CONTRATAÇÃO

Chagas vai para o Instituto Caldeira

02/09/2021 12:37

Profissional é um nome conhecido no mercado gaúcho pela sua atuação no Sebrae.

Débora Chagas.

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Débora Chagas, uma profissional conhecida no ecossistema de tecnologia do Rio Grande do Sul pela sua atuação no Sebrae-RS, está de saída para trabalhar com startups no Instituto Caldeira, um hub de inovação apoiado por boa parte do PIB gaúcho.

Chagas se despediu do Sebrae, onde atuou por mais de uma década, sendo nos últimos anos coordenadora estadual de startups.

Um dos principais programas coordenados por Chagas é o Startup RS, que existe desde 2015 e já atendeu mais de 500 startups gaúchas, com o oferecimento de acesso a mentores e contato com potenciais investidores.

“Saio feliz com tudo que realizei e com o legado que deixei, em especial todo o trabalho com o ecossistema de inovação e startups do Rio Grande do Sul”, disse Chagas no seu post.

Os 40 fundadores do Caldeira incluem a nata empresarial gaúcha, representada por nomes como Jorge Gerdau Johannpeter, famílias Renner, Ling, Goldzstein e Herrmann, além de empresas tradicionais como Renner, Sicredi, Panvel, Vulcabras Azaleia, Banrisul, RBS, Randon, e da nova economia, como Agibank, 4all, Nelogica, Banco Topázio, SafeWeb, Zenvia, Meta e StartSe.

Um dos principais objetivos dos fundadores é justamente se aproximar do cenário de startups, ajudando a digitalizar suas operações.

Uma das formas pelas quais o Instituto Caldeira faz isso é o Conecta Caldeira, um programa através do qual empresas associadas abrem seleções para startups com soluções em focos específicos.

A última delas, por exemplo, procura startups com tecnologias para a área comercial e de vendas. As empresas buscando startups são Aschneider, Grupo IESA,Kley Hertz Farmacêutica, Neugebauer, Privatto Investimentos e Vulcabras.

O Caldeira tem um conceito chamativo, com uma sede instalada dentro de uma grande caldeira, com 30 metros de pé direito hoje dentro da área onde hoje está instalado o Shopping DC Navegantes. O local produzia energia para as indústrias do grupo AJ Renner nos anos 20.

A meta é ter cerca de 3 mil pessoas circulando pelo local até o final de 2021, entre grandes corporações, startups e iniciativas ligadas à nova economia, conectando agentes do setor privado, universidades e poder público.

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