A Invest Tech consolidou, em 2013, o lançamento do Capital Tech II. Foto: Nonwarit/Shutterstock

A Invest Tech, gestora de fundos de investimento focada em Venture Capital e Private Equity para o mercado de TIC contratou Ronaldo Ribeiro Freitas como consultor sênior.

O executivo será um conselheiro e coach para o time nas áreas de Planejamento Estratégico, Modelagem de Processos de Negócio e Arquitetura da Informação, Reestruturação de Empresas e Desenvolvimento de Planos de Negócio, com foco em Investimentos e M&A.

Ao longo de sua carreira, Freitas exerceu no Brasil cargos de gerência de TI na Marinha e no Citibank. 

Já no exterior, desempenhou, por mais de 9 anos, posições sêniores na área de Tecnologia do Citigroup International (Latin America & Global Consumer Bank), baseado em New York e na Flórida, onde chegou a ocupar o cargo de Chief Architect. 

Mais recentemente, no papel de consultor sênior, desenvolveu estudos e projetos para VR Vales, CPM (Bradesco), Fidelity Information Systems, Redecard, Interfile, Diagnósticos da América (DASA), Accor/Ticket, Mastercard (CEF), além de Huntington e Navita, duas empresas investidas da Invest Tech, com recursos do Capital Tech I. 

Na Huntington o executivo atuou no desenvolvimento de uma nova estrutura de trabalho e na reavaliação das necessidades tecnológicas da empresa, resultando na profissionalização do modelo de negócio e no aumento da rentabilidade. 

Já na Navita foi feita uma reestruturação para solucionar uma série de conflitos internos entre áreas, resultando em uma estrutura de gestão mais efetiva e produtiva.

Graduado pela Escola Naval de Villegagnon e mestre em ciências da computação pela PUC-RJ, o executivo também atuou como professor do departamento de ciências da computação também na PUC-RJ, e atualmente é membro efetivo do Conselho Consultivo da Resource IT Solutions.

Fundada em 2004, a Invest Tech consolidou, em 2013, o lançamento do seu segundo Fundo de Investimentos em Participações, o Capital Tech II, com orçamento de R$ 209 milhões, obtidos a partir de investidores internacionais, como CAF e Grupo Telefónica, além dos nacionais mais tradicionais e técnicos do setor, como FUNCEF, FINEP e BNDES.