Segundo o estudo da EMC, a adoção de nuvens híbridas cresceu 9% desde 2013. Foto: Melpomene/Shutterstock.

A EMC Corporation publicou os resultados de um estudo global com 10.451 tomadores de decisões de TI em empresas de mais de 33 países. Aproximadamente dois terços dos entrevistados globais (64%) disseram que as nuvens híbridas são necessárias graças à agilidade e a segurança que elas oferecem

Segundo o estudo, a adoção de nuvens híbridas cresceu 9% desde 2013, com 27% de penetração no mundo, sendo a taxa mais alta na região da Europa, Oriente Médio e África (EMEA) (28%), seguida da América Latina (24%) e Ásia-Pacífico e Japão (24%).         

Embora 71% dos entrevistados sejam a favor de uma estratégia que permita à TI funcionar como intermediária interna de serviços sob demanda, dados do estudo indicam falta de confiança na capacidade da própria TI de ajudar a promover o crescimento dos negócios.

Um exemplo é que 35% acreditam que sua organização não possui o grau certo de habilidades e conhecimento para atingir as principais prioridades do negócio.

Além disso, 69% dos entrevistados acreditam que capacitar a equipe de TI para acompanhar as implicações de megatendências como nuvem, mobile, social e Big Data será um desafio para suas empresas nos próximos dois anos.

Enquanto as organizações se movem cada vez mais online, apenas 16% dos entrevistados estariam dispostos a hospedar qualquer aplicação em uma nuvem pública.

As aplicações que a maioria dos entrevistados não estariam dispostos a colocar em nuvens públicas incluem planejamento financeiro (39%), gestão de capital humano (35%) e sistema integrado de gestão empresarial (ERP) (32%).

Os mercados desenvolvidos, com economia de TI mais desenvolvida, lideram a corrida pela adoção de nuvens, enquanto que os mercados emergentes parecem ter mais aversão ao risco, com menores níveis de penetração das nuvens em geral.

Mercados emergentes, no entanto, têm uma visão mais positiva do departamento de TI e das nuvens híbridas – 79% dizem esperar uma grande vantagem competitiva a partir de megatendências como nuvem, mobile, social e Big Data (contra 75% nos países desenvolvidos).

O estudo divulgado pela EMC foi conduzido pela Vanson Bourne, que mediu o sentimento global em relação ao crescente papel da TI nas empresas de hoje.