A Triciclo tem um programa de fidelização atrelado às Retorna Machines. Foto: Divulgação.

A Inspiring, braço de telecom do Grupo Stefanini, é a parceira tecnológica da Triciclo, que desenvolve um programa de fidelização atrelado ao depósito de embalagens de refrigerantes e garrafas vazias em máquinas de venda reversa, batizadas de Retorna Machines.

A Retorna Machine foi lançada no dia 1º de setembro no Hotel EZ Aclimação. A previsão é que outras 18 máquinas sejam instaladas até o fim do ano em locais de grande circulação, como terminais rodoviários, estações do metrô e shopping centers.

“Toda a tecnologia embarcada nas máquinas de venda reversa foi desenvolvida pela Stefanini. A interação direta com os usuários é um dos principais diferenciais da ferramenta que utilizamos em parceria com a Triciclo”, ressalta  Wander Nogueira, da Stefanini Inspiring.

Cada embalagem depositada pelo usuário na máquina é avaliada instantaneamente pelo equipamento, e o consumidor recebe os pontos equivalentes ao material, que poderão ser utilizados para descontos em conta de luz, crédito no bilhete único ou em programas de premiação de livrarias. 

Os pontos variam de acordo com o material (alumínio ou plástico) e tamanho da embalagem. A troca dos benefícios pode ser realizada também por um aplicativo de celular ou pelo site da Triciclo.

De acordo com Nogueira, a parceria é um exemplo de como preencher a lacuna que existe entre a área de TI e o marketing, oferecendo uma solução que permita criar, implementar e validar campanhas de comunicação por meio das Retorna Machines e dos Programas de Fidelidade.

A Stefanini é uma multinacional brasileira com 28 anos de atuação. Presente em 34 países, sua oferta de serviços abrange consultoria, integração, desenvolvimento de soluções e outsourcing para aplicativos e infraestrutura.

A companhia lançou em junho a Inspiring, braço de telecomunicações liderado por João Mota, ex-presidente da Portugal Telecom Inovação Brasil.

A Stefanini fechou 2014 com um faturamento de R$ 2,35 bilhões, uma alta de 11% frente ao ano anterior, e prevê manter o mesmo ritmo em 2015.

Assim, ficaram adiadas para “2017 ou 2018” as metas da companhia de chegar ao final de 2016 faturando R$ 4 bilhões, divulgadas no final de 2013.