Pedro Gabril, ex-presidente da Procergs.

Começou a temporada de especulações sobre quem será o novo presidente da Procempa. O primeiro nome a ser cogitado é o de Pedro Gabril, ex-presidente da Procergs.

A informação – negada por Gabril – é da colunista de política de Zero Hora Rosane de Oliveira. O candidato é ligado ao PTB, partido que controla a estatal de processamento de dados municipal.

Rosane destaca a atuação de Gabril à frente da Procergs, no começo do governo Yeda Crusius (PSDB-RS), durante o qual o profissional criou uma controladoria interna e tomou medidas para equilibrar as contas.

A gestão de Gabril, no entanto, foi curta, durando seis meses, ao final dos quais acabou pedindo demissão em agosto de 2007.

Na época, a se especulou nos bastidores que Gabril saiu por “incompatibilidades com a cúpula da empresa”.

Gabril é um funcionário público de carreira, com mais de 20 anos na administração pública, com atuação em todos os níveis da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado e também nove meses à frente da secretaria de Administração no governo Rigotto.

Por hora, a presidência da Procempa está interinamente ocupada por Maurício Gomes da Cunha, que assumiu na quinta-feira, 06, e deve ficar um máximo de 40 dias no cargo.

Cunha assumiu a vaga deixada por André Imar Kulczynski, que renunciou na quarta-feira, 05, assim como o diretor Técnico da estatal, Zilmino Tartari.

As renúncias seguiram-se a uma série de denúncias feitas pela imprensa a respeito de supostas fraudes em planos de benefícios, contratações de serviços, patrocínio de eventos e outras irregularidades na companhia de processamento de dados.