Fachada de qualidade garantida na In Forma. Foto: Flickr.com/83025347@N00

A In Forma, do Recife, acaba de alcançar o MPS de Software (MPS-SW) no nível C, com avaliação da MPS Coppe/UFRJ e implantação da SwQuality, de Recife.

A empresa, que em 2005 foi a primeira brasileira a obter uma avaliação oficial MPS, então no nível G, agora se soma a um grupo que, até outubro de 2012, somava 400 avaliações de MPS.SW realizadas no país, segundo dados da Softex.

Fundada em 1993 por dois jovens que, na época, acabavam de concluir mestrado em computação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a In Forma teve dificuldades em estabelecer um processo ordenado de desenvolvimento de software em seus primeiros dez anos, relembra Ismar Neumann Kaufman, sócio-diretor da companhia.

“Isso só ocorreu em 2005, quando alcançamos o nível G do MPS.BR. A partir de 2008, iniciamos a expansão pelo país e, em 2009, conquistamos o nível F”, conta o executivo.

Kaufman também destaca que o “carimbo” do MPS.BR ajudou a quebrar o gelo com clientes, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, que, segundo ele, tinham certa resistência à uma empresa nordestina que insistia em concorrer com multinacionais de software de gestão de ativos do setor elétrico.

“Hoje, quase metade da transmissão de energia elétrica do Brasil utiliza nossa solução”, comemora o sócio-diretor.

Para Kival Weber, coordenador executivo do Programa MPS.BR, nos próximos anos o desafio da In Forma será duplo.

“Irão buscar evoluir até a alta maturidade do modelo MPS-SW e introduzir na empresa o modelo MPS de Serviços, MPS-SV”, comenta o coordenador.

Coordenado pela Softex, o MPS.BR foi lançado em 2005 e hoje soma 430 empresas avaliadas em todas as regiões do país, em todos os níveis.

Para 2013, a meta da entidade é superar as 500 avaliações.