Darren Roos, CEO da IFS.

A IFS, multinacional sueca de sistemas de gestão, fechou 2020 com um faturamento de 7,2 bilhões de coroas suecas, aproximadamente US$ 870 milhões. A cifra representa uma alta de 14% em relação a 2019.

Dois indicadores frisados pela empresa foram o aumento de 60% na receita de cloud e 43% na receita recorrente para 4 bilhões de coroas suecas.

A área de gerenciamento de serviços, na qual a IFS fechou em 2020 a compra da Clevest, teve alta de 105% na receita.

“Estou muito orgulhoso de ver que uma parte significativa de nossa receita de licença veio de novas marcas, clientes que se afastaram de seus fornecedores legados; isso combinado com nosso desempenho em receita recorrente aponta o desempenho de um negócio muito forte”, afirma o CEO da IFS, Darren Roos. 

Ao todo, a IFS adicionou cerca de 200 novas marcas em suas principais indústrias, incluindo Carlsberg, Panasonic e Marshall Aerospace & Defense Group.

O ecossistema de parceiros cresceu 28% em relação a 2019 e representou mais de 30% das implementações, indicadores importantes em uma empresa que fecha a maioria dos negócios diretamente e vem estruturando seu canal nos últimos anos.

Até 2021, a companhia tem a meta de chegar a uma receita de US$ 1 bilhão.

A companhia sueca é menor do que SAP e Oracle, com as quais disputa o mercado de ERP, mas tem o diferencial de ser muito competitiva em verticais como energia, óleo e gás, manufatura complexa e aviação e defesa, nas quais as empresas lidam com ativos que precisam ser gerenciados por longos períodos de tempo.