O Tecpar lançou um projeto-piloto da Prática de Vigilância Tecnológica. Foto: Divulgação.

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O Centro de Informações e Estudos Estratégicos do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) lançou um projeto-piloto da Prática de Vigilância Tecnológica. Inicialmente aplicado na diretoria de Biotecnologia Industrial, o processo será levado ao mercado, no futuro, para dar prognósticos estratégicos sobre tecnologias-chave para o desenvolvimento dos negócios de empresas de base tecnológica.

O projeto-piloto começou pela Biotecnologia Industrial por ser um setor estratégico para o Tecpar, alinhado ao posicionamento da instituição de atuar no ramo da saúde, explica o gerente do Cies, Rogério Oliveira. 

Para operacionalizar a Vigilância Tecnológica, a equipe de analistas da informação da unidade monitora temas e tecnologias importantes para a área de biotecnologia do instituto, a fim de subsidiar sua diretoria na tomada de decisões estratégicas e táticas. 

Quatro produtos serão gerados com a solução: informes, relatórios de vigilância, fatos relevantes e reuniões.

“A vigilância tecnológica ajuda a sermos menos reativos e mais proativos, para que possamos antever possíveis problemas. As informações coletadas pelo Cies serão filtradas e terão sua relevância analisada, com especialistas nas áreas, para que a informação entregue seja útil ao cliente”, salienta Oliveira.

A Prática de Vigilância Tecnológica possui ainda uma característica de forte inter-relacionamento com o cliente, suas práticas de gestão e ainda com a Agência Tecpar de Inovação, que gerencia e provê informações sobre Propriedade Industrial, pontuou o gerente do Cies.

Ao longo de 2015 a metodologia será estendida a outras unidades estratégicas do Tecpar e até o final do ano a solução tecnológica deve ser oferecida ao mercado. 

Os principais clientes da ferramenta deverão ser indústrias e empresas de base tecnológica, destaca Oliveira. 

“Sabemos que as empresas entendem o valor da informação e queremos que os nossos futuros clientes contratem o Tecpar para realizar essa coleta e tratamento das informações”, afirma.