A partir desta segunda-feira, 5, a Zona Azul Digital será única opção em São Paulo. Foto: Divulgação.

A partir desta segunda-feira, 5, a Zona Azul de papel não será mais aceita em São Paulo. Com isso, os motoristas deverão usar a versão digital do sistema de pagamento de estacionamento. 

Na modalidade digital, o motorista compra créditos por meio de aplicativos ou em postos de venda credenciados pela Prefeitura de São Paulo. Hoje, oito apps vendem os créditos: Digipare, Estacionamento Digital, ParkMe, Ponto Certo, SP Cartão Azul Digital, Vaga Inteligente, Zazul e Zona Azul Fácil.

O usuário pode comprar os créditos com antecedência ou no momento do uso, com cartão de crédito, débito ou boleto bancário. O valor máximo é de R$ 5 a hora ou R$ 45 na compra de dez créditos. 

O motorista que não tiver o app, pode procurar um dos pontos físicos autorizados após estacionar o carro. Locais como bancas de jornais, bares, lanchonetes, drogarias, mercados e padarias contam com uma máquina para venda de créditos.

As folhas de Zona Azul de papel podem ser reembolsadas por R$ 4,50 cada, em um posto da CET (Rua Senador Feijó, 143, 1º andar). O ressarcimento ocorre até 31 de janeiro de 2017.

O estacionamento rotativo pago, denominado Zona Azul, foi criado em 1974. Hoje, o sistema opera 39.179 vagas na capital paulista, sendo 29% delas na região central. Os horários de utilização da Zona Azul são de 2ª a 6ª feira das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 13h.