Ricardo Sanfelice.

A Vivo mudou seu organograma para  reunir sob a mesma vice-presidência todas as áreas relacionadas à transformação digital da empresa.

A nova vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação, comandada por Ricardo Sanfelice, faz parte da estrutura do CRO da empresa, Christian Gebara, responsável também pelas áreas de marketing e vendas de todas as linhas de negócios da Vivo.

Sanfelice foi no último ano VP de Marketing da Vivo, mesma função que mantinha na GVT, adquirida pela operadora. O executivo estava na GVT desde 2001, tendo passado por uma série de cargos nas áreas de marketing, estratégia, qualidade e inovação.

A chamada transformação digital significa que, mais do que digitalizar processos, operar o back office ou suportar a operação, o software pode servir para abrir áreas de negócio e possibilidades de expansão para as organizações.

No caso das operadoras, isso significa fugir do que muitos prevem como um futuro sinistro como um provedor do “encanamento da internet” em direção a um papel de maior protagonismo na área de internet das coisas e distribuição de conteúdo de entretenimento, por exemplo.

Em nota, a Vivo fala de competir no mercado digital, aplicativos, canais digitais, Big Data e fomento à inovação.

A parte comercial mais visível da estratégia digital da Vivo são os serviços de valor agregado (SVAs), como aplicativos de música, saúde, educação, entre outros.

Com cerca de 40 milhões de clientes, eles geraram receita de cerca de R$ 1,9 bilhão em 2015.

A Vivo tem investido na oferta de canais digitais de e-care e e-commerce. A atendente virtual Vivi, por exemplo, realiza aproximadamente 500 mil atendimentos por mês, e o aplicativo Meu Vivo soma 11 milhões de downloads e seu volume mensal de acessos cresceu quase 300% em um ano.

A operadora afirma ser “uma das mais avançadas do Brasil” no uso de Big Data em uma série de projetos, em áreas como redes, comercial e marketing, em diferentes fases de implementação.

Apenas no último ano, a companhia aumentou em 18 vezes a capacidade de processamento de BI e Big Data. Em 2016, chegará a um aumento de 87 vezes.

São 120 pessoas na área, das quais 49 são profissionais capacitados para trabalhar com ferramentas e aplicações de Big Data.

Por fim, a Vivo está atenta a tendências e novos negócios digitais, por isso, a área liderada por Sanfelice abarca o Telefónica Open Future, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação do Grupo.

Com atuação por meio de parcerias públicas e privadas, o programa já acumula mais de 1.200 startups aceleradas e cerca de 670 financiadas, além de escritórios em 17 países da América Latina, Europa e Ásia.

No Brasil, o programa está presente por meio do Fundo Amerigo/Investech, espaços de crowdworkings e da aceleradora Wayra.

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