O único título que faltava ao futebol brasileiro foi conquistado nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Foto: Pexels.

O único título que faltava ao futebol brasileiro foi conquistado nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Neymar, Gabriel Jesus, Gabigol e companhia venceram a Alemanha nos pênaltis e faturaram a medalha inédita dentro de casa, no estádio do Maracanã. E agora?

Faltando menos de um ano para o início das Olimpíadas de Tóquio, as categorias de base da seleção brasileira passam por um período de contestação. Recheado de jóias, a equipe Sub-20 foi mal no Sul-Americano e não disputará o Mundial. 

A Sub-17 também ficou abaixo na competição continental, obtendo a vaga para a Copa do Mundo graças a mudança na sede do Peru para o Brasil. Assim, a busca pelo bicampeonato olímpico é vista como questão de honra para recuperar o prestigio mundialmente. 

Por isso, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) jogou duro com os clubes para liberação dos jovens convocados para Torneio Maurice Revello, antigo Torneio de Toulon, na França. Com as principais apostas esportivas da atualidade, a seleção brasileira se impôs e conquistou o título. 

 

Planejamento para 2020

Inicialmente, o plano olímpico contava com Sylvinho, então auxiliar de Tite, como treinador e Fernando Lázaro como auxiliar. Mas, a dupla aceitou a proposta do Lyon, França. Portanto, André Jardine é o favorito para assumir a função após o desempenho promissor no torneio da França.

A nova ideia da CBF é que o time Sub-23 realize alguns amistosos antes do torneio classificatório, em janeiro, na Colômbia. As datas Fifa devem ser aproveitadas devido a exigência de liberação dos atletas que atuam no Brasil e no exterior. 

 

Fortalecimento das categorias de base

A CBF tem intuito de resgatar e consolidar as seleções de base (Sub-15, Sub-17 e Sub-20) com planejamento a longo. Para alcançar esse objetivo, é imprescindível que os clubes também se fortaleçam a fim de segurar as suas promessas por mais tempo frente às ofertas de fora.

Tudo passa pela descoberta de novas fontes de receitas para clubes. Segundo matéria do “iGaming Brasil”, regulamentação do jogo e das apostas esportivas pode representar um salto de qualidade para o futebol do Brasil.