Regis Haubert. Foto: Divulgação / Vinícius Roratto

O APL de Automação colocou como meta dobrar o faturamento das 55 empresas participantes até 2016, por meio de ações de aproximação com clientes, incentivo às exportações e inovação.

Outra iniciativa que está em curso é a negociação junto ao Badesul para que seja constituído um fundo garantidor através do qual as empresas possam obter garantias financeiras para financiamentos.

“Nossa ideia é que as atividades promovidas pelo APL contribuam por um terço do crescimento das empresas”, explica Régis Haubert, diretor regional da Abinee-RS, entidade que encabeçou a criação do APL, ainda em 2009.

Em julho, o APL foi um dos escolhidos para receber recursos de R$ 100 mil do governo do estado a serem usados na governança do arranjo, uma articulação entre empresas, trabalhadores, governos e instituições, colocados em regime de colaboração.

O APL contratou Carlos Homero Dornelles, profissional que já vinha atuando como coordenador executivo do APL de Máquinas e Equipamentos Industriais, para exercer o mesmo papel.

Dornelles foi diretor industrial da fabricante de transformadores, turbinas e geradores Ansaldo Coemsa e nos últimos 16 atuou como consultor em diferentes empresas.

Segundo dados colhidos pela entidade em 2010, as 55 integrantes do APL faturavam juntas R$ 1,5 bilhão, tinham 7,7 mil empregados.

No quadro de 55 empresas apoiadoras da APL estão a Altus, Coda, JMD e NBN. Somente a Altus, com faturamento de R$ 130 milhões, assina projetos para mais de oito plataformas da Petrobras.

Entre as entidades parceiras estão o Sebrae, IEL, Senai e a secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, além das instituições de ensino como UCS, Unisinos, PUC, Fundação Liberato e UFRGS.