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GREEN CARD

EUA: imigração de startups na mira

Júlia Merker
// quinta, 16/04/2015 11:00

Os obstáculos para a imigração para os Estados Unidos podem diminuir. Dentro de um ano, o presidente Barack Obama deve permitir que os líderes de startups promissoras obtenham green cards e vistos de trabalho para viver nos Estados Unidos temporariamente.

Os obstáculos para a imigração para os EUA podem diminuir para startups. Foto: Leena Robinson/Shutterstock.

A informação foi publicada pela Forbes. Adeo Ressi, do Founder Institute, afirmou ao site americano que um profissional do Escritório de Política de Ciência e Tecnologia visitou o instituto e revelou o plano do governo dos EUA.

Segundo Ressi, há planos para dois vistos em andamento e um terceiro ainda em discussão.

O primeiro é o de dois anos, que será concedido para donos de startups que conseguirem levantar cerca de US$ 200 mil de um investidor qualificado residente dos Estados Unidos.

Para conseguir um visto permanente (green card), é preciso levantar US$ 750 mil de uma série de investidores americanos.

Um terceiro tipo de visto, de 9 meses, pode ser adotado após sugestão de Rossi. 

De acordo ele, a ideia é que caso uma startup seja aceita por uma incubadora certificada, os donos recebam um visto para “começar suas carreiras e levantar os US$ 200 mil ou US$ 750 mil necessários para conseguir o visto de longo prazo”.

As medidas fazem parte de uma iniciativa maior relativa à reforma de imigração. Ainda assim, a decisão relacionada às startups ficaria isoladoa e pode ser promulgada neste ano, diz Ressi.

Em novembro do ano passado, uma nota do Escritório de Política de Ciência e Tecnologia sugeriu o presidente Obama faria "ações executiva para corrigir o que ele pode” em relação aos esforços de modernizar a legislação imigratória que foram bloqueados pelo Congresso. 

Segundo a Forbes, a ideia é receber empreendedores de países com políticas empresariais piores que os Estados Unidos.

A publicação afirma que muitas empresas israelenses já levaram suas operações principais para os EUA, mas mantém departamentos de pesquisa e desenvolvimento no país de origem.

Júlia Merker