Fred Arruda é o novo CEO do CESAR. Foto: Divulgação.

Fred Arruda é o novo CEO do CESAR, centro de inovação sediado em Recife. O executivo foi superintendente do CESAR da criação do instituto, em 1996, até 2005. 

Além do CESAR, ele acumula experiências em empresas como Pitang, WPD, Dell EMC e Banco Banorte. O executivo ainda foi conselheiro nas organizações Instituto Eldorado, Parque Tecnológico da UFRJ e IDG (Museu do Amanhã e Museu Paço do Frevo). 

Arruda substitui Sergio Cavalcante, que se desligou no final de outubro para assumir uma função no Grupo Cornélio Brennand.

Eduardo Peixoto, Chief Business Officer (CBO), passa a ser o segundo no comando, acumulando este papel com suas atividades à frente do time de negócios. 

Karla Godoy, Chief Financial Officer (CFO) e que ocupava interinamente a cadeira de Superintendente, passa a concentrar todo o back-office da instituição, incluindo as atividades administrativas, financeiras e de administração de pessoal.

Com atuação em consultoria, o CESAR se propõe a buscar soluções inovadoras. Além do foco na concepção de novas soluções, também tem experiência na gestão e execução de projetos sob demanda de tecnologia da informação e comunicação, atendendo todo o ciclo de desenvolvimento de software para sistemas de alta complexidade.

O CESAR faz parte do Porto Digital, um dos principais parques tecnológicos e ambientes de inovação do Brasil, com mais de 200 empresas.

A organização também conta com o CESAR.LABS, um programa de aceleração de empresas. A iniciativa busca a co-criação de empreendimentos com tecnologia avançada através do suporte de metodologias de criação de organizações exponenciais, infraestrutura de coworking e laboratórios, mentorias com empreendedores locais, networking com o mercado e capital semente. O programa tem três empresas em aceleração e cinco que já concluíram o processo.

O CESAR, unidade EMBRAPII, busca hoje empresas com interesse em realizar projetos de inovação na área de internet das coisas (IoT). CESAR e EMBRAPII irão investir parte dos recursos necessários ao desenvolvimento de produtos conectados, que serão posteriormente comercializados pela empresa parceira.