Leandro Baghdadi.

Leandro Baghdadi, ex-diretor de customer marketing da Ericsson no Brasil, acaba de assumir como diretor de Marketing e Gestão de Alianças da companhia no Brasil.

A contratação do profissional é mais uma movimentação da Sonda visando criar uma “frente única” entre as operações da Sonda IT, CTIS, Sonda Ativas e Pars, um grupo de empresas com 8 mil funcionários resultado de mais de uma década de aquisições.

Com a chegada de Affonso Nina como CEO no Brasil, em outubro do ano passado, a área de marketing foi elevada ao nível de diretoria. 

O novo diretor também estará à frente das áreas de comunicação, inteligência de mercado e eventos. 

“Vamos alinhar as iniciativas para ganhar em eficiência e, consequentemente, impactar o mercado de maneira mais forte e aumentar a percepção de valor que representa todas as empresas juntas”, comenta Baghdadi.

Baghdadi fez carreira na Ericsson, onde passou 15 anos, atuando numa série de cargos relacionados com hardware, software e bens de consumo, com atuação na América Latina.

Em abril, Nina passou a comandar diretamente as atividades da CTIS e da Sonda TI.

O executivo veio da Carlson Wagonlit Brazil. Entre 2011 e 2015, atuou na Genpac, em que foi country manager. O executivo também atuou como vice-presidente de serviços financeiros da HPE após a aquisição da EDS.

A CTIS é resultado de uma aquisição da Sonda em 2014, por um valor inicial de R$ 400 milhões, mais R$ 85 milhões condicionados ao período 2014-2018. Encerrado essa fase, o fundador da empresa Avaldir Oliveira, está de saída da empresa.

A Sonda TI é ela mesma uma incorporação de diferentes empresas, reunindo sob seu guarda chuva diversas aquisições feitas pela chilena Sonda no país desde 2007, incluindo nomes como  Procwork, Kaizen e Telsinc.

Essas marcas saíram de circulação e passaram a ser tratadas como verticais de negócios da Sonda TI, que passou a se vender como uma integradora com tecnologias de SAP, virtualização, cloud computing, armazenamento, segurança e telecomunicações.

A Sonda voltou a crescer no ano passado, alcançando um faturamento de US$ 1,36 bilhão, uma alta de 12% frente aos resultados de 2016.

O resultado coloca a empresa de volta nos trilhos, depois de um 2016 ruim, no qual a companhia teve uma queda de 8,4%, criada pela recessão econômica no Brasil e a valorização do peso chileno frente às outras moedas da região.