Fábio Souza é o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia.

Entidades empresariais do setor de TI (Abes, ABT, Acate, Assespro e Brasscom) e um sindicato de profissionais da área (o paulista Sindpd) fizeram uma frente unida de pressão contra o aumento da carga tributária das companhias do setor nesta quinta-feira, 11.

As organizações promoveram um café da manhã para 16 parlamentares em Brasília. 

Participaram José Stédile (PSB/RS), Bilac Pinto (PR/MG), Cabuçu Borges (PMDB/AP), Fábio Sousa (PSDB/GO), Flavinho (PSB/SP), Marco Maia (PT/RS), Marcos Soares (PR/RJ), Rômulo Gouveia (PSD/PB), Silas Câmara (PSD/AM),  Izalci (PSDB/DF), João Daniel (PT/SE), João Derly (PcdoB/RS), Milton Monti (PR/SP), Odorico Monteiro (PT/CE), Dagoberto (PDT/MS) e Evair de Melo (PV/ES).

A votação do projeto deve ocorrer na próxima semana e irá definir o a nova alíquota a ser cobrada sobre o faturamento bruto das empresas no lugar da contribuição de 20% sobre a folha.

Desde a desoneração, em 2011, a alíquota é de 2%. Como parte das medidas para elevar a arrecadação, o governo divulgou em fevereiro a intenção de mais do que dobrar a taxa, para 4,5%.

O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, o deputado Fábio Souza (PSDB-GO), também recebeu em seu gabinete os representantes do setor para discutir o assunto. 

O custo da manutenção da mão de obra na área de TI representa de 35% a 50% das despesas totais de uma empresa. A proporção subia para 60% a 70% com os encargos trabalhistas.