Carlos Cesar Almeida.

A CMPC Celulose Riograndense, empresa de celulose de fibra curta de eucalipto que integra o grupo chileno CMPC, fechou um contrato com a paranaense Pelissari para gerência e suporte terceirizados [AMS, na sigla em inglês] do seus sistemas da SAP.

O serviço era feito antes pela Sonda, responsável pelo projeto da reimplementação do ERP da SAP, cujo go live foi feito em 2013. A CMPC Celulose Riograndense tem 250 usuários do software.

A Pelissari já tem um contrato similar ao da CPMC com a Marcopolo.

O contrato de AMS faz parte de uma estratégia agressiva de outsourcing, na qual todos os serviços de suporte e operação da CMPC serão terceirizados.

“Com a modernização da fábrica, pretendemos quase quadruplicar a produção de celulose. Para isso, estaremos centrados em nosso core business”, explica o gerente de TI da CMPC Celulose Riograndense, Carlos Cesar Almeida.

O projeto a que Almeida se refere é um investimento de R$ 5 bilhões em Guaíba, no Rio Grande do Sul, com o qual a produção passará das atuais 450 mil toneladas por ano para 1,75 milhão de toneladas.

A Pelissari faturou R$ 56 milhões em 2013, uma alta de 5% frente ao ano anterior. Sediada em Curitiba, a Pelissari tem unidades em Caxias do Sul e Joinville.

A lista de clientes inclui nomes como Tupy, Tigre e Embraco em Santa Catarina, Grupo Randon e Marcopolo no Rio Grande do Sul e Arauco, GVT, Renault no Paraná.