Programa permite pesquisa de preços e reserva de pacotes no momento e lugar que o viajante preferir. Foto: Divulgação

Com o lançamento de sua aplicação para plataformas móveis, o Hotel Urbano revelou sua pretensão em faturar cinco vezes mais com as compras remetentes de celulares em 2014. No ano anterior, a empresa faturou R$ 20 milhões, para 2014 eles estimam atingir R$ 100 milhões com o mobile.

A expectativa com o novo app, disponível para Android e iOS são grandes. O valor nas vendas pela aplicação, prospectado para 2014, representará 14% do faturamento total da empresa, que planeja vender, só pelo aplicativo, o montante de R$ 100 milhões em reservas e pacotes de viagens.

Com isso, o Hotel Urbano pretende totalizar 4,1 milhões de diárias vendidas, trazendo R$ 800 milhões para o faturamento anual da empresa.

Em 2013, as compras advindas de smartphones ou tablets responderam por 4% do faturamento, concentrando ao caixa da empresa R$ 20 milhões. O faturamento anual em 2013 foi de R$ 500 milhões.

Isso significa que ao passo que o faturamento da startup tenha um crescimento de 60%, as compras por celulares aumentarão 400%, ou seis vezes mais segundo a estimativa da empresa para 2014.

Tudo isso para justificar o investimento focado nas reservas de última hora (last-minute). O aplicativo gratuito disponível para Android e iOS permite a pesquisa de preços e a reserva de pacotes de viagem e hotéis no momento e lugar que o viajante preferir, seja para qualquer data no futuro ou até para o mesmo dia.

São mais de 180 mil opções de hospedagem (hotéis, pousadas, cruzeiros, etc.) em mais de 30 mil destinos, espalhados por 183 países em todo o mundo.

Diariamente, o Hotel Urbano disponibiliza cerca de 4 mil pacotes com preços acessíveis para mais de quatrocentos dos principais destinos turísticos nacionais e internacionais, pacotes esses que se renovam constantemente.

Fundado em 2011 pelos pelos irmãos João e Eduardo Mendes, o site é avaliado atualmente em R$ 1,2 bilhão.

Em janeiro desse ano, o site anunciou a venda de uma participação de 10% da empresa para o fundo de capital de risco Tiger Global. O valor dessa fatia custou R$ 120 milhões.