O TJ-SP é responsável hoje por 26% dos processos em tramitação no Brasil. Foto: Antonio Carreta/TJ-SP.

Com o intuito de aumentar os níveis de proteção contra violações de dados em seu data center híbrido, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP)  iniciou um projeto de segurança com a Arcon

O TJ-SP é responsável hoje por 26% dos processos em tramitação no Brasil, com cerca de 21 milhões de ações em andamento. 

Esse volume de informações exige uma infraestrutura de nove mil servidores virtuais, mil servidores físicos e mais três mil desktops virtuais que suportam os serviços de 2,5 mil magistrados e 45 mil funcionários distribuídos em 678 localidades interligadas em rede.

A organização adotou o Deep Security, da Trend Micro, para o projeto, que fornece segurança avançada para servidores físicos, virtuais e em nuvem, protegendo as aplicações e os dados contra violações e interrupções dos trabalhos. 

“A virtualização e a computação em nuvem transformaram o data center e a segurança tem que acompanhar essa mudança”, explica Cesar Cândido, senior sales manager da Trend Micro. 

O projeto é considerado um dos maiores do mundo para a Trend Micro pela quantidade de servidores envolvidos.

Jorge Eloy, gerente de negócios da Arcon, pontua que a solução permitirá ao Tribunal identificar e tratar novas ameaças. 

“É o que chamamos de Zero Day, que são falhas de segurança ainda sem patchs dos fabricantes, ou seja, um vetor de ataque contra o qual não existe correção conhecida”, detalha. 

O projeto atende o que determina a Estratégia Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (Resolução 211/2015), que tem como objetivo promover a acessibilidade, usabilidade, celeridade, inovação, responsabilidade social e ambiental e transparência no âmbito do Poder Judiciário.

Atuando no mercado nacional desde 1995, a Arcon é especializada em segurança de TI com foco em serviços gerenciados de segurança (MSS – Managed Security Services).