Gestor Paulo de Tarso e millennial Jessica Alves.

A Schneider Electric fechou o primeiro ano no Brasil de um programa de mentoria diferente, no qual os chamados millennials são mentores dos executivos da velha guarda da companhia, ao contrário do que costuma acontecer.

Ao todo, oito jovens com idade entre 21 e 37 anos (alguns nem tão jovens assim, por tanto) se encontraram seis vezes ao longo de sessões de uma hora e meia ao longo de 2018 com executivos do chamado C-level, o topo da organização no Brasil.

A ideia é que os “nativos digitais” conversem com a velha guarda sobre temas como pensamento digital, mentalidade de startup, design thinking, smart factories, competências do futuro e estilos de liderança, além de life balance e diversidade, entre outros.

Foi feito um treinamento para os jovens mentores, visando a um nivelamento de conhecimentos e à calibração do conteúdo básico de cada sessão. 

Na Schneider, os chamados millennials representam 57,2% do quadro de colaboradores e estão assumindo cargos de gestão. 

“A primeira edição do programa tem nos mostrado que a união dessas duas forças, com perfis e habilidades tão contrastantes e complementares, tem contribuído para desfazer preconceitos ocultos, estimular a inovação e impulsionar nosso desempenho”, afirma Rogério Osório, VP de Industrial Deployment & Performance da Schneider Electric para América do Sul.