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O Google+ chegou a 170 milhões de cadastrados em menos de um ano de uma atividade. Isso, no entanto, não é sinal de sucesso.

Os usuários da rede social não interagem, nem acessam, a ferramenta conforme informações publicadas pela Folha de S. Paulo.

De acordo com o jornal, para atingir esse número, o Google implementou um "gatilho" para gerar massa de cadastrados.

Ele cria automaticamente, um perfil quando um usuário abre uma conta em outro serviço da empresa, como o Gmail ou o YouTube.

Os dados de janeiro deste ano sobre o tempo gasto em redes sociais mostram que os usuários ficam uma em média mensal de 3,3 minutos no Google+, enquanto usuários do Facebook conectam-se por 7,5 horas.

A comparação, no entanto, não é necessariamente adequada, dizem os googlers.

Segundo Felix Ximenes, diretor de comunicação e assuntos públicos do Google para o Brasil, a rede social de Mark Zuckerberg não é um concorrente.

“Ele não é um competidor direto do Facebook. Nós enxergamos o Google+ como uma camada social que permeia todos os nossos produtos", argumenta.

Para o Google, a necessidade de estar presente nas redes sociais surgiu por razões mercadológicas, pois os usuários gastam cada vez mais tempo nas redes sociais – inclusive, o Facebook já superou o Google como site mais visitado no Brasil.

O Google atribui o número de cadastros às constantes mudanças no Google+. Segundo a companhia, foi mais de uma alteração por dia desde a criação, em 28 de junho de 2011.