Karim Hardane e Marcelo Fujimoto, fundadores da Mandaê. Foto: Divulgação.

A Mandaê acaba de receber uma rodada de investimentos de R$ 10 milhões da Qualcomm Incorporated, por meio de seu grupo de investimento de risco, Qualcomm Ventures, com participação dos investidores Monashees+ e Valor Capital Group. 

A rodada eleva os investimentos totais da Mandaê para R$ 16 milhões. Investidores anteriores também incluem Kima Ventures e Hans Hickler, o ex-CEO da DHL Express USA. 

Os novo aporte será aplicado no aumento das operações da startup e expansão de sua equipe.  

A Mandaê criou uma plataforma focada no processo de entrega para pessoas e pequenos negócios no Brasil. Por meio de seus aplicativos para celular e desktop, os clientes podem especificar os itens que querem enviar, deixando a Mandaê responsável pela retirada, empacotamento e seleção das transportadoras para fazer as entregas dos itens. 

No início deste ano, a Mandaê começou a introduzir transportadoras privadas em sua plataforma, incluindo a parceria com a Total Express. Com isso, pessoas e pequenos passam a contar com as mesmas transportadoras privadas utilizadas pelos maiores players de e-commerce. 

Ao contrário dos Estados Unidos e de países da Europa, onde transportadoras como UPS, Fedex e DHL são onipresentes, transportadoras privadas no Brasil não estão disponíveis para as pequenas empresas do mercado, atendendo apenas as grandes companhias.  

“Eu e meu sócio operamos um e-commerce antes da Mandaê e identificamos que proprietários de pequenos negócios gastam de 2 a 4 horas todos os dias com a operação e a entrega. A Mandaê é a solução logística que gostaríamos de ter tido para nós mesmos”, afirma o co-fundador e CEO da Mandaê, Marcelo Fujimoto. 

Em 2015, a Mandaê aumento seu volume de entrega em 10 vezes, alcançando 25 mil retiradas e postou 160 mil encomendas.

Hoje, a startup atende a mais de 2,5 mil clientes, atendendo a nomes como LojaIntegrada e Catarse.