Intel faz suas previsões para o ano novo. Foto: divulgação.

A Intel está animada para 2014 em relação o mercado e as tecnologias para para computação pessoal. Segundo a fabricante de chips, tecnologias como os wearables, dispositivos móveis e Internet das Coisas, assim como o PC, nortearão as estratégias da companhia no ano que inicia.

Segundo a empresa, performance e uso mais intuitivo ganharão mais força como diferenciais, já que os recursos dos dispositivos têm convergido nos últimos anos.

"Frente a este movimento do mercado, a Intel vai reforçar os investimentos, oferecendo à indústria mais ferramentas para explorar formatos diversos, com baixo consumo de energia e agilidade de processamento", destacou a companhia em relatório.

Segundo divulgou a empresa, o desenvolvimento dos systems on a chip (SoCs) e formatos ainda menores movimentarão a indústria no próximo ano.

A fabricante deve lançar este ano seus modelos de 14 nanômetros, enquanto os de 10nm devem sair em 2015. Estes sistemas mais compactos alimentarão uma nova onda de tablets, sistemas 2 em 1, Ultrabooks e outros dispositivos.

No campo dos PCs, a Intel aposta nos All-in-Ones como o produto que deve ganhar força para o consumidor final. Já a demanda corporativa por computadores também continuará crescendo em 2014.

A companhia espera uma grande procura por tablets e smartphones, algo que influiu na decisão em passar a produzir chips com arquiterura ARM, tecnologia preferida pelas fabricantes de smartphones.

A conexão de diferentes dispositivos, desde smartphones à aplicações domésitcas inteligentes - a chamada Internet das Coisas - também está na mira da Intel.

Segundo Fernando Martins, Presidente e Diretor Geral da Intel Brasil, a perspectiva é que os fabricantes de hardware passem a usar chips inteligentes em cada vez mais aparelhos, e aí também se incluem relógios ou óculos inteligentes, os wearables.

“A indústria hoje está trabalhando para oferecer mais dispositivos conectados e inteligentes, que se comunicam e compartilham dados uns com os outros e a nuvem. As tecnologias que irão convergir para a internet das coisas vão facilitar a vida, desde soluções para tarefas domésticas, até dispositivos sofisticados para indústrias” diz o executivo.