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O LinkedIn está trabalhando com o FBI na investigação envolvendo o roubo de 6,4 milhões de senhas de usuários da rede social voltada a contatos profissionais.

“A empresa desconhece casos em que contas de usuários foram invadidas em decorrência das violações de segurança”, disse o porta-voz Hani Durzy.

Representantes do FBI não quiseram comentar o assunto.

O LinkedIn ainda está no estágio inicial da investigação e, segundo Durzy, ainda não se descobriu se os endereços de e-mail relacionados às senhas obtidas por hackers também foram roubados.

A companhia confirmou na quarta-feira que milhares de senhas de usuários do site tinham sido violadas por hackers.

Na véspera, a empresa afirmou que iria desabilitar as senhas em questão, o que exigirá que os usuários criem uma nova combinação.

O LinkedIn enviou emails aos usuários afetados com explicações sobre a mudança de senha.

Especialistas em segurança afirmaram que as senhas roubadas não eram protegidas adequadamente e que a companhia não aplicou as melhores práticas adotadas pelos maiores sites do mundo.

Questionado sobre o comentário, Durzy disse que a empresa já havia aumentado a segurança na base de dados. “Destinamos os mais altos valores à segurança dos dados dos usuários”, afirmou.