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RANKING

Financial Times elege escolas brasileiras

Felipe Nogs
// terça, 13/05/2014 13:56

O jornal britânico Financial Times divulgou recentemente o ranking de educação executiva voltara para o público corporativo. A classificação contou com a Fundação Dom Cabral [FDC], Insper, Saint Paul Escola de Negócio e a Fundação Instituto de Administração [FIA] entre os colocados.

Fundação Dom Cabral entre as escolas brasileiras. Foto: Divulgação

A Fundação Dom Cabral, com sedes em São Paulo e Minas Gerais,  ficou em23º lugar no ranking das melhores escolas provedoras de cursos abertos, voltados para profissionais de diversas empresas, e na 27ª posição da lista de programas fechados, feitos sob medida para companhias. A informação é do Valor.

O Insper, de São Paulo,  garantiu a 38ª posição no ranking dos cursos abertos e ficou em 52º entre os programas customizados.

A Saint Paul Escola de Negócios e a Fundação Instituto de Administração, ambas de São Paulo,  ficaram na 59ª e em 69º lugar respectivamente.

Já no topo do ranking está  a americana Duke, posto que ocupa por três anos seguidos. enquanto o suíço IMD ficou na frente na lista de cursos abertos.

A HEC Paris ficou em segundo lugar no ranking de programas sob medida, seguida do espanhol Iese. Entre os programas abertos, a Chicago Booth levou a prata, enquanto a americana Darden Business School, da Universidade da Virgínia, e a HEC Paris empataram em terceiro lugar.

A pesquisa revelou um aumento na demanda desse tipo de programa. Cerca de 40% das 1.100 empresas consultadas estão considerando aumentar os gastos com educação executiva nos próximos três anos.

Na América Latina, as dez escolas que entraram nos rankings deste ano tiveram alta de 32% na receita nos últimos dois anos.

Por esse bom momento, a pesquisa deste ano incluiu um número maior de escolas desde o início dos rankings, há 16 anos, no qual foram incluídos 80 programas feitos sob medida e 70 abertos.

Os rankings levam em conta a satisfação dos profissionais participantes e das empresas que contratam as escolas, a diversidade do corpo docente e discente e a exposição internacional da instituição de ensino.

Felipe Nogueira