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FALHAS

Forcepoint: segurança com foco no usuário

Júlia Merker
// terça, 07/08/2018 16:27

A Forcepoint quer crescer no mercado brasileiro com sua abordagem de segurança focada no aspecto humano.

Wagner Tadeu, vice-presidente da Forcepoint para a América Latina. Foto: Divulgação.

A estratégia foi detalhada em um evento em Porto Alegre na última semana por Wagner Tadeu, vice-presidente da Forcepoint para a América Latina, que assumiu o cargo em julho.

“Cada usuário tem um tipo de comportamento, e a solução consegue monitorar mudanças nas rotinas. Entre os exemplos estão perceber que um funcionário passa a chegar na empresa às 3h da manhã sem justificativa, começa a extrair relatórios que não condizem com sua atuação ou fica com um documento aberto por muitas horas (possivelmente para copiar à mão)”, explica Tadeu.

No mercado desde 2016, a Forcepoint é um nome novo, mas tem grandes organizações por trás. 

A empresa é resultado da compra da Websense e da Stonesoft, uma companhia da Intel, por parte da divisão de cibersegurança da gigante de defesa americana Raytheon.

A operação no Brasil foi iniciada no mesmo ano da fundação. A empresa começou o trabalho com uma base consolidada de clientes a partir das empresas atendidas pela Websense, que já tinha presença no país, e o ecossistema de canais Intel, que vendia Stonesoft no Brasil.

O portfólio da empresa reúne sistemas que, além de protegerem a rede de ameaças externas, monitoram o comportamento dos funcionários para avaliar riscos de falhas (como abertura de e-mails com vírus) ou ações mal-intencionadas, como roubo de informações.

A companhia planeja agora aumentar a rede de parceiros e treinar os canais anteriores para atender todo o seu portfólio.

O foco da Forcepoint são clientes de médio e grande porte, especialmente nos segmentos de governo e finanças.

Entre os novos canais da companhia está a Teletex, sediada em Porto Alegre. A empresa foi responsável pelo projeto de adoção do firewall da Forcepoint pelo Banrisul.

“Um dos focos com a rede de canais é crescer na região Sul e em Brasília, mas precisamos ter um ou dois parceiros em cada estado do Brasil”, destaca Tadeu, um executivo experiente na área de segurança, com uma passagem de 16 anos pela Symantec.

A Forcepoint inclui em seu portfólio sistemas como DLP (Data Loss Prevention), UEBA  (User and Entity Behavior Analytics), CASB (Cloud Access Security Broker), Web/Email Security e Next-Generation Firewall (NGFW).

Júlia Merker