Marcelo Rezende.

Marcelo Rezende não é mais country manager no Brasil da Qlik, multinacional de software de visualização de dados.

A informação é de fontes de mercado e foi confirmada ao Baguete pela Qlik por meio da sua assessoria de imprensa.

A posição está em "processo de definição" e será ocupada temporariamente por Eduardo Kfouri, VP da Qlik para a América Latina, explica a empresa em nota. 

Rezende assumiu o cargo em junho de 2016, depois de um período de dois anos morando nos Estados Unidos, onde fazia pós-graduação.

Antes, Rezende atuou como country manager da Anixter entre 2010 e 2014. Antes, cumpriu a mesma função na BMC Software por um ano.

O mar parece que não anda para peixe no ecossistema Qlik. 

Recentemente, o Baguete revelou que a catarinense Toccato, a maior das três distribuidoras pelas quais a Qlik faz a maior parte dos seus negócios no país, também perdeu o seu CEO.

Leonardo Farah assumiu o cargo de CEO da Toccato em 2016, mais ou menos na mesma época que Rezende. Farah havia entrado na empresa em 2014.

A empresa não chegou a divulgar se a fundadora Simoni Oliani estava voltando para o comando ou se a posição estava em aberto.

A Toccato tem uma base de 900 clientes e dezenas de canais abaixo dela. 

É uma situação similar à das paulistas Nórdica e Inteligência de Negócios, que até uma década atrás dominavam o negócio Qlik no Brasil.

De alguns anos para cá, no entanto, a Qlik vem reforçando sua presença direta com a contratação de mais executivos locais e algumas novas parcerias.