O Love Mondays tem o setor de TIC como o maior gerador de novas vagas. Foto: Pressmaster/Shutterstock.

O portal Love Mondays tem o setor de Tecnologia da Informação e de Telecom como o maior gerador de novas oportunidades de emprego a partir do site atualmente.

Fundado em 2013 para atuar como uma comunidade de carreiras na qual profissionais compartilham dados sobre seus empregadores, o Love Mondays oferece serviço de anúncio de vagas desde agosto e tem mais de 2,3 mil posições em aberto nesse momento.

Do total de vagas, 36% são de empresas de TI e telecom em busca de profissionais. O setor de indústria de bens de consumo aparece em segundo lugar, com 21% das posições, seguido pelo de serviços financeiros, com 17%. 

Os segmentos de manufatura industrial e consultoria e contabilidade respondem por 6% das vagas cada, seguidos de mídia e comunicação, com 4%. 

“É interessante ver que o setor de tecnologia da informação continua aquecido. Mesmo em tempos de crise, os investimentos nesta área continuam crescendo, pois eles permitem que as empresas criem um diferencial competitivo e automatizem processos”, diz Luciana Caletti CEO e uma das fundadoras da Love Mondays..

Das vagas totais, 73% estão concentradas na região sudeste. O restante se divide entre 11% na região sul, 8% no centro-oeste, 4% na região nordeste e 4% na norte.

Por estados, São Paulo lidera com 61% das vagas, seguido do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, empatados com 8%. 

Segundo o levantamento da Love Mondays, 34% das vagas estão concentradas em posições na base da pirâmide, ou seja, para profissionais que se encontram em fase inicial de carreira. Já 20% das posições abertas são para cargos de analista, enquanto 14% são referentes a estágios. 

Vagas para cargos gerenciais ficam com 12% das posições, seguidas de posições para consultores (6%), cargos técnicos (6%) e desenvolvedores (6%).

“Não podemos ignorar os efeitos negativos da crise sobre a renda e a instabilidade que ela traz ao mercado de trabalho, mas também não podemos desprezar a realidade de que muitas empresas seguem contratando”, ressalta Luciana.