Pesquisa aponta setores que bombarão este ano. Foto: divulgação.

Uma pesquisa conduzida pelo site IT Web entrevistou especialistas da Faculdade de Tecnologia Fiap e BandTec, assim como a consultoria de RH especializada em TI Desix, para definir as áreas profissionais mais férteis em 2013.

 
De acordo com a pesquisa, As profissões que devem bombar em 2013 estão divididas em duas partes: áreas consolidadas, que terão novas atribuições, e áreas que começam a dar seus primeiros passos.
 
Áreas já consolidadas, como arquitetura de dados e análise de infraestrutura, sempre são espaços em crescimento e com bastante oportunidade para seus profissionais.
 
Outras áreas também firmadas, como design, programação, segurança, analistas de banco de dados e qualidade de sistemas se mostram como pontos vitais para a TI, o que assegura empregos e oportunidades para quem trabalha nestes setores.
 
Segundo o estudo, um setor também em franco crescimento é o de telecomunicações, que deve ganhar um empurrão extra em 2013, com a chegada das redes de quarta geração de telefonia móvel (4G), assim como a expansão da banda larga.
 
Novas áreas também indicam crescimento para os profissionais de TI. Cientistas de Dados com experiência em Big Data, especialistas em Business Intelligence e desenvolvedores móveis serão bastante requisitados no futuro.
 
“O grande movimento que começou de alguns anos para cá teve muita origem nas mídias sociais e na mobilidade. Esses dois foram os grandes polos de geração de novas necessidades, que acabaram transformando algumas funções e derivando outras”, explicou André Assef, sócio fundador da Desix, RH para tecnologia.
 
Para o porta-voz da BandTec, Mauricio Pimentel, com o avanço do setor, o problema deixa de ser a capacidade técnica dos profissionais ou o desenvolvimento de soluções. O novo desafio é encontrar funcionários com capacidade de gestão.
 
“O papel que a tecnologia deveria estar desempenhando há muito tempo passou a ser uma realidade agora: a TI é meio, e não mais fim. O problema de antes é que a área de negócios não conversava com a área de tecnologia. Hoje, há facilidade de se contratar uma solução que nem de infraestrutura precisa. Você praticamente tirou a necessidade de um poliglota dentro da empresa”, comparou Assef.