A Beneficência Portuguesa de São Paulo atingiu o nível máximo (7) da HIMSS. Foto: Divulgação.

A Beneficência Portuguesa de São Paulo atingiu o nível máximo (7) da HIMSS (Healthcare Information and Management Systems Society). O selo indica a maturidade na adoção e utilização do prontuário eletrônico.

Para alcançar o resultado, a instituição utiliza o sistema Tasy, desenvolvido pela Philips.

A conquista do estágio é para suas unidades de negócio Hospital BP e BP Mirante, incluindo a BP Medicina Diagnóstica. 

Após avaliação feita pela HIMSS, as unidades da BP passam a ser a 7ª e 8ª da América Latina a conquistar o título de instituição 100% digital.

No Brasil, a Philips desenvolveu um programa chamado Upgrade, que tem como objetivo mostrar aos hospitais como podem utilizar as ferramentas do sistema Tasy para cumprir os requisitos necessários em cada estágio do HIMSS.

O uso do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) por todos os setores dos hospitais possibilita integração e compartilhamento de informações clínicas e gestão de relatórios e indicadores clínico-assistenciais.

"Aqui na BP utilizamos o Tasy em toda sua potencialidade: para processos administrativos, para controle de projetos de investimento, para os processos de integração com parceiros, para a realização de exames, parceiros de plataformas de comercialização de OPME e também para todas as finalidades do ponto de vista assistencial", comenta Lilian Quintal Hoffmann, diretora-executiva de tecnologia e operações da BP.

No Brasil, entre as instituições com o selo nível 7 da HIMSS estão o Hospital Dr. Miguel Soeiro, da Unimed Sorocaba, o Hospital Unimed Recife III, o Hospital Márcio Cunha e o Hospital Unimed Volta Redonda.