Café Pelé gere NF-e com Target IT. Foto: divulgação.

A Cia. Cacique de Café Solúvel, fabricante do Café Pelé, contratou a gaúcha Target IT para um projeto de automação da captura de dados de NF-es, que serão integtrados ao ERP Totvs utilizado pela companhia.

A integração permitirá validar a entrada das notas recebidas de fornecedores e garantir a guarda correta dos arquivos XML dos documentos fiscais emitidos para clientes ou recebidos de fornecedores, explica Marcelo Merotto, coordenador de sistemas da empresa.

A companhia, que tem sede em Barueri e em 2012 faturou R$ 297 milhões no mercado brasileiro, aumento de 26,65% sobre 2011, sem falar nos US$ 215 milhões exportados, com o que aumentou em 30% sua participação no total das exportações brasileiras de café solúvel, enfrentava dificuldades no processo de recebimento de mercadorias.

Um problema sério para quem processa, por mês, cerca de 2,4 mil notas de entrada e 5 mil de saída.

“Muitas delas chegavam sem os arquivos XML correspondentes ou que não são destinados à Cia Cacique, por terem sido enviadas incorretamente por algum fornecedor. Com a adoção da solução Validate, da Target IT o problema foi resolvido”, conta Merotto.

O coordenador detalha que na primeira etapa do projeto ocorreu a importação dos arquivos XML que estavam armazenados em um diretório, criando o repositório central dos documentos.

Em seguida, o sistema começou com as operações de validação junto à Sefaz.

Na segunda fase, o Validate foi integrado ao ERP da Totvs-Protheus para garantir a entrada e validação automática e a verificação dos arquivos XML.

Uma rotina de captura de NF-e no software da Target IT possibilita, ainda, que o próprio usuário possa solicitar um arquivo à Sefaz a partir do sistema e um portal também criado pela empresa paulista permite que os clientes possam baixar o arquivo caso não o tenham recebido por e-mail.

“O resultado também impactou na qualidade das informações na nossa área fiscal, além de eliminar retrabalhos provocados pelo recebimento de notas que nada tinham a ver conosco”, finaliza Merotto.