Baguete
InícioNotícias> Spread testa tecnologia da Fhinck

Tamanho da fonte:-A+A

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Spread testa tecnologia da Fhinck

Júlia Merker
// terça, 15/03/2016 16:28

A Spread Tecnologia, provedora de serviços de backoffice e apoio a operações, está testando a tecnolgoia da startup Fhinck. O objetivo é a identificação de oportunidades para melhoria de processos na área de gestão de demandas. 

Paulo Castello, CEO da Fhinck.

Fundada em 2014, a Fhinck busca medir a produtividade das operações de uma forma automática utilizando a inteligência artificial. Os sócios da startup são Paulo Castello, CEO; Angelino Cruz, CTO; Claudio Ferreira, COO; e Anonione Frozoni, Sales and Operations.

Na unidade da Spread que utiliza a tecnologia são recebidas as demandas de reparos e é gerenciada a logística para que os serviços sejam executados a contento.

Entre os clientes da Spread, fundada em 1983, estão nomes como Abril, Brasil Foods, Universidade Estácio de Sá, Correios, Alcoa, Banco do Brasil, GVT e Casas Bahia.

A companhia conta com mais de 2,5 mil colaboradores e 380 clientes ativos. Além disso, tem receita superior a R$ 300 milhões.

Com alto número de transações diárias e rotinas repetitivas a Fhinck observa oportunidade de melhorias com ações como balanceamento das equipes, identificação das necessidades específicas de treinamento de cada analista, identificação de oportunidades para automatização das rotinas, verificação dos sistemas que podem ter integração, alertas de desvios de processos, ociosidade e outras possibilidades.

“Pensamos em como poderíamos monitorar o processo sem atrapalhar a operação, o tempo inteiro (indiferente se mudasse o funcionário ou o processo) e como receber informações em tempo real para que pudéssemos fazer os ajustes necessários para aumentar a produtividade de forma automática”, comenta Paulo Castello, CEO.

A startup consegue “ler” todos os sistemas utilizado pela empresa sem que ela precise fazer nenhum tipo de integração. 

“Futuramente a solução pode ser extremamente disrupitiva para a indústria das consultorias de processo  e acabar com a necessidade mundial das empresas de contratar consultorias para melhoria de processo”, afirma Angelino Cruz, CTO.

A startup tem um modelo de negócios que inclui implantação (one time), suporte, manutenção, updates e upgrades de novas funcionalidades (mensal) e licença (anual).

Antes de fundar a startup, Castello foi gerente geral de planejamento & desenvolvimento de novos negócios da Localfrio. Entre 2011 e 2012, foi gerente global de eficiência  operacional do Marfrig Group. Ele ainda passou por companhias como Walmart e Odebrecht.

Júlia Merker