Rafael Sebben.

A Governança Brasil (Govbr), especializada em soluções de gestão para municípios, fechou o ano passado com um faturamento de R$ 90 milhões, uma alta de 20% frente aos resultados de 2014.

A companhia bateu a meta estipulada para o ano. O faturamento inclui o resultado da Dueto, companhia gaúcha adquirida pela Govbr em agosto do ano passado e dona de um faturamento de R$ 17 milhões em 2014.

Os planos no longo prazo são mais ambiciosos, com uma meta estabelecida de R$ 500 milhões para 2022.

“Nós escolhemos uma estratégia de crescimento em escala com foco na consolidação do mercado. A partir disto estamos aumentando a nossa carteira de clientes e diminuindo os players, o que nos dá a segurança de crescer e atender as demandas de nossos clientes”, afirma Rafael Sebben, diretor de Gestão de Mercado da Govbr.

Ainda em janeiro, a Govbr pagou R$ 1,8 milhão pela carteira de clientes da  RCL Softwares para Gestão, formada por 19 prefeituras no noroeste do Rio Grande do Sul, na região do Planalto.

Com atuação nacional, a Govbr afirma ser a maior empresa de soluções para a gestão pública do país, com 24 unidades em Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro São Paulo. 

As operações mais fortes são as do Rio de Janeiro, onde a empresa foi fundada, além de Santa Catarina, São Paulo e Paraná, com diversas unidades cada uma. A Dueto era especialmente forte no Rio Grande do Sul, onde tinha cinco unidades.

O mercado de software para gestão de prefeituras é bastante fragmentado no Brasil, mas já existem alguns players de destaque. 

Além da Govbr, o único deles a divulgar números para 2015 até agora foi a catarinense Betha, de Criciúma, que fechou o ano passado com R$ 62 milhões, uma alta de 8% frente aos resultados de 2014.