Quem não se lembra desse teclado? Foto: Pixabay.

A rede varejista Gazin fechou a compra de 3 mil celulares Nokia 5.3 para distribuir para os seus vendedores em 300 unidades espalhadas pelo país.

O Nokia 5.3 é um modelo médio, com sistema operacional Android e display de 6.55 polegadas. O preço no varejo fica entre R$ 1,3 mil e R$ 2,1 mil.

Em valores de mercado, a Gazin comprou entre R$ 3,9 milhões e R$ 6,3 milhões em celulares. Mas é provável que o preço tenha sido menor, já que a negociação foi direto com a fabricante.

“Antes, os nossos vendedores utilizavam tablets, que tinham as telas grandes e a bateria não durava muito. O Nokia 5.3 foi escolhido por conta do design, bateria de longa duração e um processador adequado para o funcionamento dos apps de trabalho”, afirma Júlio Silva, gerente geral do varejo da Gazin.

Também contaram pontos a velocidade nas atualizações de segurança e de software - atributo confirmado pela Counterpoint Research, que colocou os aparelhos da marca como líderes neste quesito pelo segundo ano consecutivo.

A Gazin surgiu de uma pequena loja inaugurada em Douradina, interior paranaense, em 1965, e hoje tem unidades no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre, Amazonas, Pará, Bahia, Goiás e Tocantins.

A empresa tem cinco indústrias de colchões e estofados, uma indústria de molas, um dos maiores atacados do País e 21 centros de distribuição de mercadorias. A empresa está no top 10 do varejo brasileiro, com um faturamento na casa dos R$ 4,2 bilhões.

Os celulares foram vendidos pela HMD Global no Brasil, empresa que se denomina “casa dos smartphones Nokia”.

Formada em grande parte por ex-executivos da Nokia, a empresa comprou da Microsoft os direitos de uso da marca Nokia em 2016.

A Microsoft, como vocês devem lembrar, comprou a Nokia em 2014 numa tentativa de criar uma presença em celulares que não deu certo.

A HMD terceiriza a fabricação dos aparelhos com a Foxxconn e fechou um acordo com o Google para usar o Android nos smartphones.