Grupo gaúcho de construção civil adota solução Construtivo. Foto: divulgação.

O Nex Group, conglomerado de empresas gaúchas no segmento de construção civil no Rio Grande do Sul, unificou suas operações ao adotar o software Colaborativo, solução em nuvem de gestão de projetos da Construtivo.

O grupo, criado em 2011 a partir da união da Capa Engenharia, DHZ Construções, EGL Engenharia, Lomando e Aita Engenharia, utilizava diferentes sistemas de interação e controle de tramitação de documentos.

Fundada em março de 2011, a Nex nasceu com um valor de mercado avaliado R$ 500 milhões e um faturamento combinado na casa de R$ 1 bilhão.

Para unificar processos, a empresa definiu uma ferramenta de uso comum. Desde então, o Colaborativo, disponibilizado em nuvem passou a alicerçar o negócio da Nex Group e hoje a aderência da solução chega a todas as áreas, de projetos de engenharia ao comercial.

O Colaborativo passou a reunir em um único ambiente virtual todos os documentos gerados durante as diferentes etapas entre o estudo de viabilidade de compra, formulação e alteração dos projetos de obras.

“Todos os documentos ficam armazenados no Colaborativo, desde o planejamento e alterações dos projetos, dados da obra, bem como os preços e custos”, explica o gerente de planejamento da Nex Group, Roberto Sukster.

Outra parametrização realizada pelo Construtivo foi em relação ao acesso de informações conforme os níveis de usuários. Dividido em dois grupos, o primeiro nível, que tem acesso a todos os dados, faz parte do time de colaboradores diretos do Grupo. Já os terceirizados, que são os projetistas, têm acesso apenas ao escopo dos projetos.

Esta preocupação ocorre para evitar que as informações fiquem disponíveis de forma errada, evitando gargalos que possam atrapalhar o andamento dos projetos.

Segundo Marcus Granadeiro, presidente do Construtivo, o desenho da solução para atender às necessidades da Nex Group vai ao encontro dos objetivos da companhia.

“Nosso foco é fornecer ao mercado uma ferramenta especialista no setor de engenharia e construção que permita às empresas uma colaboração eficaz para o atendimento de demandas críticas”, finaliza o executivo.