Virginia Vaamonde. Foto: divulgação.

Com nova CEO e uma nova sede a ser inaugurada, 2014 é um ano de reposicionamento para a GS1 Brasil, entidade dedicado ao segmento de automação no país.

Para Virgínia Vaamonde, que assumiu a liderança da companhia em janeiro, o principal objetivo para 2014 é seguir o planejamento estratégico programado para os próximos 5 anos e estreitar o relacionamento com os nossos associados.

Para isso, a companhia aposta no foco nos setores de bens de consumo, saúde, produtos perecíveis, transporte e logística, food service e têxtil, incentivando a utilização dos padrões GS1 nestes setores.

"Temos percorrido os estados brasileiros levando conhecimento sobre nossas soluções e buscado parcerias com outras organizações setoriais, influenciadores e multiplicadores", destacou a executiva, que substiuiu Celso Couto.

De acordo com Vaamonde, atualmente a entidade conta com cerca de 58 mil filiados no país, com 28% deste quadro sendo do setor de alimentos, bebidas e fumo, assim como outros segmentos das verticais de comércio, indústria e agronegócio.

O plano da entidade, que comemorou 30 anos em novembro, é repetir os números alcançados nos últimos 5 anos, em que ampliou sua base de filiados em 10%.

"Como toda organização orientada pelo dinamismo do mercado, nosso maior desafio é fazer com que as empresas brasileiras dos mais diversos tamanhos e setores da economia otimizem seus processos por meio dos padrões GS1", frisa a CEO.

Para isso, a expansão física também entra em questão. Em 2013 a associação abriu um escritório em Brasília, com o objetivo de reforçar sua presença com órgãos governamentais.

"Queremos apoiar políticas públicas, disponibilizar soluções padronizadas que ajudem em ações, projetos, campanhas e outras boas práticas voltadas para a eficiência da cadeia de valor e o bem-estar dos consumidores", destaca Vaamonde.

Outro investimento é o de uma nova sede em São Paulo. A empresa trocará seu andar em um prédio no Itaim por um espaço próprio que contará com um Centro de Inovação e Tecnologia (CIT).

De valor não revelado, o novo prédio será otimizado para atendimento dos associados e mostrará tecnologias de automação dentro do funcionamento da própria sede.

Segundo Roberto Roberto Matsubayashi, diretor de inovação e alianças estratégicas da GS1, a mudança para um prédio próprio e a criação do CIT servirá a este propósito.

O novo espaço, com cerca de 350 metros quadrados, servirá como um ambiente de demonstrações e simulações de usos dos padrões da GS1.

Para os associados, será mais uma forma de estar próximo dos padrões GS1 e experimentar os benefícios que eles proporcionam para as cadeias de suprimentos de diversos setores.