É fantástico, o fascínio de nossos governantes pela Índia, no momento, em especial no que se refere à tecnologia. Sabemos que o crescimento do setor naquele país é notável, mas credite-se o fato aos investimentos governamentais na formação qualificada da mão de obra local, que atraiu grandes empresas e proporcionou o desenvolvimento. Isso é o que queremos, que o governo invista nos nossos jovens para que tenham um futuro melhor, para garantia de trabalho e renda.
Nós temos condições de sermos muito maiores que a Índia, em se tratando de Tecnologia da Informação (TI), se os governantes investirem metade do que ocorre naquele país.Não queremos isenções, nem mesmo outras facilidades para promovermos a geração de empregos.Ainda assim, vagas nós temos de sobra. Faltam profissionais qualificados para preencher.
Aqui há talento, nossas empresas ganham os maiores prêmios mundiais, firmam parcerias com inúmeros governos e países não só do Mercosul como da Europa. Então, por que o governo acena com isenção de tributos, vantagens que sempre nos negou para empreendimentos de fora, não entendemos.
É uma dura realidade, que piora quando lembramos que os que chegam ainda nos tiram os profissionais que qualificamos com luta e sacrifício.Com os incentivos concedidos e as vantagens de seu país, pode pagar mais do que estamos pagando e, lá se foi o que investimos em tempo, paciência e recursos.
A constatação de que sua empresa não crescia por falta de mão de obra qualificada, levou um empresário de Novo Hamburgo a tomar a decisão de criar a universidade própria. "Eu vou formar " e mãos à obra, foi a decisão tomada. E já tem seguidores pelo País afora.
Por isso insistimos: é isso é o que queremos, investimentos na educação de nossas crianças e nossos jovens, mas qualificada, a partir do Ensino Fundamental, bem como nas Escolas Técnicas, as empresas querem trabalhar junto.Só assim, um dia seremos também assediados por outros países, motivados pelo crescimento alcançado, graças ao apoio dos governos. É isso é o que queremos.
*Presidente da Assespro-RS.
Nós temos condições de sermos muito maiores que a Índia, em se tratando de Tecnologia da Informação (TI), se os governantes investirem metade do que ocorre naquele país.Não queremos isenções, nem mesmo outras facilidades para promovermos a geração de empregos.Ainda assim, vagas nós temos de sobra. Faltam profissionais qualificados para preencher.
Aqui há talento, nossas empresas ganham os maiores prêmios mundiais, firmam parcerias com inúmeros governos e países não só do Mercosul como da Europa. Então, por que o governo acena com isenção de tributos, vantagens que sempre nos negou para empreendimentos de fora, não entendemos.
É uma dura realidade, que piora quando lembramos que os que chegam ainda nos tiram os profissionais que qualificamos com luta e sacrifício.Com os incentivos concedidos e as vantagens de seu país, pode pagar mais do que estamos pagando e, lá se foi o que investimos em tempo, paciência e recursos.
A constatação de que sua empresa não crescia por falta de mão de obra qualificada, levou um empresário de Novo Hamburgo a tomar a decisão de criar a universidade própria. "Eu vou formar " e mãos à obra, foi a decisão tomada. E já tem seguidores pelo País afora.
Por isso insistimos: é isso é o que queremos, investimentos na educação de nossas crianças e nossos jovens, mas qualificada, a partir do Ensino Fundamental, bem como nas Escolas Técnicas, as empresas querem trabalhar junto.Só assim, um dia seremos também assediados por outros países, motivados pelo crescimento alcançado, graças ao apoio dos governos. É isso é o que queremos.
*Presidente da Assespro-RS.