Tablet Philips. Foto: Divulgação.

A Philips começa a vender seus tablets no Brasil. São dois modelos de R$ 649 e R$ 549. 

Os aparelhos tem tela de 7 polegadas, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento, processador dual core de 1,5 GHz com sistema operacional Android na versão 4.1. 

Além disso, o dispositivo tem saída mini HDMI, entrada de cartão de memória de até 32 GB e tecnologia FullSound que reproduz com fidelidade os detalhes sonoros das músicas em MP3.

A diferença entre os dois modelos é que o mais básico não tem câmera traseira, Bluetooth e sua autonomia é menor (dura três horas reproduzindo vídeo). O outro modelo recebe a câmera traseira de 2 megapixels e uma hora a mais de carga na bateria. 

A fabricação será na unidade da Philips em Manaus, onde a companhia pretende investir US$ 50 milhões na nova linha de produção. De acordo com a Superintendência da Zona Franca de Manaus, o plano da empresa é contratar 78 pessoas a mais.

A venda de tablets no Brasil cresceu 228% de janeiro a agosto desse ano, em comparação a 2012, de acordo com estudo divulgado pela GfK.

Segundo dados divulgados pelo IDC, a venda destes dispositivos móveis representaram 34,8% do mercado de eletrônicos - PCs, notebooks e tablets.

Com o objetivo de focar nas áreas de saúde e bem-estar, a companhia anunciou em janeiro que deixará de lado o mercado de produtos eletrônicos para consumidores. Esse segmento será assumido, em 2017, pela japonesa Funai Electric, que pagará US$ 150 milhões e uma taxa de licenciamento para a venda de produtos da marca por cinco anos e meio, com opção de renovação. 

Afinal, mais de 80% das vendas da Philips vêm dos negócios de iluminação e cuidados com a saúde, como equipamentos hospitalares. 

A holandesa registrou um lucro líquido de € 282 milhões no terceiro trimestre terminado em setembro, 168% maior do que os 105 milhões de euros do ano anterior.