde;o sabe onde quer chegar, qualquer lugar serve. Tomar consci&ecirc;ncia e responsabilidade pela pr&oacute;pria vida &eacute; o primeiro passo para atingir metas e objetivos. &nbsp;<br /><br />A atitude de lamenta&ccedil;&atilde;o &eacute; t&iacute;pica do ser humano, mas somos capazes de mudarmos nossos paradigmas. O escritor Dr. Spencer Johnson, do Best seller Quem Mexeu no meu Queijo?, descreve tr&ecirc;s atitudes diferentes das pessoas: o flex&iacute;vel, que percebe antecipadamente que a crise vai chegar; a pessoa que espera a crise para ver o que vai fazer; a pessoa que leva um tombo e fica se lamentado e culpando a vida. <br /><br />O que voc&ecirc; decide para voc&ecirc;? J&aacute; sabe aonde quer chegar? O que est&aacute; fazendo para conquistar seus sonhos? Busque ter objetivos e um plano de a&ccedil;&atilde;o, pois isso te trar&aacute; motiva&ccedil;&atilde;o para fazer diferente, para ir al&eacute;m, para al&ccedil;ar v&ocirc;os antes nunca imaginados. Metas nos impulsionam, d&atilde;o sentido e dire&ccedil;&atilde;os para nossas vidas. E lembra &ndash; se, sempre: Metas desafiantes criam o medo do fracasso... aus&ecirc;ncia de metas garantem o fracasso. <br /><br />As pesquisas mostram que menos de 3% da popula&ccedil;&atilde;o tem metas espec&iacute;ficas, pessoais ou profissionais e aproximadamente 1% da popula&ccedil;&atilde;o coloca sua meta no papel. Pessoas n&atilde;o planejam e falham, elas simplesmente n&atilde;o planejam! Saia da sua zona de conforto no trabalho, no lar, na vida social. V&aacute; em busca de seus objetivos e se voc&ecirc; n&atilde;o tem um, comece agora a ter, onde voc&ecirc; quer estar daqui 6 meses e daqui 1 ano? <br /><br />O coaching auxilia na quebra de paradigmas, trabalha metas, planejamentos, conquistas e, principalmente, a for&ccedil;a e a diferen&ccedil;a que faz um objetivo definido. O coaching traz como conseq&uuml;&ecirc;ncia, a qualidade de vida, porque voc&ecirc; passa a administrar melhor seu tempo, saber&aacute; aonde quer chegar e n&atilde;o ficar&aacute; dando volta. <br /><br />Se pegarmos cases de pessoas de sucesso, todas sabem aonde querem chegar e qual caminho seguir e elas buscam a ajuda de um profissional para ratificar o que querem. <br /><br />Havia um campon&ecirc;s que criou um filhote de &aacute;guia num galinheiro. A mesma cresceu e acabou aprendendo s&oacute; &lsquo;coisas&rsquo; de galinha, pois acreditava que era uma. At&eacute; que um dia chegou um naturalista e disse para o campon&ecirc;s: - Este p&aacute;ssaro &eacute; uma &aacute;guia e tem que voar. <br /><br />O campon&ecirc;s falou que ela n&atilde;o sabia fazer nada que um p&aacute;ssaro faz e sempre viveu ciscando e comendo milho. O naturalista n&atilde;o satisfeito com a forma que a &aacute;guia foi criada fez com que ela aprendesse a voar. Foi dif&iacute;cil, pois ela olhava para as galinhas e a princ&iacute;pio, n&atilde;o se deixava voar. Mais o naturalista n&atilde;o desistiu e um dia do alto de uma montanha &ldquo;jogou&rdquo; a &aacute;guia galinha para um v&ocirc;o no inicio muito dif&iacute;cil e depois de diversas tentativas, a &aacute;guia percebeu qual era o seu verdadeiro talento e sua miss&atilde;o de vida e voou at&eacute; ser confundida com o azul do c&eacute;u. <br /><br />Esta f&aacute;bula foi publicada no livro do te&oacute;logo Leonardo Boff, em &ldquo;A &Aacute;guia e a Galinha&rdquo;, e &eacute; uma met&aacute;fora com a condi&ccedil;&atilde;o humana. Portanto, todos n&oacute;s temos grandes habilidades e podemos chegar aonde quisermos, basta mudar os paradigmas. <br /><br />O naturalista fez o papel de coach &ndash; treinador &ndash; na &aacute;guia e ela acabou vendo que tinha talentos que n&atilde;o conhecia. <br /><br />Quais s&atilde;o as suas metas para a nova d&eacute;cada que chegou? Voc&ecirc; quer continuar com os velhos paradigmas ou j&aacute; percebeu que eles n&atilde;o te levaram a lugar nenhum? <br /><br />Fa&ccedil;a igual a &aacute;guia, perceba qual &eacute; seu verdadeiro talento e alce voos altos! <br /><br /><em>* Jos&eacute; Roberto Marques &eacute; diretor presidente do IBC - Instituto Brasileiro de Coaching.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1141</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Marcos Morita - O boom dos celulares. As empresas estão preparadas?]]></title>
	<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1140</link>
    <description><![CDATA[Um levantamento realizado pela empresa de pesquisa TNS Research International, aponta que 70% dos brasileiros pretendem comprar ou trocar de aparelho celular nos pr&oacute;ximos seis meses. Um volume de neg&oacute;cios bastante expressivo, considerando-se a popula&ccedil;&atilde;o estimada de 192.5 milh&otilde;es de habitantes e o gasto m&eacute;dio de U$ 294 d&oacute;lares por aparelho, conforme pesquisa da mesma ag&ecirc;ncia.<br /><br />Trago outros n&uacute;meros que impressionam. O total de celulares habilitados no pa&iacute;s ou base instalada, j&aacute; atinge 174 milh&otilde;es. Divida-a agora pela popula&ccedil;&atilde;o estimada e chegar&aacute; ao crit&eacute;rio conhecido como densidade. Pasme! Nove em cada dez brasileiros j&aacute; possuem celular. Em cinco estados, h&aacute; mais aparelhos que habitantes. As adi&ccedil;&otilde;es l&iacute;quidas em 2008 atingiram 23 milh&otilde;es de novos usu&aacute;rios.<br /><br />Uma r&aacute;pida an&aacute;lise demonstra que as oportunidades estar&atilde;o no mercado de reposi&ccedil;&atilde;o e na oferta de novas tecnologias. Smartphones, aplicativos e banda larga 3G ser&atilde;o os hits para 2010. Novos produtos e servi&ccedil;os para uma ind&uacute;stria que atingiu sua maturidade em pouco mais de uma d&eacute;cada. <br /><br />Mercados maduros se caracterizam pelo acirramento da concorr&ecirc;ncia, aumento nas barreiras de entrada e consumidores mais exigentes. O foco passa &agrave; reten&ccedil;&atilde;o de clientes. Iniciativas como lan&ccedil;amento de produtos, aumento na oferta de servi&ccedil;os e melhorias no atendimento s&atilde;o adotadas pelas empresas.<br /><br />Perplexidade, frustra&ccedil;&atilde;o e impot&ecirc;ncia apontam que o elo fr&aacute;gil da cadeia est&aacute; no atendimento. Quem j&aacute; tentou portar ou cancelar seu n&uacute;mero, desbloquear o aparelho ou suspender algum servi&ccedil;o, certamente j&aacute; se deparou com pelo menos um destes sentimentos. Os rankings dos &oacute;rg&atilde;os de defesa do consumidor e sites de reclama&ccedil;&otilde;es confirmam a hip&oacute;tese.<br /><br />A teoria de marketing apregoa a utiliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os suplementares, cujos objetivos s&atilde;o facilitar a utiliza&ccedil;&atilde;o e entrega dos servi&ccedil;os e oferecer valor adicional aos clientes. O passo inicial consiste na elabora&ccedil;&atilde;o de um fluxograma detalhado da opera&ccedil;&atilde;o, verificando os gargalos e possibilidades de melhoria. <br /><br />Os servi&ccedil;os suplementares de facilita&ccedil;&atilde;o formam o primeiro grupo. B&aacute;sicos, necess&aacute;rios e &oacute;bvios, por&eacute;m muitas vezes relegados pelas empresas. Informa&ccedil;&otilde;es, tomadas de pedido, faturas e pagamentos formam seu conjunto. <br /><br />A falta ou desencontro de informa&ccedil;&otilde;es &eacute; uma das falhas mais grosseiras. Caracter&iacute;sticas do servi&ccedil;o, formas de pagamento, restri&ccedil;&otilde;es, ofertas e promo&ccedil;&otilde;es devem estar dispon&iacute;veis em todos os canais em que a empresa atua - site, lojas pr&oacute;prias, franqueados, agentes, representantes e na ponta da l&iacute;ngua do pessoal de frente. Crie um canal de comunica&ccedil;&atilde;o com os funcion&aacute;rios e parceiros com discurso alinhado.<br /><br />As tecnologias dispon&iacute;veis t&ecirc;m um papel fundamental na tomada do pedido, o qual deve ser r&aacute;pido e acurado. As irritantes filas e esperas podem ser minimizadas atrav&eacute;s de agendamento, informatiza&ccedil;&atilde;o e totens de auto-atendimento. Diversas empresas t&ecirc;m aumentado o poder do cliente, deixando-o que fa&ccedil;a parte do trabalho por conta pr&oacute;pria. Empresas a&eacute;reas utilizam com maestria esta estrat&eacute;gia.<br /><br />Atire a primeira pedra quem nunca se irritou com um extrato ou fatura confusa. Algumas empresas parecem que adotam o princ&iacute;pio: para qu&ecirc; simplificar se podemos complicar. Crie alguns modelos e consulte seus clientes, verificando o formato mais adequado as suas necessidades. Voc&ecirc; s&oacute; tem a ganhar com uma maior transpar&ecirc;ncia na presta&ccedil;&atilde;o de contas. <br /><br />Coloque por escrito os pagamentos a serem efetuados. Evite planos mirabolantes de descontos ou condi&ccedil;&otilde;es de utiliza&ccedil;&atilde;o, prefira o simples. Nada mais deselegante que discutir com seu cliente sobre um d&eacute;bito desconhecido ou um detalhe do plano que tenha passado despercebido.<br /><br />O segundo grupo &eacute; composto pelos servi&ccedil;os de amplia&ccedil;&atilde;o: consultoria, hospitalidade, prote&ccedil;&atilde;o e exce&ccedil;&otilde;es. Quem j&aacute; experimentou sabe o qu&atilde;o bom &eacute; ser bem tratado. Ter seu pedido especial ou exce&ccedil;&atilde;o atendida, ser chamado pelo nome, receber um mimo no dia de seu anivers&aacute;rio, contar com instala&ccedil;&otilde;es confort&aacute;veis e limpas quando a espera &eacute; inevit&aacute;vel.<br /><br />Empresas com altos &iacute;ndices de satisfa&ccedil;&atilde;o e reten&ccedil;&atilde;o de clientes utilizam estrat&eacute;gias de amplia&ccedil;&atilde;o sempre que poss&iacute;vel. Chegar l&aacute; &eacute; um processo longo, que requer disciplina e consist&ecirc;ncia. S&oacute; ap&oacute;s a corre&ccedil;&atilde;o dos erros b&aacute;sicos, aprimorando os servi&ccedil;os de facilita&ccedil;&atilde;o &eacute; que uma companhia pode ent&atilde;o diferenciar-se pelos servi&ccedil;os prestados. O jeito &eacute; torcer e aguardar, sentado de prefer&ecirc;ncia.<br /><br /><em>* Marcos Morita &eacute; mestre em Administra&ccedil;&atilde;o de Empresas e professor da Universidade Mackenzie.</em>]]></description>

	
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</item>
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	<title><![CDATA[Roberto Carlos Mayer - Novos obstáculos ao setor de TI]]></title>
	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1138</link>
    <description><![CDATA[Para, de fato, conseguirmos construir no Brasil um setor de Tecnologia de Informa&ccedil;&atilde;o forte e respeitado, h&aacute; diversos aspectos que precisam ser trabalhados e debatidos. No entanto, al&eacute;m da falta de um planejamento estrat&eacute;gico, benef&iacute;cios fiscais e de capacita&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o-de-obra, novos obst&aacute;culos surgem para atrapalhar ainda mais a caminhada das empresas do setor. <br /><br />Apenas para contextualizar, &eacute; importante sempre ressaltar que o setor de TI no Brasil &eacute; formado basicamente por pequenas empresas. Temos casos de grandes companhias, reconhecidas internacionalmente. No entanto, a grande maioria &eacute; formada por pequenos empres&aacute;rios. De acordo com os &uacute;ltimos dados dispon&iacute;veis, a ind&uacute;stria brasileira de software e servi&ccedil;os de TI re&uacute;ne mais de 67 mil empresas. Deste total, quase 85% s&atilde;o de pequeno porte <br /><br />Se n&atilde;o bastasse a elevada carga tribut&aacute;ria, recentemente, os avan&ccedil;os de propostas relacionadas &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista t&ecirc;m tirado o sono de muitos destes empres&aacute;rios. Os principais pontos de aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, com o aumento do valor da hora extra, e o projeto de lei de terceiriza&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Especificamente na &aacute;rea de desenvolvimento de software e suporte, sabemos que a maioria das empresas opta pela terceiriza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os. O chamado outsourcing &eacute; uma pr&aacute;tica comum e constante no setor. No entanto, se aprovado, o projeto de lei poder&aacute; decretar o fim a toda esta cadeia. <br /><br />O principal ponto de aten&ccedil;&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o ao projeto diz respeito &agrave; transfer&ecirc;ncia de responsabilidades trabalhistas. Hoje, ao terceirizar, as empresas tomadoras transferem toda a responsabilidade fiscal para a empresa prestadora do servi&ccedil;o. Se aprovado, por&eacute;m, o projeto de lei abre a possibilidade de o funcion&aacute;rio, ou consultor de uma empresa prestadora de servi&ccedil;o, questionar na justi&ccedil;a o pagamento de encargos trabalhistas &agrave; empresa contratante do servi&ccedil;o. <br /><br />Neste novo cen&aacute;rio, questiona-se: porque uma empresa ir&aacute; terceirizar um servi&ccedil;o se, a qualquer momento, pode sofrer um processo de um funcion&aacute;rio da empresa prestadora? A solu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; simplesmente desenvolver todas as atividades localmente, evitando ao m&aacute;ximo a terceiriza&ccedil;&atilde;o. <br /><br />O projeto tamb&eacute;m prev&ecirc; cl&aacute;usulas que permitem ao tomador do servi&ccedil;o contratar os colaboradores da empresa terceira a qualquer tempo, sem dar nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o, independente de quem tenha realizado a forma&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o deste profissional.&nbsp; <br /><br />Se n&atilde;o bastasse, al&eacute;m disso, &eacute; preciso ressaltar a forma como foi elaborado o projeto de lei. A proposta foi debatida &agrave;s portas fechadas, pelo MTE e sindicatos, sem representa&ccedil;&atilde;o do setor empresarial. A aus&ecirc;ncia de entidades empresariais numa tomada de decis&atilde;o relevante &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es de emprego no Pa&iacute;s &eacute;, sem d&uacute;vida, question&aacute;vel. <br /><br />Mudan&ccedil;as nas leis trabalhistas e regulamenta&ccedil;&atilde;o de atividades n&atilde;o contempladas pela legisla&ccedil;&atilde;o atual s&atilde;o extremamente necess&aacute;rias, principalmente com foco na desonera&ccedil;&atilde;o da folha de pagamento.&nbsp; <br /><br />O setor de TI brasileiro tem tudo para conquistar um lugar de destaque mundialmente. Por&eacute;m, mudan&ccedil;as como estas apenas inviabilizam qualquer tipo de investimento e reduzem cada vez mais a nossa competitividade frente a outros pa&iacute;ses. Se o projeto for aprovado sem ressalvas, mais uma vez, os obst&aacute;culos far&atilde;o com o que o Brasil fique um passo atr&aacute;s de pa&iacute;ses como &Iacute;ndia, R&uacute;ssia e China, onde o outsourcing gera emprego, desenvolvimento e renda. <br /><br /><em>* Roberto Carlos Mayer &eacute; presidente da Assespro-SP e diretor da MBI</em><br />]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1138</guid>
</item>
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	<title><![CDATA[Flavio L. Richieri - Bons motivos para não distribuir documentos eletrônicos por e-mail]]></title>
	<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1139</link>
    <description><![CDATA[Ap&oacute;s o boom de implanta&ccedil;&otilde;es de projetos de Nota Fiscal Eletr&ocirc;nica (NF-e), que se deu com a obrigatoriedade, a partir de 2008, as empresas come&ccedil;aram a se dar conta da import&acirc;ncia de gerir efetivamente estes documentos. <br /><br />Na realidade, uma s&eacute;rie de novas demandas tem surgido neste mercado, por&eacute;m, me parece que o primeiro aspecto a ser observado, diz respeito &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o da seguran&ccedil;a na distribui&ccedil;&atilde;o e no recebimento dos documentos fiscais eletr&ocirc;nicos - dois importantes momentos do ciclo de vida destes documentos, que deveriam merecer maior preocupa&ccedil;&atilde;o e investimentos. <br /><br />Entre os grandes riscos que as empresas correm, ao distribuir as Notas Fiscais Eletr&ocirc;nicas via e-mail (um mecanismo que tem sido usado pela vasta maioria das empresas emissoras de NF-e), est&aacute; a impossibilidade de o emissor saber se o documento chegou corretamente &agrave;s m&atilde;os do destinat&aacute;rio.<br /><br />Para aqueles que eventualmente ainda n&atilde;o vislumbraram o impacto desta impossibilidade, vale lembrar que a amplia&ccedil;&atilde;o da fiscaliza&ccedil;&atilde;o, a partir de 2010, dever&aacute; gerar uma enxurrada de pedidos de &ldquo;re-envio&rdquo; de documentos, seja por falhas ocorridas no envio dos e-mails e/ou perda do arquivo recebido pelo destinat&aacute;rio. Isso certamente ir&aacute; acarretar dificuldades e custos operacionais junto aos emissores, sobretudo no caso daqueles com grande volume de emiss&atilde;o.<br /><br />Um ponto relevante &eacute; que empresas de diversos setores e tamanhos t&ecirc;m relatado que o n&atilde;o recebimento da NF-e, imediatamente ap&oacute;s a sua autoriza&ccedil;&atilde;o pelo destinat&aacute;rio, j&aacute; acarreta atrasos indesej&aacute;veis na recep&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica dos produtos, promove a identifica&ccedil;&atilde;o tardia de erros e, em muitos casos, at&eacute; amplia do ciclo financeiro do emissor, em virtude da demora nos pagamentos.<br /><br />Outro grave problema no envio por e-mail s&atilde;o os riscos que o tr&aacute;fego n&atilde;o seguro oferece tanto para emissores, quanto para os destinat&aacute;rios, afinal, expor volumes, valores e dados fiscais em um meio de comunica&ccedil;&atilde;o sem criptografia, se constitui num s&eacute;rio risco para a seguran&ccedil;a das informa&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Al&eacute;m disso, a necessidade de receber as Notas Fiscais Eletr&ocirc;nicas por e-mail for&ccedil;a os destinat&aacute;rios dos documentos a liberar o recebimento de e-mails com arquivos XML anexados, gerando uma maior exposi&ccedil;&atilde;o a v&iacute;rus e malwares. Cabe lembrar que as estimativas das empresas especializadas apontam que, este ano, mais de 30 milh&otilde;es de novos v&iacute;rus ser&atilde;o criados, sendo a maior parte com o intuito de roubar informa&ccedil;&otilde;es confidenciais de empresas e pessoas.<br /><br />Mais um risco que gostaria de abordar &eacute; que o processo de anexar e salvar os arquivos XMLs dificulta a recep&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica das NF-es, criando maior consumo de recursos de TI e dificultando a gest&atilde;o dos arquivos recebidos e enviados.<br /><br />Assim, ao receber uma NF-e como anexo de um e-mail, o destinat&aacute;rio do documento &eacute; obrigado sempre a verificar a validade da assinatura digital, a autenticidade do arquivo digital e a concess&atilde;o da autoriza&ccedil;&atilde;o de uso da NF-e junto &agrave; SEFAZ. Esse processo &eacute; na maioria das vezes feito de forma manual, acarretando numa grande complexidade operacional para as &aacute;reas envolvidas. <br /><br />Enfim, a insist&ecirc;ncia no uso do e-mail para enviar e receber documentos eletr&ocirc;nicos cria inefici&ecirc;ncias e amplia desnecessariamente a possibilidade de fraudes, como a falsa cria&ccedil;&atilde;o de receb&iacute;veis e a simula&ccedil;&atilde;o de opera&ccedil;&otilde;es interestaduais.<br /><br />Investir no uso de um ambiente seguro, capaz de disponibilizar de forma controlada os documentos fiscais eletr&ocirc;nicos para todas as partes interessadas e fazer de forma autom&aacute;tica as valida&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias significa poupar emissores e receptores de custos e riscos importantes. <br /><em><br />* Flavio L. Richieri &eacute; diretor geral da CCDE.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1139</guid>
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	<title><![CDATA[Roberto Henrique Sousa - Proteção acessível para as PME’s]]></title>
	<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1136</link>
    <description><![CDATA[As PME&rsquo;s hoje t&ecirc;m ao seu alcance diversas op&ccedil;&otilde;es para garantir um n&iacute;vel mais elevado de prote&ccedil;&atilde;o de suas redes e do seu neg&oacute;cio. Com estas empresas cada vez mais informatizadas, come&ccedil;a a surgir a necessidade de gerenciar redes com 30, 50, 80, 100 computadores, de forma a garantir a seguran&ccedil;a dos dados e a continuidade dos neg&oacute;cios da empresa, mas parece que algu&eacute;m esqueceu de avis&aacute;-las.<br /><br />Entre os diversos servi&ccedil;os de uma rede que necessitam de um acompanhamento instant&acirc;neo, destaco os servi&ccedil;os de prote&ccedil;&atilde;o contra v&iacute;rus e firewall de rede, devido ao crescente aumento das amea&ccedil;as virtuais que v&ecirc;m se concretizando em riscos reais. <br /><br />O tempo para identificar alguma altera&ccedil;&atilde;o no comportamento dos equipamentos da rede at&eacute; a tomada de uma a&ccedil;&atilde;o de resposta pode ser crucial aos neg&oacute;cios da empresa. Eu j&aacute; acompanhei v&aacute;rios atendimentos em que empresas praticamente pararam por um dia inteiro, ap&oacute;s um ataque de v&iacute;rus se espalhar por toda a rede, sem que fosse percebido pelos usu&aacute;rios e pela equipe de TI. O c&aacute;lculo para contabilizar um preju&iacute;zo desta propor&ccedil;&atilde;o ultrapassa qualquer investimento em solu&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o.<br /><br />As principais caracter&iacute;sticas das empresas que passaram por este tipo de ocorr&ecirc;ncia seguem um padr&atilde;o de comportamento similar. Verifique se a sua empresa se encaixa em uma das situa&ccedil;&otilde;es:<br /><br /><strong>I.&nbsp;</strong>&nbsp; <strong>&nbsp;Uso de antiv&iacute;rus &ldquo;gratuitos&rdquo; ou propriet&aacute;rios, instalados localmente nas esta&ccedil;&otilde;es e servidores sem um gerenciamento centralizado.</strong><br /><br />Esta situa&ccedil;&atilde;o presente na maioria das PME&rsquo;s j&aacute; apresenta dois grandes problemas. O primeiro &eacute; a falta de um gerenciamento centralizado, que n&atilde;o permite &agrave; equipe de TI identificar ataques na rede ou localizar quais computadores est&atilde;o com suas vacinas desatualizadas. Tamb&eacute;m n&atilde;o permite ao administrador identificar com ajuda de relat&oacute;rios, quais as principais amea&ccedil;as que afetam sua rede para poder tomar decis&otilde;es imediatas e com foco no problema espec&iacute;fico. O segundo problema que muitos administradores n&atilde;o sabem ou ignoram &eacute; que a instala&ccedil;&atilde;o destes antiv&iacute;rus &ldquo;gratuitos&rdquo; possui limita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; t&eacute;cnica, mas tamb&eacute;m comercial. Produtos gratuitos muito conhecidos como o <strong>AVG Antivirus Free</strong>, o <strong>Avast! Home Edition</strong> ou <strong>Avira AntiVir Personal Edition Classic </strong>s&atilde;o bem claros em seus termos de aceita&ccedil;&atilde;o, sobre a limita&ccedil;&atilde;o para uso apenas dom&eacute;stico. A Grisoft criou recentemente uma vers&atilde;o &ldquo;free&rdquo; para micro-empresas com at&eacute; 05 esta&ccedil;&otilde;es, o <strong>AVG Antiv&iacute;rus Free: Small Business Edition</strong>. Em qualquer outra situa&ccedil;&atilde;o, a empresa &eacute; obrigada a adquirir as vers&otilde;es Professional dos produtos de cada fabricante ou ent&atilde;o assumir os riscos de uma fiscaliza&ccedil;&atilde;o dos fabricantes ou de entidades como a ABES (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Empresas de Softwares). Basta uma den&uacute;ncia de um funcion&aacute;rio ou um concorrente para que a empresa seja investigada e sem aviso, receba a visita da fiscaliza&ccedil;&atilde;o com o apoio de um mandado da justi&ccedil;a. A pena prevista &eacute; de 06 meses a 02 anos de deten&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da multa elevada. Todos os que tiverem envolvimento comprovado respondem pela a&ccedil;&atilde;o, seja do presidente ao funcion&aacute;rio do escrit&oacute;rio. <br /><strong><br />II.</strong>&nbsp;&nbsp; &nbsp;<strong>Achar que a aquisi&ccedil;&atilde;o de uma solu&ccedil;&atilde;o de antiv&iacute;rus corporativo resolver&aacute; todos os problemas de seguran&ccedil;a da rede.</strong><br /><br />Hoje o mercado possui excelentes solu&ccedil;&otilde;es de antiv&iacute;rus corporativos de fabricantes como a Mcafee, F-Secure, Kaspersky. Todas com pre&ccedil;os acess&iacute;veis, oferecendo recursos como o gerenciamento centralizado e a integra&ccedil;&atilde;o de ferramentas como firewall, antispam, filtro de navega&ccedil;&atilde;o e filtro de emails. Mas todos estes recursos n&atilde;o eliminam outras amea&ccedil;as de grande potencial. Quem n&atilde;o se lembra do Conficker? Este malware que &eacute; considerado o pior na hist&oacute;ria da Internet se propagava por meio de uma falha nos sistemas operacionais Windows, que n&atilde;o estavam com seus updates atualizados. De nada adianta trancar a porta da frente da casa e deixar todas as janelas abertas. De nada adianta investir em uma solu&ccedil;&atilde;o de antiv&iacute;rus e n&atilde;o manter seus sistemas atualizados e corrigidos. Grande parte deste problema ocorre pelo fato das empresas ainda adotarem softwares piratas, que dificultam a aplica&ccedil;&atilde;o de atualiza&ccedil;&otilde;es. Como disse o famoso hacker Kevin Mitnick em reportagem a VEJA: &ldquo;Ter o programa original n&atilde;o &eacute; uma blindagem, mas diminui significativamente a margem de ataques&rdquo;. &nbsp;<br /><br />Outra ilus&atilde;o de muitos empres&aacute;rios &eacute; achar que v&iacute;rus e spywares s&atilde;o os &uacute;nicos tipos de amea&ccedil;as na rede que podem causar preju&iacute;zos. O uso inapropriado da Internet por parte dos funcion&aacute;rios traz outras amea&ccedil;as aos neg&oacute;cios da empresa. Pesquisa realizada pela Qualibest no Brasil aponta que 87% dos funcion&aacute;rios usam a Internet da empresa para fins pessoais. Entre as principais atividades est&atilde;o:<br /><br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;79% usam e-mail pessoal no hor&aacute;rio do expediente;<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;63% com pesquisas pessoais em sites de busca;<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;58% acessam sites de not&iacute;cias;<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;52% com Internet banking;<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;17% com download de m&uacute;sicas<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;6% em jogos online;<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;A pesquisa n&atilde;o questionou acesso a conte&uacute;do adulto.<br /><br />Segundo pesquisa da Websense, um funcion&aacute;rio perde 2 horas/dia do trabalho navegando em sites n&atilde;o relacionados com sua atividade. Em uma semana perde-se em torno de um dia de trabalho. Isso ainda pode se tornar um agravante para a empresa, dependendo do tipo de acesso que estes funcion&aacute;rios realizam. O C&oacute;digo Civil Brasileiro &eacute; claro em responsabilizar o empres&aacute;rio caso algum funcion&aacute;rio venha a cometer crimes como: <br /><br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Violar direitos autorais, seja pelo download ou compartilhamento de m&uacute;sicas, filmes, softwares propriet&aacute;rios, livros, ou qualquer outra obra de propriedade intelectual, em qualquer formato; <br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, v&iacute;deo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo expl&iacute;cito ou pornogr&aacute;fica envolvendo crian&ccedil;a ou adolescente;<br />&bull;&nbsp;&nbsp; &nbsp;Expor sem justa causa, segredos profissionais que possam causar preju&iacute;zos. <br /><br />Estes crimes s&atilde;o punidos com deten&ccedil;&atilde;o e multa para todos os envolvidos, incluindo os respons&aacute;veis pela empresa, mesmo que estes n&atilde;o tenham participa&ccedil;&atilde;o direta no delito.<br /><br />O roubo ou o desvio de informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m est&aacute; se tornando uma amea&ccedil;a aos neg&oacute;cios das empresas, devido &agrave;s dificuldades em gerenciar tantos dados, sendo muitos deles considerados cr&iacute;ticos e de grande import&acirc;ncia &agrave; empresa. Seis em cada dez funcion&aacute;rios roubam dados, principalmente quando s&atilde;o demitidos, segundo reportagem da BBC Brasil. O uso de pendrives e celulares com diversos recursos de conex&atilde;o facilitam este tipo de a&ccedil;&atilde;o.<br /><br />O empres&aacute;rio responde diretamente pelas a&ccedil;&otilde;es cometidas pelos seus funcion&aacute;rios, quando estes utilizam os recursos da empresa para tal pr&aacute;tica.&nbsp; A lei entende que o empres&aacute;rio possui condi&ccedil;&otilde;es para monitorar as atividades de seus funcion&aacute;rios no ambiente de trabalho. Ferramentas como o <strong>BRMA</strong> e <strong>OMNE-SmartWEB</strong> da empresa <strong>BR Connection</strong> s&atilde;o excelentes op&ccedil;&otilde;es para as PME&rsquo;s que n&atilde;o querem ficar expostas. Por ser um produto nacional, financeiramente seu custo &eacute; acess&iacute;vel. Tecnicamente atende as necessidades com recursos como firewall de rede, monitoramento e controle de acesso a Internet e e-mails, controle de banda do link de Internet, controle de aplicativos como mensageiros instant&acirc;neos e programas de P2P usados para o download de m&uacute;sicas e filmes, al&eacute;m de diversos relat&oacute;rios e gr&aacute;ficos para gest&atilde;o da rede. H&aacute; ainda outros produtos similares que possuem estes recursos, ao alcance das m&atilde;os de qualquer empresa, basta pesquisar no mercado.<br />&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br /><strong>III.&nbsp;&nbsp; &nbsp;A equipe de TI n&atilde;o est&aacute; preparada para absorver este tipo de fun&ccedil;&atilde;o ou se quer a empresa possui um departamento de TI estruturado.</strong><br /><br />Essa caracter&iacute;stica &eacute; comum nas PME&rsquo;s brasileiras, mas isso n&atilde;o justifica que o empres&aacute;rio n&atilde;o deva tomar decis&otilde;es em busca de melhorias na seguran&ccedil;a de sua rede, e consequentemente do seu neg&oacute;cio. Estas limita&ccedil;&otilde;es podem ser suprimidas atrav&eacute;s de investimentos no seu pr&oacute;prio pessoal de TI, quando for o caso, ou ainda em investimentos em parcerias externas, que possam oferecer a presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os especializados em seguran&ccedil;a da informa&ccedil;&atilde;o. Hoje o empres&aacute;rio pode ter seu departamento de TI totalmente ou parcialmente terceirizado, com garantias em contratos de que os objetivos de ambos os lados sejam alcan&ccedil;ados. Termos antes usados apenas em grandes corpora&ccedil;&otilde;es, come&ccedil;am a ser assunto para as pequenas e m&eacute;dias empresas, como por exemplo, <strong>Outsourcing </strong>(Terceiriza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os especializados), <strong>SaaS</strong> (Software as a Service / Software como Servi&ccedil;o) ou <strong>Cloud Computing</strong> (Computa&ccedil;&atilde;o em Nuvem) s&atilde;o solu&ccedil;&otilde;es acess&iacute;veis, desde que antes seja feito um trabalho de levantamento preciso, para entender o que realmente o cliente necessita, n&atilde;o oferecendo nem a mais e nem a menos, permitindo mensurar o retorno sobre esse investimento em seguran&ccedil;a.<br /><br />Nenhuma destas caracter&iacute;sticas podem ser consideradas barreiras intranspon&iacute;veis, seja tecnicamente ou financeiramente. Para todos os casos h&aacute; uma solu&ccedil;&atilde;o vi&aacute;vel.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br /><br /><em>* Roberto Henrique Sousa &eacute; consultor da ABCTec.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1136</guid>
</item>
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	<title><![CDATA[Aline Adamy Wagner - Venture Capital]]></title>
	<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1137</link>
    <description><![CDATA[A cria&ccedil;&atilde;o de vantagens competitivas e o crescimento econ&ocirc;mico a longo prazo das empresas dependem, fundamentalmente, da melhoria no n&iacute;vel tecnol&oacute;gico. Uma das condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao desenvolvimento de novas tecnologias &eacute; a possibilidade de financiamento. Por&eacute;m, existem dificuldades para as empresas no que se refere ao acesso a cr&eacute;dito, aos prazos curtos para pagamento e ao custo do financiamento.<br /><br />Uma das maiores dificuldades ao desenvolvimento das empresas, principalmente as de base tecnol&oacute;gica, &eacute; o problema da falta de cr&eacute;dito junto a institui&ccedil;&otilde;es financeiras ou investidores diretos. As incertezas associadas ao desenvolvimento e implementa&ccedil;&atilde;o de novos produtos ou processos s&atilde;o demonstradas na maior imprevisibilidade das proje&ccedil;&otilde;es de fluxos de caixa. <br /><br />Al&eacute;m disso, quanto menores forem as garantias reais oferecidas pelas empresas, o que &eacute; comum no caso de empresas pequenas e em etapas iniciais de desenvolvimento, menor &eacute; a probabilidade de concess&atilde;o de cr&eacute;dito por parte das institui&ccedil;&otilde;es financeiras.&nbsp; Por&eacute;m, para o desenvolvimento de um novo produto, ou a implanta&ccedil;&atilde;o de um novo processo, a empresa precisa realizar investimentos para os quais ela geralmente n&atilde;o possui recursos imediatos.<br /><br />Uma alternativa de financiamento para as empresas em geral e, principalmente, para as empresas de base tecnol&oacute;gica, consiste no aporte de capital do tipo venture capital. A experi&ecirc;ncia internacional mostra diversos exemplos de empresas que devido aos investimentos de venture capital cresceram e, rapidamente, tornaram-se grandes corpora&ccedil;&otilde;es. Esta &eacute; uma forma de alavancagem financeira empresarial que tem dado certo e que vem crescendo rapidamente nos &uacute;ltimos anos nos pa&iacute;ses emergentes.<br /><br />Venture capital &eacute; um segmento do mercado financeiro que consiste em aporte tempor&aacute;rio de capital, realizado por um fundo de venture capital, atrav&eacute;s da participa&ccedil;&atilde;o no capital de empresas com potencial de crescimento e expectativa de grande valoriza&ccedil;&atilde;o. Os investimentos de venture capital s&atilde;o direcionados para empresas em est&aacute;gios iniciais de desenvolvimento. A valoriza&ccedil;&atilde;o da empresa permitir&aacute; ao fundo obter retorno com a venda da participa&ccedil;&atilde;o a m&eacute;dio ou longo prazo. <br /><br />Os recursos do fundo s&atilde;o administrados por uma organiza&ccedil;&atilde;o gestora que realizar&aacute; aportes de capital em empresas selecionadas. O aporte de capital ocorre por interm&eacute;dio de participa&ccedil;&atilde;o acion&aacute;ria, ou outros instrumentos, como d&iacute;vidas convers&iacute;veis em a&ccedil;&otilde;es e b&ocirc;nus de subscri&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m do aporte do capital, os gestores do fundo proporcionam: redu&ccedil;&atilde;o do risco dos empreendimentos, profissionaliza&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o do neg&oacute;cio, amplia&ccedil;&atilde;o da rede de relacionamentos, possibilidade de ganhos de escala, pr&aacute;ticas de governan&ccedil;a corporativa, abertura de canais de cr&eacute;dito e aproveitamento de atividades complementares de outras empresas que receberam aporte de capital do fundo. <br /><br />Ap&oacute;s determinado per&iacute;odo, ocorre o desinvestimento, ou seja, a sa&iacute;da do fundo de venture capital da participa&ccedil;&atilde;o na empresa investida, podendo ocorrer por meio da venda da empresa a um grupo empresarial ou atrav&eacute;s da abertura de capital &ndash; realiza&ccedil;&atilde;o de oferta p&uacute;blica inicial (IPO), na bolsa de valores (do total de IPOs que ocorreram na BOVESPA nos &uacute;ltimos anos, um percentual significativo foi de empresas que receberam aporte de capital do tipo venture capital).<br /><br />Do ponto de vista da empresa investida, o aporte de capital do tipo venture capital consiste em um financiamento de longo prazo, que, diferentemente dos financiamentos tradicionais, n&atilde;o s&atilde;o exigidas garantias e n&atilde;o h&aacute; periodicamente pagamento de juros ou amortiza&ccedil;&atilde;o do principal.<br /><br />O setor brasileiro de venture capital &eacute; recente e em fase de desenvolvimento, por&eacute;m, j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel constatar a sua import&acirc;ncia para o desenvolvimento econ&ocirc;mico do pa&iacute;s e apresenta boas perspectivas de crescimento. Al&eacute;m disso, a consolida&ccedil;&atilde;o de um cen&aacute;rio de estabilidade macroecon&ocirc;mica de longo prazo no pa&iacute;s &eacute; um importante est&iacute;mulo para o setor de venture capital.<br /><em>&nbsp;<br />* Aline Adamy Wagner &eacute; consultora da Steffen &amp; Pozzi.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1137</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Alexandre Atheniense - A fragilidade da privacidade na mídia digital]]></title>
	<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1135</link>
    <description><![CDATA[Nos &uacute;ltimos anos, a internet foi incorporada &agrave; vida de milh&otilde;es de pessoas em todo o mundo e com ela, in&uacute;meros benef&iacute;cios foram trazidos &agrave; sociedade, como a facilidade de comunica&ccedil;&atilde;o, o acesso e compartilhamento de informa&ccedil;&otilde;es. Mas, sem os cuidados necess&aacute;rios, essa tecnologia tamb&eacute;m pode apresentar s&eacute;rios riscos &agrave; seguran&ccedil;a do internauta. <br /><br />Nos dias atuais, as pessoas cada vez mais trocam dados por meio eletr&ocirc;nico. As novas tecnologias propiciam diferentes tipos de esc&acirc;ndalo gerando danos exponenciais. Estamos em um momento de transi&ccedil;&atilde;o em que as rela&ccedil;&otilde;es humanas se tornam cada vez mais interativas atrav&eacute;s dos dispositivos m&oacute;veis de comunica&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, estamos nos tornando cada vez mais vulner&aacute;veis aos ataques a nossa esfera de privacidade. <br /><br />Se lan&ccedil;armos um olhar sobre esta transi&ccedil;&atilde;o veremos que um dos grandes desafios ser&aacute; o de preservar a reputa&ccedil;&atilde;o e a privacidade diante de um ambiente de interconex&atilde;o provocado pela revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica que cria uma esfera p&uacute;blica nova desafiando a credibilidade por parte de pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas neste novo ambiente social. <br /><br />A reputa&ccedil;&atilde;o pessoal e das empresas &eacute; um patrim&ocirc;nio inestim&aacute;vel que deve ser encarado como uma poupan&ccedil;a, onde se procura acumular valores diante da percep&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico que ora est&aacute; sendo potencializada atrav&eacute;s da internet. <br /><br />Temos que admitir que certas horas nos comportamos como primatas high-tech, pois o brasileiro de forma geral adora tecnologia, tem um perfil essencialmente exibicionista, o que contrasta com o seu pouco conhecimento sobre a vulnerabilidade do excesso de exposi&ccedil;&atilde;o da sua privacidade pelo meio eletr&ocirc;nico. <br /><br />Imagens captadas de relacionamentos amorosos, duradouros ou n&atilde;o, tem sido reiteradas vezes utilizadas por um companheiro que se sente fraco emocionalmente com o t&eacute;rmino de um relacionamento e opta por extrapolar sua ang&uacute;stia para um p&uacute;blico incalcul&aacute;vel pela internet, o que proporciona danos potencializados que vem sendo reparados com a devida identifica&ccedil;&atilde;o dos culpados. <br /><br />A falsa de anonimato sensa&ccedil;&atilde;o propiciada pela tecnologia, somada ao desconhecimento das leis vigentes, atrai os infratores para a pr&aacute;tica de il&iacute;citos que vem sendo cada vez mais desvendados e punidos pela Justi&ccedil;a Brasileira.<br /><br />&Eacute; necess&aacute;rio refletir que a potencialidade do dano cometido contra a imagem profissional de um profissional liberal, por exemplo, &eacute; imensa, pois qualquer deslize pode ter sido cometido na esfera local enquanto que a repercuss&atilde;o no meio eletr&ocirc;nico pode torn&aacute;-lo global em pouco tempo, fazendo com que o desgaste seja bem maior que o pr&oacute;prio erro. <br /><br />Precisamos nos conscientizar que quanto mais avan&ccedil;a a tecnologia a nossa privacidade ser&aacute; devassada. Todo este risco provocado pela tecnologia n&atilde;o deve ser encarado como desprotegido pelo Direito Brasileiro. J&aacute; temos leis e jurisprud&ecirc;ncia suficientes sobre o tema para coibir os abusos praticados contra a reputa&ccedil;&atilde;o de pessoas e empresas no meio eletr&ocirc;nico. Todavia, &eacute; muito importante criar o h&aacute;bito de monitorar a divulga&ccedil;&atilde;o de textos, imagens, v&iacute;deos para que seja poss&iacute;vel identificar rapidamente o conte&uacute;do il&iacute;cito visando retir&aacute;-lo imediatamente de circula&ccedil;&atilde;o como forma de minimizar o dano. <br /><br />Ningu&eacute;m duvida que estamos diante da necessidade de aprendermos uma nova etiqueta de comportamento social atrav&eacute;s do mundo eletr&ocirc;nico, demandando um aprendizado para que estejamos preparados para cr&iacute;ticas e execra&ccedil;&otilde;es digitais que nem sempre poder&atilde;o ser controladas pela v&iacute;tima, mas que ser&atilde;o punidas pela Justi&ccedil;a. <br /><br />Pensando nesses problemas, a Insafe, conjunto de organiza&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave; Comiss&atilde;o Europeia, estabeleceu o dia de hoje, 9 de fevereiro, como o Dia da Internet Segura. A data, celebrada desde 2003, pretende alertar para o uso respons&aacute;vel da rede, divulgando guias sobre como se proteger e denunciar poss&iacute;veis abusos. <br /><br />&Eacute; uma excelente iniciativa da ONG SaferNet, Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal e do Comit&ecirc; Gestor da Internet para que os brasileiros saibam utilizar a internet e os servi&ccedil;os tecnol&oacute;gicos com &eacute;tica e conhe&ccedil;am os instrumentos legais existentes para n&atilde;o ca&iacute;rem nas armadilhas da rede mundial de computadores.<br /><br /><em>* Alexandre Atheniense &eacute; s&oacute;cio da Arist&oacute;teles Atheniense Advogados e presidente da Comiss&atilde;o de TI do Conselho Federal da OAB.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1135</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Paulo Henrique Pichini - Serviços virtuais e gerenciados: é hora de personalizar]]></title>
	<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1133</link>
    <description><![CDATA[Embora na moda, o termo Cloud Computing ainda est&aacute; muito longe do que o usu&aacute;rio busca como alternativa vi&aacute;vel em termos de rela&ccedil;&atilde;o custo/benef&iacute;cio. Os contratos ainda n&atilde;o t&ecirc;m a flexibilidade esperada. Outra barreira diz respeito &agrave;s formas de tarifa&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es de Computa&ccedil;&atilde;o em Nuvem. O mercado aguarda ansiosamente um novo modelo tanto para o universo corporativo quanto para o residencial ou PME (pequenas e m&eacute;dias empresas).<br /><br />Para responder a demandas como estas, est&aacute; surgindo um novo conceito de oferta de servi&ccedil;os virtuais. O futuro aponta definitivamente para o processo de personaliza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os virtuais &ndash; principal sonho do usu&aacute;rio atual. Com o modelo de venda de servi&ccedil;os de ICT baseado em Servi&ccedil;os Gerenciados (Managed Services), o mercado atende de uma vez por todas os usu&aacute;rios que querem contratar, em formato de facility, recursos de voz, dados, v&iacute;deo, computa&ccedil;&atilde;o, impress&atilde;o, armazenamento, mobilidade e seguran&ccedil;a. <br /><br />Trata-se da vis&atilde;o que alia a oferta de Cloud Computing &agrave; oferta de Servi&ccedil;os Gerenciados de ICT. Neste formato, a resposta &agrave;s necessidades do usu&aacute;rio &eacute; &ldquo;Por Demanda&rdquo;, com um diferencial muito expressivo: a personaliza&ccedil;&atilde;o da oferta de acordo com o perfil de cada usu&aacute;rio, cada departamento, cada empresa. <br /><br />Apesar de ser extremamente novo, este modelo j&aacute; est&aacute; passando por transforma&ccedil;&otilde;es. Boa parte das mudan&ccedil;as nesta vis&atilde;o est&aacute; ligada &agrave; onda da virtualiza&ccedil;&atilde;o e &agrave; forte mudan&ccedil;a cultural que est&aacute; acontecendo nos cora&ccedil;&otilde;es e mentes dos gestores de ambientes de ICT. <br /><br />Aos poucos, quem decide o futuro das corpora&ccedil;&otilde;es est&aacute; percebendo que a melhor oferta casada Cloud Computing/Servi&ccedil;os Gerenciados dever&aacute; ser a dos grandes integradores de servi&ccedil;os de ICT; esta oferta poder&aacute; ser viabilizada tanto numa rela&ccedil;&atilde;o direta do cliente com a integradora como, tamb&eacute;m, por meio da rela&ccedil;&atilde;o do cliente com as operadoras de telecomunica&ccedil;&otilde;es. Neste caso, o papel da integradora &eacute; planamente preservado. Muda apenas o grau de visibilidade da intelig&ecirc;ncia dos servi&ccedil;os gerenciados providos pela integradora. <br /><br />A grosso modo, pode-se dizer que, na soma das for&ccedil;as da Computa&ccedil;&atilde;o em Nuvem com Servi&ccedil;os Gerenciados, a operadora de telecomunica&ccedil;&otilde;es colabora com a nuvem e a integradora de servi&ccedil;os participa com o desenho do perfil de cada usu&aacute;rio e a cuidadosa constru&ccedil;&atilde;o de uma solu&ccedil;&atilde;o de ICT sob medida para cada profissional e cada empresa. <br /><br />Fica claro, portanto, que o modelo Cloud Computing/Servi&ccedil;os Gerenciados &eacute; baseado numa oferta complexa em que diversos talentos e expertises est&atilde;o reunidos de modo a garantir o suporte ao ambiente de neg&oacute;cios do usu&aacute;rio. <br /><br />O desenho desta oferta come&ccedil;a no usu&aacute;rio e em seus desafios espec&iacute;ficos de trabalho; a partir da&iacute;, passa a incluir mais e mais elementos do universo de solu&ccedil;&otilde;es de ICT tanto local como em nuvem. Trata-se de um longo caminho, de v&aacute;rias trilhas simult&acirc;neas cruzando a Computa&ccedil;&atilde;o em Nuvem de modo a garantir a entrega, para o usu&aacute;rio final, de todos os recursos que ele precisa para vencer seus desafios. <br /><br />Esse trajeto passa pela infraestrutura de redes locais e de longa dist&acirc;ncia, por elementos preservadores de seguran&ccedil;a, por aceleradores de aplica&ccedil;&otilde;es, por controladores, por recursos de computa&ccedil;&atilde;o ou processamento e, ainda, por dispositivos de armazenamento de informa&ccedil;&otilde;es. <br /><br />O que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que, hoje em dia, nem o usu&aacute;rio nem o gestor do ambiente de ICT da corpora&ccedil;&atilde;o usu&aacute;ria desejam se focar nos detalhes de cada um desses elementos. O objetivo de todos &eacute; encontrar um parceiro, um integrador de solu&ccedil;&otilde;es e/ou uma operadora de telecomunica&ccedil;&otilde;es com conhecimento do neg&oacute;cio e da tecnologia e com times capazes de desenhar, dentro da Computa&ccedil;&atilde;o em Nuvem, uma oferta de Servi&ccedil;os Gerenciados sob medida para o desafio de cada usu&aacute;rio, cada funcion&aacute;rio. Com raz&atilde;o, os gestores das corpora&ccedil;&otilde;es acreditam que se a demanda do profissional for atendida e o neg&oacute;cio ganhar continuidade e intelig&ecirc;ncia, a &aacute;rea de ICT cumpriu sua miss&atilde;o. <br /><br />Resgatando o passado recente em nosso universo de IT, os processos de virtualiza&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os iniciaram-se na d&eacute;cada de 90 (segunda metade), com usu&aacute;rios que participavam de Virtual Networks desenhadas e implementadas nos switches e routers da &eacute;poca, respons&aacute;veis pela constru&ccedil;&atilde;o e funcionamento das Infovias de Comunica&ccedil;&atilde;o. <br /><br />Hoje, usamos a nomenclatura de Ambiente Virtual; o que muda &eacute; que, al&eacute;m de servir usu&aacute;rios virtuais, este ambiente conta com todos os seus recursos virtualizados, espalhados por todo o mundo em milhares de empresas. Muitos profissionais que trabalham de maneira confort&aacute;vel com servi&ccedil;os virtualizados n&atilde;o t&ecirc;m a m&iacute;nima id&eacute;ia de onde est&atilde;o assentados os recursos que ele est&aacute; usando em seu dia-a-dia. Isso vale tanto para a infraestrutura de Datacenter, como para unidades de armazenamento, etc. <br /><br />Vivemos numa &eacute;poca em que somos usu&aacute;rios de recursos e servi&ccedil;os providos para n&oacute;s no timing certo, seguindo o perfil certo de cada usu&aacute;rio. Para se chegar a resultados como estes, &eacute; fundamental ter um olhar que alia as vantagens da Computa&ccedil;&atilde;o em Nuvem com a intelig&ecirc;ncia e ader&ecirc;ncia aos neg&oacute;cios dos Servi&ccedil;os Gerenciados. Esta &eacute; a oferta, o formato que definitivamente far&aacute; o mundo virtual atingir os resultados de neg&oacute;cios que todos aguardam. <br /><em><br />* Paulo Henrique Pichini &eacute; Presidente da Getronics Am&eacute;rica Latina &amp; Brasil.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1133</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Cristiane Higashi - Os bastidores do SIM Card]]></title>
	<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1134</link>
    <description><![CDATA[O primeiro SIM Card foi apresentado ao mundo na d&eacute;cada de oitenta. Com a vantagem de ter um mecanismo para gravar o n&uacute;mero do telefone, que n&atilde;o precisava mais ser memorizado no aparelho, o produto era um pequeno cart&atilde;o magn&eacute;tico port&aacute;til. <br /><br />Pouco tempo depois, foi apresentada ao mercado a tecnologia m&oacute;vel GSM, com sinal e canal de voz digitais e SIM Card padronizado na forma de um &ldquo;chip&rdquo; eletr&ocirc;nico (Smart Card). Desta forma, o sucesso do SIM Card veio r&aacute;pidamente uma vez que o GSM contribuiu para o SIM se tornar mais eficiente, barato e menor.<br /><br />A partir deste momento, este cart&atilde;o ganhou novos atributos, padr&otilde;es e tecnologias associadas.<br /><br />Se analisarmos todas as suas caracter&iacute;sticas e funcionalidades, podemos compar&aacute;-lo a um mini-computador. O SIM card possui diversos recursos que propiciam seguran&ccedil;a e identifica&ccedil;&atilde;o, como, por exemplo, ID &uacute;nico e universal do usu&aacute;rio. <br /><br />A pr&oacute;pria sigla SIM significa, em ingl&ecirc;s, &ldquo;m&oacute;dulo de identifica&ccedil;&atilde;o do assinante&rdquo; (Subscriber Identity Module). Al&eacute;m disso, a troca da linha telef&ocirc;nica para um novo aparelho hoje &eacute; muito mais simples, basta colocar o SIM card no novo celular.<br /><br />Outra inova&ccedil;&atilde;o que o SIM card possibilita, &eacute; oferecer servi&ccedil;os de valor agregado, como chats, servi&ccedil;os de Instant Message, mobile TV, vota&ccedil;&otilde;es, quizzes, ringtones, full tracks, jogos multim&iacute;dias e outras aplica&ccedil;&otilde;es. A maioria deste conte&uacute;do &eacute; acessada via SIM Browsing, sem a necessidade de conex&atilde;o &agrave; Internet/WAP, ou seja, para navegar, os usu&aacute;rios n&atilde;o precisam pagar pelo tr&aacute;fego de dados. Essa navega&ccedil;&atilde;o &eacute; feita atrav&eacute;s de forma interativa e intuitiva atrav&eacute;s de poucos cliques. Al&eacute;m disso, essa tecnologia proporciona experi&ecirc;ncia de uso padronizada e eficiente para todos os tipos e modelos de aparelhos celulares. <br /><br />Outra possibilidade &eacute; interagir com as chamadas redes sociais e acessar a agenda de contatos, ganhando agilidade na comunica&ccedil;&atilde;o e conferindo um valor emocional ao aparelho. O SIM, utilizado em todo o mundo por milh&otilde;es de usu&aacute;rios, ainda oferece outras vantagens: com este cart&atilde;o, n&atilde;o h&aacute;, por exemplo, a necessidade de download, visto que o aplicativo ou o servi&ccedil;o j&aacute; podem vir configurados no cart&atilde;o.<br /><br />Com tantas op&ccedil;&otilde;es de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e de aplicativos, o SIM acabou despertando o interesse de empresas, tornando-se uma m&iacute;dia. A justificativa &eacute; simples: ao estampar sua marca ou servi&ccedil;o no cart&atilde;o, as empresas ganham visibilidade, aumentam sinergia com as outras m&iacute;dias e executam uma a&ccedil;&atilde;o inovadora e diferenciada.<br /><br />Socialmente respons&aacute;vel, o SIM mudou de formato. Agora, o pl&aacute;stico do cart&atilde;o, que anteriormente era descartado, pode ser transformado em um mini-DVD, com conte&uacute;do interativo, digital, exclusivo e at&eacute; mesmo patrocinado. <br /><br />Outra vantagem deste produto est&aacute; no mercado de servi&ccedil;os financeiros. O SIM permite, por exemplo, que o usu&aacute;rio utilize o mobile banking para realizar pagamentos, transfer&ecirc;ncias e consultas, de maneira segura e simples. Os mais recentes SIM Cards permitem tamb&eacute;m a realiza&ccedil;&atilde;o de pagamentos ou transa&ccedil;&otilde;es &ldquo;sem-contato&rdquo; de forma segura, ou seja, basta aproximar o celular a uma leitora para pagar o metr&ocirc;, por exemplo.<br /><br />Na esfera do mobile marketing, &eacute; poss&iacute;vel utilizar mensagens interativas (&ldquo;pop-ups&rdquo;) para criar campanhas. Um exemplo: com apenas um clique, os consumidores t&ecirc;m acesso aos novos lan&ccedil;amentos de uma grande empresa ou, dependendo da regi&atilde;o e do bairro em que estiverem, recebem informa&ccedil;&otilde;es sobre produtos em promo&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; est&aacute; &agrave; procura de uma m&iacute;dia completa, interativa e eficaz, o SIM Card &eacute; exatamente o que voc&ecirc; precisa.<br /><br />&Eacute; a tecnologia a favor do cidad&atilde;o, tornando tudo muito mais r&aacute;pido, f&aacute;cil, interativo e o mais importante: provando que tudo mudou para melhor!<br /><br /><em>* Cristiane Higashi &eacute; gerente de Marketing e Novas M&iacute;dias da Gemalto.</em>]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1134</guid>
</item>
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	<title><![CDATA[Reinaldo Roveri - Porque Cloud Computing não é apenas mais um "hype" de mercado?]]></title>
	<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1132</link>
    <description><![CDATA[Muitos executivos de TI me perguntam se esta crescente onda de Cloud Computing n&atilde;o &eacute; apenas mais um &quot;hype&quot; ou fen&ocirc;meno de curto prazo, assim como tantos outros que j&aacute; passaram pelo mercado de TI e acabaram caindo no esquecimento. <br /><br />Confesso que estas s&atilde;o perguntas pertinentes e justas, principalmente quando provindas daqueles que j&aacute; vivenciaram na pele epis&oacute;dios como o do Bug do Mil&ecirc;nio e a explos&atilde;o da bolha da Internet, em meados de 2000. Posso afirmar, por&eacute;m, que com base em diversas an&aacute;lises e pesquisas que temos realizado atualmente, a IDC acredita que, diferentemente de outros fen&ocirc;menos passados, os pilares que suportam os conceitos hoje chamados de Cloud Computing e Cloud Services s&atilde;o bastante s&oacute;lidos e se baseiam em demandas e necessidades j&aacute; antigas e bastante latentes do mercado. <br /><br />Adicionalmente, convergem para um interesse comum tanto de fornecedores como de consumidores: a necessidade de redesenhar os ambientes de TI para que possam ser mais flex&iacute;veis, baratos e adapt&aacute;veis &agrave;s constantes mudan&ccedil;as do mercado. <br /><br />De maneira geral, a IDC define Cloud Computing como sendo um ambiente de TI flex&iacute;vel composto por servidores, armazenamento, rede e softwares que permitem a aloca&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica e o compartilhamento de recursos a fim de possibilitar a entrega de aplica&ccedil;&otilde;es e softwares de gest&atilde;o de TI como servi&ccedil;os (Cloud Services) por meio de redes p&uacute;blicas, privadas ou mistas.<br /><br />A principal raz&atilde;o que nos leva a crer que o conceito de Cloud n&atilde;o &eacute; apenas mais um &quot;hype&quot; &eacute; o fato de que, al&eacute;m de j&aacute; possuirmos a tecnologia dispon&iacute;vel para montar e disponibilizar tal ambiente, vivenciamos um per&iacute;odo em que a somat&oacute;ria de diferentes for&ccedil;as de mercado (principalmente do lado da demanda) ir&atilde;o naturalmente acelerar as empresas para a ado&ccedil;&atilde;o de conceitos como este. Dentre elas, podemos destacar:<br /><br /><img src="http://www.baguete.com.br/admin/%3Ca%20target=%27_blank%27%20title=%27ImageShack%20-%20Image%20And%20Video%20Hosting%27%20mce_thref=%27http://img197.imageshack.us/i/cid330db0711b914f5eafe9.jpg/%27%3E%3Cimg%20mce_tsrc=%27http://img197.imageshack.us/img197/7304/cid330db0711b914f5eafe9.jpg%27%20border=%270%27%20/%3E%3C/a%3E" alt="" align="left" />1) Demanda por maior flexibilidade da infraestrutura e aplica&ccedil;&otilde;es de TI: por meio da possibilidade de aquisi&ccedil;&atilde;o modular e aloca&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica, inteligente e melhor gerenci&aacute;vel de recursos, que passam a ser mais facilmente criados e compartilhados.<br /><br />2) Aumento da velocidade de resposta &agrave;s demandas do mercado: por meio de sistemas de gest&atilde;o (ERP), relacionamento (CRM), intelig&ecirc;ncia (BI), e outros, capazes de serem rapidamente adquiridos, implementados, atualizados e acessados remotamente.<br /><br />3) Redu&ccedil;&atilde;o de custo e otimiza&ccedil;&atilde;o de fluxo de caixa: por meio do pagamento do uso da infraestrutura e dos servi&ccedil;os de acordo com o consumo, n&uacute;mero de usu&aacute;rios e periodicidade mensal.<br /><br />Em pesquisa com 244 empresas usu&aacute;rias de tecnologia, pedimos aos gerentes e diretores de TI que classificassem numa escala de 1 (menos importante) e 5 (mais importante) os benef&iacute;cios relacionados ao modelo denominado Cloud Computing. O gr&aacute;fico abaixo mostra a frequ&ecirc;ncia de respostas 4 e 5 distribu&iacute;das entre os diferentes benef&iacute;cios:<br /><br /><img src="http://img197.imageshack.us/img197/7304/cid330db0711b914f5eafe9.jpg" alt="" width="320" height="238" align="left" /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><img src="http://yfrog.com/5hcid330db0711b914f5eafe9j" alt="" align="left" /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Mas no futuro, tudo ser&aacute; baseado em Cloud? Muito provavelmente n&atilde;o. O cen&aacute;rio mais prov&aacute;vel &eacute; que se presencie, pelo menos no decorrer dos pr&oacute;ximos 10 anos, o desenvolvimento de ofertas e solu&ccedil;&otilde;es h&iacute;bridas, que poder&atilde;o ser utilizadas tanto de maneira tradicional (como conhecemos hoje), mas que tamb&eacute;m ser&atilde;o capazes de se comunicarem com a grande nuvem, adaptando-se ao modelo Cloud. <br /><br />Empresas continuar&atilde;o tendo seus pr&oacute;prios ambientes de TI, entretanto, passar&atilde;o a consumir regularmente ou pontualmente aplica&ccedil;&otilde;es e outros servi&ccedil;os (como storage e processamento) por meio da rede, e que ser&atilde;o ofertados em sua maioria, por provedores de servi&ccedil;os de Datacenter especializados. Um dos principais benef&iacute;cios deste novo modelo &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o significativa no tempo de implementa&ccedil;&atilde;o de novos sistemas e otimiza&ccedil;&atilde;o dos custos.<br />&nbsp;<br />Por outro lado, n&atilde;o &eacute; surpresa que muitos ainda s&atilde;o os desafios e d&uacute;vidas com rela&ccedil;&atilde;o a este novo modelo. Seguran&ccedil;a, preocupa&ccedil;&atilde;o com cumprimento de n&iacute;veis de servi&ccedil;o (SLAs) e disponibilidade dos sistemas est&atilde;o entre os principais. Dentro desta mesma pesquisa apresentada anteriormente, pedimos aos respondentes que classificassem entre 1(nada significante) e 5 (muito significante) os desafios percebidos relacionados ao modelo de Cloud. O gr&aacute;fico abaixo apresenta a freq&uuml;&ecirc;ncia de respostas 4 e 5 para os diferentes aspectos:<br /><br /><img src="http://img205.imageshack.us/img205/4455/cidb984bb43ac3b49aabfd6.jpg" alt="" width="320" height="235" align="left" /><br /><br /><img src="http://www.baguete.com.br/admin/%3Ca%20target=%27_blank%27%20title=%27ImageShack%20-%20Image%20And%20Video%20Hosting%27%20mce_thref=%27http://img205.imageshack.us/i/cidb984bb43ac3b49aabfd6.jpg/%27%3E%3Cimg%20mce_tsrc=%27http://img205.imageshack.us/img205/4455/cidb984bb43ac3b49aabfd6.jpg%27%20border=%270%27%20/%3E%3C/a%3E" alt="" align="left" /><img src="http://www.baguete.com.br/admin/%3Ca%20target=%27_blank%27%20title=%27ImageShack%20-%20Image%20And%20Video%20Hosting%27%20mce_thref=%27http://img205.imageshack.us/i/cidb984bb43ac3b49aabfd6.jpg/%27%3E%3Cimg%20mce_tsrc=%27http://img205.imageshack.us/img205/4455/cidb984bb43ac3b49aabfd6.jpg%27%20border=%270%27%20/%3E%3C/a%3E" alt="" align="left" /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><em><br />* Reinaldo Roveri &eacute; Research manager da IDC.<br /><br />** Os gr&aacute;ficos podem ser conferidos em melhor resolu&ccedil;&atilde;o nas fotos anexas.<br /></em><br /><em>*** Com o prop&oacute;sito de discutir tend&ecirc;ncias, benef&iacute;cios, desafios e futuro do Cloud Computing no Brasil e no mundo, a IDC, em parceria com a Now!Digital realiza na quarta-feira, 23, uma confer&ecirc;ncia virtual sobre o tema. As inscri&ccedil;&otilde;es s&atilde;o gratuitas e podem ser realizadas pelo e-mail conferencias@idcbrasil.com.br.</em><br /><img src="http://yfrog.com/5hcid330db0711b914f5eafe9j" alt="" align="left" />]]></description>

	
	<guid>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1132</guid>
</item>
<item>
	<title><![CDATA[Ary Gatto - Vagas de TI em aberto x profissionais desempregados: há os mesmos interesses?]]></title>
	<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1131</link>
    <description><![CDATA[H&aacute; hoje no mercado dois tipos de profissionais: os que procuram apenas recompensa financeira e r&aacute;pida ascens&atilde;o profissional; e os que procuram um trabalho desafiador dentro de uma empresa bem gerenciada, com valores e cultura que se enquadrem no perfil do profissional.<br /><br />Na &aacute;rea de TI, ganha o segundo grupo. As empresas procuram quem compartilhe os mesmo valores e cultura e que est&atilde;o n&atilde;o apenas interessados nos benef&iacute;cios financeiros. Uma vers&atilde;o humana da empresa &eacute; o sonho de qualquer diretor de recursos humanos.<br /><br />A empresa almeja um profissional que siga carreira e que juntos possam crescer, pois j&aacute; faz algum tempo que o mercado de TI enfrenta uma &ldquo;Guerra de Talentos&rdquo; e, portanto, para se proteger da perda destes talentos para concorrentes, trabalham cada vez mais em itens como incentivo, reten&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento, job rotation, qualidade de vida. <br /><br />De acordo com um longo estudo conduzido por um time da McKinsey &amp; Co, envolvendo 77 companhias e quase 6.000 gerentes e executivos, o mais importante recurso dentro de uma companhia nos pr&oacute;ximos 20 anos ser&atilde;o os talentos.<br /><br />Por&eacute;m &eacute; fato que no Brasil ainda existe uma car&ecirc;ncia muito grande de m&atilde;o de obra qualificada em TI. Curso superior e dom&iacute;nio do ingl&ecirc;s j&aacute; n&atilde;o s&atilde;o diferenciais para os candidatos e sim pr&eacute;-requisitos, pois cada vez mais as empresas brasileiras do ramo se relacionam com clientes em outros pa&iacute;ses e, portanto, necessitam de profissionais com flu&ecirc;ncia em outros idiomas.&nbsp; Esse candidato j&aacute; sai na frente de outros, principalmente se tamb&eacute;m der conta da l&iacute;ngua espanhola.<br /><br />Depois de ter isso em mente, a an&aacute;lise cai em cima do perfil da vaga. N&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmulas, e sim certezas: quando o projeto requer um consultor s&ecirc;nior, a empresa de TI ter&aacute; que recorrer a um profissional experiente com grande bagagem e, portanto, o melhor a fazer ser&aacute; integr&aacute;-lo muito bem aos processos, metodologia e cultura da empresa. Agora se a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; desenvolver novos talentos, a melhor op&ccedil;&atilde;o &eacute; investir em profissionais rec&eacute;m graduados, que aceitam qualquer desafio para se destacar dentro da empresa.<br /><br />Al&eacute;m da separa&ccedil;&atilde;o profissional, existe a intera&ccedil;&atilde;o &ldquo;empresa x cargo x candidato&rdquo;. Ela existe para provar que nem todos os funcion&aacute;rios da empresa precisam ter o mesmo perfil; o importante &eacute; equalizar o objetivo: crescimento pessoal e da empresa. Para isso, a mensagem de contrata&ccedil;&atilde;o tem que ser enviada da forma mais rica poss&iacute;vel. Devido &agrave; sensibilidade desse assunto, ele foi dividido em quatro principais mensagens nas campanhas de recrutamento:<br /><br />- Go with a Winner: para profissionais que querem atuar em uma empresa de alta performance, onde eles possam encontrar grandes oportunidades de desenvolvimento profissional;<br /><br />- Big Risk, Big Reward: profissionais que respondem a este tipo de mensagem sabem que enfrentar&atilde;o grandes desafios, por&eacute;m com compensa&ccedil;&atilde;o financeira e r&aacute;pido crescimento;<br /><br />- Save the World: atrai profissionais que querem atuar em uma empresa com uma miss&atilde;o inspiradora, al&eacute;m de desafios empolgantes;<br /><br />- Lifestyles: estes profissionais buscam empresas que oferecem maior flexibilidade e benef&iacute;cios ligados a qualidade de vida.<br /><br />Claro que as flexibiliza&ccedil;&otilde;es acontecem. Nesses casos, &eacute; importante as empresas respeitarem a pol&iacute;tica de cargos e sal&aacute;rios para evitar problemas com os funcion&aacute;rios e as exce&ccedil;&otilde;es devem ser muito bem justificadas e explicitadas para evitar a famosa &ldquo;r&aacute;dio pe&atilde;o&rdquo; e aborrecimentos futuros.<br /><br />Apesar do curr&iacute;culo impec&aacute;vel, &eacute; muito importante para as empresas de TI n&atilde;o abrirem m&atilde;o do teste t&eacute;cnico. Como dizemos que &ldquo;papel aceita tudo&rdquo;, o candidato pode colocar qualquer tipo de qualifica&ccedil;&atilde;o no seu curr&iacute;culo, se transformando em uma grande armadilha para as empresas. Por isto &eacute; muito importante a prova pr&aacute;tica, inclusive para saber at&eacute; onde se pode contar com aquele profissional. Inclusive talvez o maior medo da maioria dos candidatos seja n&atilde;o conseguir provar o conhecimento que est&aacute; no curr&iacute;culo.<br /><br />Al&eacute;m disso, refer&ecirc;ncias profissionais s&atilde;o de suma import&acirc;ncia para conhecer o comprometimento e comportamento do profissional nos seus &uacute;ltimos trabalhos. N&atilde;o &agrave; toa diversas empresas contratam por indica&ccedil;&atilde;o: fica mais f&aacute;cil conseguir refer&ecirc;ncias profissionais evitando surpresas desagrad&aacute;veis. S&atilde;o seguran&ccedil;as e garantias para conhecer o futuro funcion&aacute;rio e saber o que se pode esperar dele, n&atilde;o criando expectativas que n&atilde;o ser&atilde;o alcan&ccedil;adas, nem subutilizando uma m&atilde;o de obra bem qualificada.<br /><br />Por&eacute;m o esfor&ccedil;o do conhecimento e da confirma&ccedil;&atilde;o das habilidades deve partir tamb&eacute;m do candidato, inclusive a vontade de querer sempre se aperfei&ccedil;oar. A atualiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de p&oacute;s-gradua&ccedil;&otilde;es &eacute; v&aacute;lida pelo conhecimento que se adquire nas diversas &aacute;reas, n&atilde;o ficando &ldquo;preso&rdquo; apenas nos conhecimentos de TI, e isso vale principalmente para profissionais que almejam ocupar cargos mais elevados dentro da empresa. Outro ponto importante de um crescimento acad&ecirc;mico &eacute; a soma de conhecimentos relacionados a processos de neg&oacute;cios, que poder&atilde;o ser &uacute;teis em projetos com integra&ccedil;&atilde;o nas diversas &aacute;reas.<br /><br />Em resumo, a sele&ccedil;&atilde;o e contrata&ccedil;&atilde;o de profissionais exigem grande esfor&ccedil;o, aten&ccedil;&atilde;o e, principalmente, garantias. O candidato deve estar preparado para responder as perguntas com objetividade, corresponder &agrave; expectativa da vaga que est&aacute; concorrendo e justificar o que est&aacute; descrito em seu hist&oacute;rico profissional e pessoal. J&aacute; a empresa deve acolher o discurso do candidato e, principalmente, se ausentar de preconceitos, sentimentos, de tendencionismos, agir com racionalidade no perfil da vaga x perfil do candidato. Talvez o descompasso de interesse seja um dos motivos de existirem vagas abertas com profissionais desempregados.<br /><br /><em>* Ary Gatto &eacute; s&oacute;cio-diretor da Essence.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Kleber Bacili - Lightweight SOA: o desafio de reduzir custos em TI]]></title>
	<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 01:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1130</link>
    <description><![CDATA[O momento atual &eacute; de aquecimento de motores para a retomada de crescimento. Diversos projetos que estavam congelados agora est&atilde;o sendo colocados na fila de retomada. Mas os dif&iacute;ceis momentos dos &uacute;ltimos 12 meses nos ensinaram algumas boas li&ccedil;&otilde;es que ser&atilde;o muito valiosas &agrave; frente. Quando pensamos em SOA, aprendemos que a melhor alternativa &eacute; utilizarmos uma abordagem &aacute;gil, interativa, leve e focada em resultados - ou Lightweight SOA.<br /><br />Os projetos de maior sucesso v&ecirc;m sendo aqueles que conseguem definir uma agenda de entregas pr&aacute;ticas com alto valor para o neg&oacute;cio e baixa necessidade de investimentos, que v&aacute; adicionando capacidades e maturidade &agrave; forma de desenvolver e integrar novas solu&ccedil;&otilde;es de software. Algumas das li&ccedil;&otilde;es aprendidas na crise e que ajudaram a moldar essa abordagem Lightweight foram:<br /><br />- O projeto de implanta&ccedil;&atilde;o de SOA n&atilde;o pode mais ter um aspecto estritamente t&eacute;cnico. Tudo deve estar atrelado a benef&iacute;cios que podem ser observados pelas &aacute;reas de neg&oacute;cio.<br /><br />- N&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para projetos grandes, com ROI incerto. A ordem do dia &eacute;: investimentos pequenos e r&aacute;pidos retornos &ndash; e isso tamb&eacute;m se aplica &agrave; SOA.<br /><br />- Os resultados devem ser concretos, vis&iacute;veis no curto, m&eacute;dio e longo prazo.<br /><br />Os ensinamentos acima mostram que SOA n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio um investimento alto no primeiro momento. A vis&atilde;o Lightweight SOA traz como principais direcionadores:<br /><br />- Abordagem Incremental: Baseada em modelos de maturidade que apresentam e balanceiam benef&iacute;cios e investimentos que levam em considera&ccedil;&atilde;o toda a tecnologia j&aacute; existente na empresa como mola propulsora da iniciativa.<br /><br />- Abordagem &Aacute;gil: Trabalho dividido em fases curtas com clara defini&ccedil;&atilde;o de metas e benef&iacute;cios para TI e neg&oacute;cio. <br /><br />- Abordagem Leve: Defini&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es-chaves na metodologia e uso focado do ferramental j&aacute; existente na empresa.<br /><br />A grande quest&atilde;o &eacute; fazer os investimentos certos por meio de transpar&ecirc;ncia e aumento da &ecirc;nfase em governan&ccedil;a. Escolher as ferramentas certas para governan&ccedil;a SOA, que permitam as organiza&ccedil;&otilde;es gerenciar seus ativos, promover o re&uacute;so sistem&aacute;tico e manter a qualidade, &eacute; essencial para posicionar a empresa num caminho de sucesso. <br /><br />Uma forma que vem se mostrando vencedora na implanta&ccedil;&atilde;o Lightweight de SOA &eacute; dividir o projeto em &aacute;reas de conhecimento ou &ldquo;perspectivas&rdquo; e dividir as fases com a&ccedil;&otilde;es e entreg&aacute;veis concretos nas diferentes perspectivas.<br /><br />As 5 perspectivas utilizadas pela Sensedia em seus projetos de implanta&ccedil;&atilde;o SOA s&atilde;o:<br /><br />1. Governan&ccedil;a dos servi&ccedil;os: saber quais servi&ccedil;os est&atilde;o dispon&iacute;veis, quais aplica&ccedil;&otilde;es acessam e exp&otilde;em os servi&ccedil;os, quem s&atilde;o os respons&aacute;veis por eles, se as pessoas t&ecirc;m os conhecimentos necess&aacute;rios.<br /><br />2. Metodologia: ter os guias corretos para a identifica&ccedil;&atilde;o, modelagem e deploy dos servi&ccedil;os (na granularidade correta, com as assinaturas adequadas).<br /><br />3. Infraestrutura: se a empresa possui o barramento para a entrega dos servi&ccedil;os, reposit&oacute;rio para as pessoas consultarem os servi&ccedil;os dispon&iacute;veis, ferramenta para monitora&ccedil;&atilde;o da disponibilidade dos servi&ccedil;os (n&atilde;o necessariamente todos s&atilde;o obrigat&oacute;rios desde o come&ccedil;o).<br /><br />4. Mecanismos t&eacute;cnicos: preocupa&ccedil;&otilde;es como seguran&ccedil;a de acesso aos servi&ccedil;os, framework de invoca&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, garantia de interoperabilidade, forma de testes de servi&ccedil;os.<br /><br />5. Aplica&ccedil;&otilde;es e Informa&ccedil;&otilde;es existentes: se a empresa est&aacute; ciente das funcionalidades que, caso estivessem expostas como servi&ccedil;os, trariam valor para a empresa.<br /><br />Definindo a agenda de trabalho baseada em fases curtas com entreg&aacute;veis mapeados nas perspectivas acima e com benef&iacute;cios tang&iacute;veis para a empresa, a chance de sucesso dos projetos SOA nas empresas ser&atilde;o muito superiores. <br /><br />&Eacute; poss&iacute;vel ter benef&iacute;cios imediatos focando nas necessidades dos clientes e, mais importante, encontrando a chave para a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas. <br /><br />Os investimentos em SOA rapidamente retornam com a melhora dos processos de neg&oacute;cios e podem ser re-investidos em SOA, iniciando o ciclo novamente. A chave para este retorno de investimentos &eacute; come&ccedil;ar com pequenos processos de neg&oacute;cios, encontrando o menos eficiente, retirando-o do foco do investimento. <br /><br />Com a redu&ccedil;&atilde;o da inefici&ecirc;ncia nos processos, SOA rapidamente retorna os investimentos. A perspectiva Lightweight SOA contribui para diminui&ccedil;&atilde;o de custo, diminui&ccedil;&atilde;o de risco, aumento de efici&ecirc;ncia, com diminui&ccedil;&atilde;o dos esfor&ccedil;os.<br /><em><br />*Kleber Bacili &eacute; diretor de Tecnologia da Sensedia.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Peter McGarahan - 10 dicas para cortar custos sem sacrificar o Service Desk]]></title>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 00:00:00 -0200</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/artigosDetalhes.php?id=1129</link>
    <description><![CDATA[Foque em atingir e entregar o resultado final, remover distra&ccedil;&otilde;es da opera&ccedil;&atilde;o, prioriza&ccedil;&atilde;o de tarefas e remo&ccedil;&atilde;o de barreiras ao trabalho da equipe de linha de frente.<br /><br />Nesse artigo descreverei os 10 caminhos estrat&eacute;gicos e t&aacute;ticos mais importantes para que sua empresa possa cortar custos sem prejudicar o n&iacute;vel de servi&ccedil;o prestado pelo seu Centro de Suporte, Service Desk ou Central de Servi&ccedil;os.<br /><br /><strong>1. Reveja a forma de pensar sobre os servi&ccedil;os prestados e como eles est&atilde;o sendo entregues:</strong><br />- Processos (efici&ecirc;ncia e efetividade).<br />- Pessoas (utiliza&ccedil;&atilde;o e comprometimento).<br />- Ferramentas e tecnologias (automa&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o).<br />- M&eacute;tricas e relat&oacute;rios (operacionais e financeiros).<br />- Servi&ccedil;o ao cliente (diferencial e pesquisa de satisfa&ccedil;&atilde;o).<br /><strong><br />2. Adote lideran&ccedil;a de servi&ccedil;os:<br /></strong>- Crie credibilidade e respeito atrav&eacute;s de entrega consistente de servi&ccedil;os, comunica&ccedil;&otilde;es e pr&aacute;ticas de lideran&ccedil;a.<br />- Trabalhe com a TI para entregar servi&ccedil;os transparentes ao neg&oacute;cio.<br />- Seja flex&iacute;vel na negocia&ccedil;&atilde;o e se envolva emocionalmente no neg&oacute;cio de seu cliente.<br />- Solucione o problema do neg&oacute;cio.<br />- Seja relevante para o neg&oacute;cio; identifique atividades pr&oacute;-ativas que agreguem valor ao neg&oacute;cio e que reduza custos.<br /><strong><br />3. Reduza as liga&ccedil;&otilde;es e os e-mails dos clientes:</strong><br />- Analise os tipos de chamados de seus clientes, identifique o motivo das liga&ccedil;&otilde;es e eleja os principais casos criando um plano pr&oacute;-ativo de redu&ccedil;&atilde;o ou elimina&ccedil;&atilde;o dessas causas.<br />- Provenha treinamentos focados para os profissionais de suporte da linha de frente, baseado nos 10, 15 tipos de chamados que mais demandam trabalho, criando uma documenta&ccedil;&atilde;o e uma base de conhecimento em sua ferramenta para permitir a busca da solu&ccedil;&atilde;o da forma mais intuitiva poss&iacute;vel.<br />- Diminua ou elimina liga&ccedil;&otilde;es, fornecendo funcionalidades self-service para o seu cliente.<br />- Foque no Gerenciamento de Problemas, an&aacute;lise da causa raiz e a elimina&ccedil;&atilde;o da causa dos chamados.<br /><br /><strong>4. Conhe&ccedil;a sua estrutura de custos:</strong><br />- Identifique o seu custo por chamado, custo por solu&ccedil;&atilde;o e custo de escala&ccedil;&atilde;o dos Incidentes solucionados pelos n&iacute;veis 2 e 3.<br />- Demonstre iniciativas de redu&ccedil;&atilde;o de custos com objetivo de ter um impacto financeiro emp&iacute;rico.<br />- Justifique qualquer investimento em ferramentas ou processos usando o formato ROI (Retorno Sobre o Investimento) de apresenta&ccedil;&atilde;o.<br />- Proveja valor e medi&ccedil;&otilde;es de performance com objetivo de posicionar a solu&ccedil;&atilde;o dos chamados no melhor custo-benef&iacute;cio poss&iacute;vel.<br /><br /><strong>5. Solidifique e melhore o n&iacute;vel de opera&ccedil;&atilde;o:</strong><br />- Melhore a efici&ecirc;ncia, integra&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o entre todos os departamentos de TI e de neg&oacute;cio, para que n&atilde;o importa de onde venha o cliente, que ele tenha a mesma experi&ecirc;ncia.<br />- Pare de dar suporte aos clientes atrav&eacute;s de diferentes sistemas &ldquo;tamp&otilde;es&rdquo;! &Eacute; caro, ineficiente e gera trabalhos extras.<br />- Automatize e integre tudo em um sistema &uacute;nico eficiente, que permita tornar a resposta ao cliente mais eficiente e &aacute;gil.<br />- Trabalhe para antecipar as necessidades dos clientes e seja pr&oacute;-ativo a ponto de identificar e prover uma solu&ccedil;&atilde;o antes que o cliente a requisite.<br /><br /><strong>6. N&oacute;s todos trabalhamos na TI para fornecer suporte aos clientes:</strong><br />- Entregue servi&ccedil;os de TI consistentes e eficazes, sempre gerenciando a experi&ecirc;ncia do consumidor.<br />- Rastreie e registre 100% dos incidentes/ requisi&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os.<br />- Me&ccedil;a o n&iacute;vel de servi&ccedil;o e suporte do ponto de vista do cliente.<br />- Seja o retrato da TI, assim como o ponto central de comunica&ccedil;&atilde;o com os clientes.<br />- Ou&ccedil;a o cliente. &Eacute; importante ter um feedback coletivo e consolidado dos produtos e servi&ccedil;os de TI.<br /><strong><br />7. Foque na Resolu&ccedil;&atilde;o no Primeiro Contato (FCR)</strong><br />- Na m&eacute;dia, cada 1% a mais de Incidentes solucionados no primeiro contato resulta em aumento da satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente em 0,64%.<br />- Implemente, me&ccedil;a e reporte resultados em m&eacute;tricas relevantes.<br />- Resolu&ccedil;&atilde;o de custos e utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos.<br />- &Iacute;ndices de tempo e qualidade da resolu&ccedil;&atilde;o e satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente.<br />- Sempre registre todos os Incidentes e requisi&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;o at&eacute; sua solu&ccedil;&atilde;o. Se a informa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; no ticket, ela n&atilde;o aconteceu!<br /><br /><strong>8. Suporte Virtual &ndash; suporte remoto, diagn&oacute;stico e solu&ccedil;&atilde;o dos problemas t&eacute;cnicos:</strong><br />- Prover a profissionais de suporte a capacidade de acessar, diagnosticar, escalar e solucionar incidentes em dispositivos espalhados pelo mundo sem sair de suas mesas.<br />- Acesse remotamente a m&aacute;quina do cliente, visualize e solucione o problema.<br />- Reduze visitas em campo para solu&ccedil;&otilde;es como instalar softwares, treinamento, upgrades e/ou mudan&ccedil;as de configura&ccedil;&atilde;o.<br />- Identifique benef&iacute;cios imediatos de solucionar mais chamados em menos tempo, reduzir custos de suporte com diminui&ccedil;&atilde;o de escala&ccedil;&otilde;es e visitas em campo, aumentar a resolu&ccedil;&atilde;o em primeiro. chamado, reduzir o tempo de atendimento a todos os chamados e melhorar a satisfa&ccedil;&atilde;o do cliente.<br /><br /><strong>9. Fa&ccedil;a Acontecer!</strong><br />- Foque em atingir e entregar o resultado final, remover distra&ccedil;&otilde;es da opera&ccedil;&atilde;o, prioriza&ccedil;&atilde;o de tarefas e remo&ccedil;&atilde;o de barreiras ao trabalho da equipe de linha de frente.<br />- Insira uma cultura de melhoria cont&iacute;nua; Plan-Do-Check-Act (PDCA).<br />- Insira uma cultura de controle de resultados e de responsabilidades.<br />- Seja o exemplo para a equipe.<br />- Se algo n&atilde;o se encaixa ou n&atilde;o faz sentido, pergunte-se POR QUE e diga N&Atilde;O. N&atilde;o continue prometendo, estressando os recursos e n&atilde;o entregando o resultado no final.<br /><strong><br />10. Ideias adicionais de corte de custos</strong><br />- Home-office uma vez por semana.<br />- Servi&ccedil;os para suportar os profissionais de Home-office.<br />- Fazer reuni&otilde;es on-line.<br />- Delegar quando preciso.<br />- Renegociar contratos de fornecedores.<br />- Reduzir e aposentar tecnologias antigas, SO e impressoras pessoais.<br />- Seja realista sobre cross-training.<br />- Automatize pequenas tarefas que cotidianamente s&atilde;o feitas de forma manual.<br /><br />Enfim, o momento para diferenciar sua lideran&ccedil;a, seus servi&ccedil;os e seus resultados &eacute; agora. N&atilde;o &eacute; tempo de ser ineficiente, med&iacute;ocre ou ficar reclamando sem tomar a&ccedil;&otilde;es. Escolha as sugest&otilde;es que melhor se encaixam ao seu estilo e situa&ccedil;&atilde;o e implemente como se sua carreira como dependesse disso. Vemo-nos no c&iacute;rculo dos vencedores!<br />&nbsp;<br /><em>* Peter McGarahan &eacute; presidente e fundador da McGarahan e Associados.</em>]]></description>

	
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	<title><![CDATA[Inovação em debate na PUC-RS]]></title>
	<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[SP: treinamento ECM Specialist]]></title>
	<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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</item>
<item>
	<title><![CDATA[Curso Softsul - Liderança Consciente]]></title>
	<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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<item>
	<title><![CDATA[SP: curso modelagem dimensional de dados]]></title>
	<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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	<title><![CDATA[Softsul - Como gerenciar com sucesso?]]></title>
	<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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	<title><![CDATA[SP - 3º Seminário de Teste de Software]]></title>
	<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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<item>
	<title><![CDATA[AG2 - Cesar Paz fala sobre comunicação emergente]]></title>
	<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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	<title><![CDATA[3° Encontro de TIC em alto-mar]]></title>
	<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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    <description><![CDATA[]]></description>

	
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<item>
	<title><![CDATA[Sisnema - Comunicação e Colaboração Unificada UCC]]></title>
	<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
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    <description><![CDATA[]]></description>

	
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<item>
	<title><![CDATA[SP - Conferência Internacional em Qualidade da Informação]]></title>
	<pubDate>Thu, 13 May 2010 00:00:00 -0300</pubDate>
	<link>http://www.baguete.com.br/agendaDetalhes.php?id=6584</link>
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