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Até o fim de 2012, o Brasil somará 73 mil empresas de software, gerando receita líquida de R$ 71,6 bilhões, o que representa algo em torno de 1,8% do PIB.

É o que indica o estudo “Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva”, da Softex.

A pesquisa, que será lançada em uma publicação em breve, também afirma que, entre sócios e assalariados, o mercado de software nacional irá contar com 600 mil pessoas até dezembro.

Este é o segundo volume do levantamento, que é dividido em seis partes: caracterização da Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI (IBSS), atividades em software e serviços realizadas in house (NIBSS), competências e capacitações para o setor, escassez de mão de obra e mobilidade de profissionais, mercado de trabalho e estudos regionais.

“É a continuidade de temas já tratados na primeira publicação, lançada em 2009, mas com novidades”, garante Virgínia Duarte, gerente do Observatório Softex, responsável pelo estudo.

Entre as novidades, segundo ela, estão as análises regionais, abrangendo os mercados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A pesquisa se baseia em tabelas do IBGE, entre outras fontes, e tem apoio financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Finep.

“Através dos dados coletados e das analises feitas, é possível identificar tendências e necessidades, o que auxilia a moldar ações direcionadas ao fortalecimento da indústria brasileira”, afirma Virgínia.